Professor é suspeito de abusar sexualmente de alunos no Paraná

A Polícia Civil de Ampére investiga a denúncia de um crime de abuso sexual praticado por um professor contra dois adolescentes de 12 e 13 anos. Segundo informações da Polícia, o suspeito de 48 anos dava aulas de teatro para crianças e adolescentes de municípios da região sudoeste.

 

As vítimas que foram identificadas e passaram por exames no Instituto Médico Legal (IML). De acordo com as investigações, elas teriam sido vítimas no município de Bela Vista da Caroba. Os resultados dos exames ainda não foram confirmados se os crimes foram praticados. Mesmo assim, o suspeito foi preso pra não atrapalhar as investigações.

 

O mandado de prisão foi cumprido na tarde de quarta dia 11, em Francisco Beltrão, cidade onde o suspeito estava. O caso segue sob sigilo.

 

 

O suspeito está preso na 19ª Subdivisão Policial. Como o caso ainda não foi confirmado, e a prisão é temporária, o nome e mais detalhes sobre o crime não serão divulgados.

 

O delegado Wagner Ferreira é o responsável pelas investigações. (Com Catve)

 

 

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Delegado: Miss Altônia morreu porque estava no lugar errado com o cara errado. Alvo era só empresário

A execução da Miss Altônia Bruna Zucco, de 21 anos, e do empresário Valdir Brito Feitosa, de 31 anos, no dia 22 de março, em Altônia, no noroeste do Paraná, pode ter relação com disputas entre traficantes e contrabandistas de cigarro, segundo o delegado da Polícia Civil de Umuarama, Osnildo Carneiro Lemes.

 

Em entrevista por telefone à RICTV Maringá, Lemes, que faz parte da força policial envolvida na apuração do crime, contou que ao que tudo indica o alvo da execução era apenas Valdir, mas Bruna também acabou sofrendo as consequências. “A Miss Altônia, infelizmente, estava no lugar errado, com o cara errado e na hora errada. Ela não seria alvo desses marginais que assassinaram os dois”, disse ao apresentador do Cidade Alerta.

 

DISPUTA ENTRE TRAFICANTES E CONTRABANDISTAS.

 

“A linha de investigação que está sendo seguida pelo Dr. Izaías Cordeiro Lima, delegado que preside o inquérito, na verdade, está adentrando por uma divergência que existe na fronteira entre traficantes e cigarreiros. Todo mundo sabe que aquela região de fronteira ali, ela é muito explorada por esse pessoal que faz contrabando de cigarro e pelos traficantes de drogas e armas. E, surgiram algumas pistas nesse sentido” afirmou o policial.

 

No dia do crime, o namorado de Bruna não pôde buscá-la no ponto de ônibus e, por isso, os investigadores supõem que a ela possa ter pego uma carona com o empresário, já que câmeras de segurança de comércios locais flagraram o momento em que a jovem desce do veículo. Nas imagens também é possível identificar dois carros, um deles, o de Valdir - que foi encontrado incendiado e com os dois corpos na manhã seguinte - e um outro até o momento não divulgado pela polícia.

 

 

Ainda de acordo com Lemes, a polícia está se aprofundando nessa linha de investigação e ele acredita que será possível chegar até os executores e mandantes do crime.

 

O EMPRESÁRIO.

 

Valdir era dono de uma tabacaria em Altônia que fica a 86 km de Guaíra, cidade fronteiriça com o Paraguai. E para Lemes, ele seria o alvo da execução. “Embora ele exerça uma atividade aparentemente legal de comerciante com a tabacaria que fazia shows, estão surgindo indícios de que ele também estava ligado com o contrabando de cigarros. E por essa razão, alguém do outro lado, ligado ao tráfico de drogas não estava muito contente com alguma atuação deles e houve esse desentendimento que, na verdade, já existe antecedentes de um tempo atrás”.

 

O CRIME.

 

Dois corpos foram encontrados carbonizados na caçamba de uma caminhonete na manhã do dia 22 de março. Apesar de Bruna e Valdir estarem desaparecidos desde a mesma data e de familiares terem reconhecido pertences das vítimas, a confirmação oficial só foi dada na tarde desta segunda-feira (9) quando o laudo do Instituto Médico Legal de Curitiba divulgou o resultado dos exames de DNA.

 

“O Laboratório de Genética, da Polícia Científica de Curitiba, acabou de nos enviar os dois laudos, o da Bruna e do Valdir, confirmando que se tratam dos dois corpos. Como já se suspeitava desde o início”, contou Lemes na ocasião.

 

SEPULTAMENTO.

 

Os corpos das vítimas foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) nesta terça dia 10 e sepultados, ainda no fim da tarde, no Cemitério Municipal de Altônia. (Com RicMais).

 

 

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Paraná está há dois anos sem registro de mortes por dengue

O Paraná completou em abril dois anos sem mortes por dengue. A informação foi confirmada a partir do novo informe técnico divulgado nesta terça-feira pela Secretaria de Estado da Saúde.

 

De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini, o resultado é motivo de comemoração pelo sucesso do trabalho em conjunto realizado no Paraná. No entanto, segundo ela, ainda é preciso manter vigilância total.

 

O Paraná saiu de uma epidemia de mais de 56 mil casos de dengue e 63 mortes entre 2015 e 2016, para apenas 587 casos e nenhum óbito do ano passado para cá. Além de ações educativas e capacitações, o Estado também está aplicando a terceira dose da vacina da dengue em 30 municípios. A campanha foi iniciada no dia 20 de março, mas apenas 15% da população-alvo foi vacinada. De acordo com Júlia Cordellini, a redução no número geral de casos da doença fez cair a procura pela vacina, o que reflete um descuido da população. Ela lembra que a vacina é segura, e precisa das três doses para funcionar.

 

 

Cidades que tiveram grande surto de dengue há poucos anos estão com procura muito abaixo do esperado. Em Paranaguá, por exemplo, apenas 6% da população com direito à vacina procurou os postos de saúde. Também têm índices baixos de vacinação nesta etapa da campanha as cidades de Londrina, com 16%, e Maringá, com 12%. São destaques positivos os municípios de Cruzeiro do Sul, Santa Isabel do Ivaí e Munhoz de Melo, da região Noroeste, com cerca de 60% das populações vacinadas. Mais informações sobre a campanha estão no endereço dengue.pr.gov.br. (Com AEN)

 

 

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Paraná tem cinco nomes na Lista Suja do Trabalho Escravo

Cinco nomes de pessoas físicas ou jurídicas do Paraná estão na Lista Suja do Trabalho Escravo, que foi atualizada na terça dia 10.

 

No Paraná, os nomes listadas são: José Bueno Stresser e Cia Ltda, na zona rural de Rio Branco do Sul; Juliano Aparecido de Carvalho, na zona rural de Diamante do Oeste; Nelson Luís Slaviero, no distrito Guaporé, em Guaraniaçu; Niciel Rosa Gomes, também em Diamante do Oeste; e Sabarálcool, em Perobal.

 

Com isso, o Paraná integra cinco nomes em uma lista com 166 empresas do país.

 

 

A lista deve ser atualizada semestralmente, e a última atualização acrescentou 34 novos nomes. Segundo o CONAETE (Erradicação do Trabalho Escravo), essa atualização foi responsável por 269 trabalhadores em situação análoga a de escravo.

 

Entre as empresas, estão a ALL América Latina Logística (atual Rumo Malha Paulista), a Cone Brasil, que comercializou alimentos no Rock In Rio e duas construtoras responsáveis por obras no Programa Minha Casa Minha Vida. (Com EBC)

 

 

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