O número de mortes em razão das chuvas em Minas Gerais subiu para 30. O número foi atualizado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil no início da noite deste sábado dia 25.
Além dos óbitos, há 17 pessoas desaparecidas, 620 desalojados e 911 desabrigados 911, além de sete feridos.
De acordo com a Defesa Civil, há risco grande de deslizamento em nove cidades da região metropolitana de Belo Horizonte: Sabará, Rio Acima, Brumadinho, Contagem, Nova Lima, Betim, Ribeirão das Neves e Ibirité, além da própria capital. Em Belo Horizonte, somente ontem (24) foram registradas 72 ocorrências desse tipo.
Entre a quinta e a sexta-feira, o volume foi o maior registrado desde que teve início o monitoramento, no ano de 1910.
A previsão é que a intensidade das chuvas reduza-se a partir deste domingo (26).
A Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar continuam trabalhando no atendimento de ocorrências tanto de risco geológico (como deslizamentos e soterramentos) quanto de risco hidrológico (como alagamentos e inundações).
Situação de Emergência
O governo federal decretou, de forma sumária, situação de emergência em Belo Horizonte e Contagem, Minas Gerais, e também em quatro cidades capixabas.
Equipe do Ministério do Desenvolvimento Regional atua em apoio aos trabalhos de resposta às fortes chuvas que atingiram a região metropolitana de Belo Horizonte e o Espírito Santo. Profissionais da Defesa Civil Nacional estão em ambas as localidades para auxiliar na mitigação dos danos humanos e materiais causados pelos desastres.
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério do Desenvolvimento Regional, elevou o status de operação do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) para alerta máximo.
Neste sábado (25), o governo realizou reunião com representantes de diversos órgãos para traçar um plano de ação nos municípios mais afetados pelas chuvas.(Agência Brasil).
No ano passado, foram criadas 644.079 vagas com carteira assinada no país. Esse é o melhor resultado anual desde 2013, quando foram gerados mais de 1,1 milhão de postos de trabalho formais.
Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Economia. No fim de 2019, o governo apresentou uma projeção para o comportamento do emprego no ano.
O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, estimou um saldo de pelo menos 635,5 mil novos postos de trabalho formais. O resultado, portanto, superou a expectativa da equipe econômica.
Dezembro seguiu a tendência de fechamento de vagas após as contratações temporárias nas fábricas para produzir as demandas das festas de fim de ano. Foram encerrados 307.311 postos com carteira assinada no país.
O comportamento do emprego em dezembro superou a expectativa do mercado financeiro. Estimativa coletada pela agência Bloomberg previa o fim de 324 mil contratos formais no último mês de 2019.
O saldo de dezembro foi o melhor desde o mesmo mês de 2005, quando 286.719 vagas foram fechadas.
O Ministério da Economia ressaltou que, no ano passado, todos os oito ramos de atividade registraram saldo positivo.
O impulso veio principalmente do setor de serviços, que gerou 382.525 vagas formais. No comércio, houve abertura de 145.475 novos postos de trabalho e na construção civil, 71.115.
Todas as cinco regiões do país também tiveram desempenho positivo no mercado de trabalho. O melhor resultado foi para a região Sudeste, com 318.219 novas contratações formais. Na região Sul, foram 143.273 postos.
Em 2019, o salário médio de admissão foi de R$ 1.626,06, enquanto que o salário médio das demissões foi de R$ 1.791,97. (Com FolhaPress)
O projeto de lei com a nova política de correção do salário mínimo incluirá uma mudança no período usado para definir os reajustes. Em vez do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior fechado, de janeiro a dezembro, o governo pretende usar o índice entre dezembro do ano anterior e novembro do exercício atual para calcular o valor do mínimo para 2021.
A informação foi passada pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Em reunião com jornalistas, ele explicou que a medida tem como objetivo prevenir situações como a deste ano, em que o salário mínimo primeiramente foi reajustado para R$ 1.039 e depois aumentou para R$ 1.045, porque a alta dos preços da carne fez o INPC fechar o ano além do previsto.
O sistema é semelhante ao do teto de gastos, em que o governo usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho do ano anterior a junho do exercício atual para corrigir o limite das despesas federais para o ano seguinte. Segundo Rodrigues, a mudança terá pouco impacto prático no valor final para o salário mínimo, mas dará mais transparência aos reajustes e mais previsibilidade para o governo e os trabalhadores.
O secretário assegurou que o governo preservará a reposição do salário mínimo pela inflação, como está determinado pela Constituição. “Vamos alterar a sistemática de correção do salário mínimo. O INPC só é divulgado dias após o fim do ano. Vamos mudar sem que haja perda”, declarou.
O presidente Jair Bolsonaro chega nesta sexta dia 24, à Índia para uma viagem de quatro dias em que deve assinar 12 acordos de investimento e cooperação comercial em áreas como agronegócio e tecnologia. No domingo, 26, ele participará das celebrações do Dia da República – data em que entrou em vigor a Constituição indiana – e terá reuniões com empresários e líderes políticos, entre eles o primeiro-ministro Narendra Modi.
Na pauta das discussões estará a ambição dos dois países em aprofundar o comércio e as relações bilaterais. Em 2019, o intercâmbio comercial entre Brasil e Índia foi de U$7,5 bilhões. “Não há razão para não alcançar metas mais ambiciosas, como duplicar o comércio nos próximos três ou cinco anos”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o cônsul da Índia em São Paulo, Amit Kumar Mishra.
Entre as áreas com maior potencial está o agronegócio. Os indianos pretendem direcionar parte da produção de cana – que hoje vira açúcar – para aumentar a porcentagem de álcool na gasolina. Hoje, essa mistura não passa de 7%.
O objetivo é chegar a 10%, até 2022, e a 20%, em 2030. A redução da oferta de açúcar teria um impacto nos preços internacionais do produto. Segundo o governo indiano, para atingir a marca, a experiência do Brasil no setor de biocombustíveis é fundamental.
Antes do embarque, Bolsonaro falou sobre a expectativa para a viagem durante uma rápida entrevista na saída do Palácio da Alvorada. O presidente declarou que o Brasil gostaria de ver a Índia utilizar mais etanol em seus combustíveis. “É um grande interesse nosso que eles usem mais etanol no combustível deles, que daí, entre a lei da oferta e da procura, eles produzem menos açúcar e ajudam a equilibrar o mercado”, afirmou o presidente.
Já os indianos, que são referência em tecnologia e inovação, podem oferecer soluções em áreas como análise de big data, inteligência artificial, internet das coisas e segurança cibernética. Hoje, a Índia é o segundo país com mais startups de tecnologia no mundo.
Diplomacia
“Precisamos de um envolvimento mais próximo entre os interessados nessas áreas nos dois países para resolver nossos desafios de desenvolvimento e crescimento”, resume o cônsul.
Outro fator comum importante que une os dois países é a liderança nacionalista de Bolsonaro e Modi. Ambos lideram grupos políticos conservadores, de tons populistas e com fortes elementos econômicos de caráter liberal.
Brasil e Índia compartilham ainda uma reivindicação histórica: uma vaga de membro permanente na eventual ampliação do Conselho de Segurança da ONU – embora o chanceler Ernesto Araújo tenha dito algumas vezes que a vaga “não é mais uma prioridade” do governo brasileiro.
Bolsonaro será o convidado de honra de Modi para a cerimônia de domingo, a principal festa nacional da Índia – apenas Fernando Henrique Cardoso, em 1996, e Luiz Inácio Lula da Silva, em 2004, tiveram o mesmo privilégio. Na prática, o convite simboliza o interesse em reforçar os laços com o Brasil – em edições anteriores das comemorações, o governo indiano convidou aliados históricos, como EUA, França, Japão e África do Sul.
“Quando a Índia faz um convite honorário para qualquer presidente é um símbolo de que queremos uma parceria internacional com esse país. Estamos compartilhando valores”, explica o professor Umesh Mukhi, do Departamento de Administração da FGV-EAESP. A Índia é o segundo maior mercado do mundo e um dos países que cresce a ritmo mais acelerado. Desde 2015, o PIB vem aumentando a um ritmo de 7%.
Comitiva
Um dos atos mais simbólicos será neste sábado, 25, na entrega de flores no túmulo do líder pacifista Mahatma Gandhi, decisivo na independência da Índia e uma referência do país de 1,3 bilhão de habitantes. Bolsonaro também deve visitar o Taj Mahal, mausoléu localizado na cidade de Agra, antes de voltar ao Brasil, na segunda-feira.
A agenda do presidente será intensa, inclui encontros com as autoridades indianas e empresários de diferentes setores da economia. Ao seu lado estarão os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Tereza Cristina (Agricultura), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Osmar Terra (Cidadania) e Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional. (Com Jornal O Estado de S. Paulo).
O prêmio da Mega-Sena sorteado nesta quinta dia 23, acumulou.
Os números são 06 - 09 - 12 - 27 - 32 e 57.
92 apostadores acertaram cinco dezenas e cada um deve receber R$ 27.202,90. Já na quadra foram 5.732 e cada um deve receber R$ 623,73.
Para sábado dia 25, está previsto o prêmio de aproximadamente R$ 40 milhões.
O acumulado para o sorteio da Mega da Virada R$ 3.862.605,89.(Com Loterias da Caixa).
O Ministério Público Federal (MPF) recebeu, até esta quarta-feira, 22, 250 representações de cidadãos que pedem apurações sobre o erro na correção de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Por causa da falha, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão recomendou ao governo suspender o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que reúne vagas do ensino superior público. Nessa plataforma online, os candidatos podem tentar ingresso nas universidades com a nota da prova.
O Ministério da Educação (MEC) tem dito que nenhum estudante foi prejudicado e que vai dar, em breve, todos os esclarecimentos ao MPF. Segundo a pasta, houve erro em 5.974 provas, de 3,9 milhões participantes da última edição da prova.
As falhas, alega o governo federal, ficaram concentradas em cidades do interior de Minas e da Bahia. O MEC atribuiu a inconsistência nas notas a um problema técnico da impressão das provas e diz que as notas já foram corrigidas.
As inscrições no Sisu começaram na terça-feira, 21, e vão até domingo, dia 26 - dois dias a mais em relação ao cronograma inicial, por causa dos problemas. Em ofício enviado na quarta ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, o MPF pediu que o Sisu fosse suspenso até que todos os gabaritos sejam revisados.
A procuradoria afirma que a prorrogação do Sisu por mais dois dias não é suficiente para resolver a divergência entre as notas dos candidatos. Isso porque a mudança das pontuações cria alterações na nota de corte e na classificação parcial da seleção, prejudicando o planejamento de milhões de alunos.
"Processos seletivos públicos exigem a mais ampla e irrestrita transparência e publicidade, bem como mecanismos fidedignos de correção das provas, já que destes dependem a legitimidade, solidez, eficácia e credibilidade do sistema", aponta o órgão federal.
Após a nova publicação do resultado, o MPF solicita ainda que o MEC comunique oficialmente a abertura de prazo para os estudantes solicitarem a verificação de possíveis inconsistências. A procuradoria estipulou prazo de 24 horas para que o ministério acate a recomendação.
Processo seletivo
Neste semestre, são 237.128 vagas em 128 instituições públicas de todo o País. De acordo com balanço do MEC na noite de quarta-feira, mais de 2,5 milhões de inscrições já haviam sido realizadas no Sisu. Estudantes reclamaram de instabilidade na plataforma, mas o ministério disse que as oscilações são naturais. As inscrições são gratuitas e feitas na página virtual do Sisu. (Com Jornal O Estado de S. Paulo.)





















