Estamos no período do milho verde, época que traz preocupação para produtores que têm as plantações às margens das rodovias.
Porém, nessa quarta dia 17, a Polícia Militar de Guarapuava, atendendo a solicitação de um produtor que acumulou vários prejuízos, prendeu dois “ladrões de milho verde” em flagrante.
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O produtor, que tem sua plantação no bairro Aeroporto, procurou a Polícia Militar por volta das 12h50 e contou que estava sendo vítima de furtos de milho verde e que os “ladrões” haviam, inclusive, danificado uma cerca que protege a sua propriedade. Ainda segundo ele, os dois homens estariam no local, apanhando mais espigas de milho.
A polícia se deslocou até o a propriedade e flagrou o furto. Dois homens, de 23 e 35 anos, estavam com um veículo Fiat Tempra, com várias espigas no seu interior. Eles contaram aos policiais que furtavam as espigas e as vendiam para a população.
Os dois receberam voz de prisão e foram encaminhados à 14ª SDP. (Com Rede Sul)
Um rapaz de 20 anos foi preso na manhã desta quarta dia 17, em Juranda, depois de ter sido acusado de ter violentado um menino de apenas seis anos de idade.
Após a prisão houve um tumulto, com populares revoltados que queriam agredir o autor do estupro.
O caso aconteceu por volta das 9h30min, quando a mãe flagrou L.F., de 20 anos, violentando o seu filho de seis anos de idade.
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A equipe da Polícia Militar foi acionada e encontrou o autor do abuso escondido em uma residência na Avenida Paraná. Ele se mostrou bastante violento e teve de ser algemado para ser colocado na viatura policial.
Durante a prisão, houve um principio de tumulto e revolta de populares, que tentaram agredir o detido, que teve que ser retirado rapidamente do local e encaminhado a 50ª DRP, em Ubiratã.
O garoto vítima da violência sexual foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Campo Mourão, onde fez exames para comprovar o estupro e também passou por consulta com uma psicóloga da Prefeitura de Juranda. (Com Goionews)
Um homem de 30 anos foi preso em flagrante na madrugada desta quinta dia 18, por policiais de Campo Mourão. Ele, que é morador do Jardim Cidade Nova, é acusado de abusar sexualmente da própria filha, que hoje tem apenas dois anos.
A Polícia Militar deteve o suspeito na casa da mãe, no distrito de Água Fria, próximo ao Termas de Jurema, em Iretama. Os policiais afirmaram que ele já estava com a mala pronta para continuar a fuga.
O crime foi descoberto por uma médica. A profissional tratou da criança na Unidade Básica de Saúde do Jardim Cidade Nova e descobriu que ela estava infectada com o vírus HIV. Sabendo que os pais também têm a doença, a profissional acionou o Conselho Tutelar e pediu ajuda de um familiar para monitorar a criança.
No último final de semana, em um encontro familiar, testemunhas afirmam que a menininha chorava em desespero ao se aproximar do pai e só se acalmava quando estava longe.
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Diante da denúncia, foram realizados exames que comprovaram o abuso e o Ministério Público pediu a prisão do suspeito.
A polícia ainda deve investigar até que ponto familiares tinham conhecimento do crime. “Quando chegamos no local, a mãe do suspeito identificou ele com outro nome, tentando claramente enganar a equipe policial fazendo o acusado se passar por outra pessoa”, afirma o Sargento J. Silva, da Polícia Militar.
Na delegacia o preso negou todas as acusações. (Com Tá Sabendo)
Contribuintes de Maringá e de Ponta Grossa e uma instituição social de Curitiba levaram os três principais prêmios do primeiro sorteio do ano do programa Nota Paraná. Os prêmios de R$ 50 mil, R$ 30 mil e R$ 20 mil foram entregues pelo governador Beto Richa nesta quarta dia 17, em evento no Palácio Iguaçu, em Curitiba.
Richa ressaltou a importância do programa de cidadania fiscal para a população. "O Nota Paraná combate a sonegação fiscal, devolve parte do valor de ICMS para o contribuinte e aumenta a arrecadação estadual, o que propicia mais investimentos nas cidades para beneficiar a população, como obras, duplicação de estradas, saúde e educação", disse ele.
No mês de janeiro, o Nota Paraná atingiu a marca de 1,986 milhão de pessoas cadastradas - já prestes a bater a marca de 2 milhões de participantes. Desde o lançamento, em agosto de 2015, o programa já disponibilizou R$ 783,6 milhões entre créditos e prêmios aos participantes, sendo que desse total cerca de R$ 56 milhões beneficiaram entidades na área a saúde, cultura, esporte e de proteção animal.
"Nossa expectativa é que neste ano possamos avançar cada vez mais a adesão das pessoas ao programa", disse o secretário de Estado da Fazenda, Mauro Ricardo.
Para a Amas - Associação Metodista de Ação Social, que trabalha na área de assistência social de Curitiba e RMC desde 1966, o prêmio de R$ 20 mil vai ajudar na conclusão de projetos antigos que estavam parados pela falta de recursos. Com os recursos do Nota Paraná serão revitalizadas a biblioteca infantil e a brinquedoteca e será concluída mais uma etapa do projeto da sala contêiner, que está na fase inicial.
"Entramos no Nota Paraná em maio de 2016. Desde então, temos sido abençoados com recursos", disse Luciana Medeiros, coordenadora da Amas. Até agora a instituição já foi beneficiada com R$ 58 mil entre prêmios e créditos do programa.
A Amas é a oitava instituição a ganhar um dos grandes prêmios do programa. Ela está à frente do Centro Educacional Infantil Tia Bety - CEI Tia Bety, que há 35 anos atende pais e mães que precisam deixar seus filhos, na faixa etária de zero a cinco anos de idade, para trabalhar. Atualmente são atendidas 150 crianças.
AJUDAR FAMÍLIA - A professora de biologia Lisiane Pieckhardt, de 41 anos, vai usar o prêmio de R$ 30 mil do Nota Paraná para ajudar a família a ter um começo de ano sem dívidas. "Com o dinheiro vou quitar meu carro, pagar minhas contas e começar o ano bem tranquila", disse ela. O valor também vai auxiliar na compra de material de estudos da filha mais velha, que cursa Odontologia. "Desde o começo do programa eu peço o CPF na Nota e agora vou pedir ainda mais", afirmou Lisiane.
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A compra de um automóvel novo garantiu o prêmio principal de R$ 50 mil ao engenheiro mecânico Weiller Rafael Galli Silva, de 24 anos, morador de Maringá. Cadastrado há pouco mais de um ano no programa, o jovem recebeu a ligação com surpresa e, no começo, achou que o telefonema seria para alertá-lo sobre algum erro no preenchimento dos dados.
"A gente nunca espera uma ligação tão boa assim. No começo fiquei meio desconfiado. Aí fui ver na internet outras premiações e comecei a acreditar", contou. Ele pretende fazer uma viagem e guardar o resto na poupança. "Vou continuar pedindo o CPF na Nota e espero ganhar outras vezes", diz.
MARCA - No mês de janeiro, o programa Nota Paraná atingiu a marca de 1,986 milhão de pessoas cadastradas e está prestes a bater a marca de 2 milhões de participantes. Desde o lançamento, em agosto de 2015, o programa já disponibilizou R$ 783,6 milhões entre créditos e prêmios aos participantes, sendo que desse total cerca de R$ 56 milhões beneficiaram entidades na área a saúde, cultura, esporte e de proteção animal.
O Nota Paraná conta com sorteios mensais de 250 mil prêmios em dinheiro. Os três maiores são de R$ 50 mil, R$ 30 mil e R$ 20 mil e, em datas especiais, como o Natal, mês das mães, dos namorados, dos pais e das crianças, eles são quadruplicados para R$ 80 mil, R$ 120 mil e R$ 200 mil ? em dezembro, pela primeira vez, o prêmio principal foi de R$ 1 milhão. Os outros prêmios têm valores menores, de R$ 10, R$ 20, R$ 50, R$ 250 e R$ 1 mil.
Toda primeira compra do mês no varejo gera um bilhete ao participante do programa, independentemente do valor. Depois, cada R$ 50 em notas fiscais dá direito a um novo bilhete, com validade apenas para o sorteio do seu respectivo período. O mesmo CPF pode receber mais de um prêmio e os sorteios ocorrem quatro meses após as compras.
DOAÇÃO - Há duas formas de fazer as doações para as instituições cadastradas no programa. O contribuinte pode solicitar a nota fiscal, sem informar o CPF, e digitar no sistema do Nota Paraná os dados do cupom, encaminhando os créditos para a entidade beneficiária. Outra possibilidade é, sem informar CPF, depositar a nota fiscal em urnas instaladas pelas entidades, que irão recolher os documentos e digitá-los no sistema. (Com AEN)
Durante o ano de 2017, 275 pessoas morreram em confrontos com policiais no Paraná.
Deste total, 131 mortes ocorreram no segundo semestre do ano, quando houve ligeiro recuo em relação ao primeiro semestre, que fechou com 144 casos. Já na comparação do total de mortes entre 2017 e os anos anteriores, o quadro é o seguinte: em 2015, foram 247 casos, em 2016, 264 e neste último ano, 275.
O balanço foi elaborado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do Ministério Público do Paraná que tem entre suas funções o controle da atividade policial, a partir de informações repassadas pelas polícias Militar e Civil e pelas Guardas Municipais. Ele foi encaminhado ao secretário de Segurança Pública, ao delegado-geral da Polícia Civil e ao comandante da PM, para conhecimento.
O controle de mortes em confrontos pelo Gaeco está sendo feito desde 2015. O levantamento permite o pronto acompanhamento dos casos pelas Promotorias de Justiça, em todo o Estado, de modo a assegurar a correta apuração das mortes e contribuir para diminuir a letalidade das abordagens e confrontos policiais.
Enfrentamentos - Das 131 mortes registradas no segundo semestre do 2017, 125 ocorreram em confrontos com policiais militares, quatro com policiais civis e duas com guardas municipais. Considerando os 275 óbitos do ano, 263 foram em situações que envolveram policiais militares, seis com policiais civis e seis com guardas municipais.
Das 275 mortes ocorridas em confrontos com policiais em 2017, 229 ocorreram em "situação normal de serviço" e 46 em situação de folga dos policiais ou guardas municipais. As mortes derivam de 236 eventos, isto é, situações de enfrentamento, significando que em algumas situações foi morta mais do que uma pessoa. Os confrontos ainda deixaram 236 feridos, um número 17% menor do que o verificado em 2016, quando foram anotados 284 feridos.
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Dados por municípios - Foram registradas mortes em confrontos em 37 cidades paranaenses no segundo semestre do ano passado. Mantendo uma tendência já verificada no primeiro semestre de 2017, a região de Curitiba concentrou grande parte dos casos: foram 47, na capital; sete em São José dos Pinhais; cinco em Fazenda Rio Grande e em Piraquara; três em Colombo; dois em Araucária; e um em Almirante Tamandaré, Campo Magro e Pinhais. No interior, constatou-se no segundo semestre de 2017 13 mortes em Londrina; cinco em Maringá e em Cascavel; quatro em Guarapuava; três em Ponta Grossa, em Umuarama e em Quedas do Iguaçu e duas em Foz do Iguaçu e Pontal do Paraná. Com uma única morte, aparecem: Bandeirantes, Brasilândia, Cambará, Cambé, Cambira, Castro, Cianorte, Engenheiro Beltrão, Juranda, Mandaguaçu, Marquinho, Munhoz de Melo, Paranaguá, Salto do Lontra, São João do Caiuá, São João do Ivaí, São Miguel do Iguaçu, Toledo e Vera Cruz do Oeste
No semestre anterior, as mortes em confrontos haviam sido registradas em 43 municípios. Do total de 144 casos, 61 casos, 44,2% do total, ocorreram na Grande Curitiba. Foram 31 na capital, 11 em São José dos Pinhais, quatro em Araucária, quatro em Piraquara, três em Colombo, duas mortes em Almirante Tamandaré, duas em Pinhais e duas em Quatro Barras, além de um óbito em Campina Grande do Sul e outro em Fazenda Rio Grande. Outras cidades com número elevado de casos são Londrina (14), Foz do Iguaçu (dez) e Umuarama (oito). Douradina, São Miguel do Iguaçu e Terra Boa tiveram quatro mortes em confrontos. Houve três casos em Cascavel e Guaratuba e dois casos em Maringá e Sarandi. Com uma única morte, apareceram Alto Paraná, Arapongas, Bandeirantes, Barbosa Ferraz, Bom Sucesso, Campina do Simão, Campo Mourão, Carambeí, Farol, Guarapuava, Ibiporã, Itambaracá, Ivaiporã, Ivaí, Nova Prata do Iguaçu, Ortigueira, Ouro Verde do Oeste, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Rio Bonito do Iguaçu, Santa Tereza do Itaipu, Santa Tereza do Oeste e Ventania.
Faixa etária - A faixa etária com mais vítimas de confrontos com policiais militares no segundo semestre de 2017 foi a de jovens com idade entre 18 e 29 anos, praticamente todos do sexo masculino. Elas correspondem a 76% do total de vítimas (portanto, três em cada quatro mortos eram jovens), um percentual maior do que o verificado no semestre anterior (63%). A faixa de 13 a 17 anos, que representava quase 11% no primeiro semestre, foi reduzida a menos que 6% no segundo semestre. E a faixa dos que tem idade entre 30 e 59 anos, que representava 25% no primeiro semestre, reduziu-se a 17% nos últimos seis meses do ano. (Com Ministério Público do Paraná)
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 613 mortes no Paraná em 2017.
O número é 5,98% menor do que o verificado em 2016, quando 652 pessoas perderam a vida em rodovias federais no estado.
O total de pessoas feridas também caiu, de 9.783 para 9.461 --uma redução de 3,3%.
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As equipes da PRF atenderam 10.643 acidentes no ano passado. Foram 3,4% menos ocorrências do que o total de 11.021 acidentes atendidos em 2016.
Pelo terceiro ano consecutivo, a mortalidade em rodovias federais se manteve abaixo do patamar de 700 óbitos. Em todos os cinco anos anteriores a este período, de 2010 a 2014, os resultados sempre foram superiores a essa marca, com um pico de 855 mortes em 2012.
Desde 2010, o ano menos violento foi o de 2015, quando 583 mortes foram registradas.
As 613 mortes atestadas pela PRF no ano passado significam uma morte a cada período de 14 horas, aproximadamente.
O total de perdas humanas supera o de quatro aviões lotados, considerando modelos usados em voos comerciais como o Airbus A319 (capacidade para 132 passageiros) ou o Boeing 737-700 (138 passageiros).
Circunstâncias das mortes
Entre as principais causas dos acidentes com mortes ocorridos em 2017 estão falta de atenção do condutor (22,8% dos óbitos registrados); velocidade incompatível (18,6%); desatenção do pedestre (13,2%); desobediência à sinalização (8,5%); ultrapassagens indevidas (6,8%); ingestão de álcool (5,4%); e sono (4,6%).
As colisões frontais responderam por 28,5% das vítimas mortas no ano passado, seguidas pelos atropelamentos de pedestres (20%).
Três a cada quatro mortes ocorreram em pista seca. Mais da metade foram registradas à noite ou ao amanhecer/entardecer (62,8%) e em trechos de pista simples (58,9%).
Os homens representaram 77% das vítimas que perderam a vida. Motociclistas ou garupas foram 18,3% dos mortos. Ciclistas, 2,8%.
Ao longo de 2017, a PRF flagrou no Paraná 3.958 motoristas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas; 24,7 mil manobras irregulares de ultrapassagem; e 273,6 mil veículos acima da velocidade máxima permitida.
A PRF fiscaliza uma malha viária de 4 mil quilômetros no estado.
Balanço das rodovias federais em 2017 no Paraná:
- 613 mortos (5,98% a menos do que em 2016);
- 9.461 feridos (3,3% a menos);
- 10.643 acidentes atendidos (3,4% a menos);
- 3.958 motoristas flagrados sob efeito de bebidas alcoólicas;
- 24,7 mil autuações de manobras proibidas de ultrapassagem;
- 273.623 veículos acima da velocidade máxima permitida.
Com informações PRF








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