O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou inflação de2,22% em abril, taxa superior à apurada em março (2,17%). Com isso, o índice acumula taxas de inflação de 10,38% no ano e de 33,46% em 12 meses, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A alta da taxa de março para abril foi puxada pelos preços no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo passou de 2,59% em março para 2,90% em abril.
Por outro lado, as taxas de inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, e do Índice Nacional de Custo da Construção caíram.
O Índice de Preços ao Consumidor passou de 1% em março para 0,23% em abril. Já o Índice da Construção recuou de 1,30% para 0,90% no período. (Com Agência Brasil)
As negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC) para quebrar os direitos de propriedade intelectual sobre vacinas contra a covid-19 podem levar meses - considerando que seja superada a significativa oposição de alguns dos países membros da entidade, dizem especialistas do setor.
As conversas provavelmente serão destinadas a uma quebra significativamente mais estreita e mais curta em duração do que a que foi inicialmente proposta pelos governos da Índia e da África do Sul, em outubro do ano passado.
Antes da decisão do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, na quarta-feira (5), de apoiar negociações pela quebra de patentes das vacinas, os dois países confirmaram a intenção de elaborar uma nova proposta após sete meses de oposição.
A diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, saudou o gesto de Biden na quinta-feira e pediu negociações para iniciar os novos planos assim que possível. "O mundo está assistindo, e pessoas estão morrendo", afirmou.
"No mínimo, será por um mês ou dois", disse Clete Willems, ex-autoridade comercial da Casa Branca na gestão Trump, que trabalhou anteriormente na missão comercial norte-americana na OMC em Genebra, sobre qualquer possibilidade de um acordo.
"No momento, não há uma proposta na mesa que quebre o acordo TRIPS simplesmente pelas vacinas", disse Willems, referindo-se ao acordo da OMC sobre Aspectos Comerciais de Direitos de Propriedade Intelectual que guia a transferência de propriedade como os direitos autorais de um filme ou especificidades para a manufatura de vacinas.
Um objetivo mais realista pode ser a finalização do acordo para a próxima conferência ministerial da OMC, marcada para o período de 30 de novembro e 3 de dezembro, acrescentou Clete Willems, que agora é parceiro comercial do escritório de advocacia Akin Gump em Washington.
Isso daria aos fabricantes de vacinas mais tempo para aumentar a oferta global, o que poderia ajudar a conter o vírus e aliviar a pressão pela quebra de patentes.
A proposta inicial de quebra de direitos de propriedade intelectual, feita pela Índia e a África do Sul em outubro do ano passado, incluía vacinas, tratamentos, kits de diagnósticos, ventiladores, equipamentos de proteção e outros produtos necessários na batalha contra a pandemia de covid-19.
A representante comercial dos Estados Unidos (USTR), Katherine Tai, disse que vai buscar "negociações baseadas em texto" na quebra da OMC, o processo padrão, embora tedioso, para negociações de acordos comerciais. Os negociadores trocam textos com expressões de suas preferências, e então tentam encontrar um terreno comum, muitas vezes deixando espaços em branco para que diferenças mais espinhosas sejam resolvidas por políticos.
Todos os 164 países-membros da OMC precisam chegar a um consenso nessas decisões, e qualquer integrante pode bloquear um eventual acordo.
"Essas negociações levarão tempo dada a natureza da instituição, que é baseada no consenso, e por causa da complexidade das questões envolvidas", disse Tai em uma nota que enterrou as expectativas de um acordo rápido.
Embora o apoio de Biden acrescente uma vontade política em selar o acordo, a Alemanha, sede da BioNTech, parceira da Pfizer no desenvolvimento de vacinas, rejeitou nessa quinta-feira a proposta de quebra de patente. (Com Agência Brasil)
O volume de vendas do comércio varejista caiu 0,6% na passagem de fevereiro para março. A queda veio depois de uma alta de 0,5% na passagem de janeiro para fevereiro. O dado, da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), foi divulgado hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O comércio varejista também apresentou variação negativa de 0,1% na média móvel trimestral e queda de 0,6% no acumulado do ano. Na comparação com março de 2020, no entanto, o setor cresceu 2,4%. No acumulado de 12 meses, a alta foi de 0,7%.
Sete das oito atividades comerciais pesquisadas pelo IBGE tiveram perdas na passagem de fevereiro para março, com destaque para tecidos, vestuário e calçados (-41,5%), móveis e eletrodomésticos (-22%), e livros, jornais, revistas e papelaria (-19,1%).
Os demais setores com queda foram: outros artigos de uso pessoal e doméstico (-5,9%), combustíveis e lubrificantes (-5,3%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,5%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,1%).
A única atividade com alta no período foi hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,3%).
No varejo ampliado, que também inclui a venda de veículos e de materiais de construção, houve recuo de 5,3% no volume de vendas, devido a quedas de 20% nos veículos, motos, partes e peças e de 5,6% nos materiais de construção.
O varejo ampliado acumulou queda de 1,1% em 12 meses, mas apresentou altas de 10,1% na comparação com março de 2020 e de 1,4% no acumulado do ano.
Receita
A receita nominal do varejo teve alta de 0,1% na comparação com fevereiro, de 13,1% na comparação com março de 2020, de 9,5% no acumulado do ano e de 6,9% no acumulado de 12 meses.
Já a receita do varejo ampliado apresentou queda de 4,2% na comparação com fevereiro e altas de 22,2% em relação a março de 2020, de 12,3% no acumulado do ano e de 5,5% no acumulado de 12 meses. (Com Agência Brasil)
Focado em proporcionar opções que facilitem a rotina dos seus mais de cinco milhões de associados, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em 24 estados e no Distrito Federal, fechou parceria com o Facebook para disponibilizar o serviço de pagamentos pelo WhatsApp. A novidade começará a ser disponibilizada no Brasil a partir do dia 04 de maio.
Para começar a utilizar o serviço, os associados do Sicredi terão que atualizar a versão do WhatsApp no seu celular, possuir um cartão com a funcionalidade de débito do Sicredi ou da conta digital Woop Sicredi e realizar o cadastro do cartão no WhatsApp usando o Facebook Pay. O serviço de pagamentos será disponibilizado gradualmente nas próximas semanas em todo o país.
Inicialmente, os pagamentos no WhatsApp funcionarão para transferência entre pessoas físicas. As transações serão rápidas e sem taxas. As pessoas podem enviar até R$ 1 mil por transação e receber 20 transações por dia com um limite de R$ 5 mil por mês.
“Fazer parte deste projeto é algo que vai ao encontro da nossa premissa de proporcionar conveniência aos nossos associados por meio de inovações que facilitem as suas rotinas e estamos muito felizes em poder disponibilizar essa solução”, afirma Gisele Rodrigues, superintendente de Soluções de Pagamento do Sicredi.
Além do WhatsApp distribuindo gradualmente o serviço de pagamentos para usuários em todo o Brasil, as instituições financeiras participantes poderão enviar convites com um link que permite a atualização e inclusão do serviço de pagamentos no WhatsApp. No Sicredi, os convites serão feitos de forma randômica por meio do aplicativo da instituição, sempre em ambiente protegido pelo login dos usuários.
Depois de baixar a nova versão do WhatsApp, o processo de cadastramento envolve a criação de um PIN personalizado de seis dígitos e registro de biometria, o que confere segurança às operações. As transferências poderão ser feitas em poucos cliques: 1) escolha do contato beneficiário, 2) seleção da opção “Pagamento”, 3) inserção do valor, 4) confirmação do valor e 5) Confirmação de PIN.
Além da agilidade e simplicidade do processo, com a possibilidade de se confirmar pagamentos pelo próprio chat, os usuários terão acesso ao histórico de transferências no próprio aplicativo.
Para mais informações acesse www.sicredi.com.br/site/pagamentos-e-recebimentos/para-voce/carteiras-digitais ou www.whatsapp.com/payments/br.
O Instituto Butantan envia hoje (6) para o Ministério da Saúde um lote de mais 1 milhão de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Desde o mês de janeiro, o Butantan entregou 42,05 milhões de doses da vacina ao Plano Nacional de Imunização (PNI), responsável pelo planejamento, coordenação e logística de distribuição do imunizante em todo o país.
O Butantan informou que no último dia 19 recebeu nova remessa de 3 mil litros do ingrediente farmacêutico Ativo (IFA), matéria-prima importada necessária para a produção de novas doses da vacina contra o novo coronavírus.
“Os insumos já foram processados, e as doses começam a ser liberadas a partir desta sexta [7] para completar as 46 milhões de doses do primeiro contrato firmado com o Ministério da Saúde”, diz o instituto, responsável pelo envase, a rotulagem, embalagem e inspeção de qualidade do imunizante.
O instituto informou ainda que está negociando com a Sinovac o envio de mais um carregamento com 3 mil litros do IFA. “O Butantan trabalha para entregar mais 54 milhões de doses para a vacinação dos brasileiros até o dia 30 de agosto, totalizando 100 milhões de unidades contratadas até agora para a campanha contra a covid-19”. (Com Agência Brasil)
Líderes de nações do G20 se comprometerão, pela primeira vez, a financiar totalmente um esquema da Organização Mundial da Saúde (OMS) para distribuir vacinas e remédios contra a covid-19 a nações mais pobres, mostra esboço das conclusões de uma cúpula do bloco. A medida desbloquearia quase US$ 20 bilhões.
O documento, sujeito a alterações antes de uma cúpula de saúde global a ser realizada em Roma no dia 21 de maio, diz que os líderes das 20 maiores economias do mundo estão comprometidos com ações urgentes para aumentar a capacidade produtiva de tecnologias anticovid-19 neste ano, mas omite uma menção a dispensas de patentes de vacinas.
De acordo com o esboço, pela primeira vez os líderes expressarão um compromisso explícito de "financiar justa e totalmente a estratégia de Acesso ao Acelerador de Ferramentas contra a Covid-19 (ACT-A)", que é o esquema da OMS para tornar vacinas e remédios contra a doença e exames disponíveis a todo o mundo.
O esquema foi lançado em abril de 2020 e ainda está profundamente subfinanciado – dos mais de US$ 34 bilhões que busca para desenvolver, adquirir e distribuir vacinas e remédios anticovid em todo o mundo, ainda carece de US$ 19 milhões.
Em comunicados anteriores, líderes do G20 disseram que tratarão das necessidades financeiras globais, mas sem assumir nenhum compromisso financeiro firme. Nessa quarta-feira (5), ministros das Relações Exteriores do G7, cujos países são todos membros do G20, reiteraram o desejo de dar apoio financeiro ao esquema, mas não chegaram a dizer que atenderão todas as suas necessidades financeiras. (Com Agência Brasil)














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