E a frente fria chegou no Paraná neste sábado dia 19, deixando as temperaturas baixas em várias cidades. Com esta massa de ar frio, a chuva se desloca rapidamente em direção ao estado de São Paulo, mesmo assim, os meteorologistas orientam que há a probabilidade de chuva em boa parte do Paraná neste fim de semana.
Francisco Beltrão que está no Sudoeste e Guarapuava nos campos gerais são os municípios de todo o estado com temperaturas mais baixas para a este sábado. Os termômetros ocilam entre 9ºC a 18ºC nestas duas cidades.
Em Cascavel, na região Oeste, temperatura baixas, mínima prevista para hoje é de 11ºC e máxima de 19ºC.
Em Foz do Iguaçu a mínima é de 12ºC e a máxima os termômetros não devem passar da casa dos 21ºC.
No norte do Paraná, em Londrina e Apucarana a mínima de 14ºC e a máxima é de 23ºC. Maringá a mínima é de 13ºC e máxima de 22ºC.
Já em Curitiba, nas primeiras horas do dia a previsão de 12ºC como mínima e durante a tarde, máxima de 20ºC.
A gente faz um destaque, porque de acordo com o Sistema Meteorológico do Paraná, Simepar, a previsão de geada fraca é para a região dos campos gerais e também sudoeste do estado neste domingo dia 20. (Com Catve)
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A estudante Nadieli Aparecida Silveira, de 15 anos, foi morta a facadas na casa dos pais, na linha Campinas, interior de Barracão.
O homicídio foi registrado na tarde desta sexta dia 18, por volta das 15h.
A mãe da vítima chegou em casa, por volta das 18h e encontrou a menina já sem vida, em um dos quartos.
O principal suspeito é um homem que morava de favor junto à família há pelo menos 10 meses e está desaparecido desde esta tarde.
A Polícia Militar de Barracão e Bom Jesus do Sul, a Polícia Científica e o IML de Francisco Beltrão estiveram no local.
O corpo será liberado aos familiares na manhã deste sábado. (Com Portal Tri)
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Primeiro vestibular já será realizado em setembro deste ano. Aulas iniciam em 2019.
Indo contra todas as especulações dos bastidores políticos, a Governadora do Paraná, Cida Borghetti, assinou o decreto que libera a implantação do curso de medicina na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro).
Já existia uma expectativa de liberação para este dia 17, porém, informações extraoficiais indicavam que este anúncio seria feito apenas de forma verbal. Cida assinou o decreto na Câmara de Vereadores de Guarapuava na noite desta quinta, após ter nomeado, oficialmente, o novo Secretário de Estado da Ciência Tecnologia e Ensino Superior (SETI), Décio Sperandio. Prefeitos da região marcaram presença na solenidade.
No anúncio, a governadora relembrou a luta política que envolveu a conquista do curso. Segundo ela, a implantação só foi possível devido à união de lideranças políticas locais e regionais, entre elas, os deputados de Guarapuava – Artagão, Bernardo e Cristina – além do prefeito Cesar Silvestri Filho e outros. A governadora relembrou, ainda, que a implantação do curso é estratégica para a região, por não haver outro curso público de medicina no entorno de Guarapuava, e, também, pela construção do Hospital Regional, que deverá ser inaugurado ainda em 2018.
Esta reportagem teve acesso visual ao documento assinado por Cida. O decreto não mencionava a liberação de orçamento para a implantação do curso. A instituição ainda não informou qual acordo fez com a governadora para que este orçamento seja liberado.
MEC
Desde que a notícia de possível implantação do curso foi anunciada no início desta semana, nas redes sociais, o público questionava se o curso, de fato, poderia ser implantado, já que, em abril deste ano, o Ministério da Educação (MEC) suspendeu, por cinco anos, a liberação de cursos de medicina em todo o Brasil.
Na manhã desta quinta feira (17), em contato com a Pró-Reitoria de Planejamento da Unicentro (Proplan), eles informaram a esta reportagem que, mesmo com a determinação, a universidade continua tendo autonomia para implantar o curso porque o processo de implantação da medicina é antigo, de 2014, já tendo tramitado na esfera federal e aguardando, desde então, apenas a liberação do Governo do Estado.
O CURSO
Na Câmara, Cida confirmou que o início do curso de medicina da Unicentro está previsto para 2019. O curso será ofertado no campus CEDETEG, de Guarapuava, com 40 vagas, inicialmente.
A Unicentro será a quinta universidade estadual a ofertar o curso de medicina. Anualmente, são ofertadas 240 vagas para os cursos de medicina das Universidades Estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), de Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Estado (Unioeste). (Com RSN)
Jhames De Paula Peron, 25 anos morreu após sofrer uma descarga elétrica na noite de quarta dia 16, no telhado de uma igreja de São Miguel do Iguaçu.
Jhames fazia a instalação de uma caixa de som, quando escontou com uma barra de ferro na fiação elétrica da igreja localizada no centro da cidade. Segundo informações, várias equipes do Corpo de Bombeiros e também da Copel foram acionadas até o local para fazerem o socorro do rapaz que estava ainda com vida. Ele foi retirado do telhado e levado às pressas para o Hospital, devido o estado grave provocados pela descarga.
Ao ser internado, ele não resistiu aos ferimentos, sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu. O corpo dele foi levado para o Instituto Médico Legal de Foz do Iguaçu. (Com Portal Costa Oeste)
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A movimentação mensal de cargas do Porto de Paranaguá cresceu 14% em abril deste ano. Foram 4,8 milhões de toneladas, com 614 mil toneladas a mais do que o registrado no mesmo mês em 2017. Os dados são do Departamento de Operações da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina).
O crescimento foi puxado, principalmente, pelo avanço do escoamento da safra de grãos. Ao longo do mês, foram exportadas 2,1 milhões de toneladas de soja e 555 mil toneladas de farelo, volume 38% superior ao de abril passado.
O desempenho na importação de fertilizantes também ajudou o resultado, com 649 mil toneladas importadas e aumento de 14% no mês.
No acumulado no ano, contando toda a movimentação de janeiro a abril, a alta é de 10,3%. Nestes quatro primeiros meses de 2018, foram 17,54 milhões de toneladas de cargas, sendo 11,17 milhões na exportação e 6,37 milhões de toneladas na importação de produtos.
"Com planejamento e gestão eficiente, o Porto de Paranaguá se tornou uma referência em produtividade no Brasil. Os recordes batidos sucessivamente são exemplo disso", disse a governadora Cida Borghetti.
Campo
Os embarques de grãos devem encorpar as exportações nos próximos meses. Já são registrados patamares recordes. Segundo estimativa da Ocepar, o Brasil inteiro deve produzir 115 milhões de toneladas de soja e o Paraná será responsável pela colheita de quase 20 milhões deste total.
"Com os preços das commodities em alta e o câmbio favorável para o produtor, toda esta safra vai precisar sair com agilidade do campo para o mar", afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Abelardo Lupion.
Diversidade
Apesar das cargas agrícolas serem as líderes de movimentação em Paranaguá, cada vez mais cargas industriais e de outras naturezas ganham espaço no porto.
"O layout operacional do porto se adaptou a uma nova realidade. Nosso objetivo é atender bem todos os usuários, desde o produtor agrícola, que sempre esteve conosco, até os industriais. Isso é muito importante, pois Paranaguá se torna a ponta de uma cadeia produtiva cada vez mais complexa, geradora de renda e empregos pelo estado", afirma o diretor-presidente da Appa, Lourenço Fregonese.
De janeiro a abril, por exemplo, a movimentação de cargas gerais, que são peças industriais, veículos, celulose e outras cargas que não são a granel, aumentou 8%, com 3,2 milhões de toneladas movimentadas no período.
O graneis líquidos, liderados pela movimentação de óleos vegetais e derivados de petróleo, também tiveram forte alta, de 15% em 2,6 milhões de toneladas movimentadas. (Com AEN)
Há 44 anos, nesta mesma data, em 17 de maio de 1974, a Itaipu Binacional era constituída formalmente. Uma década depois, já começava a gerar energia elétrica e, nos anos seguintes, passaria a ostentar o título de maior usina em produção. Em pouco tempo virou sinônimo de desenvolvimento regional e integração energética.
Da época de sua criação até hoje, a binacional vem reforçando sua importância estratégica para a segurança energética dos dois países e para a riqueza da região onde está instalada, na fronteira entre Hernandárias, no Paraguai, e Foz do Iguaçu, no Brasil.
Toda a energia produzida por Itaipu, equivalente a 16% do consumo do Brasil e 90% do Paraguai, se traduz em inúmeros benefícios. Só em royalties, correspondentes à exploração energética do uso do reservatório, Itaipu já repassou mais de US$ 11 bilhões para os dois países. Esses investimentos são aplicados em infraestrutura, educação, desenvolvimento, tecnologia e em ações sustentáveis, entre outras.
Em 2003, a missão da usina foi ampliada e Itaipu passou a atender 29 municípios da Bacia do Paraná 3. Em 2017, esse número passou para 54 cidades que fazem parte da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop). Os benefícios atingem direta e indiretamente mais de 1,3 milhão de pessoas.
Itaipu atua com foco a responsabilidade social e ambiental e contribui para impulsionar o desenvolvimento sustentável dos dois países. As ações da empresa são feitas em parceria e em consonância com as recomendações dos organismos internacionais mais respeitados, como no caso da plataforma global da ONU, que preconiza a agenda 2030 com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas.
Um pouco de história
Itaipu é o resultado de um trabalho incansável de diplomatas e juristas do Brasil e do Paraguai, com base em análises e projeções técnicas que se estenderam ao longo de muitos anos e culminaram com a assinatura do Tratado de Itaipu, em 26 de abril de 1973.
A usina binacional nasceu oficialmente 13 meses depois, numa solenidade em que foram empossados os integrantes do primeiro Conselho de Administração e da Diretoria. Sob o comando dos primeiros diretores-gerais - José Costa Cavalcanti, pelo Brasil, e Enzo Debernardi, pelo Paraguai -, Itaipu foi constituída para "estudar, projetar, dirigir e executar as obras que tem como objeto, pô-las em funcionamento e explorá-las", como preconiza o Tratado de Itaipu, documento que rege a empresa.
Depois dos números grandiosos dos nove anos da etapa de obras ? 40 mil trabalhadores no período de pico, lançamento de concreto suficiente para construir um prédio de dez andares a cada hora -, vieram os sucessivos recordes de produção, quebrados ano a ano e, às vezes, até mês a mês.
A instalação de mais duas unidades geradoras, que passaram a operar nos anos de 2006 e 2007, ampliou essa vocação" para os recordes. Em 2016, Itaipu atingiu 103,1 milhões de MWh, recorde mundial absoluto. Agora em 2018, já são mais de 39,7 milhões de MWh gerados ante 36,4 milhões de MWh, em 2017, e 38,4 milhões, em 2016. A diferença é de mais de 3% em relação ao ano do recorde. Em produção acumulada, desde maio de 1984, são mais de 2,5 bilhões de MWh. (Com Catve)








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