Começaram nesta segunda-feira (7) e ficam abertas até 16 de abril as inscrições para professores da rede estadual no processo de alteração de regime de trabalho, a chamada dobra de padrão, que permitirá a ampliação da jornada de 20 horas para 40 horas semanais. A mudança pode beneficiar 2 mil professores. As inscrições devem ser feitas pelo site oficial da Secretaria de Estado da Educação.
“Será um salto na carreira e também na vida financeira dos profissionais. Esta é mais uma forma do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação (Seed), de valorização dos nossos professores, tão fundamentais para os avanços educacionais que temos obtido ao longo dos últimos anos”, afirma o secretário da Educação, Roni Miranda.
Este é o primeiro edital para dobra do regime de trabalho em mais de 15 anos. O último é do ano de 2009. A medida era uma reivindicação muito aguardada pela categoria e reforça o compromisso do Estado com a qualidade da educação.
“Fora o impacto financeiro para o professor, que passa a ganhar mais, a dobra de padrão vai estreitar os vínculos dos profissionais da educação com os alunos e com a escola. Um professor pode acompanhar uma turma por mais tempo, conhecendo a fundo suas competências e dificuldades”, acrescenta o secretário.
EDITAL – O edital oferece 2 mil vagas, distribuídas por todo o Estado. O resultado final será divulgado até o final de maio, com efetivação no sistema estadual de ensino no segundo semestre de 2025.
As vagas contemplam os componentes curriculares de Arte, Biologia, Ciências, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa, Matemática, Pedagogia, Química e Sociologia e também são para a Educação Especial.
CRITÉRIOS – A classificação será única em nível estadual e levará em consideração três critérios: suprimento de carga horária (30% da pontuação), idade do candidato (40%) e nível e classe (30%).
Em caso de empate, serão considerados, na ordem, o maior tempo de serviço na linha funcional, o maior nível de classe e a maior idade. O período analisado para os critérios da seleção abrange de 1º de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2024.
MAIS VAGAS – Neste ano, já foram convocados mais de 1,1 mil professores e pedagogos aprovados no último concurso público realizado pelo Estado. Contabilizando as convocações, desde 2023, já são mais de 4,5 mil profissionais.
Em março, o Estado também repassou R$ 150 milhões a mais para 1,5 mil colégios pelo programa Escola Mais Bonita. O aporte ajuda na realização de serviços essenciais nas estruturas das escolas, como reparos em alvenaria, nos sistemas hidráulicos e elétricos ou adaptações para acessibilidade.
Além disso, o Estado acaba de ampliar para 2 mil vagas em 2026 o maior programa de intercâmbios entre todas as redes estaduais de ensino do Brasil. Somente em 2025, o Ganhando o Mundo está enviando 1,3 mil alunos para estudar ao longo de um semestre letivo em países de língua inglesa, com todas as despesas pagas.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) vai ajudar as prefeituras de todo o Paraná a otimizar a captação de recursos públicos por meio do Índice de Participação dos Municípios (IPM).
Trata-se de uma iniciativa de capacitação realizada pela Escola Fazendária (EFAZ) voltada para prefeitos e servidores municipais para estimular o desenvolvimento de ações que se revertam em um aumento de receita em suas cidades.
O IPM é usado para definir a participação de cada cidade na composição da economia paranaense. De acordo com a legislação, 25% do total arrecadado do ICMS é repassado aos municípios — e o IPM serve para calcular o tamanho da fatia reservada para cada prefeitura.
A ideia do curso "Entendendo e Aplicando o Índice de Participação dos Municípios (IPM)" é permitir que os gestores públicos consigam aumentar essa participação e, consequentemente, ampliem os recursos municipais que vão ser revertidos em serviços básicos como saúde, educação e segurança.
O treinamento será realizado de forma online a partir das 14h do dia 15 de abril pelo canal do YouTube da Escola Fazendária.
“Entender e aplicar corretamente o IPM é essencial para garantir uma distribuição mais justa dos recursos e possibilitar um planejamento financeiro mais eficiente para os municípios”, afirma Francisco de Assis Inocêncio, chefe da Assessoria de Assuntos Econômico-Tributários da Sefa.
Segundo ele, essa é a oportunidade ideal para que os gestores municipais entendam o funcionamento desse dispositivo e troquem experiências sobre ações bem-sucedidas.
O curso abordará desde os fundamentos legais e econômicos do IPM, a forma como ele é calculado e os fatores que podem influenciar sua distribuição. Também serão apresentadas estratégias para que os gestores municipais possam aumentar a participação de seus municípios neste repasse, garantindo mais investimentos para a população.
“A correta compreensão dos critérios que compõem o IPM é essencial para uma gestão fiscal eficiente. O curso foi estruturado para capacitar os agentes públicos a interpretar os componentes do IPM, identificar oportunidades de melhoria e implementar ações que resultem no aumento da receita municipal”, destaca o coordenador da capacitação, Agemir de Carvalho Dias.
Serviço:
Data: 15 de abril de 2025
Horário: 14h às 16h
Local: Transmissão pelo canal do YouTube da EFAZ
Por - Agência Brasil
Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) mostra que 85.934 vacinas contra a gripe foram aplicadas no Paraná em apenas uma semana.
A Campanha Nacional de Imunização contra a Influenza deste ano foi adiantada no Estado e iniciou na última terça-feira, dia 1º de abril. No Brasil ela começou de maneira oficial nesta segunda-feira (7).
O público-alvo para a vacinação da gripe no Paraná é de 4.931.410 pessoas. A meta estipulada pelo Ministério da Saúde é atingir, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários para vacinação de rotina contra influenza, são eles: crianças, gestantes e idosos. Até o momento, o Paraná já recebeu e distribuiu para os 399 municípios, 1.176.000 doses. Ainda esta semana, o Estado deve receber um novo lote com 900 mil vacinas.
No ano passado o Estado atingiu 58,93% de cobertura vacinal dos grupos prioritários e 75,01% de cobertura dos povos indígenas vivendo em suas terras, atingindo o 4º lugar no ranking de estados que mais vacinaram em números absolutos com um total de 3.447.319 doses, atrás do Rio de Janeiro (3.926.506 doses), Minas Gerais (6.422.449 doses) e São Paulo (13.075.736 doses).
“Queremos vacinar o maior número possível de pessoas dentro de cada grupo prioritário e evitar que mais paranaenses sejam acometidos pelo vírus da influenza. Contamos com o apoio de todos os municípios em mais uma campanha, para que realizem ações estratégicas em suas regiões, possibilitando mais acesso as vacinas”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
A vacinação contra a gripe iniciou primeiro nas regiões Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste e no segundo semestre vai acontecer na região Norte. O objetivo é acompanhar a circulação do vírus em cada região.
GRUPOS – A vacinação contra a Influenza deve ser feita em crianças a partir de seis meses até menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes, trabalhadores da saúde, puérperas, professores dos ensinos básico e superior, povos indígenas, pessoas em situação de rua, profissionais das forças de segurança e de salvamento e integrantes das Forças Armadas.
Além desses, também poderão receber a vacina indivíduos com doenças crônicas não transmissíveis ou condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte rodoviário coletivo urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema de privação de liberdade e a população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas entre 12 e 21 anos.
DADOS – Segundo o 2º Informe Epidemiológico de Monitoramento dos Vírus Respiratórios, publicado pela Sesa em março deste ano, o Paraná registrou 50 casos e cinco óbitos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) por Influenza, sendo quatro óbitos por Influenza A (H1N1) e um óbito por Influenza B.
Por -AEN
A temporada de sopas, japonas e pantufas foi liberada neste fim de semana. 25 cidades registraram a menor temperatura do ano entre sábado (5), domingo (6) e esta segunda-feira (7).
O ar frio vai permanecer ao longo desta semana no Oeste, Leste e na metade Sul do Estado, mas na região Norte as temperaturas devem chegar aos 30°C. Outro destaque da semana são os temporais no Interior, causados por áreas de instabilidade já entre a noite de segunda e a madrugada de terça-feira.
A menor temperatura foi em Palmas, no sábado: 5,9°C. Além de Palmas, no mesmo dia, outras 16 cidades tiveram a menor temperatura do ano até aquele momento: Altônia: 15,4°C; Antonina: 17,3°C; Cascavel: 13,5°C; Capanema: 14°C; Cruzeiro do Iguaçu: 14,1°C; Curitiba: 12,3°C; Foz do Iguaçu: 11,6°C; Francisco Beltrão: 11,2°C; Guaíra: 14,3°C; Loanda: 18,8°C; Palmital: 14,3°C; Pato Branco: 10,9°C; Ponta Grossa: 13°C; Santa Helena: 13,9°C; São Miguel do Iguaçu: 13,3°C; e União da Vitória: 12,6°C.
No domingo, Cascavel e Loanda registraram temperaturas ainda menores: 13,4°C e 17.9°C, respectivamente. Além destas duas cidades, outras cinco tiveram as menores temperaturas do ano até aquele momento: Apucarana: 14.9°C; Cianorte: 16.8°C; Maringá: 15.3°C; Paranavaí: 17.2°C; e Santo Antônio da Platina: 15.2°C.
Nesta segunda-feira, Cascavel e Loanda seguiram registrando recordes de temperatura mínima para 2025: 13.1°C e 17,6°C, respectivamente. Já Cianorte e Paranavaí tiveram o segundo dia de temperaturas mínimas recordes para 2025: 16.2°C e 17°C, respectivamente. Outras três cidades tiveram nesta segunda-feira as menores temperaturas do ano: Assis Chateaubriand: 15.9°C; Cândido de Abreu: 14.5°C; e Cerro Azul: 13.1°C.
PREVISÃO – A segunda-feira amanheceu com maior cobertura de nuvens no Centro-Sul, nos Campos Gerais e na faixa Leste do Paraná. “Alguns chuviscos ocasionais, algumas pancadas de chuva de fraca intensidade ao longo do dia devem dar lugar ao sol entre nuvens. No Interior o sol aparece já durante esta manhã, o que favorece o aquecimento durante o dia. No Norte e Noroeste as temperaturas máximas devem ficar ao redor dos 28°C a 30°C”, explica Leonardo Furlan, meteorologista do Simepar.
A situação muda entre a noite de segunda-feira e a madrugada de terça. “Áreas de instabilidade avançam sobre as regiões Oeste, Sudoeste e Sul do Paraná devido a formação de um sistema de baixa pressão no Rio Grande do Sul, que já provoca chuva e temporais localizados. Ao longo de terça-feira estas instabilidades avançam por todas as regiões paranaenses, provocando pancadas de chuva pontualmente intensas, inclusive na Capital”, ressalta.
O tempo permanece instável na quarta-feira, com pancadas de chuva no Norte, Centro e Leste do Paraná. “Deve chover com mais intensidade na Capital. As temperaturas se elevam um pouco mais na faixa Norte, na divisa com São Paulo, onde devem chegar aos 30°C. No Oeste, Sudoeste e Sul, com a maior cobertura de nuvens e com o repique do ar mais frio as máximas não ficam tão elevadas com relação a segunda e terça-feira , ficando na faixa dos 23°C a 25°C”, detalha.
Esse ar frio continua na quinta-feira, trazendo temperaturas mínimas mais baixas que as do início da semana. No extremo sul, em cidades como Palmas e General Carneiro, a previsão de temperaturas mínimas na quinta é entre 8°C e 9°C. Na região de Pato Branco, Francisco Beltrão e Capanema, as mínimas ficarão entre 14°C e 15°C. Na capital, a previsão é de mínimas na faixa dos 15°C.
“As temperaturas se elevam um pouco mais no Noroeste e Norte do Estado. A influência do retorno deste ar mais frio não é tão pronunciada nestas áreas, que devem ter máximas na casa dos 31°C graus na quinta e na sexta-feira. O ar frio permanecerá na sexta na metade Sul do Estado, no Oeste e na Região Metropolitana de Curitiba, com mínimas mais baixas e o retorno da umidade, que deve favorecer maior cobertura de nebulosidade durante a manhã e a noite e alguns chuviscos ocasionais nestas regiões”, conta Furlan.
SIMEPAR – Com uma estrutura de 120 estações meteorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas meteorológicas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.
Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.
Por - AEN
De janeiro a março deste ano, o Paraná registrou 12.945 casos e 62 mortes por Covid-19. O número de óbitos é três vezes maior do que as mortes registradas por dengue no mesmo período no Estado (19 casos).
Os dados fazem parte de um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) e alertam para a importância da vacinação contra a Covid-19, mesmo após o fim da pandemia.
Em relação ao mesmo período do ano passado (janeiro ao começo de abril), com 55.147 casos e 153 óbitos, houve uma diminuição significativa, mas ao longo de 2024 foram 104.959 casos e 277 óbitos no Paraná, patamares ainda muito altos.
O agravamento dos casos de Covid-19 pode ser prevenido com a imunização. A vacina que previne a doença está disponível em todo o Estado e a população deve ficar atenta para manter o reforço do imunizante no período indicado para cada grupo.
“Há alguns anos havia uma ansiedade muito grande pela vacina contra a Covid-19 e depois, com a normalização do vírus, as pessoas infelizmente deixaram de se vacinar. É importante relembrar que a doença continua circulando em todo o mundo e aqui não é diferente. Temos vacinas disponíveis e vacina boa é vacina no braço, por isso pedimos que quem ainda não atualizou a carteirinha, procure uma unidade de saúde mais próxima e faça a imunização”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
A vacina é indicada para crianças de seis meses a menores de cinco anos com duas e três doses, dependendo do fabricante do imunizante disponível, idosos acima de 60 anos com duas doses por ano, gestantes com uma dose por gestação, grupos especiais com uma dose por ano (trabalhadores de saúde, por exemplo), pessoas imunocomprometidas (a partir de seis meses de idade) primeiramente com três doses no esquema primário e depois com duas doses anuais, população geral de cinco a 59 anos de idade com uma dose por ano.
Com mais de 18,8 milhões de doses aplicadas, a cobertura vacinal geral da Covid-19 no Paraná é de 88,11% com duas doses, 57,77% com três doses e apenas 20,57% com quatro doses. A maior preocupação é com as crianças abaixo de cinco anos de idade. No grupo de seis meses a dois anos, apenas 41,8% tomaram duas doses e 14,2% tiveram três doses. Já na faixa etária de três a cinco anos, 33,9% possuem duas doses e 16,6% tem três doses. Os dados podem ser consultados AQUI.
ÓBITOS DE IDOSOS – Dentre os óbitos, 51 são de idosos. Dois deles não tinham nenhum registro de vacina; 49 tinham tomado pelo menos uma dose, mas apenas quatro tinham vacinas registradas nos primeiros meses de 2024, ou seja, todos os óbitos nesta faixa etária não estavam com a dose de reforço em dia, e, portanto, estavam desprotegidos.
Três mortes foram na faixa etária de 20 a 49 anos, um com vacina em 2021, outro em 2022 e outro em 2024. Na faixa etária de 50 a 59 anos, quatro pessoas morreram, todas elas não tinham vacinas registradas desde 2022. Os quatro óbitos de crianças (três de 1 a 4 anos e um de 11 meses de idade) não tinham registro de vacina.
Por - AEN
O Paraná exportou US$ 14,2 bilhões em alimentos e bebidas para , de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços organizados e analisados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).
O número de países interessados nos produtos paranaenses e a variedade comercializada reforçam a vocação do Estado de ser um dos principais e mais completos fornecedores de alimentos do planeta.
Ao longo do período, a China foi o principal importador de alimentos e bebidas do Paraná, com US$ 5,4 bilhões de produtos deste segmento comercializados, representando 37,9% da pauta de vendas para o Exterior. Na sequência estão o Irã (US$ 473 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 471 milhões), Coreia do Sul (US$ 441 milhões), Holanda (US$ 385 milhões), Indonésia (US$ 376 milhões), Japão (US$ 353 milhões), Índia (US$ 330 milhões), México (US$ 306 milhões) e Arábia Saudita (US$ 288 milhões).
O Paraná também exportou muitos produtos para a União Europeia ao longo do ano passado, com França (US$ 208,4 milhões), Alemanha (US$ 208 milhões), Turquia (US$ 200 milhões), Reino Unido (US$ 142 milhões), Espanha (US$ 127 milhões) e Eslovênia (US$ 101 milhões) liderando o comércio. Para os Estados Unidos foram vendidos US$ 117 milhões. Países sul-americanos também estão bem representados na pauta do comércio exterior: Chile (US$ 152 milhões), Uruguai (US$ 95 milhões) e Peru (US$ 71 milhões).
Ao longo dos últimos seis anos, a estratégia do governador Carlos Massa Ratinho Junior de consolidar o Paraná como um grande fornecedor de alimentos para todas as regiões do mundo tem surtido efeito. Em valores totais, as exportações de alimentos e bebidas do Paraná cresceram muito em relação a 2019. Naquele ano, 22 países importavam US$ 50 milhões ou mais em alimentos do Paraná. No mesmo período de 2024, 40 países superaram a marca de US$ 69 milhões.
PRODUÇÃO EM ALTA – Os dados de exportação e comércio internacional são reflexo do aumento da produção das principais cadeias do Estado. A produção de ovos para consumo, por exemplo, era de 191,866 milhões de dúzias em 2023 (ou 2,302 bilhões de unidades) e aumentou para 202,874 milhões de dúzias produzidas (ou 2,434 bilhões de unidades) em 2024.
O Paraná também liderou o crescimento nacional da produção de frangos e suínos no ano passado, de acordo com as Estatísticas da Produção Pecuária de 2024, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Estado produziu 53,3 milhões de frangos e 281,4 mil cabeças de suínos a mais em 2024 em relação a 2023, além de acumular altas também na produção bovina, de ovos e de leite.
Na avicultura, o Estado se mantém como líder absoluto, sendo responsável por 34,2% da produção de frango no País. O setor teve um crescimento de 2,47% no abate em relação ao ano anterior, somando mais de 2,2 bilhões de aves produzidas no ano passado no Paraná, superando o recorde de 2023, quando esse número chegou 2,15 bilhões de unidades.
Já na suinocultura, o Paraná diminuiu a diferença com Santa Catarina e se manteve com a segunda maior produção. Enquanto o Paraná teve um aumento de 2,32% em relação ao ano anterior, totalizando 12,4 milhões de porcos abatidos em 2024, o estado vizinho teve queda de 0,08% nos abates, com 16,6 milhões de cabeças de suínos abatidas.
O Paraná também é o maior produtor de feijão e recentemente tem se caracterizado também como um exportador importante. Em 1997, a exportação paranaense somou apenas 277 toneladas. Em 2024, a as exportações somaram 71 mil toneladas, superando em mais de cinco vezes o número registrado em 2023.
Por - AEN

























