Reajuste equivale a quase 4 vezes o valor da inflação.
De acordo com o monitoramento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, em janeiro o botijão de 13 quilos era comercializado, na média, R$ 76,86 centavos.
Já em agosto, o mesmo botijão custou para o consumidor, também na média, R$ 93,48, um aumento de 21,6%.
Esse percentual de alta é quase 4 vezes o valor da inflação oficial no período.
De acordo com o IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a inflação acumulada entre janeiro e agosto foi de 5,67%.
E, segundo a Agência reguladora, o preço do gás continua em alta. O valor médio de venda em setembro, considerando as duas primeiras semanas, é de R$ 96,28.
Vale ressaltar que os valores citados até aqui são os preços médios. Ou seja, uma média entre todos os valores encontrados nos milhares de pontos de venda monitorados pela ANP.
Mas tem brasileiro pagando muito mais. No Mato Grosso, a ANP encontrou o botijão sendo comercializado por R$ 135.
Para consumidores do Paraná e no Rio Grande do Sul os preço mais altos averiguados chegaram a R$ 125, mais do que os valores cobrados, na máxima, em São Paulo e em Minas Gerais, por exemplo, onde tem botijão custando até R$ 120.
Quando sai das refinarias da Petrobras, o preço do gás sofre acréscimo de tributos federais e de ICMS, que é um imposto estadual, e também entram na conta do valor final dos custo de distribuição e revenda.
Desde março, os tributos federais, que são PIS/Pasep e Cofins, não estão sendo cobrados sobre o gás de cozinha, mas eles representavam apenas 3% de todo o valor final.
São outras variáveis que interferem de forma direta no preço do botijão, como a alta dos valores internacionais do petróleo e, consequentemente, também pesa contra o bolso do consumidor, neste momento, a desvalorização do real frente ao dólar.
Vale lembrar que o gás de cozinha, o GLP, é um produto derivado de petróleo,
Juízes, policiais militares e integrantes do Ministério Público terão de esperar quatro anos após se desligar do cargo para disputar eleição.
Esta e uma das mudanças no Código Eleitoral, aprovada pela Câmara.
Outra alteração proíbe a divulgação de pesquisas na véspera do pleito.
A nova norma permite que as sondagens sobre intenção de voto sejam veiculadas apenas dois dias antes da eleição.
Os institutos também ficam obrigados a informar a porcentagem de acertos das últimas cinco pesquisas realizadas.
O texto original para alteração do Código Eleitoral, aprovado na semana passada, previa que a quarentena entrasse em vigor já no próximo ano.
Mas na emenda aprovada a restrição será exigida a partir de 2026.
O novo Código passa a permitir candidaturas coletivas para deputados e vereadores. Na prática, um grupo de pessoas pode direcionar posicionamentos e se responsabilizar por atos de um nome eleito.
No âmbito financeiro, as novas regras fixam teto de multa – 30 MIL REAIS - aos partidos que tiverem as contas reprovadas, independente do valor da punição.
Até agora, as legendas pagavam 20 POR CENTO do valor fixado.
O Fundo Partidário terá regras mais flexíveis para destinação dos recursos às candidaturas e prevê a inclusão de indígenas nos grupos minoritários, que dobram o peso de participação no montante.
O texto precisa da aprovação do Senado para seguir à sanção presidencial.
Jeito de consumir está mudando e 1 em cada 3 brasileiros aceita pagar mais caro por produto ambientalmente correto
Se até alguns anos atrás, a maioria das pessoas pouco se importava com o antes e o depois de um produto, hoje, cada vez mais consumidores consideram o impacto socioambiental de uma marca na hora de escolher o item que vai levar para casa.
De acordo com uma pesquisa realizada em janeiro do ano passado pela Confederação Nacional da Indústria, 1 em cada 3 brasileiros está disposto a pagar mais caro por um produto feito de modo ambientalmente correto.
Esse mesmo levantamento revelou também que 62% dos brasileiros já boicotaram marcas por desrespeito aos animais e aos direitos trabalhistas, por discriminação de grupos, por crimes ambientais e por posicionamento político.
É o chamado consumo consciente. Um movimento que, na verdade, vai além do momento da compra propriamente dita. É um processo que envolve mudanças de hábito.
Em outras palavras, é preciso equilibrar as necessidades individuais e os impactos socioambientais de cada compra. Uma preocupação que deve estar presente em todas as etapas, desde a compra até o descarte de qualquer produto.
Cada vez mais forte, o movimento do consumo consciente tem impactado o mercado de maneira direta.
Com Radio 2
Informações preliminares do estudo CovacManaus, realizado na capital amazonense, mostram que a CoronaVac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac contra a covid-19 garante proteção contra a doença superior a 90% em pessoas com comorbidades. As informações são do Instituto Butantan, que produz o imunizante no Brasil.
A pesquisa está sendo feita com 5 mil profissionais da educação e da segurança pública da rede estadual de Manaus, com idades entre 18 e 49 anos. Do total desse público vacinado com o imunizante, somente 2,6% tiveram infecções causadas pelo SARS-CoV-2. O índice de hospitalizações pela doença foi de 0,1%, e o de admissões em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) foi de 0,04%. Um óbito foi confirmado, configurando uma porcentagem de 0,02% da amostra.
“A efetividade da CoronaVac foi superior a 97% contra infecções, hospitalizações, internações em UTI [unidades de terapia intensiva] e mortes. Outro indicador relevante é que, entre os vacinados, 91% apresentaram anticorpos detectáveis após tomarem a primeira dose, e 99,8% após a segunda dose”, destacou o Butantan em nota.
Entre as principais comorbidades apresentadas pelos voluntários que participam do estudo estão obesidade (72%), diabetes (54%), hipertensão arterial (36%) e imunossupressão (27%). (Com Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro editou nesta quinta-feira (16) um decreto para aumentar as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas transações de crédito de pessoas jurídicas e físicas. As novas alíquotas, que ainda não foram detalhadas, começam a valer a partir do dia 20 de setembro e têm validade até 31 de dezembro de 2021 deste ano.
O objetivo da medida é gerar uma arrecadação extra para custear o Auxílio Brasil, novo programa social de transferência de renda que substituirá o Bolsa Família. O valor do novo benefício, ainda não anunciado, deve ficar na faixa de R$ 300, segundo informou ontem (15) o ministro da Economia, Paulo Guedes.
"A medida irá beneficiar diretamente cerca de 17 milhões de famílias e é destinada a mitigar parte dos efeitos econômicos danosos causados pela pandemia", informou a Secretaria-Geral da Presidência da República.
O aumento no IOF deve gerar uma arrecadação de R$ 2,14 bilhões, estima o governo federal. O decreto com as novas regras ainda será publicado no Diário Oficial da União. Por ser um ato de competência exclusiva do presidente, o decreto tem validade imediata e não precisa da aprovação do Congresso Nacional.
O IOF é um imposto federal pago por pessoas físicas e jurídicas em qualquer operação financeira, como operações de crédito, câmbio, seguro ou operações de títulos e valores mobiliários.
O governo informou que a alteração do IOF permitirá o aumento da cota de importação de bens destinados à ciência e tecnologia, com efeito em projetos de pesquisa, desenvolvimento e produção de vacinas contra o novo coronavírus em andamento na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e no Instituto Butantan.
A medida também permitirá, segundo o governo, a redução a zero da alíquota da Contribuição Social do PIS/Cofins incidente na importação do milho. O objetivo, neste caso, é reduzir os custos da alimentação. (Com Agência Brasil)























