O engenheiro Joelson Barguinea, de 67 anos, desapareceu após o carro que ele dirigia ser arrastado por uma enxurrada, na noite de terça dia 16, no Bairro Mossunguê, em Curitiba.
Ele atravessava a ponte da Rua Marco Andreatta, com seu Renault Logan, quando o carro foi arrastado pela força da água. A cena foi presenciada pela esposa e pela filha do homem, que seguia em um carro logo atrás.
"Estava como minha filha no carro logo atrás e vi quando o carro dele começou a boiar e foi arrastado. Buzinei muito pedindo socorro e vizinhos vieram e tiraram eu e minha filha do carro. Tentei ir atrás dele, mas não me deixaram. Não consegui tirar ele, gente", disse Vera Fonseca, esposa do engenheiro.
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Conforme o Corpo de Bombeiros, o carro foi encontrado logo depois, mas o engenheiro não estava dentro do veículo.
Os militares, então, realizaram buscas pelo engenheiro, mas, até a manhã desta quarta-feira, Joelson não havia sido localizado. (Com Banda B)
Três pessoas morreram e duas ficaram feridas após um grave acidente de trânsito registrado na manhã desta terça dia 16, na rodovia PRC-280 entre Palmas e o município de Água Doce (SC).
A colisão aconteceu por volta das 8 horas e envolveu um automóvel GM/Cobalt com placas de Palmas e um caminhão DAF - XF105 com placas de Itajaí (SC).
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No Cobalt viajavam cinco pessoas. Rodrigo Augusto de Oliveira, Dirceu Rodrigues e Suelen Rodrigues morreram no local do acidente. Uma mulher de 41 anos e uma criança de 6 tiveram ferimentos e foram encaminhadas ao hospital.
A ocorrência foi atendida pela Polícia Rodoviária Estadual. (Com PP News)
Na manhã desta terça dia 16, servidores da Receita Federal procederam a fiscalização de rotina de um moto-taxista brasileiro na aduana da Ponte Internacional da Amizade, onde foi localizado aproximadamente R$ 45 mil em dinheiro.
Na revista, parte do dinheiro estava oculto nas botas do motociclista.
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Mesmo com o flagrante de dinheiro proveniente de sonegação fiscal (dinheiro estava sendo trazido do Paraguai para o Brasil), os auditores da receita federal procederam a devolução de R$ 10 mil ao motociclista. (Com Tribuna Popular)
Nas 33 unidades prisionais do Paraná, cerca de 30% dos presos trabalham e quase 35% participam de atividades educacionais, segundo levantamento do Depen (Departamento Penitenciário do Estado do Paraná).
É um dos mais altos índices do País. "Estamos muito além de outros estados nesse aspecto. Além disso, aqui todos os presos que trabalham recebem por isso", afirma diretor do Depen, Luiz Cartaxo Moura. O sistema prisional conta com mais de 400 canteiros de obras - 300 do estado e 100 em parceria com empresas privadas.
Cartaxo destaca que essa é uma política que vem sendo reforçada pelo Estado, que busca parceiros para novos projetos e oportunidades. É um sistema que vem funcionamento bem. De nada adianta transformarmos as penitenciárias em depósitos de presos, nós precisamos implementar políticas que ofereçam condições para que os detentos saiam preparados para atividades laborais e tenham a opção de não voltar ao crime, diz o diretor.
Mais forte
A lei de execução penal garante o direito do preso ao trabalho. O detento ganha três quartos do salário-mínimo e tem descontado um dia de pena a cada três trabalhados.
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Preso há oito anos, Cassiano (28) cumpre pena de 30 anos. Ele trabalha na empresa Risotolândia durante o dia e estuda a noite. Inclusive, já obteve nota no Enem para cursar o ensino superior.
Já tive muito sofrimento e a oportunidade de continuar estudando e trabalhando me deixa mais forte. Eu só quero cumprir minha pena, fazer uma faculdade de educação física e futuramente lecionar, conta.
Alessandro (37), preso há um ano e sete meses, cumpre pena na Penitenciaria Central do Estado (Unidade de Progressão). A unidade é considerada modelo, onde os presos trabalham e estudam 100% do tempo. Ele trabalha o dia todo no almoxarifado e estuda no período noturno.
Para quem está dentro de um presídio essa rotina é como uma luz. Vejo que Deus me deu uma oportunidade. Esse tempo que estaria de certa forma perdido, eu aproveito para aprender, para ocupar a cabeça?, diz.
Qualificação
No sistema prisional do Paraná são desenvolvidas diversas atividades de trabalho, com qualificação profissional e treinamentos, como costura, panificação, gráfica, marcenaria, metalurgia, agricultura, construção civil, eletricista, mecânica, produção de eletrônicos, fabricação de materiais de limpeza, fabricação de fraldas, produtos de limpeza, produção de calçados, restauração de livros.
Inclusão social
Os detentos têm a oportunidade de continuar os estudos e, com isso, diminuir a pena. A escolarização desenvolvida nas prisões do Paraná vão da alfabetização ao ensino médio, além do ensino superior, preparação para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e cursos de qualificação e profissionalizantes.
Existe, também, o projeto de remição da pena por meio da leitura de livros. O nosso sistema educacional é eficiente porque aproveita o aparato completo da Secretaria de Estado da Educação. Os detentos também podem aproveitar a certificação para o mercado de trabalho comum, afirma o diretor do Depen.
É o caso da estudante de psicologia Giovana, que está presa há 11 meses. Ela é transexual e cumpre uma pena de seis anos na Casa de Custódia de São José dos Pinhais, onde trabalha em um dos canteiros de costura da unidade. Ela recebeu treinamento e certificação e destaca a importância que esse trabalho ocupa na vida dela.
A gente tem algo para se ocupar e isso é fundamental. É difícil para quem é transexual ter uma oportunidade de trabalho como essa e de aprender algo novo, por isso, eu estou muito feliz. Pretendo me profissionalizar ainda mais e continuar na costura depois que sair daqui, afirma. (Com AEN)
A cultura do feijão no Paraná está sendo bastante prejudicada pelas chuvas que atingiram o estado nos últimos dias.
De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), 12% da primeira safra de feijão está em condições ruins.
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A entidade indicou ainda que 36% das lavouras está em condição média e 52% em boas condições. Deste montante, 19% da safra do Paraná está em floração, 30% em frutificação e 51% em maturação.
Já a segunda safra da leguminosa está com 5% da área plantada, sendo que 37% está em condição média e 63% em boas condições. As lavouras estão em fases de germinação e desenvolvimento vegetativo. (Com Canal Rural)
Três pessoas ficaram feridas na noite de domingo dia 14, em uma batida entre um carro e um trem, em Sarandi.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o automóvel foi arrastado pela locomotiva por aproximadamente 300 metros.
A colisão ocorreu por volta das 21h45, na passagem de nível da Rua José Munhoz, próximo à Praça da Juventude, região central da cidade. No local, não há cancela para interromper o trânsito quando o trem está para passar.
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Com o impacto, o automóvel foi arrastado, deixando os ocupantes presos nas ferragens. Equipes dos bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) trabalharam mais de uma hora para resgatar as vítimas. O teto do carro precisou ser removido.
As vítimas foram encaminhadas para hospitais de Maringá e Sarandi, com ferimentos moderados e sem risco de morte.
Em nota, a prefeitura de Sarandi informou que “vem cobrando ações de manutenção da empresa Rumo/ALL tanto no que se refere a limpeza dos trechos, quanto medidas para melhorar a segurança na passagem de nível”.
Nota a imprensa da empresa Rumo/ALL
A Rumo informa que um veículo com três passageiros foi atingido por um trem em uma passagem em nível, em Sarandi (Norte do Paraná), neste domingo (14), por volta das 21h30. O veículo permaneceu sobre os trilhos no momento da passagem da composição, que transitava com 80 vagões no sentido Curitiba-Maringá. Os três ocupantes tiveram de ser encaminhados para socorro médico. As causas do acidente vêm sendo devidamente apuradas. A Concessionária reforça o alerta de que, antes de cada passagem em nível, é necessário parar, olhar e escutar a sinalização visual e a sonora. Quando o trem se aproxima, deve-se aguardar a passagem completa da composição antes da travessia, uma vez que os trens têm a preferência no trânsito e não podem ser parados repentinamente. Na região de Sarandi e Maringá, houve redução no número de acidentes ferroviários. Foram registrados dois acidentes em 2016, com queda de 80% ante os registros de 2015. (Com Noti-cia)








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