Dois veículos foram apreendidos carregados de cigarros contrabandeados na madrugada de quinta dia 23, na BR 277 em Santa Tereza do Oeste.
Os condutores desobedeceram a ordem de parada, determinada pelos inspetores da Polícia Rodoviária Federal, e empreenderam fuga, levando ao início do acompanhamento tático.
Um dos motoristas saltou do carro ainda em movimento e conseguiu fugir pelo matagal às marges da rodovia. O outro condutor abandonou o veículo e também fugiu pelo matal. Mesmo após buscas, a dupla não foi localizada.
O veículo Fiat Toro, placas de Minas Gerais, furtado em 25 de novembro de 2019 na cidade de Mogi das Cruzes/MG, estava carregado de cigarros em quase todos os compartimentos. A caminhonete Amarok, placas do Rio de Janeiro, roubada em 22 de fevereiro de 2020 na cidade de Guapimirim/RJ, também encontrava-se no mesmo estado.
Os veículos e os cigarros foram encaminhados para a Receita Federal de Cascavel. O contrabando ainda não foi contabilizado. (Com Catve)
A Polícia Civil do Paraná ressalta que não envia intimações por e-mail. Criminosos estão utilizando o nome da Delegacia Eletrônica para aplicar golpes pela internet. Estão enviando e-mail dizendo que existe um Boletim de Ocorrência registrado contra o destinatário, solicitando que ele clique em um link e informe dados pessoais para poder descobrir como proceder.
Ao clicar no link, o cidadão pode ter dados, senhas e número de cartão de crédito, entre outros subtraídos. Fique atento. A PCPR reforça que este não é um procedimento adotado pela instituição.
A orientação é para que as pessoas não cliquem em links em e-mails recebidos de remetentes desconhecidos. Muitas vezes, estes parecem ser de instituições governamentais e ou bancárias. Nestes casos, recomenda-se que o destinatário entre em contato com a instituição para verificar a autenticidade da comunicação.
Caso tenha sido vítima de algum golpe, entre em contato com o Núcleo de Combate aos Cibercrimes da PCPR, através do telefone 41 3304-6800, para informações sobre como proceder. (Com Polícia Civil)
A Secretaria de Estado da Saúde segue em alerta para o combate à dengue. O boletim divulgado nesta quarta dia 22, confirma 128.405 casos da doença no Paraná. Mais seis mortes foram registradas em relação à semana anterior. Desde o início do monitoramento, em junho de 2019, são 111 mortes causadas pela dengue.
O secretário estadual da Saúde Beto Preto ressalta a necessidade da eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, já que 90% dos focos estão nos domicílios, em áreas internas e externas. Por isso, a participação da população neste combate é tão importante.
De acordo com ele, a dengue não pode ser renegada em função do coronavírus. Beto Preto destaca que o mosquito transmissor continua se proliferando, as pessoas estão se infectando e morrendo, e tudo diante de um quadro que pode ser minimizado com a eliminação dos focos. “Já comprovamos que a remoção mecânica reduz a taxa de incidência. Fizemos este tipo de ação em mais de 60 municípios que apresentaram diminuição na curva epidemiológica, por isso ressaltamos a importância da participação da população no combate”, disse.
ÓBITOS – Dos seis óbitos confirmados no boletim desta quarta, dois são de residentes do município de Cambé. Um homem de 81 anos sem comorbidade associada, e uma mulher de 71 anos, também sem registro de doença crônica associada.
Outras duas mortes foram confirmadas no Norte do Estado. Uma mulher de 63 anos, sem doença pré-existente, moradora do município de Primeiro de Maio, e uma mulher de 68 anos, portadora de hipertensão, moradora de Alvorada do Sul.
Outros óbitos foram de Marechal Cândido Rondon, uma mulher de 87 anos, com hipertensão e insuficiência cardíaca, e de Rondon, um homem de 57 anos que apresentava hipertensão e insuficiência renal crônica.
DADOS – O número de casos confirmados de dengue aumentou em 11,94% em relação ao último boletim. Na semana anterior eram 114.711 mil e agora são 128.405 – uma diferença de 13.694.
Dados comparativos de abril de 2019 apontam que nesta mesma semana do ano passado Paraná tinha 4.308 casos confirmados. “Atribuímos este grande aumento à maior circulação do sorotipo 2 do vírus da doença, situação que não ocorria desde 2008”, explica a coordenadora de Vigilância Ambiental da secretaria, Ivana Belmonte
O Estado tem 203 municípios em epidemia de dengue. Oito passaram para este patamar nesta semana: Pérola D´Oeste, Céu Azul, Espigão Alto do Iguaçu, Mamborê, Francisco Alves, Iporã, Rancho Alegre e Carlópolis.
Outros 30 municípios estão em situação de alerta, sete deles a partir deste informe: Paranaguá, Palmital, Cruzeiros do Iguaçu, Boa Vista da Aparecida, Catanduvas, Arapongas e Ortigueira.
CHIKUNGUNYA – O boletim semanal da secretaria de Estado da Saúde registra um novo caso de chikungunya no município de Marialva, na região Noroeste. Trata-se de uma mulher que esteve em janeiro na Bahia, onde contraiu a doença que também é transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti. A paciente está bem e segue com acompanhamento médico.
Agora são cinco casos de chikungunya neste período no Paraná, todos importados, adquiridos em outros estados.
A zika, outra doença transmitida pelo mesmo mosquito, mantém quatro casos confirmados no Estado. Três são autóctones e um caso é importado. (Com AEN).
Iniciou na tarde desta quarta dia 22, a investigação da queda do avião em Toledo, que deixou duas pessoas mortas no fim da tarde de ontem.
A Polícia Civil esteve no local para fazer levantamentos.
Os peritos da Seripa desembarcaram no aeroporto de Toledo no fim de manhã e agora fazem inspeção no local do acidente.
Dois profissionais trabalham colhendo dados para entender o que provocou a queda do avião de pequeno porte, modelo RV-7A. Com a queda o avião ficou bastante danificado, principalmente na cabine. Até mesmo o motor saiu da estrutura.
O local está totalmente isolado para que o trabalho seja realizado. Após o levantamento a equipe tem até 90 dias para concluir o inquérito e apontar o que pode ter causado a queda.
Estavam na aeronave experimental o empresário Ivan Rossoni de 58 anos e Luciane Guimarães Gasparin de 54. O avião fabricado em 2010, pertence à Ivan Cesar Rossoni, empresário de Toledo, conforme registro da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
Avaliado em aproximadamente R$900 mil, o modelo é utilizado também para acrobacias. (Com Catve).
Os números bimestrais da indústria, do comércio e do setor de serviços apontavam otimismo para o Paraná em 2020. A supersafra do agronegócio com 41,2 milhões de toneladas (2ª maior da história) completaria a cadeia de produção e consumo e os investimentos públicos nos municípios estavam assegurados na faixa de R$ 9 bilhões.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até fevereiro a produção industrial paranaense cresceu de 3,1%, sexto maior índice do País; o comércio varejista paranaense subiu 3,4%; e o turismo evoluiu 4,2% no comparativo com o mesmo período do ano passado.
As variações pareciam concordar com a projeção de crescimento de pelo menos 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB), estimada pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). Essa taxa seria a maior desde 2014.
Os números de março ainda não foram finalizados, mas devem sinalizar o começo da inflexão da economia e o impacto da luta contra o novo coronavírus. Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o Paraná enfrentará um desafio que se assemelha à geada negra de 1975. Na ocasião, a produção de café foi dizimada e a matriz econômica do Estado se diversificou para outras commodities e industrialização mais acelerada.
Diante da mudança de curso da economia e da necessidade de impor isolamento social, o Governo do Estado reorganizou as contas públicas e passou a investir pesadamente em novas estruturar hospitalares e no suporte para a manutenção do emprego, com estímulo ao crédito e dilações de prazos para as empresas quitarem seus impostos. Em paralelo, programas de proteção social para famílias mais vulneráveis vão distribuir milhões de reais nos próximos meses para evitar empobrecimento ainda maior.
“A Covid-19 impôs uma nova realidade ao Paraná e ao mundo. Vamos sofrer, mas vamos vencer essa maratona com solidariedade e planejamento. O momento é muito duro, mas estamos trabalhando diariamente para minimizar os danos colaterais na saúde e na economia”, avalia o governador.
Confira os números da economia antes do coronavírus:
INDÚSTRIA - A produção industrial paranaense cresceu 3,1% no primeiro bimestre (janeiro e fevereiro) de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF).
As maiores evoluções foram registradas na produção de derivados de petróleo e biocombustíveis (20,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,4%), alimentos (8,1%) e móveis (6,4%).
O crescimento nos dois primeiros meses de 2020 esteve entre os melhores do País. Nesse índice, apenas nove locais pesquisados pelo IBGE apontaram variação positiva, enquanto o acumulado nacional ainda é negativo, de -0,6%.
COMÉRCIO - O comércio varejista paranaense cresceu 3,4%, mesmo índice do País, no acumulado do primeiro bimestre. O resultado também é positivo em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, de 4,2%, e em fevereiro em relação a janeiro, de 1,8%. Os dados são do volume de vendas ampliado, que engloba as vendas de materiais de construção e veículos, da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC).
Somando janeiro e fevereiro, houve aumento na venda de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (9,4%), combustíveis e lubrificantes (8%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,1%), veículos, motocicletas, partes e peças (4,6%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios e bebidas (2,4%).
SERVIÇOS - O setor de serviços caiu -0,9% no acumulado do bimestre no Paraná – 14 unidades da federação registraram números negativos no setor. Os serviços ainda vinham sofrendo reflexo dos níveis insatisfatórios da demanda interna, posteriormente à crise brasileira de 2014-2016.
Em relação ao turismo, que é avaliado está dentro da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), o acumulado do bimestre apontou variação positiva de 4,2% no Paraná.
Em fevereiro de 2020, o índice de atividades turísticas variou positivamente frente ao mesmo mês do ano anterior, 2,17%, e negativamente frente a janeiro, -4,9%. O turismo no País cresceu 6,7% em fevereiro (mês/mês) e 4,9% bimestralmente, e caiu -0,3% na comparação de fevereiro com janeiro. (Com Agência de noticia do Paraná)








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