“Pensar em Educação é Pensar no Brasil” é o norte para a 19ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que acontece na próxima semana, de 17 a 23 de setembro aos quatro cantos do Brasil.
Faz-se necessário e urgente abordar com a sociedade temas como direitos legais e ataques sofridos, em especial aos serviços que atendem a necessidade básica da população, como educação, saúde e segurança, além de preservar as riquezas naturais do país. São muitas as reflexões e ataques sofridos por uma gestão administrativa que impõe retrocessos.
A Semana da Educação objetiva incluir a pauta educacional e social no debate eleitoral. Afinal, dia 7 de outubro é hora de votar e escolher quem vai te representar. Qual é o país que você quer?
A vice-presidenta da CNTE, professora Marlei Fernandes de Carvalho, disse que a 19ª Semana da Educação representa uma forte atuação da Confederação na defesa de uma escola pública de qualidade para todos. “Em período de golpe e em ano eleitoral, mais do que nunca a CNTE acerta no princípio de chamar a atenção dos educadores, pais, mães e estudantes sobre a importância das eleições e de que o seu voto decide o nosso futuro – é o mote dessa Semana. É preciso compreender a necessidade de eleger representantes da classe trabalhadora e que entendam da educação pública para ter as legislações garantidas e revogar as legislações que retiraram direitos dos trabalhadores”. Marlei Fernandes exemplifica com a Emenda Constitucional 95 que congela os investimentos no serviço público por 20 anos, além da Reforma do Ensino Médio que retira a maioria dos estudantes da escola pública e acaba com a profissão docente.
O material de debate nas escolas, câmaras, assembleias legislativas e com toda a sociedade já está disponível pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). O conteúdo visa auxiliar no trabalho que será desenvolvido por sindicatos em suas cidades e regiões na luta pela educação pública.
Atenção para o dia 19 de setembro. A chamada da CNTE é para que ocorram atos públicos em memória a Paulo Freire, patrono da educação brasileira, e em defesa da democracia. (Com APP)
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Os advogados de defesa de Luis Felipe Santos Manvailer não apresentaram uma defesa às denúncias do Ministério Público e ainda pediram a suspensão do processo. A declaração foi emitida em uma resposta às acusações, enviada para a 2ª Vara Criminal da Comarca de Guarapuava, nesta sexta dia 14.
O documento alega que é inviável criar uma defesa completa, enquanto a acusação ainda está em processo. Para os advogados, “não é possível que a Defesa se contraponha a uma hipótese inacabada, porque não se sabe exatamente do que está se tratando”.
A resposta entende que Tatiane Spitzner tenha morrido, mas exige que o Ministério Público indique quando, onde, e como a vítima faleceu. Sem essas informações, a defesa insiste para que o processo seja suspenso até que o resultado da necropsia e do exame anatomopatológico sejam divulgados.
Relembre o Caso
Luis Felipe Santos Manvailer é suspeito de matar a mulher, a advogada Tatiane Spitzner. Câmeras de Segurança filmaram o momento em que ela foi jogada do 4º andar do apartamento onde moravam, em Guarapuava.
A perícia técnica, divulgada na noite de quinta-feira (30), revelou que a advogada não teve nenhum impulso na queda. Para a Promotoria de Justiça de Guarapuava, o réu cometeu o feminicídio contra a companheira. (Com Massa News)
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O ex-deputado Caito Quintana se envolveu em um acidente na PR 182, km 498 em Ampére, sudoeste do Paraná na manhã de sexta dia 14.
Ele era passageiro da Land Rover com placa de Reserva que se envolveu na batida com um caminhão carregado com soja e um Fiat Stilo.
A Land Rover era conduzida pelo assessor do ex-deputado e candidato a deputado federal. Os dois não se feriram.
O condutor da carreta com placa de Dourados também saiu ileso do acidente. Já a motorista de São Lourenço do Oeste, em Santa Catarina, que estava no Stilo foi levada para o hospital de Ampére. (Com Catve)
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No primeiro semestre de 2018, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal – registrou crescimento de 15,1% no volume de faturamento de seguros de pessoas, índice superior à média de mercado (8,5%), divulgada recentemente pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).
Segundo Eduardo Correa, superintendente de Produtos e Serviços Financeiros do Banco Cooperativo Sicredi, a alta reflete o relacionamento próximo da instituição com os seus associados. “A população está mais consciente e tem mais conhecimento dos benefícios dos produtos de seguros.
Neste cenário, é importante oferecer um produto adaptado à realidade das pessoas, considerando a atual situação econômica e, principalmente, esclarecer todas as dúvidas na hora da contratação, como forma de um relacionamento mais próximo, que faz parte do DNA e é um dos diferenciais do Sicredi”, explica Correa.
No Sicredi, as modalidades de seguros de pessoas que se destacaram foram o Vida Individual e o Vida em Grupo, com crescimento de 12,8%. Ao final deste ano, a instituição financeira cooperativa estima manter o percentual de crescimento de 15% no faturamento de seguros de pessoas, que hoje representa mais de 2,5 milhões de seguros ativos.
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Vinte passageiros de um ônibus de Guarapuava ficaram feridos em acidente ocorrido às 7h35 desta sexta dia 14, na BR-470, na curva do Belvedere, em Veranópolis, sentido ao município de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.
De acordo com informações da Rádio Difusora de Bento Gonçalves, na curva, o motorista invadiu a pista contrária e tombou.
A empresa de ônibus é a Aloha, que presta serviços no terceiro planalto.
Chovia no local do acidente. Não há informações, ainda, sobre vítimas fatais.
O Samu, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Corpo de Bombeiros de Bento Gonçalves ainda estão no local do acidente (9h15), que é de difícil acesso.
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A projeção da população dos municípios, estados e do país, feita anualmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) irá afetar a arrecadação de ao menos quatro cidades do Sudoeste. Realeza, Clevelândia, Planalto e Mangueirinha passarão a uma nova faixa do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e receberão menos recursos federais.
Levantamento feito pela Amsop (Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná) com base nos repasses de 2017 estima que a queda na arrecadação seja de R$ 9,5 milhões por ano nos quatro municípios afetados. O FPM é hoje uma das principais fontes de receitas das prefeituras e pode ser utilizado para custear uma série de serviços públicos, além de servir como investimento em diversas áreas.
O dinheiro é distribuído pelo governo federal de acordo com a população de cada município: conforme o número de habitantes, cada cidade se enquadra em uma faixa do índice e irá receber transferências quase que semanais. Realeza, Mangueirinha e Clevelândia tinham índice 1,2 no FPM – população entre 13,5 e 16, 9 mil – mas pela nova estimativa perderam habitantes e passaram para o índice 1. Cada Prefeitura deixará de receber cerca de R$ 2,4 milhões por ano.
Prefeituras se mobilizam
Através da AMP (Associação dos Município do Paraná), outros 11 municípios paranaenses que tiveram o índice rebaixado estão se organizando para rever as estimativas. “É uma situação complicada, mas pretendemos entrar com um recurso administrativo contestando a estimativa”, explica o prefeito de Clevelândia, Ademir Gheller. Em Mangueirinha, o prefeito Elídio Zimmermann de Moraes disse que “irá acompanhar outros municípios afetados e buscar reverter a decisão do IBGE”.
Em Realeza, a Prefeitura está fazendo um levantamento próprio reunindo dados para comprovar que o município possui mais habitantes do que o IBGE aponta. “Temos uma série de fatores que mostram que Realeza está crescendo em número de habitantes e estamos buscando isso para apresentar ao órgão”, destaca o prefeito Milton Andreolli.
Para o prefeito de Planalto, Inácio Werle, a metodologia do IBGE não considera características locais e pode estar em desacordo com a real situação dos municípios. “Faz oito anos que não temos uma contagem populacional, hoje são somente estimativas e no nosso caso, vamos perder recursos por ter 56 habitantes a menos que a faixa de corte, o que é uma margem de erro da estimativa”, analisa. Planalto deve deixar de receber R$ 2,4 milhões com a medida.
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