Mortes nas rodovias federais caem 6% no Paraná em 2017, aponta PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 613 mortes no Paraná em 2017. O número é 5,98% menor do que o verificado em 2016, quando 652 pessoas perderam a vida em rodovias federais no estado.

 

O total de pessoas feridas também caiu, de 9.783 para 9.461 --uma redução de 3,3%.

 

As equipes da PRF atenderam 10.643 acidentes no ano passado. Foram 3,4% menos ocorrências do que o total de 11.021 acidentes atendidos em 2016.

 

Pelo terceiro ano consecutivo, a mortalidade em rodovias federais se manteve abaixo do patamar de 700 óbitos. Em todos os cinco anos anteriores a este período, de 2010 a 2014, os resultados sempre foram superiores a essa marca, com um pico de 855 mortes em 2012.

 

Desde 2010, o ano menos violento foi o de 2015, quando 583 mortes foram registradas.

 

 

As 613 mortes atestadas pela PRF no ano passado significam uma morte a cada período de 14 horas, aproximadamente.


O total de perdas humanas supera o de quatro aviões lotados, considerando modelos usados em voos comerciais como o Airbus A319 (capacidade para 132 passageiros) ou o Boeing 737-700 (138 passageiros).


Circunstâncias das mortes


Entre as principais causas dos acidentes com mortes ocorridos em 2017 estão falta de atenção do condutor (22,8% dos óbitos registrados); velocidade incompatível (18,6%); desatenção do pedestre (13,2%); desobediência à sinalização (8,5%); ultrapassagens indevidas (6,8%); ingestão de álcool (5,4%); e sono (4,6%).

 

As colisões frontais responderam por 28,5% das vítimas mortas no ano passado, seguidas pelos atropelamentos de pedestres (20%).

 

Três a cada quatro mortes ocorreram em pista seca. Mais da metade foram registradas à noite ou ao amanhecer/entardecer (62,8%) e em trechos de pista simples (58,9%).

 

Os homens representaram 77% das vítimas que perderam a vida. Motociclistas ou garupas foram 18,3% dos mortos. Ciclistas, 2,8%.


Ao longo de 2017, a PRF flagrou no Paraná 3.958 motoristas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas; 24,7 mil manobras irregulares de ultrapassagem; e 273,6 mil veículos acima da velocidade máxima permitida.


A PRF fiscaliza uma malha viária de 4 mil quilômetros no estado.


Balanço das rodovias federais em 2017 no Paraná:


- 613 mortos (5,98% a menos do que em 2016);

- 9.461 feridos (3,3% a menos);

- 10.643 acidentes atendidos (3,4% a menos);

- 3.958 motoristas flagrados sob efeito de bebidas alcoólicas;

- 24,7 mil autuações de manobras proibidas de ultrapassagem;

- 273.623 veículos acima da velocidade máxima permitida. (Com PRF)

 

 

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Chuva forte provoca alagamentos em cidades do Litoral

A forte chuva que atingiu todo o Litoral do Paraná deixou vários pontos de alagamentos em diversas ruas de Paranaguá, Matinhos, Pontal do Paraná e Guaratuba, na terça dia 16. Não há informações sobre desabrigados e feridos.

 

Conforme o Simepar, a terça dia 16, foi de altas temperaturas. No Litoral, as máximas em Antonina chegaram aos 35 °C, aos 33 °C em Guaraqueçaba e em Cerro Azul fez 33 °C.

 

 

Durante a noite o Instituto registrou chuvas significativas entre a região metropolitana de Curitiba e o Litoral. Em Matinhos, foram 122 milímetros; em Praia de Leste, 108 milímetros, isso até às 22 horas. (Com Massa News)

 

 

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Engenheiro desaparece após ter carro levado por enxurrada em Curitiba

O engenheiro Joelson Barguinea, de 67 anos, desapareceu após o carro que ele dirigia ser arrastado por uma enxurrada, na noite de terça dia 16, no Bairro Mossunguê, em Curitiba.

 

Ele atravessava a ponte da Rua Marco Andreatta, com seu Renault Logan, quando o carro foi arrastado pela força da água. A cena foi presenciada pela esposa e pela filha do homem, que seguia em um carro logo atrás.

 

"Estava como minha filha no carro logo atrás e vi quando o carro dele começou a boiar e foi arrastado. Buzinei muito pedindo socorro e vizinhos vieram e tiraram eu e minha filha do carro. Tentei ir atrás dele, mas não me deixaram. Não consegui tirar ele, gente", disse Vera Fonseca, esposa do engenheiro.

 

 

Conforme o Corpo de Bombeiros, o carro foi encontrado logo depois, mas o engenheiro não estava dentro do veículo.

 

Os militares, então, realizaram buscas pelo engenheiro, mas, até a manhã desta quarta-feira, Joelson não havia sido localizado. (Com Banda B)

 

 

Três pessoas morrem em grave colisão na PRC-280

Três pessoas morreram e duas ficaram feridas após um grave acidente de trânsito registrado na manhã desta terça dia 16, na rodovia PRC-280 entre Palmas e o município de Água Doce (SC).

 

A colisão aconteceu por volta das 8 horas e envolveu um automóvel GM/Cobalt com placas de Palmas e um caminhão DAF - XF105 com placas de Itajaí (SC).

 

 

No Cobalt viajavam cinco pessoas. Rodrigo Augusto de Oliveira, Dirceu Rodrigues e Suelen Rodrigues morreram no local do acidente. Uma mulher de 41 anos e uma criança de 6 tiveram ferimentos e foram encaminhadas ao hospital.

 

A ocorrência foi atendida pela Polícia Rodoviária Estadual. (Com PP News)

 

 

 

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Receita Federal detém mototaxista com R$ 45 mil em dinheiro

Na manhã desta terça dia 16, servidores da Receita Federal procederam a fiscalização de rotina de um moto-taxista brasileiro na aduana da Ponte Internacional da Amizade, onde foi localizado aproximadamente R$ 45 mil em dinheiro.

 

Na revista, parte do dinheiro estava oculto nas botas do motociclista.

 

 

Mesmo com o flagrante de dinheiro proveniente de sonegação fiscal (dinheiro estava sendo trazido do Paraguai para o Brasil), os auditores da receita federal procederam a devolução de R$ 10 mil ao motociclista. (Com Tribuna Popular)

 

 

No Paraná, 30% dos presos trabalham e 35% estudam

Nas 33 unidades prisionais do Paraná, cerca de 30% dos presos trabalham e quase 35% participam de atividades educacionais, segundo levantamento do Depen (Departamento Penitenciário do Estado do Paraná).

 

É um dos mais altos índices do País. "Estamos muito além de outros estados nesse aspecto. Além disso, aqui todos os presos que trabalham recebem por isso", afirma diretor do Depen, Luiz Cartaxo Moura. O sistema prisional conta com mais de 400 canteiros de obras - 300 do estado e 100 em parceria com empresas privadas.

 

Cartaxo destaca que essa é uma política que vem sendo reforçada pelo Estado, que busca parceiros para novos projetos e oportunidades. É um sistema que vem funcionamento bem. De nada adianta transformarmos as penitenciárias em depósitos de presos, nós precisamos implementar políticas que ofereçam condições para que os detentos saiam preparados para atividades laborais e tenham a opção de não voltar ao crime, diz o diretor.

 

Mais forte

 

A lei de execução penal garante o direito do preso ao trabalho. O detento ganha três quartos do salário-mínimo e tem descontado um dia de pena a cada três trabalhados.

 

 

Preso há oito anos, Cassiano (28) cumpre pena de 30 anos. Ele trabalha na empresa Risotolândia durante o dia e estuda a noite. Inclusive, já obteve nota no Enem para cursar o ensino superior.

 

Já tive muito sofrimento e a oportunidade de continuar estudando e trabalhando me deixa mais forte. Eu só quero cumprir minha pena, fazer uma faculdade de educação física e futuramente lecionar, conta.

Alessandro (37), preso há um ano e sete meses, cumpre pena na Penitenciaria Central do Estado (Unidade de Progressão). A unidade é considerada modelo, onde os presos trabalham e estudam 100% do tempo. Ele trabalha o dia todo no almoxarifado e estuda no período noturno.

 

Para quem está dentro de um presídio essa rotina é como uma luz. Vejo que Deus me deu uma oportunidade. Esse tempo que estaria de certa forma perdido, eu aproveito para aprender, para ocupar a cabeça?, diz.

 

Qualificação

 

No sistema prisional do Paraná são desenvolvidas diversas atividades de trabalho, com qualificação profissional e treinamentos, como costura, panificação, gráfica, marcenaria, metalurgia, agricultura, construção civil, eletricista, mecânica, produção de eletrônicos, fabricação de materiais de limpeza, fabricação de fraldas, produtos de limpeza, produção de calçados, restauração de livros.

 

Inclusão social

 

Os detentos têm a oportunidade de continuar os estudos e, com isso, diminuir a pena. A escolarização desenvolvida nas prisões do Paraná vão da alfabetização ao ensino médio, além do ensino superior, preparação para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e cursos de qualificação e profissionalizantes.

 

Existe, também, o projeto de remição da pena por meio da leitura de livros. O nosso sistema educacional é eficiente porque aproveita o aparato completo da Secretaria de Estado da Educação. Os detentos também podem aproveitar a certificação para o mercado de trabalho comum, afirma o diretor do Depen.

 

É o caso da estudante de psicologia Giovana, que está presa há 11 meses. Ela é transexual e cumpre uma pena de seis anos na Casa de Custódia de São José dos Pinhais, onde trabalha em um dos canteiros de costura da unidade. Ela recebeu treinamento e certificação e destaca a importância que esse trabalho ocupa na vida dela.

 

A gente tem algo para se ocupar e isso é fundamental. É difícil para quem é transexual ter uma oportunidade de trabalho como essa e de aprender algo novo, por isso, eu estou muito feliz. Pretendo me profissionalizar ainda mais e continuar na costura depois que sair daqui, afirma. (Com AEN)

 

 

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