O Governo do Paraná abre na próxima segunda-feira (20) os lances para o leilão de 150 de veículos recuperáveis e 80 de sucatas de automóveis da frota oficial do Estado que não estão sendo utilizados pela administração pública.
O leilão é organizado pela Secretaria da Administração e da Previdência e contempla os municípios de Curitiba, Colombo e Maringá.
Os cadastros de interessados em participar do leilão e os lances poderão ser feitos até o dia 23 de março, no portal oficial do leiloeiro contratado, no site www.nakakogueleiloes.com.br.
Os lances eletrônicos serão efetuados a partir do valor mínimo definido para cada lote, considerando-se arrematante o licitante que fizer o maior lance por lote. Há uma motocicleta Yamaha HT/225 com lance mínimo de R$ 844,05 a Renault Fluence cujo valor começa em R$ 19.890,00.
O encerramento de lances acontece entre o dia 27 e 29 de março, conforme a numeração: dos lotes 1 a 76, os lances serão encerrados no dia 27/03 às 10h; dos lotes 77 a 153, até às 10h dia 28/03; por fim, o encerramento de lances para os lotes de 154 a 230 será feito às 10h do dia 29/03.
“A expectativa é grande para esse leilão, pois boa parte dos veículos pode ser recuperada, isso com lances iniciais abaixo de R$ 1.000,00, o que torna o certame ainda mais atrativo. Além disso, deixamos de gerar despesas para o estado e os recursos arrecadados voltam para os paranaenses, em outros projetos e soluções”, explica o secretário da Administração, Elisandro Pires Frigo.
Além de cadastro e lances feitos pelo portal oficial, os interessados podem visitar os lotes disponíveis para arremate.
Confira as datas, horários de atendimento e endereços:
Lotes 01 ao 80 – Município de Curitiba – Pátio da IDR-PR (Emater): Rua Engenheiro Gastão Chaves, n.º 162, Santa Cândida - aberto para visita entre os dias 20 e 21, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.
Lotes 081 ao 094 – Município de Curitiba – Pátio da Seab: Rua Dos Funcionários, n.º 1.582, Cabral - aberto para visita dia 2, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.
Lotes 095 ao 122 – Município de Colombo – Pátio da Seed: Estrada da Graciosa, n.º 7.400, Jardim Boa Vista - aberto para visita dia 22, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.
Lotes 123 ao 230 – Município de Maringá – Pátio do IBC: Rua Francisco Ferreira de Miranda, n.º 1.976, Parque Residencial Aeroporto - aberto para visita dia 24, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.
Serviço:
Leilão de veículos e sucatas de automóveis
Data de início: de 20 de março
Data de encerramento (conforme numeração de lotes): 27 a 29 de março
Por - AEN
Atualmente, 1,3 milhão de consumidores possuem saldo disponível para transferir seus créditos do Nota Paraná para uma conta-corrente – são R$ 105 milhões para os contribuintes. O valor mínimo é R$ 25,00. Para fazer o resgate é necessário o cadastramento no portal do programa.
É possível conferir os valores acumulados disponíveis pelo app ou site do Nota Paraná e fazer a transferência para a conta cadastrada.
Os créditos do Nota Paraná podem ser depositados em contas do titular de qualquer banco do Sistema Financeiro Nacional, desde que não seja Bolsa Família, Cartão Cidadão, Conta Fácil, Conta Benefício e Conta Salário.
O Nota Paraná, vinculado à Secretaria de Estado da Fazenda, devolve aos contribuintes cadastrados no programa parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas compras feitas no varejo e, também, faz sorteios mensais que totalizam R$ 5 milhões em prêmios.
CRÉDITOS – O cálculo do crédito de cada nota fiscal é feito sempre no terceiro mês após a compra. Por exemplo, as compras efetuadas em abril de 2022 serão calculadas em julho de 2022, e assim sucessivamente. Esse é o prazo para que as informações necessárias cheguem à Secretaria da Fazenda.
Confira a quantidade de consumidores e os valores a serem resgatados:
1,24 milhão de consumidores – R$ 25,00 a R$ 200,00
73 mil consumidores – R$ 200,00 a R$ 2.000,00
1,6 mil consumidores – Acima de R$ 2.000,00
Por - AEN
A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) está com inscrições abertas até dia 22 de março para o Processo Seletivo da Vagas Remanescentes (Provare) 2023.
O Provare ocorre exclusivamente pela nota da redação, ou seja, é voltado para todos aqueles que tiverem concluído o ensino médio até a data da matrícula. Confira o edital.
O Provare vale para candidatos que tiveram alguma nota superior a zero na redação de uma das última cinco edições Vestibular ou do Enem. Para candidatos que não participaram dessas edições, é permitida a produção de uma redação específica. A redação produzida é corrigida pela Banca Permanente de Correção de Redações do Vestibular da Unioeste (BPR). O texto tem como tema “Escravidão no Brasil do século XXI - causas e possíveis soluções”.
Para essa edição a Unioeste está ofertando os seguintes cursos: Marechal Cândido Rondon - Agronomia/integral, Educação Física/matutino, Geografia/Licenciatura/Noturno, História/matutino, História/noturno; Zootecnia/integral; Toledo - Ciências Sociais/noturno, Engenharia de Pesca/integral, Engenharia Química/integral, Filosofia/noturno, Filosofia/matutino, Química/Bacharel/matutino e Química/Licenciatura/Noturno.
Os candidatos interessados precisam acessar o site www.unioeste.br/provare e seguir o passo a passo que está descrito em edital, assim como identificar quais cursos e quantas vagas estão disponíveis para ingresso, via Provare. Não há taxa de inscrição.
O resultado será divulgado no dia 28 de março e as matrículas devem ser realizadas até o dia 30 de março. As aulas iniciam ainda este mês.
Por - AEN
Há três anos, os paranaenses se depararam com um dos maiores desafios relacionados à saúde pública registrados na história recente: a Covid-19. Para enfrentá-la só havia uma solução: a vacina.
Desde o surgimento da doença, uma força-tarefa mundial se desdobrou para produzir uma vacina eficaz contra o coronavírus. Ela começou a ser aplicada no mundo ainda no final de 2020 e no Brasil chegou no começo de 2021.
No Paraná, o marco foi em 18 de janeiro, data que trouxe comoção e esperança à população, e, principalmente, aos profissionais da área da saúde que estavam na linha de frente no atendimento aos pacientes.
A pandemia já dura mais de mil dias e durante esse tempo houve novas variantes, mas com menos letalidade, especialmente com o aumento no número de pessoas vacinadas. Desde a aplicação da primeira vacina até agora, o Paraná registrou mais de 29 milhões de doses utilizadas no público acima de seis meses de idade. Para se chegar a esse número, foram utilizados sete imunizantes diferentes, destinados para várias faixas etárias estabelecidas.
No início, as vacinas CoronaVac, AstraZeneca, Janssen (dose única) e Pfizer, todas para adultos e grupos específicos, foram utilizadas de maneira escalonada. Depois, com o avanço das pesquisas científicas, as farmacêuticas ampliaram e desenvolveram doses aplicáveis em adultos, bebês, crianças, adolescentes, até chegarem às vacinas bivalentes.
Atualmente, o Brasil possui uma vacina bivalente autorizada pela Anvisa, da Pfizer. As bivalentes podem ser consideradas uma segunda geração do imunizante, ou seja, são aquelas que possuem em sua composição a cepa original e subvariantes. No caso desta vacina, a bivalente protege também da variante Ômicron, atualmente predominante no mundo.
Tanto as bivalentes quanto as monovalentes (da primeira distribuição), agem do mesmo modo no organismo, na defesa contra o vírus Sars-CoV-2. Essas vacinas estão sendo aplicadas no momento em idosos acima de 60 anos, pessoas imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições de longa permanência, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, e pessoas com deficiência permanente. Trabalhadores da saúde, gestantes e puérperas, a população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional deverão ser vacinados já nas próximas semanas.
“Já são mais de dois anos de vacinação e três desde o início da pandemia. Somente após a aplicação das doses é que conseguimos ver os casos se tornarem menos graves e os óbitos diminuírem. Se não fosse a vacina, não teríamos esse cenário que temos hoje. Foi um grande pacto coletivo pela retomada da normalidade e agora estamos na fase da retomada desse pacto, com as bivalentes, o que vai garantir um futuro ainda mais tranquilo para todos nós”, lembrou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
EVOLUÇÃO – As chegadas dos primeiros aviões e a aplicação das primeiras doses gerou, em grande parte da população, euforia, pois, agora distante, foi o que permitiu o início de uma flexibilização no confinamento das pessoas. Após a completude do chamado esquema vacinal primário, composto por duas doses ou dose única, vieram as doses de reforço (DR) para complementar a proteção.
A DR é recomendada para pessoas a partir de cinco anos. Para essas crianças, até 11 anos, por exemplo, deve ser usada a vacina pediátrica da Pfizer. Uma segunda dose de reforço é recomendada, no Paraná, para a população acima de 18 anos, elevando ainda mais a proteção. Com o avanço da quarta dose, por exemplo, o Paraná retirou a obrigatoriedade do uso de máscara.
O esquema vacinal para pessoas imunocomprometidas e crianças de seis meses até quatro anos é diferenciado em relação ao da população em geral, sendo composto por três doses.
Em novembro do ano passado, crianças de seis meses a dois anos e 11 meses foram contempladas com a dose “baby”, da fabricante Pfizer, com composição e dosagem diferentes das pediátricas. Para crianças de 3 a 4 anos foi autorizada a aplicação da CoronaVac, duas doses, com intervalo de 28 dias.
Os dados do Vacinômetro nacional desta segunda-feira (13) registram ao todo 29.003.014 doses aplicadas no Estado, sendo 10.280.846 primeiras doses (D1), 9.483.283 segundas doses (D2), 339.738 doses únicas (DU) e 6.466.143 doses de reforço (DR).
Das crianças de 5 a 11 anos, 828.124 já receberam a D1, o que representa cerca de 75,9% deste público e 30.580 bebês iniciaram o esquema vacinal com a primeira dose. Da população elegível para o reforço com as vacinas bivalentes, 85.881 paranaenses já receberam o imunizante.
O Paraná é um dos cinco estados do Brasil que mais vacinou em números absolutos, tanto nas primeiras e segundas doses quanto nas doses de reforço. Ainda assim, existem 1,9 milhão de pessoas que não receberam nenhuma dose ou não completaram o esquema vacinal primário contra a Covid-19.
ESFORÇO COLETIVO – A distribuição aos municípios e aplicação de todo esse quantitativo de doses somente foi possível graças à organização da logística do Estado, envolvendo diversas frentes do Governo para armazenamento e descentralização de vacinas em tempo recorde.
O trajeto do Aeroporto Afonso Pena, encaminhamento para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), conferência e divisão para todos os 399 municípios, acompanhado de perto por milhares de pessoas, permanece.
Além da logística, um dos acertos que fizeram o Paraná se destacar nacionalmente na vacinação foram as campanhas instituídas pelo Governo. As iniciativas “De domingo a domingo” e “Corujão da Vacinação” garantiram que centenas de paranaenses fossem imunizados aos finais de semana e em horários alternativos.
Por -AEN
O Governo do Estado, por meio do Instituto Água e Terra (IAT), vai intensificar a fiscalização em relação ao descarte de embalagens vazias de agrotóxicos no Paraná.
Uma do órgão, publicada no Diário Oficial do Estado nesta segunda-feira (13), estabelece aplicação de multas para o produtor que não fizer corretamente a tríplice lavagem dos recipientes com água limpa ou não entregar o material nos postos de recolhimento para encaminhamento às Centrais de Recebimentos de Embalagens no Estado, a chamada logística reversa.
Conforme a portaria do IAT, o valor da multa tem base no Art. 62 do Decreto Federal 6.514/2008, de R$ 5 mil ao produtor e mais R$ 100 por embalagem vazia descartada incorretamente. A destinação incorreta dos materiais vazios causa intoxicações à população e danos ao meio ambiente. O Paraná conta atualmente com 12 centrais e 58 postos de recebimento das embalagens de agrotóxicos.
Até agora, a ação do Estado era de conscientização e orientações ao produtor na ocasião da compra, de como lavar e onde entregar a embalagem, bem como do prazo para esses procedimentos. Este trabalho era feito pelo antigo Instituto das Águas, que não tinha o poder de autuar. "Com a incorporação do Instituto das Águas ao IAT, que é órgão fiscalizador, com poder de polícia administrativa, estamos adotando todos os procedimentos para o cumprimento da legislação vigente", explica o gerente de Monitoramento e Fiscalização do IAT, Álvaro Cesar de Goes.
“É obrigação do produtor rural dar um destino correto às embalagens do agrotóxico utilizado na propriedade. Lavar corretamente as três vezes, conforme orientação técnica que recebe nos postos de venda e no receituário agronômico, e devolver as embalagens no local adequado para descarte”, afirmou Goes. "Apertaremos a fiscalização e, com o apoio da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, queremos que a informação correta sobre esse procedimento chegue a todas as pessoas que usam esses produtos”.
RECICLAGEM – A partir da entrega feita pelo produtor, o material estocado nos postos de recolhimento é encaminhados às centrais de triagem para o processo de prensagem e trituração das embalagens. Após a prensagem, os recipientes seguem para as recicladoras. As embalagens não Tríplice Lavadas são levadas para incineradores licenciados para este fim.
Os postos de recebimento são de responsabilidade dos revendedores e as centrais de triagem ficam sob o comando das associações dos revendedores de agrotóxicos e das indústrias. O Instituto Nacional de Embalagens Vazias (INPEV) é responsável pelo transporte das embalagens tanto dos postos para as centrais quanto das centrais para a reciclagem e para destruição.
Veja o passo a passo de como funciona o processo correto de descarte:
1. O agricultor faz a tríplice lavagem da embalagem com água limpa assim que o recipiente é esvaziado, usando esta água de lavagem para pulverização;
2. Entrega a embalagem com tríplice lavada nos postos de recebimento dos revendedores de agrotóxicos em até um ano após a compra;
3. As embalagens são armazenadas nos postos em local seco e seguro;
4. O INPEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) recolhe as embalagens vazias nos postos e encaminha para as centrais de triagem;
5. Nas centrais de triagem, as embalagens de agrotóxicos de papelão, plástico e metal são prensadas e as de vidro trituradas;
6. O INPEV transporta o material para indústrias recicladoras e para os incineradores licenciados. As embalagens plásticas transformam-se em conduítes (tubulação para instalação elétrica na construção civil), e em outros materiais autorizados.
Por - AEN
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu 1.956 quilos de maconha na noite de sábado (11), na BR-277, em Cascavel, no Oeste do Estado. O motorista, de 39 anos, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.
A droga estava escondidas no fundo falso de um caminhão que transportava frango congelado. Estima-se um prejuízo de cerca de R$ 2,5 milhões ao crime organizado. O homem disse que levaria a maconha até o Estado de São Paulo.
A delegada da PCPR Ana Cristina Ferreira ressaltou a importância do trabalho conjunto entre as polícias. “Essa apreensão demonstra que a integração entre as forças de segurança é fundamental no combate à criminalidade, trazendo resultados cada vez mais expressivos”, disse. As investigações seguem a fim de identificar e prender outros envolvidos na organização criminosa.
DENÚNCIAS - A PCPR solicita a colaboração da população com informações que auxiliem em investigações contra o tráfico de drogas. As denúncias podem ser feitas, de forma anônima, pelos números 197 da PCPR ou 181 do Disque-Denúncia.
Por - AEN



























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