O governador Carlos Massa Ratinho Junior reforçou nesta sexta-feira (10) que o Estado está trabalhando em conjunto com o governo federal para a resolução da fissura e do afundamento de pista na BR-277, no Litoral do Paraná.
Ele endossou os termos do ofício encaminhado ao Ministério dos Transportes na quarta-feira (08), dia do incidente, e a preocupação com a celeridade das obras para a retomada da normalidade da ligação do Interior com o Porto de Paranaguá.
"Estou no Japão para trazer investimentos ao Paraná e abrir mercado para a carne suína, mas tenho acompanhado a fissura na BR-277, na rodovia federal. O Darci Piana tem me informado e mandou um ofício para o Ministério dos Transportes pedindo agilidade para resolver o problema. E o governo federal já mandou geólogos e investimentos para essa rodovia", afirmou o governador.
Ele também disse que a solução de longo prazo para a rodovia, que é a principal ligação ao Litoral, passa pela nova concessão, que depende do aval da União. "Precisamos buscar uma solução com as concessões, estamos esperando uma proposta do governo federal para finalizar essa parceria, que é tão importante para a nossa infraestrutura. O Paraná tem pressa, nós estamos em um momento de crescimento na economia, temos uma grande geração de emprego e temos que ter infraestrutura adequada", afirmou.
No formato definido em comum acordo, estão previstos investimentos de mais de R$ 50 bilhões em obras de duplicações, contornos e viadutos, que devem ser realizadas no período inicial dos contratos, que terão validade total de 30 anos. O leilão será pela menor tarifa, com disputa livre, com um aporte financeiro em relação ao desconto concedido, chamado de seguro-usuário, para garantir a execução do acordo.
Por - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta sexta-feira (10) um novo investimento de R$ 1,06 bilhão da Sumitomo Rubber na ampliação da sua fábrica em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba.
A expectativa é de geração de mil empregos diretos e indiretos. O encontro aconteceu em Kobe, no Japão, durante a missão internacional do Governo do Estado ao país asiático.
A Sumitomo tem parcerias comerciais, no Brasil, com marcas como Toyota, Volkswagen, Honda e Iveco. No mundo, também atende Nissan, Ford, Subaru, Audi, Porsche, Mitsubishi e Mercedes-Benz. Além de Fazenda Rio Grande, a empresa que tem mais de 100 anos tem plantas nos Estados Unidos, China, Indonésia, Tailândia, Turquia e África do Sul.
Um dos objetivos desse investimento é aumentar a participação da América do Sul nas vendas da empresa, atualmente concentradas no Japão, América do Norte, Ásia e Europa.
"É uma das maiores empresas do Japão. A Sumitomo faz o pneu Dunlop, conhecido no mundo todo, e vai expandir sua fábrica no Paraná. É uma conquista do Estado, de Fazenda Rio Grande, porque muitos fornecedores dessa fábrica são paranaenses, movimentando também o nosso Interior", afirmou Ratinho Junior.
Esse é o segundo grande investimento da empresa em Fazenda Rio Grande nos últimos anos. Em 2021, em reunião no Palácio Iguaçu, a empresa já tinha anunciado R$ 1 bilhão no incremento da produção. Os dois acordos foram articulados pela Invest Paraná, agência de atração de investimento do Estado vinculada à Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços.
MISSÃO INTERNACIONAL – Esse foi o segundo encontro da missão internacional liderada pelo governador com a Sumitomo. Na quarta-feira (08) o governador Ratinho Junior se reuniu com os diretores do grupo controlador da empresa, que também trabalha no mercado de alimentos. Um dos objetivos da viagem é a expansão da venda de produtos do agronegócio para a Ásia.
PRESENÇAS – Participaram da reunião o secretário estadual de Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros; o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; o secretário estadual de Planejamento, Guto Silva; o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; o diretor de Relações Internacionais e Institucionais da Invest Paraná, Giancarlo Rocco; o coordenador do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes; o deputado federal Luiz Nishimori; o deputado estadual Marcel Micheletto; o presidente da Federação das Indústrias do Paraná, Carlos Valter, e outros representantes do setor industrial paranaense.
Por - AEN
O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (09) o envio emergencial do inseticida CIELO para o Paraná para auxiliar no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
O anúncio ocorreu durante a reunião do Centro de Operações de Emergências (COE) em Saúde Pública da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).
O pedido foi realizado pela Sesa por meio de um ofício enviado ao Ministério no mês passado. De acordo com a pasta federal, o inseticida deve chegar ao Estado na próxima terça-feira (14).
“Agradecemos muito ao governo federal por acolher o nosso pedido de incremento do inseticida. Esse quantitativo irá auxiliar nas ações de bloqueio que já estão sendo realizadas pelos municípios”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
Alguns critérios foram definidos para a distribuição do CIELO às Regionais de Saúde (RS), levando em consideração a incidência de casos prováveis e autóctones de dengue das últimas dez semanas nos municípios; óbitos por dengue; nível de ação de resposta do plano de contingência municipal; casos prováveis de chikungunya; além dos municípios pertencentes à Macro Oeste, que concentram um maior número de casos confirmados.
CIELO é um inseticida de pronto uso utilizado no tratamento espacial de ambientes externos com função específica para a eliminação das fêmeas de Aedes aegypti. A utilização é recomendada apenas em situações de aumento de casos.
CHIKUNGUNYA – Além deste anúncio, foi firmado entre a Sesa e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), por meio do Centro de Inteligência Estratégica para a Gestão Estadual do SUS (Cieges), a implantação de um termo de cooperação em relação à qualificação dos dados para controle da chikungunya no Estado.
“Isso irá possibilitar uma melhor organização para a tomada de decisões qualificadas sobre ações a serem executadas nas regiões mais afetadas, além de qualificar o trabalho de prevenção junto à comunidade”, explicou a diretora de Atenção e Vigilância da Sesa, Maria Goretti David Lopes.
Durante a reunião, também foi apresentado uma nota orientativa que está sendo finalizada pelas áreas técnicas sobre “Chikungunya Congênita – O manejo de gestantes e recém-nascidos no Estado do Paraná”. Ela deve ser publicada na próxima segunda-feira (13).
O Estado já capacitou cerca de 760 profissionais de saúde dos municípios de Foz do Iguaçu e Pato Branco sobre chikungunya. A programação será estendida também para todas as outras regiões do Estado.
Por - AEN
Um acidente entre um trem e um ônibus escolar deixou duas pessoas mortas no final da manhã desta quinta-feira (9), em Jandaia do Sul, norte do Paraná. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros.
Segundo a corporação, o trem bateu na lateral do ônibus, que pertence à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e transportava estudantes da instituição.
A batida mobilizou equipes de socorro de toda a região, como Marumbi e Apucarana.
De acordo com o Samu, também acionado para atender o acidente, outras seis vítimas tiveram que ser intubadas.
Em nota, a concessionária Rumo, responsável pelo trecho da ferrovia onde ocorreu a batida, disse "que lamenta profundamente o acidente e que acionou imediatamente as equipes de atendimento de emergência, também como o Corpo de Bombeiros".
Por- G1
O tempo médio para a abertura de uma empresa no Paraná foi de 17 horas em fevereiro deste ano, praticamente a metade da média nacional para completar esse processo, que é de 1 dia e 9 horas.
Com esse resultado, o Estado alcançou doze meses consecutivos com índice de menos de um dia, em média, para viabilizar um novo negócio privado.
Até fevereiro do ano passado, o tempo médio desde o início do processo até o empreendedor ter o seu CNPJ em mãos era de 1 dia e 2 horas. Março de 2022 foi o primeiro mês em que o tempo para abertura reduziu para menos de um dia, chegando a 21 horas. Desde então, esse período continuou abaixo das 24 horas.
O avanço é muito maior se comparado a janeiro de 2019, quando a Redesim, do governo federal, passou a divulgar as estatísticas dos estados. Naquele mês, abrir uma empresa no Paraná levava, em média, 8 dias e 18 horas, enquanto a média nacional era de 5 dias e 13 horas. O Estado tinha, então, o segundo pior tempo de abertura no País.
Em 2019, o Governo do Paraná lançou o programa Empresa Fácil Paraná e o projeto Junta 100% Digital, que reverteram esse resultado. Os processos de abertura, alterações e baixas de empresas na Junta Comercial do Paraná eram, até então, feito de forma física, e passaram a ser todos digitais.
O Empresa Fácil reduziu a burocracia para a abertura de um novo negócio, tornando todo o processo mais rápido e unificado em um só sistema. Em empreendimentos mais simples, que não precisam de licenças para o funcionamento, o processo é feito totalmente de forma online, através da plataforma Empresa Fácil.
“Quando assumimos a Junta Comercial, em 2019, o Estado ocupava um dos piores lugares no ranking nacional de tempo de abertura de empresas. A partir daquele ano, os processos, que eram analisados de forma física, passaram a ser todos digitalizados”, explica o presidente da Jucepar, Marcos Rigoni. “Isso proporcionou ao empresariado paranaense a possibilidade de abrir uma empresa em menos de 24 horas e, nos últimos anos, temos figurado sempre entre os primeiros lugares no ranking”.
HISTÓRICO – Em outubro do ano passado, o tempo de abertura chegou à menor marca no Estado, com uma média de 14 horas para regularizar um empreendimento. Na variação mensal, a média foi de 21 horas em março, 18 horas em abril, 19 horas em maio, 15 horas em junho, 19 horas em julho, 16 horas em agosto, 15 horas em setembro, 14 horas em outubro, 15 horas em novembro, 16 horas em dezembro, 15 horas em janeiro e 17 horas de fevereiro.
Entre os estados com o menor tempo de abertura, o Paraná é o que tem o maior número de solicitações de novos empreendimentos. Foram 5.026 processos abertos no mês passado, uma média de 179 por dia. É mais do que todas as solicitações do mês no estado de Roraima, que teve o menor tempo do País: foram 6 horas e 176 processos.
Também estiveram bem posicionados no ranking os estados do Sergipe (9 horas / 375 solicitações); Distrito Federal (10 horas / 1.840 solicitações); Espírito Santo (11 horas / 1.035 solicitações); Bahia (12 horas / 883 solicitações); Maranhão (12 horas / 750 solicitações); Pernambuco (13 horas / 1.092 solicitações); Mato Grosso (14 horas / 1.962 solicitações); Rio Grande do Sul (16 horas / 4.010 solicitações) e Mato Grosso do Sul, também com 17 horas, mas com 1.962 solicitações.
BALCÃO ÚNICO – Há pouco mais de um ano, também entrou em funcionamento o Balcão Único da Junta Comercial do Paraná, que permite que o usuário abra uma empresa em minutos. O sistema pode ser usado nas naturezas jurídicas de Empresário Individual e Limitada e o processo é realizado por meio da plataforma Empresa Fácil.
A ferramenta é uma iniciativa do Governo Federal e faz parte das ações do Governo do Paraná para a automatização e desburocratização no registro de empresas, reduzindo o tempo e facilitando o processo para o empreendedor. O sistema centraliza em uma única plataforma todas as etapas da constituição de um empreendimento, desde o registro até o licenciamento de novas empresas, tudo de forma digital.
Por - AEN
Grande parte do quadro de profissionais da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) é composto por mulheres, a exemplo do cenário estadual.
Dos 7.129 servidores, 4.792, ou 67,2%, são do sexo feminino. Elas atuam em todos os setores e também são responsáveis pelas coordenadorias de área e diretorias.
Neste mês alusivo à mulher, o protagonismo feminino faz a saúde paranaense cada vez melhor. A força de trabalho no setor público estadual é voltada à gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), com participação efetiva em várias experiências exitosas para o atendimento à população paranaense.
Um levantamento do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), feito em 2021, por exemplo, apontou que 91,52% dos atendimentos na área da promoção da saúde nos municípios são feitos por profissionais mulheres.
Ou seja, elas foram responsáveis pela vacinação da Covid-19, pelas melhorias no sistema de transplantes, pela regionalização do atendimento, pelas quedas nos índices de mortalidade materno-infantil e pelas campanhas de conscientização para os mais diversos atendimentos, do câncer de mama ao tratamento de doenças raras.
Para o secretário de Estado da Saúde, César Neves, a expressividade delas na saúde é inquestionável. “A gestão municipal é majoritariamente de mulheres. São 240 secretárias municipais de Saúde, 60% da gestão estadual. As mudanças são notórias nos últimos anos, estamos assistindo um ciclo de atendimento e evolução muito grande na nossa área, proporcionando mais qualidade e mais tempo de vida a milhões de pessoas”, afirma.
MULHERES VIGILANTES – A saúde pública estadual está sustentada em um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), sobre a igualdade de gênero e empoderamento de mulheres e meninas, com maior participação em cargos de decisão. Isso leva à expressão: “o SUS é feminino”. Esta é uma frase defendida pela diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti Lopes. Enfermeira por formação, servidora concursada há 36 anos, ela lidera uma equipe multiprofissional de 318 pessoas, 96% mulheres.
“O SUS é feminino pelo número de trabalhadoras na saúde, além de serem usuárias mais frequentes nos serviços de saúde. Essa força feminina é imprescindível, em especial para o SUS, que é esse pacto coletivo de atendimento em todo o País”, reforça.
Atualmente são cinco coordenadorias vinculadas à Atenção e Vigilância, sendo que cada uma delas ramifica-se em quatro diferentes áreas. A Coordenadoria de Atenção à Saúde, por exemplo, engloba a saúde bucal, da família, da mulher, da criança e adolescente, do idoso e da pessoa com deficiência. Todas essas divisões têm mulheres à frente dos cargos.
Esse protagonismo feminino teve ainda mais destaque na pandemia. As informações, orientações, coleta de dados, vacinação, registro de casos referentes à Covid-19, desde o início da crise sanitária até agora, são de responsabilidade de diversos setores, onde prevalece a caneta feminina.
A Coordenação da Vigilância Sanitária, por exemplo, foi responsável pela elaboração de protocolos de segurança para profissionais da saúde e pacientes, além de campanhas de conscientização da população sobre a importância das medidas de prevenção contra a doença e de fiscalização dos serviços de saúde no Estado.
Sob este guarda-chuva também está a Coordenação da Vigilância Epidemiológica, que ficou à frente no combate ao coronavírus para a definição de medidas resolutivas implantadas durante este período.
OCUPANDO ESPAÇOS – Médicas, enfermeiras, técnicas, fisioterapeutas, fonoaudiólogas, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogas, gestoras e diretoras compõem a força de trabalho da Sesa. Apesar da diversidade nas atividades profissionais, existem características comuns entre elas, contribuindo para um perfil eficiente, acessível, humanizado e acolhedor.
Somente nas unidades hospitalares próprias são 2.600 profissionais que fazem parte do efetivo, prestando serviço a milhares de pessoas. No Hospital Infantil Waldemar Monastier, de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, Maria Isabel da Cunha assumiu, há dois anos, a direção da instituição. A unidade é referência no atendimento de pacientes pediátricos de alta e média complexidade.
“O desafio da gestão na área hospitalar está especialmente em adequar a oferta de serviços à necessidade da população. Atualmente a maior dificuldade vivenciada na gestão de um hospital pediátrico é contratar e vincular ao serviço o número de profissionais necessários para atender a demanda existente, especialmente nas subespecialidades pediátricas”, afirma.
O Laboratório Central do Estado (Lacen) figura dentro desta estatística. Célia Fagundes da Cruz, farmacêutica, administra a unidade há 13 anos, na direção geral. O laboratório é referência para a saúde pública no Paraná, onde são feitos os exames voltados à vigilância em saúde, com destaque às doenças infecciosas de notificação obrigatória e análise de produtos sujeitos ao controle sanitário.
“Somos maioria aqui. Num quadro de 90 pessoas são 55 mulheres atuando no sentido de manter o pioneirismo na implantação de novas metodologias, tendo para isso um parque tecnológico atualizado e pessoal altamente capacitado”, acrescenta.
Nas chefias das Regionais de Saúde, o padrão não é diferente. Ao longo dos anos, cada vez mais mulheres são direcionadas ao cargo. Das 22 centrais, cerca de metade estão sob o comando feminino.
DEMAIS ÁREAS – Dentro dessa estatística da Saúde está o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), uma unidade prestadora de serviços da Sesa. Gerido por Liana Labres de Souza, o local cumpre seu papel graças à solidariedade dos voluntários, que diariamente o frequentam para doar sangue.
De acordo com a diretora, somente no ano passado, 208.153 pessoas compareceram para a doação. Desse total, 104.324 eram homens e 103.829 mulheres. Apesar do número de doadores masculino ser maior, proporcionalmente as mulheres doaram mais em 2022, já que podem fazê-lo três vezes ao ano, enquanto os homens podem doar quatro vezes no período.
“A participação das mulheres nos serviços de saúde sempre foi ativa, talvez pela visão acolhedora e abrangente. É essencial que haja essa atuação, principalmente, em cargos de alta gestão. Tenho imensa gratidão por todas as pessoas que doam, mas nesta semana, em especial, meu carinho e agradecimento às voluntárias”, completa Liana.
Mas o trabalho das mulheres na saúde do Estado é ainda mais amplo e chega até mesmo a setores, historicamente, sempre ocupados por servidores homens. Um deles é a Área de Transportes (ATRA), responsável pela gestão da frota de veículos. Elizandra Salomão atua neste segmento e desempenha tarefas que antes eram exercidas prioritariamente por homens.
Sinônimo de quebra de paradigmas, ela acredita que comprometimento e dedicação são a chave do sucesso. “Atuo desde as rotinas administrativas, pertinentes à regularização da documentação dos veículos oficiais até na condução e manutenção dos carros utilizados no transporte das equipes de saúde e pacientes. Coloco a mão na massa mesmo, desde pegar no volante até trocar um pneu que furou, caso necessite”, afirma.
Por - AEN



























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