Um cabo da Polícia Militar foi encontrado morto dentro de casa na manhã deste domingo dia 19, em Cascavel.
Márcio José Fiduniv, de 39 anos, foi encontrado no local onde mora, na Rua Curió, no Bairro Floresta.
Equipes do Siate foram acionadas para atender a vítima, mas apenas puderam constatar o óbito do homem. O corpo foi recolhido ao IML (Instituto Médico Legal).
Cabo Fiduniv era integrante da PM do Paraná há 20 anos, e trabalhava no rancho do 6º BPM (Batalhão de Polícia Militar) desde 2007, quando chegou em Cascavel. Ele deixa esposa, três filho e dois enteados.
A Polícia Militar de Cascavel emitiu uma nota de pesar pelo falecimento: "O efetivo do 6° Batalhão lamenta a perda e vai sentir saudade do ótimo profissional que por anos teve ao seu lado". (Com Catve)
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O desentendimento entre um casal em Araruna terminou em tragédia ontem à tarde.
Após ser ameaçada, a mulher pegou uma faca de cozinha (de serra) e desferiu um golpe no pescoço do companheiro, identificado por I.S. de A., 30 anos. O crime ocorreu na Rua C, o Jardim Sorriso, por volta das 16 horas.
O homem chegou a caminhar por alguns metros, mas caiu e morreu no local. A própria autora do crime foi ao posto de saúde para pedir ajuda, mas quando a equipe de socorro chegou ao local o homem já estava morto.
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As polícias Militar e Civil foram acionadas e a mulher, de iniciais F.M.R., 30 anos, foi encaminhada para a delegacia de Peabiru. Ela contou que estava assando carne e tomando cerveja com o marido, quando teve início uma discussão.
O homem teria ameaçado matá-la à noite e por isso ela afirmou que pegou a faca e atingiu o pescoço do companheiro. O corpo de A. foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Campo Mourão. (Com Tá Sabendo)
Um homem identificado pelas iniciais A. R., de 48 anos, perdeu a vida numa curva no KM 29 da BR-153 em torno das 22h45 deste sábado, dia 18, entre Jacarezinho e Santo Antônio da Platina.
Ele não tinha CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e conduzia um veículo Fiat Elba, com placas de Joaquim Távora, forçou uma ultrapassagem e bateu de frente contra uma carreta bi-trem sete Eixos, com placas de Wenceslau Braz.
O motorista do caminhão, A. P., não se machucou, porém ficou muito impactado com o sinistro.
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O acidente aconteceu próximo da ponte do Rio Jacaré.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o Corpo de Bombeiros e a empresa Guinchos Imai, de Santo Antônio da Platina, atenderam a ocorrência, assim como socorristas da concessionária do trecho. (Com NP Diário)
O Hospital Universitário do Oeste (Huop), recebeu certificados de agradecimento do Sistema Estadual de Transplantes do Paraná (SET), por seu desempenho na participação dos altos números do Estado na doação de Órgãos.
O Estado do Paraná alcançou o primeiro lugar em doação de órgãos para transplante no Brasil, em 2018. Segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).
Diversos setores, médicos, coordenadores e diretores foram homenageados. Em especial a Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (Cihdott) do Huop. O Hospital Universitário tem destaque na taxa de autorização para doação, em torno de 75% dos casos são autorizados ao fim do processo.
Representando a SET-PR para a entrega dos certificados, esteve presente a Médica coordenadora Arlene Badoch. Segundo ela o Estado do Paraná possui destaque nacional em doação de órgãos. O índice é de 5,2 por milhão de população, a comparação em relação aos demais países coloca o Paraná como maior doador do mundo.
Arlene ressalta ainda como o trabalho realizado pelo Huop contribui para os altos índices do Estado “A somatória de fatores como: profissionais altamente treinados, a logística do trabalho realizado por toda instituição, uma Cihdott que tem excelência no que faz, coloca o Huop à frente disso tudo. Por isso o hospital merece todo prestigio”, conclui.
A enfermeira Elaine Padilha, é coordenadora da CIHDOTT do Huop e falou sobre a importância do reconhecimento às famílias que autorizam a doação de órgãos, “Esse é um ato de solidariedade que os familiares vêm prestando, e que devemos exaltar, pois salvamos diversas vidas com a doação de órgãos e tecidos”.
Diante do destaque que o hospital recebeu na prestação com excelência deste serviço, ressalta os agradecimentos e homenagens a todos os profissionais que fazem parte da comissão de captação de órgãos.
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Prefeitura de Cascavel, no oeste do Paraná, foi condenada, em segunda instância, a pagar uma indenização de R$ 10 mil a um deficiente visual que caiu em um bueiro sem tampa no bairro Santa Cruz, em 2016.
A Justiça considerou que o município tem obrigação de colocar sinalização ou piso tátil em locais públicos - o que não havia no local do acidente. A decisão do juiz Marcelo Castanho, do Juizado Especial em Curitiba, é da quarta dia 15.
A decisão de primeira instância em Cascavel tinha determinado indenização de R$ 4 mil. No julgamento do recurso, o juiz considerou que a sentença deveria ser mantida, mas o valor da indenização tinha que ser maior.
Conforme a decisão, a indenização por dano moral deve levar em conta o caso concreto e a gravidade do sofrimento da vítima. O valor, segundo a decisão, deve servir para compensar a vítima pelos danos sofridos e punir o ofensor para quenão volte a causar o dano.
Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Cascavel disse que o procurador jurídico está analisando os últimos fatos relacionados ao processo e que vai se manifestar oficialmente na sexta dia 17. (Com G1)
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A defesa de Luís Felipe Manvailer solicitou a suspensão do processo que investiga a morte da advogada Tatiane Spitzner, ocorrida no dia 22 de julho, na região central de Guarapuava.
A advogada morreu após sofrer uma queda da sacada do quarto andar do prédio onde residia com Manvailer, com quem era casada há cinco anos. Ele é suspeito de ter empurrado a vítima da sacada, após tê-la agredido por cerca de 20 minutos.
De acordo com a nota enviada pela defesa do réu, o pedido de suspensão alega a “ausência de materialidade de provas no que tange o argumento da denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná”. A nota diz, ainda, que todas as acusações apresentadas pelo MP-PR são baseadas em “argumentos inconsistentes”.
“Em resumo, toda a construção da acusação é feita em hipóteses, opiniões, especulações de possibilidades, mas, em momento algum, em uma base pericial, científica e forense. Desta forma, a defesa solicitou que o processo seja suspenso até que se tenha elementos periciais, fatos reais e elementos materiais para que se possa promover uma acusação e uma defesa conforme os ritos da lei”.
Para os advogados da defesa, o procedimento agora é aguardar a suspensão do processo e, segundo a nota, aguardar, ainda, a conclusão das perícias para que o processo possa ser retomado. A defesa da família de Tatiane ainda não se manifestou sobre o pedido.
LAUDO PSIQUIÁTRICO
O pedido de anulação da avaliação psicológica e psiquiátrica realizada com Manvailer na Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG), por parte da defesa do réu, foi negado pela Justiça. Conforme despacho emitido pela juíza Liliane Graciele Breitwisser, da Vara de Corregedoria dos Presídios de Guarapuava, a justiça manifestou compreender que não cabe à ela avaliar a técnica médica utilizada pelo especialista na avaliação psiquiátrica.
O pedido de avaliação psiquiátrica de Manvailer ocorreu juntamente com a solicitação de transferência do réu para o Complexo Médico Penal, em Pinhais, e com a informação de que, dentro do presídio, o acusado teria tentado suicídio.
De acordo com o laudo psicológico de Luís Felipe, que foi anexado no processo de execução penal, o professor universitário disse “achar” que Tatiane pulou da sacada. Ele não explicou porque ele decidiu fugir para o Paraguai, mas alegou ter esperança em recomeçar a vida em outro país.
Juntamente com o posicionamento de negação a nulidade do laudo, o documento reitera que todos os procedimentos solicitados pelo médico foram atendidos, como o fornecimento do medicamento indicado para o tratamento de Manvailer. Ainda segundo o despacho emitido pela justiça, o professor já retomou as atividades normalmente dentro da PIG, como o recebimento de visitas e o banho de sol.
No documento, a juíza determina, ainda, o arquivamento do processo aberto com o intuito de avaliar a necessidade ou não da transferência de Manvailer, solicitada pela defesa.
A justiça não determinou ainda, pela concordância ou não da transferência solicitada. (Com RSN)
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