Homem é preso acusado de abusar da própria filha de dois anos

Um homem de 30 anos foi preso em flagrante na madrugada desta quinta dia 18, por policiais de Campo Mourão. Ele, que é morador do Jardim Cidade Nova, é acusado de abusar sexualmente da própria filha, que hoje tem apenas dois anos.

 

A Polícia Militar deteve o suspeito na casa da mãe, no distrito de Água Fria, próximo ao Termas de Jurema, em Iretama. Os policiais afirmaram que ele já estava com a mala pronta para continuar a fuga.

 

O crime foi descoberto por uma médica. A profissional tratou da criança na Unidade Básica de Saúde do Jardim Cidade Nova e descobriu que ela estava infectada com o vírus HIV. Sabendo que os pais também têm a doença, a profissional acionou o Conselho Tutelar e pediu ajuda de um familiar para monitorar a criança.

 

No último final de semana, em um encontro familiar, testemunhas afirmam que a menininha chorava em desespero ao se aproximar do pai e só se acalmava quando estava longe.

 

 

Diante da denúncia, foram realizados exames que comprovaram o abuso e o Ministério Público pediu a prisão do suspeito.

 

A polícia ainda deve investigar até que ponto familiares tinham conhecimento do crime. “Quando chegamos no local, a mãe do suspeito identificou ele com outro nome, tentando claramente enganar a equipe policial fazendo o acusado se passar por outra pessoa”, afirma o Sargento J. Silva, da Polícia Militar.

 

Na delegacia o preso negou todas as acusações. (Com Tá Sabendo)

 

 

Paraná registrou 275 mortes em confrontos policiais em 2017

Durante o ano de 2017, 275 pessoas morreram em confrontos com policiais no Paraná.

 

Deste total, 131 mortes ocorreram no segundo semestre do ano, quando houve ligeiro recuo em relação ao primeiro semestre, que fechou com 144 casos. Já na comparação do total de mortes entre 2017 e os anos anteriores, o quadro é o seguinte: em 2015, foram 247 casos, em 2016, 264 e neste último ano, 275.

 

O balanço foi elaborado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do Ministério Público do Paraná que tem entre suas funções o controle da atividade policial, a partir de informações repassadas pelas polícias Militar e Civil e pelas Guardas Municipais. Ele foi encaminhado ao secretário de Segurança Pública, ao delegado-geral da Polícia Civil e ao comandante da PM, para conhecimento.

 

O controle de mortes em confrontos pelo Gaeco está sendo feito desde 2015. O levantamento permite o pronto acompanhamento dos casos pelas Promotorias de Justiça, em todo o Estado, de modo a assegurar a correta apuração das mortes e contribuir para diminuir a letalidade das abordagens e confrontos policiais.

 

Enfrentamentos - Das 131 mortes registradas no segundo semestre do 2017, 125 ocorreram em confrontos com policiais militares, quatro com policiais civis e duas com guardas municipais. Considerando os 275 óbitos do ano, 263 foram em situações que envolveram policiais militares, seis com policiais civis e seis com guardas municipais.

 

Das 275 mortes ocorridas em confrontos com policiais em 2017, 229 ocorreram em "situação normal de serviço" e 46 em situação de folga dos policiais ou guardas municipais. As mortes derivam de 236 eventos, isto é, situações de enfrentamento, significando que em algumas situações foi morta mais do que uma pessoa. Os confrontos ainda deixaram 236 feridos, um número 17% menor do que o verificado em 2016, quando foram anotados 284 feridos.

 

 

Dados por municípios - Foram registradas mortes em confrontos em 37 cidades paranaenses no segundo semestre do ano passado. Mantendo uma tendência já verificada no primeiro semestre de 2017, a região de Curitiba concentrou grande parte dos casos: foram 47, na capital; sete em São José dos Pinhais; cinco em Fazenda Rio Grande e em Piraquara; três em Colombo; dois em Araucária; e um em Almirante Tamandaré, Campo Magro e Pinhais. No interior, constatou-se no segundo semestre de 2017 13 mortes em Londrina; cinco em Maringá e em Cascavel; quatro em Guarapuava; três em Ponta Grossa, em Umuarama e em Quedas do Iguaçu e duas em Foz do Iguaçu e Pontal do Paraná. Com uma única morte, aparecem: Bandeirantes, Brasilândia, Cambará, Cambé, Cambira, Castro, Cianorte, Engenheiro Beltrão, Juranda, Mandaguaçu, Marquinho, Munhoz de Melo, Paranaguá, Salto do Lontra, São João do Caiuá, São João do Ivaí, São Miguel do Iguaçu, Toledo e Vera Cruz do Oeste

 

No semestre anterior, as mortes em confrontos haviam sido registradas em 43 municípios. Do total de 144 casos, 61 casos, 44,2% do total, ocorreram na Grande Curitiba. Foram 31 na capital, 11 em São José dos Pinhais, quatro em Araucária, quatro em Piraquara, três em Colombo, duas mortes em Almirante Tamandaré, duas em Pinhais e duas em Quatro Barras, além de um óbito em Campina Grande do Sul e outro em Fazenda Rio Grande. Outras cidades com número elevado de casos são Londrina (14), Foz do Iguaçu (dez) e Umuarama (oito). Douradina, São Miguel do Iguaçu e Terra Boa tiveram quatro mortes em confrontos. Houve três casos em Cascavel e Guaratuba e dois casos em Maringá e Sarandi. Com uma única morte, apareceram Alto Paraná, Arapongas, Bandeirantes, Barbosa Ferraz, Bom Sucesso, Campina do Simão, Campo Mourão, Carambeí, Farol, Guarapuava, Ibiporã, Itambaracá, Ivaiporã, Ivaí, Nova Prata do Iguaçu, Ortigueira, Ouro Verde do Oeste, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Rio Bonito do Iguaçu, Santa Tereza do Itaipu, Santa Tereza do Oeste e Ventania.

 

Faixa etária - A faixa etária com mais vítimas de confrontos com policiais militares no segundo semestre de 2017 foi a de jovens com idade entre 18 e 29 anos, praticamente todos do sexo masculino. Elas correspondem a 76% do total de vítimas (portanto, três em cada quatro mortos eram jovens), um percentual maior do que o verificado no semestre anterior (63%). A faixa de 13 a 17 anos, que representava quase 11% no primeiro semestre, foi reduzida a menos que 6% no segundo semestre. E a faixa dos que tem idade entre 30 e 59 anos, que representava 25% no primeiro semestre, reduziu-se a 17% nos últimos seis meses do ano. (Com Ministério Público do Paraná)

 

 

Homens correspondem a 77% dos mortos em rodovias federais no PR

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 613 mortes no Paraná em 2017.

 

O número é 5,98% menor do que o verificado em 2016, quando 652 pessoas perderam a vida em rodovias federais no estado.

 

O total de pessoas feridas também caiu, de 9.783 para 9.461 --uma redução de 3,3%.

 

 

As equipes da PRF atenderam 10.643 acidentes no ano passado. Foram 3,4% menos ocorrências do que o total de 11.021 acidentes atendidos em 2016.

 

Pelo terceiro ano consecutivo, a mortalidade em rodovias federais se manteve abaixo do patamar de 700 óbitos. Em todos os cinco anos anteriores a este período, de 2010 a 2014, os resultados sempre foram superiores a essa marca, com um pico de 855 mortes em 2012.

 

Desde 2010, o ano menos violento foi o de 2015, quando 583 mortes foram registradas.

 

As 613 mortes atestadas pela PRF no ano passado significam uma morte a cada período de 14 horas, aproximadamente.

 

O total de perdas humanas supera o de quatro aviões lotados, considerando modelos usados em voos comerciais como o Airbus A319 (capacidade para 132 passageiros) ou o Boeing 737-700 (138 passageiros).

 

Circunstâncias das mortes

 

Entre as principais causas dos acidentes com mortes ocorridos em 2017 estão falta de atenção do condutor (22,8% dos óbitos registrados); velocidade incompatível (18,6%); desatenção do pedestre (13,2%); desobediência à sinalização (8,5%); ultrapassagens indevidas (6,8%); ingestão de álcool (5,4%); e sono (4,6%).

 

As colisões frontais responderam por 28,5% das vítimas mortas no ano passado, seguidas pelos atropelamentos de pedestres (20%).

 

Três a cada quatro mortes ocorreram em pista seca. Mais da metade foram registradas à noite ou ao amanhecer/entardecer (62,8%) e em trechos de pista simples (58,9%).

 

Os homens representaram 77% das vítimas que perderam a vida. Motociclistas ou garupas foram 18,3% dos mortos. Ciclistas, 2,8%.

 

Ao longo de 2017, a PRF flagrou no Paraná 3.958 motoristas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas; 24,7 mil manobras irregulares de ultrapassagem; e 273,6 mil veículos acima da velocidade máxima permitida.

 

A PRF fiscaliza uma malha viária de 4 mil quilômetros no estado.


Balanço das rodovias federais em 2017 no Paraná:

 

- 613 mortos (5,98% a menos do que em 2016);
- 9.461 feridos (3,3% a menos);
- 10.643 acidentes atendidos (3,4% a menos);
- 3.958 motoristas flagrados sob efeito de bebidas alcoólicas;
- 24,7 mil autuações de manobras proibidas de ultrapassagem;
- 273.623 veículos acima da velocidade máxima permitida.

 

 

 

 

 

Com informações PRF

 

 

 

Menina de 11 anos acusa primo adolescente de estupro

A Polícia Civil de Telêmaco Borba (região dos Campos Gerais) investiga um caso de estupro de vulnerável registrado nesta terça dia 16.

 

Uma menina de apenas 11 anos foi abusada sexualmente pelo próprio primo, um adolescente de 14 anos. O endereço onde o crime aconteceu será omitido para evitar a identificação dos envolvidos, por se tratarem de menores de 18 anos.

 

De acordo com a Polícia Militar, a menina foi passar a noite na casa do pai (separado da mãe) e no dia seguinte, quando voltou para casa, estava com um comportamento diferente. A mãe percebeu que a filha chorava muito e conseguiu fazer com que ela revelasse o que tinha acontecido. Ela disse que, enquanto dormia, o primo passou a mão em suas partes íntimas e também obrigou a criança a fazer a mesma coisa nele.

 

 

Quando a mulher foi até a casa do ex-marido para tirar satisfações e contar o que tinha acontecido, o autor do estupro ainda estava lá e a mulher se sentiu intimidade. Por isso, ela acionou a PM, mas quando os policiais chegaram ao local, o autor e o dono da casa tinham saído. O Conselho Tutelar sugeriu que a mulher fosse até a delegacia para registrar o boletim de ocorrência e também para encaminhar o pedido de exame de corpo de delito para comprovar a violência sexual.


Enquanto o BO era registrado, vizinhos avisaram a mulher que o ex-marido tinha voltado para casa com o sobrinho, mas ele já estava sabendo que a PM tinha ido até sua casa e fugiu antes da chegada das viaturas – a princípio, ele ainda não sabia o que tinha acontecido com a filha. O caso segue sob investigação e o adolescente autor do crime ainda não foi encontrado. (Com A Rede)

 

 

 

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