Brasileirão: Bragantino x Vasco

Red Bull Bragantino e Vasco se enfrentam, neste domingo, pela 30ª rodada do Brasileirão. O jogo está marcado para as 18h30 (de Brasília), no estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista.

 O Massa Bruta vem de duas derrotas seguidas, para Palmeiras e Juventude, e ocupa a décima colocação, com 36 pontos. Na última vez que enfrentou o Vasco, o Braga vinha embalado e, com a vitória por 2 a 0, chegou a dormir na liderança do Brasileirão. Depois desse jogo, o time entrou em má fase. Foram 20 jogos na sequência, sendo 13 derrotas, quatro empates e apenas três vitórias. O time quer um novo triunfo para tentar reagir. Além disso, a partida também pode ser decisiva para a permanência ou não do técnico Fernando Seabra.

O momento do Vasco é o oposto: a equipe comandada por Fernando Diniz está em ascensão no campeonato, vem de três vitórias consecutivas (Vitória, Fortaleza e Fluminense) e assumiu a oitava posição depois de vencer o clássico na rodada passada. Os bons resultados fizeram o clube virar a chave e olhar para a parte de cima, na busca por uma vaga na Libertadores do ano que vem. Para o jogo deste domingo, Rayan, que vive grande fase, será desfalque.

 

Red Bull Bragantino

O Massa Bruta deve ter mudanças em relação ao time que foi derrotado por 1 a 0 pelo Juventude na última rodada. O atacante Lucas Barbosa estava suspenso no último jogo e pode retornar à equipe. Na zaga, o zagueiro Pedro Henrique, que deixou a partida contra o Juventude com dores na coxa, é dúvida.

 

Vasco

Com a suspensão de Fernando Diniz, o Vasco será comandado neste domingo pelo auxiliar Evandro Fornari. O time terá a volta de Hugo Moura, que não jogou o clássico na rodada passada porque estava suspenso. Por outro lado, vai precisar lidar com um desfalque importante: o de Rayan, que ficou no Rio de Janeiro para se recuperar de dores. Vegetti é o mais cotado para começar jogando no ataque.

 

 

 

 

 

Por GE

 

 

Brasileirão: São Paulo x Bahia

São Paulo e Bahia se enfrentam às 21h30 (de Brasília) deste sábado, no Morumbis, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

 

O São Paulo vive seu pior momento na temporada. Tem só uma vitória nos últimos oito jogos e perdeu as últimas três partidas, para Palmeiras, Grêmio e Mirassol. Foi eliminado da Conmebol Libertadores. E, agora, tenta reencontrar o caminho dos bons resultados para voltar à competição continental na próxima temporada. O time é o nono colocado na tabela, com 38 pontos.

O Bahia vai a campo embalado por duas vitórias seguidas que fizeram o time subir para o quinto lugar e assumir o posto de melhor mandante na Série A. Em busca de um lugar no G-4, o Tricolor busca equilíbrio, já que tem apenas a 12ª campanha como visitante e vem de cinco jogos sem vencer longe de Salvador, sendo quatro derrotas.

 

São Paulo

O Tricolor tem diversos problemas para escalar seus melhores jogadores na partida contra o Bahia. Não há, por exemplo, centroavantes à disposição do técnico Hernán Crespo. A tendência é de que o São Paulo vá a campo com uma escalação parecida com a que foi utilizada na derrota por 3 a 0 para o Mirassol, na 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

 

Bahia

Rogério Ceni deve repetir a base da escalação que venceu o Inter. David Duarte, desfalque na última partida por conta de um trauma na costela, pode voltar ao time. O treinador também levantou a possibilidade de Luciano Juba, que voltou de lesão, ser poupado. No ataque, Sanabria, que foi mal na partida passada, pode perder o posto.

 

 

 

 

 

Por GE


Quatro milhões de pessoas terão de fazer prova de vida no INSS

Quatro milhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terão de fazer prova de vida para não ter seu benefício bloqueado. De acordo com o instituto, todos já foram notificados por meio do aplicativo Meu INSS ou por meio do extrato do banco no qual é feito o pagamento.

Segundo o INSS, a mensagem foi entregue somente para os beneficiários cuja comprovação de vida não pôde ser feita de forma automática pelo sistema.

Os beneficiários terão o prazo de 30 dias para fazer a prova de vida, contados a partir da data do aviso para realizar o procedimento.

O instituto divulgou um passo a passo para ajudar os beneficiários a regularizarem a situação:

  • Acesse o site ou aplicativo Meu INSS, faça login e siga as instruções para o reconhecimento facial, se for pedido;
  • Em alguns bancos, é possível realizar a Prova de Vida online, diretamente pelo aplicativo ou site do banco;
  • Se preferir, o beneficiário também pode comparecer presencialmente à agência bancária responsável pelo pagamento e apresentar um documento oficial com foto.

 

Quem precisa fazer? 

Mesmo com o novo sistema automático, em alguns casos o INSS não consegue confirmar a Prova de Vida sozinho. Quando isso acontece, o próprio beneficiário deve realizar o procedimento, que pode ser feito pelo Meu INSS, pelo aplicativo ou site do banco, ou indo à agência bancária pessoalmente, se preferir.

 

Por que a Prova de Vida é importante?

A Prova de Vida é a confirmação de que o beneficiário está vivo e tem direito de continuar recebendo o benefício previdenciário. O procedimento é fundamental para prevenir fraudes e garantir que os pagamentos sejam feitos de forma correta, protegendo o sistema e o dinheiro de quem contribuiu a vida inteira para o país.

 

Alerta contra golpistas

Aposentados e pensionistas devem ficar atentos para os golpistas que tentam enganar os beneficiários com ligações e mensagens falsas, ameaçando corte do benefício, solicitando dados pessoais ou até marcando falsos agendamentos.

O INSS não realiza contatos diretos pedindo a realização da Prova de Vida nem envia mensagens por WhatsApp, SMS ou aplicativos, ameaçando o bloqueio do benefício. Também não envia servidores às residências dos beneficiários para recolher documentos ou para fazer o procedimento de comprovação de vida.

Dúvidas podem ser esclarecidas por meio dos canais oficiais do INSS:

  • Site: gov.br/inss
  • Aplicativo Meu INSS
  • Central 135 (funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h)

 

 

 

 

 

Por Agência Brasil

 

 

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PF pode interromper emissão de passaporte por falta de verba

A Polícia Federal (PF) pode interromper a emissão de passaportes aos cidadãos brasileiros no fim deste ano por falta de verba orçamentária. O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou, nesta sexta-feira (24), por meio de nota, que tem atuado de forma “ativa e coordenada” para assegurar a continuidade das emissões dos documentos pela Polícia Federal, instituição subordinada à pasta federal.

“A pasta acompanha de perto a situação orçamentária e mantém diálogo constante com a área econômica do Governo Federal para viabilizar os recursos necessários à manutenção do serviço,” diz a nota pública.

Esta não é a primeira vez que a emissão do documento de viagens pode ser suspensa. Em junho de 2017 e entre novembro e dezembro de 2022, a Polícia Federal suspendeu a emissão de passaportes também por falta de verba.

O Ministério da Justiça reforçou que a emissão de passaportes é um serviço essencial ao cidadão brasileiro e que todas as medidas estão sendo adotadas para evitar qualquer interrupção do atendimento à população.

O custo para emitir um passaporte comum, em 2025, é de R$ 257,25 e, em casos específicos, a taxa pode chegar a R$ 514,50.

 

 

 

 

 

Por Agência Brasil

 

 

Brasileirão: Fortaleza x Flamengo

Fortaleza e Flamengo entram em campo neste sábado (25), às 19h30, na Arena Castelão, pela rodada 30ª do Campeonato Brasileiro.

O Fortaleza vem de duas derrotas na competição. Na vice lanterna, com apenas 24 pontos, o Tricolor do Pici precisa voltar a vencer e, em casa, contará com o apoio do seu torcedor. O Laion vive um péssimo momento e é o time que mais acumula derrotas (26) em todo o futebol brasileiro no ano.

O Flamengo, por sua vez, vem de três vitórias consecutivas e vai defender no Castelão o histórico de melhor visitante deste Brasileirão. Com sete desfalques, o time de Filipe Luís aposta no equilíbrio entre defesa e ataque para vencer o jogo que pode lhe render a liderança do campeonato.

 

Fortaleza

Quatro atletas voltam de suspensão e reforçam o Laion. São eles: Gastón Ávila, Deyverson, Adam Bareiro e Pablo Roberto. Por outro lado, Palermo não terá Lucero e Kuscevic, suspensos. A expectativa é se o treinador optará por um time com centroavante ou por um esquema sem jogador para a função. No meio-campo, Pierre pode ser uma das surpresas do Leão.

 

Flamengo

Filipe Luís terá sete desfalques para o confronto. O principal deles é o atacante Pedro, que sofreu uma fratura no antebraço. Também titulares no jogo da última quarta-feira, contra o Racing, Pulgar e Carrascal vão cumprir suspensão. Léo Ortiz, Alex Sandro e De la Cruz ficaram no Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

Por GE

 

 

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 Dino vota para anular regra que reduziu aposentadoria por invalidez

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu nesta sexta-feira (24) o seu voto no julgamento virtual que analisa as mudanças na reforma da Previdência que reduziram a aposentadoria por incapacidade permanente - antiga aposentadoria por invalidez. Quinto a votar na ação, ele foi o primeiro a considerar inconstitucional as mudanças na reforma de 2019. 

Para Dino, entre outras irregularidades, o cálculo introduzido pela reforma para as aposentadorias por invalidez fere princípios constitucionais que regem a Seguridade Social, entre eles o da irredutibilidade de benefícios. 

Isso porque o cálculo atual leva em consideração apenas as 60% maiores contribuições previdenciárias para estabelecer o valor da aposentadoria por invalidez. Isso resulta em um valor menor, por exemplo, do que o auxílio-doença, atual benefício por incapacidade temporária, cujo cálculo leva em consideração 80% das maiores contribuições. 

“A conversão de um benefício por incapacidade temporária em benefício por incapacidade permanente, sob a égide da nova regra, acarreta uma redução no quantum já percebido pelo segurado, caracterizando uma ofensa explícita a esta garantia constitucional fundamental”, entendeu o ministro. 

Dino votou para que seja aplicada aos casos de aposentadoria por incapacidade permanente a mesma regra que é aplicada quando o benefício é concedido por acidente de trabalho ou doença laboral: a média aritmética de 100% das contribuições. 

O ministro concluiu que “ao diminuir o valor para benefícios não decorrentes de acidente do trabalho, fere a dignidade da pessoa humana, opõe-se aos direitos constitucionais da pessoa com deficiência e à busca por uma sociedade livre, justa e solidária, e destroça os princípios da igualdade, razoabilidade e proporcionalidade”.

Julgamento 

Com o voto-vista de Dino, o placar fica em 4 a 1 para manter a redução da aposentadoria por invalidez. Em sessão anterior no mês passado, quatro ministros votaram para validar a mudança feita pela reforma: Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin seguiram o voto do relator, o agora aposentado ministro Luís Roberto Barroso. 

Até a publicação da reportagem, restavam votar os ministros Cármen Lúcia, Edson Fachin, Dias Toffoli, André Mendonça, Kássio Nunes Marques e Luiz Fux. Eles têm até as 23h59 de segunda-feira (3) para votar.

Voto do relator

Ao votar, ainda em setembro, antes de se aposentar e quando era presidente do Supremo, Barroso negou o argumento de que a nova regra violaria o princípio da irredutibilidade. Para ele, o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez são benefícios distintos, não havendo, portanto, que se falar em redução de valor. 

Na ocasião, Barroso reconheceu que a mudança foi “ruim” para os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas foi a maneira encontrada pelo Legislativo para resolver a solvência da Previdência Social. 

“Sem dúvida alguma, é ruim não poder garantir proventos integrais a quem se torne incapaz para o trabalho por sofrer de determinada doença grave, contagiosa ou incurável. Mas nem tudo que é ruim ou indesejável afronta cláusula pétrea [da Constituição]”, escreveu o ministro. 

No voto, Barroso escreveu ainda que “qualquer intervenção nesse campo pode produzir consequências desastrosas, dado o grande número de pessoas afetadas”. O ministro sublinhou que “a viabilidade financeira do regime previdenciário é condição indispensável à continuidade do pagamento dos benefícios”.

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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