A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta que os testes para diagnóstico de covid-19 disponíveis no mercado não devem ser utilizados para atestar o nível de proteção contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) após a vacinação. Isso porque estes testes não têm essa finalidade.
Segundo a Anvisa, é importante informar a população que os produtos atuais registrados no Brasil possibilitam apenas a identificação de pessoas que tenham se infectado pelo Sars-CoV-2. “Os testes disponíveis não foram avaliados para verificar o nível de proteção contra o novo coronavírus”. A Agência ressalta também que, mesmo quando usados para a finalidade correta, os resultados fornecidos pelos testes só devem ser interpretados por profissionais de saúde.
A agência reforça, ainda, que não há embasamento científico que correlacione a presença de anticorpos contra o Sars-Cov-2 no organismo e a proteção à reinfecção. Sendo assim, nenhum resultado de teste de anticorpo (neutralizante, IgM, IgG, entre outros) deve ser interpretado como garantia de imunidade e nem mesmo indicar algum nível de proteção ao novo coronavírus. (Com Agência Brasil)
Você já ouviu falar em xepa da vacina? São as doses que sobram dos frascos e que não podem ser aproveitadas no dia seguinte por causa do prazo de validade. Como não podem ser desperdiçadas, são aplicadas em pessoas que moram próximas às unidades de saúde, perto do horário do encerramento diário da vacinação. Cada imunizante tem um tempo determinado de validade após a abertura dos vidros. A da Pfizer pode ser conservada por até seis horas, a CoronaVac por até oito e a da Oxford/AstraZeneza, por 48 horas.
O Ministério da Saúde recomenda que, ao final do expediente dos postos de vacinação, as doses sejam disponibilizadas às pessoas dos grupos prioritários. É o caso da bancária Ellayne Azevedo, de Belo Horizonte. Com comorbidade, ela chegou ao posto quando o horário de distribuição das senhas já tinha encerrado. “Foi quando ela falou: você pode até esperar, [mas]não é garantido que você seja vacinada. Agora, se porventura sobrar dose, aí você é a próxima da fila”, relata. Ellayne decidiu esperar e conseguiu receber a primeira dose.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo são aplicadas, só na capital paulista são aplicadas, por dia, cerca de duas mil doses remanescentes. Segundo o órgão, para saber como funciona a xepa da vacina em sua cidade, é só procurar a secretaria de saúde local. (Com Agência Brasil)
A Caixa informou hoje (7) que trabalhadores que cumpram as exigências para o recebimento do abono salarial do calendário 2020-2021, com ano-base 2019, terão até o dia 30 de junho para fazer o saque do benefício.
Caso perca o prazo, o trabalhador qualificado para o abono só terá outra oportunidade para o saque a partir do próximo calendário. A Caixa informa que, segundo portaria que regula o abono salarial, o benefício fica reservado ao beneficiário por um prazo de 5 anos.
Em nota, o banco informa que foram pagos R$ 17 bilhões para cerca de 22 milhões de trabalhadores. Desses, 6,3 milhões receberam o abono salarial em contas poupança sociais digitais sem custo algum para usuários.
Até o momento, cerca de 560 mil trabalhadores ainda não sacaram o benefício - o que resulta em R$ 328 milhões aguardando resgate.
Tradicionalmente liberados entre julho e junho, houve mudança no calendário de pagamento do abono salarial, que passará a ser pago entre janeiro e dezembro de cada exercício. As informações de pagamento serão referentes ao ano anterior, e deverão ser repassadas pelos empregadores responsáveis pelos beneficiários. Com a mudança, o ano-base de 2020 deverá ser pago a partir de janeiro de 2022.
O que é o abono salarial?
Criado em 1990, o abono salarial é um benefício para trabalhadores de baixa renda que cumpram requisitos definidos em lei. Para ter direito, é necessário ter carteira de trabalho há pelo menos 5 anos, ter renda mensal inferior a dois salários mínimos, ter trabalhado pelo menos 30 dias no ano-base - consecutivos ou não - e ter os dados atualizados na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). (Com Agência Brasil)
O Ministério da Educação (MEC) em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) lançou nesta segunda-feira (7) uma plataforma universitária de conteúdo audiovisual, o Eduplay. A ferramenta permite o acesso a transmissões ao vivo, programas de televisão, canais exclusivos, videoaulas, rádios e podcasts.
O novo serviço permite o acesso gratuito e prático a conteúdos exclusivos relacionados ao ensino, pesquisa e extensão direcionados ao ensino superior no país. Segundo o Ministério da Educação, o Eduplay foi desenvolvido para atender especificamente aos estudantes universitários, professores e pesquisadores que utilizam esse tipo de tecnologia para estudo e trabalho.
A plataforma não tem propagandas comerciais e permite a segurança do conteúdo postado na rede, e a realização de aulas ao vivo e que podem ser gravadas por meio da integração com o Moodle e com a Conferência Web da RNP. De acordo com o MEC, os conteúdos estarão abertos para toda sociedade. (Com Agência Brasil)
O Ministério da Saúde começou nesta segunda dia 07, a distribuir um novo lote de 2,3 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a covid-19 a estados e municípios. Ainda hoje, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Amazonas e o Distrito Federal receberão suas parcelas na divisão.
Já os demais estados devem receber suas remessas até a próxima quarta-feira (9). As vacinas são destinadas para a imunização dos públicos prioritários que estão recebendo as aplicações segundo o plano de operacionalização: pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente e trabalhadores do ensino básico.
O Ministério da Saúde acrescentou que estados e municípios também poderão direcionar as doses para outros segmentos, como trabalhadores de aeroportos e portos, parte das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas.
De acordo com o planejamento do Ministério da Saúde, deverão ser entregues no mês de junho mais de 12 milhões de doses da vacina da Pfizer. Para o período de julho a setembro, estão previstas mais 84,4 milhões de doses.
O Ministério distribuiu até o momento 102,9 milhões de doses. Deste total, foram aplicadas 71,6 milhões de doses, sendo 48,8 milhões da 1ª dose e 22,8 milhões da 2ª dose. Considerando a população, foram imunizados completamente (1ª e 2ª doses) até o momento pouco mais de 10% da população. (Com Agência Brasil)
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) emitiu 35.642 multas de trânsito aos motoristas que trafegaram nas rodovias federais durante o feriado prolongado. O balanço da Operação Corpus Christi foi apresentado nesta segunda-feira (7). A força-tarefa envolveu cerca de 10 mil agentes e resultou na fiscalização de 81 mil veículos.
Entre as infrações mais cometidas destacam-se o não uso do cinto de segurança (3.588), o não uso do capacete (1.001), e a ausência do dispositivo de cadeirinha para crianças (461). Além disso, ultrapassagens indevidas (5.082) e o uso do celular ao volante (350) continuam sendo violações com alto número de incidência, de acordo com a PRF. Também foram realizados três mil testes de alcoolemia, identificando 18,26% de motoristas que consumiram álcool antes de dirigir.
Em relação ao número de acidentes apontados pela PRF nas rodovias do Brasil durante o feriado, houve o registro de 894 sinistros, sendo 259 graves, o que resultou em 944 pessoas feridas e 95 vítimas fatais. O estado de Minas Gerais, maior malha rodoviária do país, encabeçou a lista dos que vieram a óbito, com o registro de 14 pessoas. Atrás dele estão o estado da Bahia, com 13, e de Santa Catarina, com 11.
Em paralelo às ações de fiscalização viária, o trabalho de enfrentamento à criminalidade também esteve em foco durante o feriado de Corpus Christi. De 3 a 6 de junho, a PRF tirou de circulação quase cinco toneladas de drogas, incluindo maconha cocaína e crack, e mais de 448 mil maços de cigarros contrabandeados. Além disso, 107 veículos foram recuperados.
Durante as abordagens, os policiais apreenderam ainda 26 armas de fogo e quase 1.500 munições transportadas ilegalmente. (Com Agência Brasil)














_large.jpg)




-PortalCantu-19-04-2026_large.png)



