A governadora Cida Borghetti anunciou neste sábado dia 09, em Guaíra, a medida do Governo do Estado que estende a regra de isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedida a estabelecimentos comerciais com regime aduaneiro de loja franca.
Estes estabelecimentos são os chamados “freeshop”, às lojas de produtos importados que tenham sede em cidades-gêmeas de municípios estrangeiros.
A medida, que visa estimular a economia e o crescimento dessas regiões, beneficia Guaíra, que é cidade gêmea de Salto del Guairá, no Paraguai; Foz do Iguaçu, na tríplice fronteira; Barracão e Santo Antônio do Sudoeste, fronteira com a Argentina.
A governadora disse que com o benefício são esperados novos investimentos nessas regiões de fronteira, atraindo um maior número de turistas e ampliando a geração de emprego e renda para a população desses municípios. “Essa medida amplia os investimentos, movimenta o comércio e o turismo e faz a moeda girar para criar riquezas no nosso Estado”, disse a governadora. “É uma grande oportunidade para fomentar o comércio brasileiro e, principalmente, gerar empregos formais em Guaíra para que os nossos trabalhadores não precisem atravessar a ponte atrás de oportunidades’, acrescentou.
Com a medida, o Paraná se junta a Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, que já implantaram o mesmo benefício nas cidades fronteiriças de suas regiões. Para o prefeito da Guaíra, Heraldo Trento, essa decisão vai impactar no desenvolvimento da cidade como um todo. Segundo ele, isso atrairá mais investimentos e consequentemente trabalho, renda e desenvolvimento. “Teremos a possiblidade de ter um comércio como no Paraguai, dentro da nossa cidade. Será um salto econômico como nunca visto antes”, afirmou.Com AEN)
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A produção industrial no Paraná cresceu 12,8% no mês de abril deste ano, em comparação com o mesmo mês de 2017, o que coloca o Estado acima do índice nacional.
No mesmo período, o crescimento da produção industrial no Brasil foi de 8,9%. Os setores que impulsionaram o crescimento paranaense foram o de bebidas (40,7%), seguido por veículos automotores (28,8%), material elétrico (25,1%) e derivados de petróleo e biocombustíveis (24%).
Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes). "Considerando os resultados setoriais, não há dúvida de que os vultosos investimentos realizados nos últimos anos, com o apoio do Governo do Estado, contribuíram sobremaneira para o desempenho recente da indústria do Paraná", afirmou o diretor-presidente do Ipardes, Júlio Takeshi Suzuki Júnior.
Na comparação de abril com o mês de março, a variação na produção industrial paranaense também ficou acima do índice nacional. No Estado, houve um crescimento de 3,3%, enquanto no País o aumento foi de apenas 0,8%.
QUADRIMESTRE – Segundo a pesquisa, no período entre janeiro e abril de 2018 a produção industrial do Paraná cresceu 2,2% em relação ao mesmo período do ano passado. No quadrimestre, os setores que mais se destacaram foram os de veículos automotores (16,5%), de minerais não metálicos (12,5%), de produtos de madeira (12%) e de papel e celulose (9,5%). Neste período, o crescimento na produção industrial nacional foi de 4,5%. (AEN)
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Um estudante de 16 anos morreu eletrocutado ao atender o celular enquanto o aparelho estava sendo carregado em um computador de uma escola de Tianguá, no noroeste do Ceará, nesta quinta dia 07.
Iago Aguiar Mendes era aluno do 2º ano do ensino médio do Colégio Santa Maria e assistia a uma aula de Informática quando sofreu a descarga elétrica. O adolescente chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Maternidade Madalena Nunes, mas não resistiu ao choque e morreu.
A Polícia Civil de Tianguá informou ao Estado na tarde desta sexta-feira, 8, que ainda aguardava o resultado do laudo do Instituto Médico Legal para confirmar a causa da morte do garoto.
Em sua página no Facebook, o Colégio Santa Maria lamentou o caso “Iago esteve conosco desde seus primeiros passos na escola até hoje”, escreveu a escola. “O Colégio Santa Maria, por meio da direção, professores, funcionários, colegas e comunidade, une-se à família de Iago, lamentando profundamente esta fatalidade.”
Amigos e colegas do adolescente também lamentaram nas redes sociais a morte. “Por que se foi, irmão? Quanta saudade vai deixar, não entendi por que teve que ser. Deus está precisando de ti”, escreveu uma garota no Instagram de Iago.
“Conhecia esse menino, uma bênção do Senhor, estou muito triste, não pensei que esse menino ia nos deixar agora”, publicou outro adolescente. (Com Banda B)
Uma colheitadeira recém-comprada pegou fogo no fim da manhã desta sexta dia 08, em uma lavoura em Cascavel.
Segundo informações, o equipamento é novo, e quando o agricultor ligou a máquina para colher a plantação de milho ela começou a pegar fogo.
Não se sabe ainda porque o fogo começou. Dois caminhões do Corpo de Bombeiros foram acionados para controlar as chamas, que geraram uma coluna preta de fumaça que podia ser vista de longe.
Uma pequena quantidade de plantação ao redor do equipamento foi danificada pelo fogo, e ninguém se feriu. (Com Catve)
Será liberada nesta sexta dia 08, a partir das 9h, a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2018. O lote contempla também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017, informou a Receita Federal.
O crédito bancário para 2.482.638 contribuintes será feito no dia 15 de junho, totalizando R$ 4,8 bilhões. Terão prioridade para receber a restituição 228.921 idosos acima de 80 anos, 2.100.461 contribuintes entre 60 e 79 anos e 153.256 com alguma deficiência física ou mental ou doença grave.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora, orientou a Receita.
Há ainda aplicativo para tablets e smartphones que facilita a consulta às declarações e à situação cadastral no CPF.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não resgatar nesse prazo, deverá fazer um requerimento, pela internet, utilizando o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá entrar em contato pessoalmente com qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. (Com Agência Brasil)
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O Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019 anunciado nesta quarta dia 06, no Palácio do Planalto trouxe boas perspectivas para o Paraná. O governo federal liberou R$ 194,37 bilhões para o crédito rural, e aproximadamente 14% deste valor deverá ser pleiteado pelos produtores paranaenses.
Para o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, George Hiraiwa, que esteve presente no lançamento do Plano em Brasília, essas mudanças vão ajudar a impulsionar o plantio e motivar os produtores. "As taxas de juros em percentuais menores certamente vão provocar uma retomada nos investimentos que vinham em um ritmo mais lento, com a Selic em movimento decrescente e as taxas de crédito rural muito elevadas", disse.
Outro destaque é a venda da produção de commodities, como milho e soja, com preços internacionais sustentados na Bolsa de Chicago e o câmbio favorável às exportações. Essas duas variáveis são fatores fortes e de sustentação ao agronegócio brasileiro, e devem impulsionar a atividade.
Na avaliação do chefe do Deral, Francisco Carlos Simioni, o Plano Agrícola vem de forma motivadora. Entre os pontos que chamam a atenção, está o fortalecimento das linhas de crédito, em especial ao setor cooperativista, como a abertura de nova linha para capital de giro para as cooperativas ligadas à atividade leiteira, considerando que o Paraná ocupa a segunda colocação no Brasil entre os principais produtores de leite, ficando atrás apenas de Minas Gerais. A nova linha de até R$ 50 milhões por cooperativa/ano vem ao encontro do processo de melhoria e consolidação tecnológica para a atividade. Outro destaque é a inclusão da piscicultura no custeio agropecuário, setor que está em grande expansão no Estado. "Esses são pontos muito importantes, considerando a forte vocação cooperativista do Estado e a expectativa de manutenção do crescimento do setor", afirmou Simioni.
DEMANDA NO PARANÁ - Tradicionalmente, o Estado conquista em torno de 15% a 18% do Plano, considerando a aplicação dos bancos que operam com os recursos do sistema nacional de crédito rural, entre eles os bancos oficiais, despontando o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o BRDE. Operam ainda com crédito rural e com recursos controlados as Cooperativas de Crédito, como Central Sicoob, Central Sicredi, Central Cresol, CrediAliança e demais Bancos privados.
RENDA - Pronaf, Pronamp e demais produtores foram contemplados dentro do Plano Agrícola com a ampliação da renda bruta para efeitos de enquadramento. O Paraná possui cerca de 370 mil propriedades rurais. Aproximadamente 80% delas estão classificadas na categoria de agricultura familiar, com renda suficiente para se enquadrar no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Essa categoria teve a renda bruta anual corrigida para R$ 415 mil, trazendo mais espaço para que possam ampliar a participação na atividade agropecuária com taxas de juros menores.
Em relação ao médio produtor, a ampliação do limite de renda bruta na classificação do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) saiu de R$ 1,7 milhão para R$ 2 milhões, o que também é positivo pois a categoria é grande demandadora de crédito rural no Estado. Para os demais produtores a renda bruta anual classifica-os como aqueles que obtiverem renda oriunda da atividade acima de R$ 2 milhões ao ano.
COMERCIALIZAÇÃO - Os Preços Mínimos de Garantia não foram anunciados. Esse é um fator que continua sendo aguardado pelos produtores, dada a importância que esse mecanismo tem no processo de comercialização da produção, em especial para produtores de feijão e milho.
SEGURO RURAL - O seguro rural, ferramenta importante para proteção e produção, e a renda dos produtores rurais, conta com um orçamento de R$ 600 milhões para o novo Plano. Os recursos deverão ser utilizados para subvenção das apólices de seguro rural de feijão, milho e soja. O volume anunciado fica aquém das expectativas do Setor Agropecuário, que esperava pelo menos R$ 1 bilhão. (Com AEN)
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