Motoristas que decidirem continuar com a paralisação não poderão ficar próximos a BR, diz PRF

A partir desta quarta dia 30, a Polícia Rodoviária Federal orienta os motoristas que estão em greve, para que se retirem da pista, canteiros, gramados, acessos a marginais e que não bloqueiem a pista, abordando motoristas ou colocando cones.


Segundo informações da PRF, os motoristas que quiserem continuar em greve deverão estacionar em postos de combustíveis e não interferir no trânsito. A medida também visa evitar acidentes.

 

Ainda de acordo com a PRF, a polícia poderá usar a força para retirar veículos e máquinas que não respeitarem a orientação.

 

Próximo ao Posto Palmeiras em Laranjeiras do Sul, a PRF já orientou que os equipamentos que estão em cima do gramado e pista sejam removidos.

 

Está medida está sendo tomada em todo o Paraná.

 

 

 

Explosão em caminhão-tanque deixa dois feridos em empresa

Um acidente deixou dois operários feridos na tarde desta terça dia 29, em Araucária, na região metropolitana de Curitiba.

 

De acordo com as primeiras informações, o caminhão-tanque estava vazio, mas acabou explodindo no momento em que os trabalhadores faziam uma solda. A empresa faz reforma em caminhões deste tipo.

 

O galpão da empresa onde estava o caminhão acabou sendo destruído pelas chamas. O local fica ao lado de um posto de distribuição, na BR 476.

 

Os dois funcionários tiveram ferimentos moderados. Eles receberam os primeiros atendimentos no próprio local. (Com CBN)

 

 

 

 

Equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) explica a caminhoneiros a ação das forças de segurança pública nos pontos de manifestação, com vistas à livre circulação dos motoristas que desejam seguir viagem.

 

A abordagem do vídeo ocorreu na manhã desta quarta dia 30, na altura do quilômetro 67 da BR-116, em Quatro Barras, na região Metropolitana de Curitiba.

 

A PRF tem recebido, ao longo dos últimos dias, diversos relatos de motoristas que se dizem coagidos a permanecer nesses locais, contra a sua própria vontade.

 

Desde a noite desta terça dia 29, equipes da PRF e de outras polícias iniciaram ações para garantir a livre circulação dos veículos de carga, em diversas regiões do Paraná.

 

 

 

 

Operação libera cerca de 250 caminhões para rodar na BR 277, em Cascavel

Depois de 10 dias de paralisação, uma operação conjunta realizada no início da manhã desta quarta dia 30, entre equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar (PM) liberaram aproximadamente 250 caminhões para rodar na região do Trevo Cataratas, na altura do quilômetro 584, em Cascavel, região oeste do Paraná.

 

Parte desses motoristas relatou às equipes policiais que estava no local sob coação. Um grupo ainda continua acampado e diz que a greve continua.

 

Entre os veículos liberados estão caminhões carregados com ração, que, apesar do tipo de carga, também estavam há dias retidos no pátio do posto de combustíveis.

 

Desde a noite desta terça dia 09, equipes da PRF e de outras forças de segurança pública iniciaram ações de desmobilização nos pontos de manifestação de caminhoneiros, em diversas regiões do Paraná. (Com Catve)

 

 

 

Mesmo com liminar do TST, petroleiros deflagram paralisação hoje

A FUP (Federação Única dos Petroleiros) anunciou nesta quarta dia 30 que, mesmo com a liminar do TST (Tribunal Superior do Trabalho) que considerou a greve abusiva, a paralisação da categoria foi iniciada e atinge refinarias, terminais e plataformas da Bacia de Campos. O movimento programou atos e manifestações ao longo do dia.

 

Pelo balanço da FUP, os trabalhadores cruzaram os braços nas refinarias de Manaus (Reman), Abreu e Lima (Pernambuco), Regap (Minas Gerais), Duque de Caxias (Reduc), Paulínia (Replan), Capuava (Recap), Araucária (Repar), Refap (RS), além da Fábrica de Lubrificantes do Ceará (Lubnor), da Araucária Nitrogenados (Fafen-PR) e da unidade de xisto do Paraná (SIX).

 

A FUP informou que não houve troca dos turnos da 0h nos terminais de Suape (PE) e de Paranaguá (PR). Segundo a federação, na Bacia de Campo os trabalhadores também aderiram à paralisação em diversas plataformas.

 

Reivindicações

 

Os petroleiros afirmam que o movimento é uma reação à política de preços dos combustíveis, de crítica à gestão na Petrobras e contra os valores cobrados no gás de cozinha e nos combustíveis.

 

A paralisação dos petroleiros ocorre três dias depois de o presidente Michel Temer e equipe negociarem um acordo com os caminhoneiros. Por mais de uma semana, os caminhoneiros pararam o país, provocando desabastecimento nos postos de gasolina, supermercados e prejuízos à economia. (Com Agência Brasil)

 

 

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