A Polícia Militar atendeu a um caso de esfaqueamento no Centro de Guarapuava. A ocorrência foi registrada na Praça Cleve. Quando a equipe chegou ao local, o Samu já prestava os primeiros socorros à vítima, um homem que não teve a idade e nome revelados.
De acordo com boletim da PM, no local onde o crime ocorreu foram abordados dois adolescentes, um de 17 anos e outro de 16, que foram reconhecidos pela vítima como sendo os autores da agressão. Um deles estava com corte na mão esquerda. A arma utilizada não foi localizada.
Ainda segundo a PM, a vítima foi encaminhada, sem risco de morte, para a UPA do Batel. Os autores, após orientação do escrivão e delegado de plantão na 14ª SDP, foram encaminhados ao cartório para assinatura de termo circunstanciado, no 16º BPM.
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpre nesta se 45 mandados de prisão contra acusados de integrar uma quadrilha nacional especializada em crimes cibernéticos e lavagem de dinheiro. Os mandados estão sendo cumpridos em seis estados: São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e Bahia, além do Rio de Janeiro.
Os investigados foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio de Janeiro, pela prática de crimes patrimoniais, com subtração de valores das contas bancárias por meio de transações fraudulentas, além de lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Ao todo, 237 pessoas estão envolvidas no esquema fraudulento. Esta é a segunda etapa da Operação Open Doors, cuja primeira fase foi desencadeada em agosto de 2017.
Uma das fraudes aplicadas pelo grupo é o envio aleatório de e-mails e mensagens por celular a milhares de pessoas. As mensagens eram identificadas como sendo de instituições bancárias e pediam para que os clientes atualizassem suas senhas clicando em um endereço específico na internet.
Ao clicar nesses endereços, as vítimas eram direcionadas a websites com programas capazes de capturar informações de contas e senhas, que permitiam à quadrilha retirar quantias dessas contas de forma fraudulenta.
Outro golpe do grupo, que causava prejuízos ainda maiores segundo o Ministério Público (chegando a R$ 500 mil em alguns casos), era a ligação telefônica para potenciais vítimas. Os fraudadores se faziam passar por funcionários de bancos para obter dados pessoais. Entre os alvos estavam inclusive funcionários do setor financeiro de grandes empresas.
"Os integrantes da organização adotaram mecanismos para camuflar a origem ilícita do produto de seus crimes econômicos, na figura típica conhecida como lavagem de dinheiro, por meio da utilização de laranjas na compra de terrenos, apartamentos e salas comerciais e para a ocultação de patrimônio", diz nota do MP.
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Um grave acidente foi registrado no final da tarde deste sábado dia 15, na PR 471 entre Enéas Marques e Nova Esperança do Sudoeste envolvendo um veículo Saveiro Surf com placas de Enéas Marques.
Segundo informações, o acidente foi uma saída de pista nas proximidades da Linha Zanoni. O condutor teria perdido o controle da direção. Com o impacto da batida o Saveiro ficou totalmente destruído.
No carro estavam dois irmãos que entraram em óbito no local do acidente. De acordo com informações da Rádio Cidade FM de Enéas Marques, as vítimas foram identificadas como Alisson Vanderlinde e Alex Vanderlinde.

O ex-governador Beto Richa (PSDB) deixou a prisão no início da madrugada deste sábado dia 15.
Ele deixou o regimento da Polícia Montada, no Bairro Tarumã em Curitiba após habbeas corpus ser concedido pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes.
"O povo do Paraná conhece a minha vida pessoal, política e da minha família, de trabalho por esse Estado e o que fizeram comigo é uma crueldade enorme. Não merecia o que aconteceu, mas estou de cabeça erguida e continuo respondendo a todas acusações sem menor dificuldade".
Richa e a esposa, Fernanda Richa, que também teve a liberdade concedida, estavam presos desde o dia 11 de setembro.
O ex-governador disse que agora irá retomar a sua campanha.
A prisão foi decretada a partir de um pedido do Gaeco, que investiga um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro nos contratos do Programa Patrulha do Campo, para manutenção de estradas rurais. As fraudes podem ter chegado a R$ 70 milhões.
A decisão de Gilmar Mendes também vale para o Pepe Richa, Ezequias Moreira Rodrigues, Luiz Abi Antoun, Deonilson Roldo, Celso Antônio Frare, Edson Luiz Casagrande, Túlio Marcelo Dening Bandeira, André Felipe Dening Bandeira, Joel Malucelli, Aldair Wanderlei Petry, Emerson Savanhago, Robinson Savanhago e Dirceu Pupo Ferreira. (Com Catve)
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O prazo adicional concedido à defesa de Luís Felipe Manvailer para apresentar resposta à acusação terminou com a alegação dos advogados Cláudio Dalledone Junior, Caio Fortes De Matheus e Adriano Bretas declarando, novamente, que ainda há, segundo eles, “impossibilidade de se apresentar uma resposta à acusação”.
Eles pedem, novamente, a suspensão do processo que investiga a morte da advogada Tatiane Spitzner, ocorrido em 22 de julho, em Guarapuava, até que venham ao processo os laudos de exame de necropsia e de exame anatomopatológico.
Para os advogados que defendem o réu, Manvailer, preso há 55 dias na Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG), acusado dos crimes de feminicídio, fraude processual e cárcere privado, a acusação estaria sendo “construída, aos poucos”. De acordo com o documento de resposta da defesa, o Ministério Público (MP), que ofereceu a denúncia contra Manvailer, ainda está acrescentando novas informações ao caso.
“Embora tenha havido um encerramento (meramente formal) do inquérito, a bem da verdade, os fatos ainda não foram elucidados. Tanto é assim que o Ministério Público vem, aos poucos, carreando aos autos novos elementos de informação, a conta gotas, ora um depoimento (mov. 242.2), ora um laudo (mov. 225), ora um ofício (mov. 252) – o que só reforça a incompletude de uma acusação que ainda está sendo construída, aos poucos”, diz o documento.
Para os advogados, a situação inviabiliza a apresentação consistente de uma resposta à acusação. O argumento é o mesmo apresentado pelos advogados do réu Manvailer no início de agosto, quando realizaram o primeiro pedido de suspensão do processo. Em 24 de agosto, o pedido foi negado pela juíza do caso, Paola Mancini, que concedeu um novo prazo para apresentação de resposta à acusação.
No documento, a defesa reitera a solicitação levantada ainda no primeiro pedido de suspensão do caso, na qual reivindica que o laudo de necropsia seja anexado ao processo para que, a partir do conhecimento de tal, possa construir uma argumentação.
“Ainda que o exame anatomopatológico não tenha sido realizado, a necropsia propriamente dita já o foi. E nada impede que o laudo primevo de exame de necropsia seja aportado aos autos, para que, depois, o exame complementar venha à tona, trazendo esclarecimentos adicionais à materialidade. Isto é rotineiro em outros casos (..)”.
Sobre o segundo pedido, o Ministério Público, o advogado auxiliar de acusação Gustavo Britta Scandelari e a juíza Paola Mancini ainda não se manifestaram.
O CASO
Tatiane Spitzner morreu em 22 de julho, após sofrer uma queda da sacada do quarto andar do apartamento onde residia com Luís Felipe Manvailer. A advogada era casada com o professor universitário há cinco anos.
Na madrugada de sua morte, o casal retornava de uma festa em um bar de Guarapuava quando, as imagens das câmeras de segurança do prédio residencial registraram Manvailer agredindo Tatiane por cerca de 20 minutos, de modo progressivo.
Luís Felipe obriga Tatiane a entrar no apartamento e, minutos depois, as câmeras registraram Tatiane caindo da sacada. Manvailer desce, arrasta o corpo da advogada para dentro do apartamento, troca sua roupa suja de sangue, tranca o apartamento, limpa as manchas do elevador e, com o carro do casal, foge em direção ao Paraguai.
Manvailer foi encontrado e preso pela Polícia de São Miguel do Iguaçu, no Oeste do Estado, horas depois. Na mesma semana, o professor foi transferido para a PIG, em Guarapuava, onde permanece até hoje (14). O inquérito sobre a morte de Tatiane foi encerrado no prazo de 10 dias e o Ministério Público ofereceu denúncia contra ele por homicídio qualificado, fraude processual e cárcere privado. (Com RSN)
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Uma casinha de cachorro bem diferente do que estamos acostumados a ver tem chamado a atenção em Santa Terezinha de Itaipu: digamos então que a equipe policial ganhou um reforço.
A Chewbacca é uma cachorrinha que apareceu no posto da PRF (Polícia Rodoviária Federal) há seis meses e nunca mais foi embora.
Tímida e um pouco desconfiada ela fica perto só se for acompanhando o trabalho das equipes da polícia no posto.
Ao ver a rotina da cachorrinha um empresário da cidade doou essa casinha com direito a varanda e ração. A casinha e simpática, espaçosa e bastante confortável, mas nem assim Chewbacca estrou o novo lar.
Segundo os policiais que convivem com ela, a cachorrinha é bastante ligada a natureza e o que ela gosta mesmo é de acompanhar a rotina da equipe na rua. (Com Catve)
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