Adolescente de 15 anos é morta a facadas em Barracão

A estudante Nadieli Aparecida Silveira, de 15 anos, foi morta a facadas na casa dos pais, na linha Campinas, interior de Barracão.

 

O homicídio foi registrado na tarde desta sexta dia 18, por volta das 15h.

 

A mãe da vítima chegou em casa, por volta das 18h e encontrou a menina já sem vida, em um dos quartos.

 

O principal suspeito é um homem que morava de favor junto à família há pelo menos 10 meses e está desaparecido desde esta tarde.

 

A Polícia Militar de Barracão e Bom Jesus do Sul, a Polícia Científica e o IML de Francisco Beltrão estiveram no local.

 

O corpo será liberado aos familiares na manhã deste sábado. (Com Portal Tri)

 

 

 

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Porto de Paranaguá tem aumento de 14% na movimentação de abril

A movimentação mensal de cargas do Porto de Paranaguá cresceu 14% em abril deste ano. Foram 4,8 milhões de toneladas, com 614 mil toneladas a mais do que o registrado no mesmo mês em 2017. Os dados são do Departamento de Operações da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina).

 

O crescimento foi puxado, principalmente, pelo avanço do escoamento da safra de grãos. Ao longo do mês, foram exportadas 2,1 milhões de toneladas de soja e 555 mil toneladas de farelo, volume 38% superior ao de abril passado.

 

O desempenho na importação de fertilizantes também ajudou o resultado, com 649 mil toneladas importadas e aumento de 14% no mês.

 

No acumulado no ano, contando toda a movimentação de janeiro a abril, a alta é de 10,3%. Nestes quatro primeiros meses de 2018, foram 17,54 milhões de toneladas de cargas, sendo 11,17 milhões na exportação e 6,37 milhões de toneladas na importação de produtos.

 

"Com planejamento e gestão eficiente, o Porto de Paranaguá se tornou uma referência em produtividade no Brasil. Os recordes batidos sucessivamente são exemplo disso", disse a governadora Cida Borghetti.

 

Campo

 

Os embarques de grãos devem encorpar as exportações nos próximos meses. Já são registrados patamares recordes. Segundo estimativa da Ocepar, o Brasil inteiro deve produzir 115 milhões de toneladas de soja e o Paraná será responsável pela colheita de quase 20 milhões deste total.

 

"Com os preços das commodities em alta e o câmbio favorável para o produtor, toda esta safra vai precisar sair com agilidade do campo para o mar", afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Abelardo Lupion.

 

Diversidade

 

Apesar das cargas agrícolas serem as líderes de movimentação em Paranaguá, cada vez mais cargas industriais e de outras naturezas ganham espaço no porto.

 

"O layout operacional do porto se adaptou a uma nova realidade. Nosso objetivo é atender bem todos os usuários, desde o produtor agrícola, que sempre esteve conosco, até os industriais. Isso é muito importante, pois Paranaguá se torna a ponta de uma cadeia produtiva cada vez mais complexa, geradora de renda e empregos pelo estado", afirma o diretor-presidente da Appa, Lourenço Fregonese.

 

De janeiro a abril, por exemplo, a movimentação de cargas gerais, que são peças industriais, veículos, celulose e outras cargas que não são a granel, aumentou 8%, com 3,2 milhões de toneladas movimentadas no período.

 

O graneis líquidos, liderados pela movimentação de óleos vegetais e derivados de petróleo, também tiveram forte alta, de 15% em 2,6 milhões de toneladas movimentadas. (Com AEN)

 

 

Itaipu completa 44 anos como a maior usina de geração de energia do mundo

Há 44 anos, nesta mesma data, em 17 de maio de 1974, a Itaipu Binacional era constituída formalmente. Uma década depois, já começava a gerar energia elétrica e, nos anos seguintes, passaria a ostentar o título de maior usina em produção. Em pouco tempo virou sinônimo de desenvolvimento regional e integração energética.

 

Da época de sua criação até hoje, a binacional vem reforçando sua importância estratégica para a segurança energética dos dois países e para a riqueza da região onde está instalada, na fronteira entre Hernandárias, no Paraguai, e Foz do Iguaçu, no Brasil.

 

Toda a energia produzida por Itaipu, equivalente a 16% do consumo do Brasil e 90% do Paraguai, se traduz em inúmeros benefícios. Só em royalties, correspondentes à exploração energética do uso do reservatório, Itaipu já repassou mais de US$ 11 bilhões para os dois países. Esses investimentos são aplicados em infraestrutura, educação, desenvolvimento, tecnologia e em ações sustentáveis, entre outras.

 

Em 2003, a missão da usina foi ampliada e Itaipu passou a atender 29 municípios da Bacia do Paraná 3. Em 2017, esse número passou para 54 cidades que fazem parte da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop). Os benefícios atingem direta e indiretamente mais de 1,3 milhão de pessoas.

 

Itaipu atua com foco a responsabilidade social e ambiental e contribui para impulsionar o desenvolvimento sustentável dos dois países. As ações da empresa são feitas em parceria e em consonância com as recomendações dos organismos internacionais mais respeitados, como no caso da plataforma global da ONU, que preconiza a agenda 2030 com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas.

 

Um pouco de história

 

Itaipu é o resultado de um trabalho incansável de diplomatas e juristas do Brasil e do Paraguai, com base em análises e projeções técnicas que se estenderam ao longo de muitos anos e culminaram com a assinatura do Tratado de Itaipu, em 26 de abril de 1973.

 

A usina binacional nasceu oficialmente 13 meses depois, numa solenidade em que foram empossados os integrantes do primeiro Conselho de Administração e da Diretoria. Sob o comando dos primeiros diretores-gerais - José Costa Cavalcanti, pelo Brasil, e Enzo Debernardi, pelo Paraguai -, Itaipu foi constituída para "estudar, projetar, dirigir e executar as obras que tem como objeto, pô-las em funcionamento e explorá-las", como preconiza o Tratado de Itaipu, documento que rege a empresa.
Depois dos números grandiosos dos nove anos da etapa de obras ? 40 mil trabalhadores no período de pico, lançamento de concreto suficiente para construir um prédio de dez andares a cada hora -, vieram os sucessivos recordes de produção, quebrados ano a ano e, às vezes, até mês a mês.

 

A instalação de mais duas unidades geradoras, que passaram a operar nos anos de 2006 e 2007, ampliou essa vocação" para os recordes. Em 2016, Itaipu atingiu 103,1 milhões de MWh, recorde mundial absoluto. Agora em 2018, já são mais de 39,7 milhões de MWh gerados ante 36,4 milhões de MWh, em 2017, e 38,4 milhões, em 2016. A diferença é de mais de 3% em relação ao ano do recorde. Em produção acumulada, desde maio de 1984, são mais de 2,5 bilhões de MWh. (Com Catve)

 

 

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