Sicredi Grandes Lagos Inaugura agência em Praia Grande, a Quinta Cooperativa no Litoral de São Paulo
Em um movimento contrário ao dos grandes bancos, que vêm fechando agências bancárias na corrida pela digitalização, a cooperativa Sicredi Grandes Lagos PR/SP inaugurou ontem (29), em Praia Grande, mais um espaço físico de atendimento aos associados.
A agência inaugurada é a quinta na região da Baixada Santista e a primeira na cidade de Praia Grande.
O novo espaço possui cerca de 600m², sendo uma das maiores agências da Cooperativa na região do litoral paulista.
Localização: Av. Presidente Costa e Silva, 1300 - Bairro Boqueirão.
O cantor Gusttavo Lima, 30, chamou atenção dos internautas na noite desta terça dia 28, após publicar uma foto em que aparece na frente da sua mansão localizada em Goiânia.
Sem legenda, a foto deu o que falar nas redes sociais. A entrada da fazenda em que o músico está vivendo com a sua família, Andressa Suita, 32, e os filhos Gabriel e Samuel, rendeu comentários negativos de muitos internautas.
“E de pensar que ele pagou alguém para projetar essa cafonice”, escreveu uma usuária do Twitter. Já outro afirmou: “Gusttavo Lima é o primeiro caso do cafona vírus confirmado no Brasil”. “Não acredito que ele mora na Igreja Universal”, brincou outro.
Na própria publicação do artista em seu Instagram, sua esposa, com quem está desde 2015, comentou: “Vai pegar resfriado, vai pra dentro que o tempo está fechado bebê”. O cantor e amigo de Lima, Thiago Brava, também deu um recado no post: “Bebê estou aqui na sala da sua casa, pedi um Uber daqui 40 min te encontro aí na entrada me espera.”
Apesar dos comentários negativos e cômicos, o cantor não comentou sobre o assunto.
No último ano, 2019, Gusttavo Lima conquistou o primeiro lugar entre as cem músicas mais executadas nas rádios em todo país com a canção “Cem Mil”. De acordo com o levantamento feito pela empresa Crowley, ele foi o artista mais tocado.
Em recente entrevista, Lima comentou sobre o atual momento da vida e da carreira. “No início, quando eu não tinha essa responsabilidade toda de ser empresário, pai e cantor, tudo em um só, eu compunha muito, mas hoje eu só mexo no que já temos. Fazer sucesso é muito difícil e manter o sucesso é mais difícil ainda”, afirmou. (Com FolhaPress)
Após disputas judiciais envolvendo o plano de saúde de funcionários dos Correios e a vigência do acordo coletivo, a categoria sinaliza nova greve a partir de 18 de março.
A Findect (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores dos Correios) e a Fenect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios) divulgaram nesta terça-feira (28) que devem orientar os sindicatos a aderirem à paralisação, alinhados à convocação das centrais sindicais.
Na última quinta-feira (23), o ministro Luiz Fux, vice-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu os efeitos de decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) favorável aos funcionários dos Correios até que ocorra o trânsito em julgado do dissídio coletivo de greve.
O julgamento dos embargos de declaração do dissídio coletivo deve acontecer no dia 17 de fevereiro, no TST, em Brasília.
“Diante do descumprimento do acordo coletivo e do reajuste imposto pelo STF de quase 100%, os trabalhadores dos Correios deliberaram hoje por uma greve a ser construída nacionalmente”, afirmou a Findect.
Em outubro, o TST decidiu que os Correios pagariam 70% do valor do plano de saúde, enquanto os titulares pagariam 30%. No mês seguinte, o ministro Dias Toffoli, do STF, deu liminar suspendendo decisão do TST e determinando a coparticipação de 50% no plano de saúde.
Na última semana, o TST decidiu, por meio de liminar, suspender os efeitos de um ato administrativo dos Correios (motivado pela liminar de Toffoli) e voltar à divisão inicial, de 70% para a empresa e 30% para os funcionários.
Fux, então, derrubou essa decisão do TST até que houvesse o julgamento dos embargos de declaração do dissídio coletivo. (Com FolhaPress)
O Ministério Público Federal (MPF) em Brasília encontrou indícios de falha na oferta de vagas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) destinadas a candidatos com deficiência física. Para a Procuradoria, há constatação de possível irregularidade na aplicação da lei que determina as cotas. O órgão pediu ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, que apresente esclarecimentos. À reportagem, o Ministério da Educação (MEC) informou que a reserva de vagas é definida pelas instituições.
O Sisu, sistema que reúne vagas em instituições públicas de ensino superior, foi alvo de uma série de questionamentos este ano. A divulgação de aprovados só foi liberada na noite de terça-feira, 28, após o MEC ter sido questionado sobre a correção de falhas nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 6 mil candidatos. Na manhã desta quarta-feira, participantes apontaram erros no sistema - segundo eles, havia problemas na lista de espera. Depois, a falha foi corrigida. Segundo o MEC, o Sisu funciona normalmente.
No novo pedido de esclarecimentos, o procurador Felipe Fritz Braga informou ter detectado indícios de falhas na reserva de vagas após receber denúncias de estudantes. Ele diz que, em uma análise preliminar da oferta para candidatos com deficiência, encontrou "expressivo número de cursos em todo o País que tiveram vagas reservadas em número inferior ao porcentual de sua população com deficiência". Em alguns casos, diz, não havia nenhuma vaga reservada para esses candidatos.
Todas as universidades federais têm, por lei, de oferecer cota para pessoas com deficiência física. As instituições devem reservar 50% das vagas para cotas raciais e sociais - e parte delas tem de ser destinada a deficientes. A legislação não estabelece cota fixa, mas diz que as vagas devem ser preenchidas em respeito à proporção da população de pessoas com deficiência da unidade da Federação.
Para o procurador, a falha "possivelmente" ocorreu pelo "método de cálculo utilizado no Sisu 2020", que aplica o porcentual de deficientes a uma cota referente a 50% das vagas ofertadas e não ao total de vagas. "Cumpre aprofundar a análise para deliberar sobre a ocorrência de possível discriminação indevida dos candidatos com deficiência em razão de falta de isonomia", informou.
A análise foi feita nas universidades federais de Mato Grosso do Sul (UFMS), Rural da Amazônia (UFRA) e de Alfenas (Unifal), em Minas. Na primeira, das 2.045 vagas ofertadas pelo Sisu, só 2, do curso de Medicina, foram reservadas para candidatos com deficiência física.
Nas outras duas instituições, o procurador aponta que a reserva de vagas está muito abaixo da proporção da população de deficientes dos Estados. Na Unifal, das 1.077 vagas ofertadas, apenas 49 estão reservadas para esse grupo de candidatos - o porcentual da população com deficiência física em Minas é de 8,43%. Além disso, há cursos em que não há nenhuma vaga reservada, como é o caso de Ciências Sociais. No ofício a Weintraub, o procurador pede que explique cálculos usados para a reserva das cotas, em cinco dias, e pediu urgência na análise.
Autonomia
Por meio de nota, o MEC informou que as vagas ofertadas e as modalidades de concorrência são definidas pelas instituições de ensino superior público de forma autônoma. "Cabe à universidade a destinação das vagas reservadas dentro do Sisu", informou. (Com Jornal O Estado de S. Paulo.)
As autoridades chinesas de Saúde chinesas anunciaram no último boletim divulgado, refente às 24 horas de quarta dia 29, o número de mortes causadas pelo novo coronavírus (2019-nCoV) subiu de 132 para 170. O total de casos confirmados da doença é de 7.711 e o número de pacientes que se recuperaram é de 128. O boletim foi divulgado às 7h30 de quinta-feira (30), no horário de Pequim.
O boletim anterior, que trazia os dados de terça-feira (28), informava que haviam sido confirmados 5.974 casos de pneumonia causada pelo coronavírus em 31 províncias do país. A última notificação informa que a província chinesa de Hubei é a área mais afetada com 4.586 casos e 162 mortes. Há casos confirmados em Taiwan (8), Hong Kong (10) e Macao (7).
Pelo menos 75 casos foram confirmados em outros países, incluindo oito nações asiáticas, França, Alemanha e Finlândia, que reportaram um total de dez casos. Os EUA e o Canadá notificaram sete casos. Na quarta-feira, os Emirados Árabes anunciaram a confirmação de quatro casos de contaminação pelo coronavírus. (Com Agência Brasil)
Até 2025, veículos capazes de ir de um ponto a outro sem serem conduzidos por motoristas deverão estar disponíveis no mercado, o que deverá marcar o início das mudanças nos meios de transporte e na organização das cidades. No Reino Unido, Kevin Vincent é um dos nomes por trás das pesquisas que possibilitarão o funcionamento desses carros. Ele é o diretor do Centro de Pesquisa de Automóveis Autônomos e Conectados, da Universidade de Coventry.
No campus da universidade, ele conversou com a Agência Brasil sobre a relação entre academia e indústria e sobre as habilidades que esse tipo de parceria desenvolve nos pesquisadores. A Universidade de Coventry, tradicionalmente, tem forte atuação na indústria. É parceira de companhias como Siemens, Toyota, Ford e até mesmo da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer). Na universidade, por exemplo, foi desenvolvida a bicicleta como conhecemos hoje. O projeto dos veículos é desenvolvido em parceria com a Horiba Mira, entre outras empresas.
"Os pesquisadores rapidamente desenvolvem um foco comercial, um foco nos negócios. Ao mesmo tempo, mantemos o rigor científico. Estamos criando um pesquisador acadêmico, que está confortável em operar nos negócios", diz. De acordo com dados apresentados pela universidade, 97% dos estudantes, estão empregados seis meses após deixar a instituição.
Ele conta também que trabalhar com inovação requer um planejamento futuro, uma visão de 20, 30 anos à frente e, o mais difícil, é entender melhor o mercado, ou seja, as pessoas que irão consumir essas tecnologias. ?Temos que desenvolver sistemas que considerem não apenas o veículo, mas os processos que farão as pessoas, no futuro, adotar a nova tecnologia?.
Veja abaixo os principais trechos da entrevista:
Agência Brasil: A Universidade de Coventry tem fortes parcerias com a indústria. Como funcionam essas parcerias? Geralmente, as empresas levam demandas para a academia? A universidade tem também liberdade para propor determinados produtos?
Kevin Vincent: Historicamente somos uma universidade que olha para os negócios. A nossa pesquisa é muito aplicada e muito próxima do mercado. Isso nos possibilita trabalhar com troca de conhecimento com a indústria de forma muito próxima. Para determinados problemas, nós introduzimos conhecimentos que são novos para determinada indústria, mas que não necessariamente são novos conhecimentos, inovações.
Nos últimos cinco anos, mudamos um pouco a nossa estratégia, para focar um pouco mais na pesquisa fundamental [pesquisa voltada para a melhoria de teorias científicas]. Nosso financiamento é baseados em recursos de fundos europeus e do Reino Unido, nacionais e internacionais, além de muita colaboração com a indústria. O que estamos tentando fazer agora é ampliar as pesquisas.
Parte da razão disso é que podemos começar a introduzir novas tecnologias nas companhias. A pesquisa fundamental é menos explorável [comercialmente] imediatamente. Por exemplo,no caso dos PhDs [doutorados] que estamos fazendo com a Mira [Horiba Mira], a empresa tem os direitos de exploração para criar impacto com os PhDs. Uma vez que eles são finalizados, determinado o que deve ser protegido ou não, ela incorpora nos negócios e nos diz o impacto que isso tem. Nós reportamos esse resultado para o governo.
Há um ciclo de monitoramento do governo a cada seis anos. Os projetos bem-sucedidos recebem mais financiamento do governo e a indústria ganha mais confiança no trabalho da universidade. Nossa flexibilidade, nossa capacidade de agir rápido e nossa adaptabilidade é valorizada. Isso não é característico da universidade, que é conhecida por se mover devagar. Estamos tentando trabalhar com a indústria rápidamente, na velocidade que ela acha necessária para os negócios.
Agência Brasil: Que tipo de habilidade é esperada de estudantes e pesquisadores que trabalham em projetos como este?
Kevin Vincent: Os trabalhadores têm que se inserir na empresa. São pesquisadores que passam muito tempo com a indústria. Eles recebem um escritório para trabalhar na empresa e nós fazemos questão que tenham também um supervisor que seja da equipe da empresa. Os pesquisadores aprendem o que é uma indústria e isso afeta o comportamento deles. Eles rapidamente desenvolvem um foco comercial, nos negócios. Ao mesmo tempo, mantemos o rigor científico. Estamos criando um pesquisador acadêmico, que está confortável em operar nos negócios.
Agência Brasil: O projeto de carros autônomos é de longo prazo. Como articular os interesses da indústria e da academia nesse período? Que instrumentos vocês têm para isso?
Kevin Vincent: Nós temos espécies de grupos de trabalho que criam estratégias para uma visão de futuro [na universidade]. Uma visão total. A empresa tem também um setor que determina o que ela deve estar fazendo nos próximos 10, 20, 30 anos, que tecnologias vão desaparecer e quais serão importantes para os negócios. Se nós divergimos, ok, não levamos adiante. Se há convergência, criamos um projeto de pesquisa para esse tópico. Estamos caminhando com a indústria, levamos a nossa visão e colaboramos com a visão deles para o que o futuro está aguardando.
Agência Brasil: Que desafios esse trabalhar para o futuro traz?
Kevin Vincent: Precisamos entender melhor a experiência do usuário. Porque todo o esforço do momento vai para o desenvolvimento de uma tecnologia, mas o mercado é menos compreendido. Temos que desenvolver sistemas que considerem não apenas o veículo, mas os processos que farão as pessoas, no futuro, adotar a nova tecnologia.
Agência Brasil: Quando esse tipo de veículo autônomo estará disponível para a população em geral?
Kevin Vincent: Estamos trabalhando com a meta de termos os primeiros veículos disponíveis em 2025 e, os mais avançados, em 2030. Em 2025 esperamos ter um cenário em que o carro possa levar passageiros de um ponto a outro, em uma trajetória pré-determinada, sem interação com o motorista. Isso é tecnicamente possível inclusive agora, mas precisamos ter certeza de que a infraestrutura é adequada e que podemos repetir o trajeto várias vezes de forma segura. Para ir além de um ponto A a um ponto B, isso será após 2030. (Com Agência Brasil)





















