Homem usa geladeira como passagem secreta para fugir da polícia em oficina de fachada

Uma geladeira se transformou em passagem secreta em uma oficina de fachada de São José do Rio Preto (SP), onde funcionava um desmanche de veículos. Um homem de 46 anos fugiu da polícia pelo "portal", na quarta-feira (6).

 

Segundo a Polícia Civil, uma equipe foi ao local, no bairro Jardim Mugnani, para o cumprimento de mandado de prisão contra o homem, procurado por receptação.

Ao perceber a presença da polícia, o homem fugiu pela geladeira, que escondia um buraco na parede e levava a outro imóvel onde funcionava um desmanche de veículos.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, o homem não tinha sido encontrado até o fim da manhã desta quinta-feira (7).

 

 

 

 

 

 

Por - G1

Endividamento das famílias é de 77,3% em junho, aponta CNC

Em junho, a proporção de famílias com dívidas a vencer ficou em 77,3%, o que representa uma queda de 0,1 ponto percentual em relação a maio.

Na comparação com junho de 2021, houve crescimento de 7,6 pontos percentuais. Os dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) foram divulgados hoje (7) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

De acordo com a CNC, esta é a segunda queda seguida no endividamento, após a alta recorde registrada em abril, quando o indicador ficou em 77,7%. As dívidas no cartão de crédito representam a maior fatia do endividamento, com 86,6% do total de famílias relatando este tipo de dívida. Em seguida vem os carnês, com 18,3%, e o financiamento de carro, com 10,8%. Em junho de 2021, essas proporções eram de 81,8%, 17,5% e 11,9%, respectivamente.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a queda no endividamento reflete a melhora no mercado de trabalho. “Com menos restrições impostas pela pandemia e as medidas temporárias de suporte à renda, como saques extraordinários do FGTS, antecipações do 13º salário, INSS e maior valor do Auxílio Brasil, a população precisou apelar menos para os gastos no cartão”.

Inadimplência

A pesquisa mostra que a inadimplência também apresentou queda, com retração de 0,2 ponto percentual na proporção de famílias com contas em atraso para 28,5%. Esta é a primeira queda desde setembro de 2021. A mesma queda foi verificada entre as famílias que afirmam não ter condições de pagar as contas atrasadas, com 10,6% do total.

A responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, explica que a melhora no mercado de trabalho não se reflete no rendimento, pois estão sendo absorvidos trabalhadores com menor nível de escolaridade e o rendimento médio está achatado pela inflação elevada.

“Além disso, o avanço recente da informalidade no emprego é mais um fator que aumenta a volatilidade da renda do trabalho e atrapalha a gestão das finanças pessoais”.

Os dois recortes por faixas de renda apresentaram leve queda na proporção de endividados. Entre as famílias com rendimentos acima de dez salários mínimos, a redução foi de 0,2 ponto percentual (p.p), para 74,2%, enquanto a parcela com ganhos até dez salários mínimos caiu 0,1 p.p, para 78,2%.

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Hashtag:
IBGE estima safra de 261,4 milhões de toneladas em 2022

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estimou em 261,4 milhões de toneladas a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2022.

Foi o que apontou o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de junho, divulgado hoje (07) pelo órgão. Embora o valor seja 3,2% ou 8,2 milhões de toneladas a mais que a safra de 2021 que ficou em 253,2 milhões, o índice é 0,6% abaixo da estimativa de maio ou 1,5 milhão.

A área a ser colhida atinge 72,5 milhões de hectares, o que significa alta de 5,8% ou 4 milhões de hectares na comparação com o resultado do ano passado. Em relação à projeção de maio, representa crescimento de cerca de 209,4 mil hectares ou 0,3%. Os três principais produtos da pesquisa, o arroz, o milho e a soja somados, equivalem a 91,7% da estimativa da produção e respondem por 87,5% da área a ser colhida.

Arroz

A produção do arroz deve chegar a 10,7 milhões de toneladas. O valor significa queda de 2,2% na área e diminuição de 8,1% para a produção do arroz em casca.

Soja

Para a soja, principal commodity do país, a estimativa é queda de 0,5% em relação à do mês anterior. A produção nacional deve somar 118,0 milhões de toneladas, uma queda de 12,6% na comparação com 2021. De acordo com o gerente da pesquisa, Carlos Barradas, a safra sofreu impacto de efeitos climáticos. “Foi marcada por efeitos climáticos adversos, com registro de forte estiagem durante o desenvolvimento da cultura nos estados do centro-sul do país”, observou.

Milho

A estimativa de produção de milho indicou 111,2 milhões de toneladas. Mesmo representando recuo de 0,8% se comparada à projeção anterior, o volume apontou crescimento de 26,7% na comparação com o ano passado, ou 23,4 milhões de toneladas a mais.

“Após uma forte queda na produção, em 2021, efeitos do atraso do plantio e da falta de chuvas nos principais locais produtores, aguarda-se um ano dentro da normalidade climática, notadamente durante a época de segunda safra, que é a principal e deve responder por 76,8% da produção brasileira”, completou o gerente, acrescentando que com esta estimativa, deve ser recorde a produção nacional de milho em 2022.

Trigo

O trigo, que é um dos principais cereais de inverno do país, tem produção estimada de 8,9 milhões de toneladas. O número representa redução de 0,2% na comparação com o mês anterior. No entanto, em relação a 2021 é uma elevação 13,4%. O rendimento médio deve alcançar 3.139 kg/ha, crescimento de 11,6%. Barradas disse que a alta da produção de trigo tem relação com preços do produto, que subiram por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia. Os dois países são grandes produtores e exportadores do cereal. “A produção nacional aumentou, com a Região Sul respondendo por 89,8% da produção tritícola do Brasil em 2022”, contou.

Regiões

A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em junho aumentou em quatro regiões do país na comparação com 2021. Na Centro-Oeste sobe 10,7%, na Norte 5,5%, na Sudeste 13,3%, e na Nordeste 11%. Apenas o Sul registrou queda, de 14%.

Estados

Entre as unidades da federação, Tocantins ( 35,9 mil toneladas), em Rondônia ( 25 mil t.), no Acre (10,5 mil t.), no Ceará ( 9,5 mil t.) se destacaram com altas em relação a maio. Em movimento de queda estão Paraná ( 587,4 mil t.), Goiás ( 420,1 mil t.), Minas Gerais ( 287,2 mil t.) e Mato Grosso do Sul ( 266,5 mil t.).

O maior produtor nacional de grãos é o Mato Grosso, com participação de 30,3%, seguido pelo Paraná (13,8%), Goiás (10,6%), Rio Grande do Sul (9,4%), Mato Grosso do Sul (8,2%) e Minas Gerais ( 6,7%). Juntos representaram 79,0% do total nacional.

Produção Agrícola

Segundo o IBGE, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola foi implantado em novembro de 1972 para atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais. A pesquisa disponibiliza estimativas das áreas, plantada e colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o país.

“Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro”, informou.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Hashtag:
Postos anunciarão preço de combustível válido antes da redução do ICMS

A partir desta quinta-feira (7), os postos de combustíveis de todo país estão obrigados a divulgar, de forma “correta, clara, precisa, ostensiva e legível”, os preços dos combustíveis que eram cobrados, em cada empresa, no dia 22 de junho de 2022, “de modo que os consumidores possam compará-los com os preços praticados no momento da compra”.

A determinação, com vigência até 31 de dezembro de 2022, consta do decreto nº 11.121, publicado no Diário Oficial da União de hoje.

Com a medida, o governo pretende possibilitar ao consumidor comparar o preço atual com o que era cobrado antes de vigorar a lei que não permite às unidades federativas cobrar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com percentual acima da alíquota de 17% ou 18%, dependendo da localidade. A lei foi sancionada no dia 24 de junho.

O decreto publicado hoje destaca,  ainda, que os donos dos postos deverão informar também, em separado, o valor aproximado relativo ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); o valor relativo à Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep); e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins; e, ainda, o valor relativo à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide-combustíveis).

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Hashtag:
feed-image
SICREDI 02