As apostas para a 10ª edição da Mega da Virada, sorteada no dia 31 de dezembro, começam nesta segunda-feira (5), com estimativa de prêmio de 200 milhões para quem acertar os seis números. As apostas podem ser feitas até as 19h horas do próprio dia 31.
Neste concurso, por ser uma edição especial, o prêmio principal não acumula. Caso não haja apostas premiadas com seis números, o valor será dividido entre acertadores de cinco números (quina), e assim sucessivamente.
A aposta simples custa R$ 3,50. Quem quiser aumentar as chances de ganhar também pode fazer um Bolão CAIXA, no valor mínimo de R$ 10, com cada cota de no mínimo R$ 4. É possível fazer bolão de 2 a 100 cotas. Também é possível comprar cotas de bolão organizado pelas lotéricas.
As apostas podem ser feitas com volantes específicos da Mega da Virada nas lotéricas e também no Portal Loterias Online. Clientes da CAIXA que têm acesso ao Internet Banking CAIXA podem fazer suas apostas por meio do aplicativo.
A assessoria da CAIXA fez uma estimativa que mostra que, se o prêmio for para apenas um apostador e ele aplicar todo o valor na Poupança da CAIXA, receberia R$ 743 mil em rendimentos mensais. (Com Agência Brasil)
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A Secretaria de Estado da Saúde vai oferecer entre esta quarta dia 07, e 7 de dezembro a terceira dose da vacina contra a dengue para encerrar o ciclo de imunização contra a doença no Paraná. Somente as pessoas que já tomaram as duas primeiras doses da vacina poderão ser imunizadas.
Nesta etapa, somente nove municípios dos 30 selecionados para a campanha vão oferecer a vacina contra a dengue. São cidades que ainda precisam ampliar a cobertura vacinal para garantir imunidade da população-alvo e também são os municípios que fazem parte da pesquisa de efetividade da vacina, promovida em parceria com o Instituto Sabin, dos Estados Unidos, Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e Ministério da Saúde.
“A introdução da vacina da dengue no Paraná foi uma estratégia a mais de combate à doença no Estado. Com esta etapa, encerramos o ciclo de oferta das três doses necessárias para garantir a imunidade dos vacinados e ressaltamos que a população precisa manter os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor”, diz o secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi.
Início
O Paraná iniciou a oferta da vacina em agosto de 2016, no ano em que o Estado enfrentou sua pior epidemia, com o registro de mais de 56 mil casos e 63 mortes por dengue.
A cada seis meses, a Secretaria de Estado da Saúde deu a oportunidade de que jovens entre 15 e 27 anos de 28 cidades recebessem uma das três doses necessárias para garantir a imunidade contra a doença. Em Assai e Paranaguá, o público-alvo era de 9 a 44 anos. A estratégia atingiu mais de 300 mil pessoas que vivem nas cidades com grande magnitude de casos e epidemias repetitivas.
Dos 30 municípios elencados para receber as doses, 24 vacinaram mais de 50% de seu público-alvo com as três doses, sendo que 10 cidades atingiram mais do que 80% de cobertura.
No total, o Paraná imunizou 144.545 pessoas com as três doses da vacina contra a dengue, em torno de 46% dos 308.918 paranaenses que iniciaram seu esquema vacinal.
“Nesta etapa final de vacinação queremos ampliar a cobertura principalmente nas maiores cidades e diminuir o risco de novos surtos da doença no Paraná, queremos proteger nossa população”, afirmou Nardi.
Selecionadas
As cidades que receberão a vacina nesta etapa serão Paranaguá, Foz do Iguaçu, Mandaguari, Maringá, Munhoz de Mello, Sarandi, Cambé, Londrina e São Sebastião da Amoreira. Cada cidade deve definir a estratégia para vacinar sua população alvo com a terceira dose.
“Orientamos as equipes municipais a montar sua estratégia de vacinação e divulgar onde será possível receber a terceira dose da vacina, inclusive com a oferta em escolas e empresas”, diz a superintendente de Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini.
O Dia D de vacinação está agendado para o dia 24 de novembro (sábado). (Com AEN)
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“Queremos Justiça”. Eis o clamor repetido incessantemente por aqueles que tiveram de lidar com a perda de um ente querido nalgum caso de assassinato. Não é pouca gente, não são poucas vozes. Todos os anos, uma média de 2,6 mil pessoas são vítimas de homicídio no Paraná. E pelo menos metade dos crimes ficam sem solução.
Ontem foi o dia de a sociedade recordar de um dos casos mais marcantes da história paranaense. Foi no dia 5 de novembro de 2008 que Rachel Maria Lobo Genofre, então com nove anos de idade, foi encontrada morta na rodoviária de Curitiba, dois dias após desaparecer ao sair da escola em que estudava, no Centro. Seu corpo estava enrolado em lençóis dentro de uma mala e apresentava sinais de violência sexual e estrangulamento. Até hoje o caso não foi solucionado.
Dois atos, organizados por familiares e amigos da menina e por movimentos sociais, foram realizados ontem em Curitiba, pedindo justiça pela morte de Rachel. Às 6h30, flores foram colocadas nas grades do Instituto Estadual de Educação do Paraná, onde a menina estudava e foi vista pela última vez com vida. Às 17 horas, uma manifestação na rodoferroviária, onde seu corpo foi encontrado, na qual os participantes também pediram a mudança do nome do local, para que tenha o nome da menina.
No Brasil, não existe um banco de dados centralizado que possa fornecer com precisão o número de crimes não solucionados. Entretanto, dados oficiais da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp) indicam que somente 6% dos homicídios dolosos (com intenção de matar) são resolvidos no país. O sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, responsável pelo Mapa da Violência, apresenta um cenário ainda mais desanimador, apontando uma média entre 4 e 5%.
No Paraná, a situação é um pouco melhor. O Inqueritômetro, mantido pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), aponta que entre 17 e 30% dos inquéritos sobre homicídios ensejam alguma denúncia. Apesar da estatística ser melhor do que a apresentada pelo Enasp, isso ainda significa que, de cada 10 homicídios no estado, oito ou sete ficam sem resolução. Num estudo mais recente, o Monitor da Violência, do portal G1, registrou todos os casos de homicídio, latrocínio, feminicídio, morte por intervenção policial e suicídio ocorridos no país entre 21 e 27 de agosto último.
No Paraná, foram 67 casos identificados e acompanhados. Em menos da metade das ocorrências (31 ou 46,3% do total) o autor (ou os autores) do crime foram identificados.
Núcleo do MPPR investiga casos antigos
Em março deste ano, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) criou o Núcleo de Análise de Inquéritos Policiais (Naip), cuja missão é concluir 15 mil inquéritos policiais antigos, que estavam acumulados nos distritos policiais e em algumas delegacias especializadas de Curitiba. São 9.954 inquéritos de crimes “comuns” (como furto, agressão, latrocínio e estelionato, entre outros) e 4.300 relacionados a violência doméstica. Isso dá um total de 14.254 investigações, que datam desde 2004 até o final de 2015.
Para dar conta de tamanha demanda, a força-tarefa é coordenada por quatro promotoras de Justiça, cada uma contando com o suporte de uma equipe com quatro auxiliares. Além delas, há ainda uma unidade própria da Polícia Civil, que inclui delegada, dois escrivães e três investigadores. Até aqui, mais de 4 mil dos processos que estavam etancados já tiveram uma resposta. (Com Bem Paraná)
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A Secretaria de Estado da Educação (Seed) divulgou o Calendário Escolar a ser praticado no ano letivo de 2019 na rede pública estadual de Educação Básica. As atividades docentes vão começar com a Semana Pedagógica, nos dias 7, 8, 11 e 12 de fevereiro. O início das aulas será no dia 14 de fevereiro.
Ao longo do ano, estão previstos dois dias de planejamento, 13 de fevereiro e 3 de agosto, e outros dois de formação para todos(as) os(as) servidores(as) da Educação. De acordo com a Seed, o calendário é válido para um milhão de estudantes e 100 mil profissionais das escolas.
Alterações – De acordo com a secretária Educacional da APP-Sindicato, Taís Mendes, o calendário escolar 2019 foi organizado com base nas recentes alterações normativas expedidas pelo Conselho Estadual de Educação (CEE).
A dirigente explica que em setembro deste ano o Conselho aprovou a Deliberação nº. 02/2018 que revoga a deliberação 02/2002 que garantia ao calendário escolar do Paraná pelo menos 5% do período letivo em capacitação profissional.
“A nova deliberação não considera os dias de capacitação e planejamento escolar como dias letivos, mas reconhece como dia letivo as atividades realizadas nos fins de semana, como festas escolares e afins”, esclarece Taís, acrescentando que as atividades precisam estar previstas no Projeto Político Pedagógico e no Planejamento Escolar e que haja estudantes, professores(as) e freqüência no planejamento escolar.
Por defender a inclusão e garantia de um mínimo de formação continuada para os(as) educadores(as) em calendário, a APP-Sindicato se posicionou contra a essa alteração normativa.
O calendário foi publicado através da Resolução SEED nº 5075 no Diário Oficial do dia 31 de outubro. Confira as principais datas do calendário:
:: Início das aulas: 14/02/2019.
::Término das aulas: 19/12/2019
:: Fechamento do ano letivo: 20/12/2019.
:: Semana Pedagógica: dias 7, 8, 11 e 12 de fevereiro de 2019;
:: Planejamento: 13/02/2019; 3/08/2019;
:: Formação em Ação: 1 (um) dia, a ser determinado pela SUED/SEED;
:: Formação em Ação Disciplinar: 01 (um) dia, a ser definido pelo Núcleo Regional de Educação em conjunto com o Departamento de Educação Básica/SEED e a Superintendência da Educação;
:: 1.° semestre: de 7/02/2019 até 12/07/2019.
:: 2.° semestre: de 29/07/2019 até 20/12/2019.
:: Férias para os alunos: 1.°/01/2019 a 13/02/2019; 13/07/2019 a 28/07/2019; 20/12/2019 a 31/12/2019.
:: Férias para os professores: 02/01/2019 a 31/01/2019.
:: Recessos aos professores: 1.° a 6/02/2019, 4 e 6/03/2019; 15 a 28/07/2019, 23 e 24/12/2019 e 26 a 31/12/2019.
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou 8.149 veículos transitando acima dos limites máximos de velocidade durante o feriado de Finados no Paraná. Entre os flagrantes está o de um carro que transitava a 190 km/h no final da tarde deste domingo dia 04, na BR-376, em Ponta Grossa.
As equipes da PRF autuaram outros 457 motoristas por ultrapassagens proibidas e 79, por embriaguez ao volante. Em 35 abordagens, os agentes constataram que crianças com até sete anos e meio de idade eram transportadas sem cadeirinha, bebê-conforto ou assento de elevação, conforme a faixa etária.
Em quatro dias de operação, de quinta-feira (1º) até ontem (4), duas pessoas morreram, outras 78 saíram feridas e 72 acidentes foram atendidos pelas equipes da PRF no estado.
O único acidente fatal foi registrado pela PRF na noite de ontem em Céu Azul. Por volta de 20h40, um automóvel Chevrolet Classic que transitava no sentido Foz do Iguaçu da BR-277 invadiu a faixa contrária e colidiu frontalmente contra um Fiat Uno.
Os dois mortos --um homem de 30 anos de idade e uma mulher de 34-- eram passageiros do banco dianteiro, um de cada veículo envolvido. O trecho onde ocorreu o acidente é uma reta e a pista estava seca.
No mesmo feriado de 2017, quando a operação teve cinco dias de duração –um a mais do que a deste ano–, dez pessoas morreram nas rodovias federais do Paraná. Outras 115 pessoas ficaram feridas. Na ocasião, a PRF atendeu 125 acidentes.
Balanço da Operação Finados 2018 no Paraná:
- 2 mortos
- 78 feridos
- 72 acidentes
- 79 motoristas bêbados
- 457 ultrapassagens proibidas
- 8.149 veículos em excesso de velocidade
- 35 crianças sem cadeirinha
- 233 veículos recolhidos
- 290 quilos de maconha apreendidos.
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A meia-noite de ontem (04/11/2018) terminou a Operação Finados 2018 que teve início das 00h00 de Quinta-Feira (01/11/2018).
Durante os 04 dias de operação foram registrados 07 acidentes, com 06 pessoas feridas e nenhum óbito. Na Operação finados de 2017, foram registrados 12 acidentes, com 20 feridos e 01 óbito.
Combate à direção sob influência de Álcool
Durante a operação, 481 condutores foram submetidos ao teste de etilômetro, extraídos 14 autos de infração por dirigir sob influência de álcool, sendo que 03 condutores foram presos por apresentar teor alcoólico acima de 0,30 mg/l (miligramas por litro de ar expelido dos pulmões).
Os condutores que foram flagrados dirigindo sob influência de álcool receberão uma multa no valor de R$ 2934,70, além de terem seu direito de dirigir suspenso pelo prazo de um ano. Os condutores que foram presos, além da multa e da suspensão do direito de dirigir ainda responderão um processo criminal podendo ser condenados a pena de reclusão de 6 meses a 3 anos.
Fiscalização de excesso de velocidade
Em todos os dias da Operação houve a operação de radares nas rodovias, sendo que 737 veículos foram flagrados acima do limite de velocidade.
Os condutores que foram flagrados acima do limite máximo de velocidade permitido receberão uma multa que pode variar de R$ 130,16 a R$880,41, dependendo do excesso de velocidade constatado. Nos casos mais graves, além da multa o condutor ainda terá o seu direito de dirigir suspenso pelo período de 02 a 08 meses
Ainda houve 84 condutores autuados por realizar ultrapassagem indevida, 50 autuações por não utilização do cinto do segurança, sendo que 08 envolviam crianças ou bebês.
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