Dois assaltantes que levaram o carro de um mecânico no bairro Sítio Cercado, em Curitiba, morreram em confronto com policiais militares na noite desta terça dia 26, no bairro Sítio Cercado, em Curitiba. Tudo começou por volta das 23h, quando ele chegava na casa na casa da ex-mulher para deixar o filho de cinco anos.
“Eu tinha acabado de chegar, apertei o interfone e quando voltei para o carro estavam os dois suspeitos. Eles só falaram ‘perdeu’, ‘perdeu’. Pegaram a chave do meu bolso e tentaram ir embora, mas o carro não funcionou. Como sou mecânico consegui fazer funcionar e eles foram embora”, descreveu a vítima.
De acordo com o trabalhador, imediatamente após o crime ele ligou à Polícia Militar (PM). Os policiais fizeram uma perseguição que terminou em confronto na Rua Ricardo Gasparin Machado com a Rua João Socha. Os suspeitos foram baleados e morreram.
O carro, um Celta, foi entregue ao dono. Os policiais militares não se feriram no tiroteio. (Com Banda B)
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Na noite de terça dia 26, quatro assaltantes invadiram uma propriedade no interior de Nova Prata do Iguaçu. Eles renderam a família, sendo que dois criminosos saíram do local levando duas caminhonetes e outros dois mantiveram as vítimas em cárcere.
Quando outro membro da família chegou ao imóvel, foi rendido pelo criminoso que acabou baleado pelo dono do imóvel, morrendo na hora.
Ele também foi baleado pelo quarto assaltante e também morreu na propriedade.
Segundo a Polícia Militar, toda a polícia da região foi mobilizadas e após acompanhamento as caminhonetes foram localizadas abandonadas em Santo Antônio do Sudoeste, ao se envolverem em um acidente.
Equipes do 21º Batalhão e BPFron fizeram buscas aos assaltantes pela área de mata, mas os bandidos não foram localizados.
Os corpo da vítima e do ladrão foram encaminhados ao IML de Francisco Beltrão. (Com PP News)
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Sair de casa nas primeiras horas da manhã desta quarta dia 27, só com roupa de frio. Temperaturas baixas, acompanhadas de chuvas fracas, são esperadas em várias regiões do estado.
O cascavelense acordou com 17ºC e a temperatura máxima prevista para hoje não deve passar dos 24ºC na cidade. O céu é de poucas nuvens, com risco de chuva a qualquer hora do dia.
A frente fria que avança sobre o Paraná deixa as temperaturas ainda mais amenas devido a grande cobertura de nuvens.
Nas regiões Sul, Central e Metropolitana de Curitiba as temperaturas estão baixas e com a presença da chuva a sensação é de mais frio.
Em Foz do Iguaçu, o clima fica com mínima de 16ºC e máxima de 28ºC. Em Toledo a máxima deve alcançar 24ºC. (Com Catve)
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Um motorista de um ônibus ficou ferido em um acidente na manhã dessa terça-feira (26), na PR-182, em Loanda, no noroeste do Paraná.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o condutor perdeu o controle da direção, acabou saindo da pista e caiu em um buraco às margens da rodovia.
O ônibus é da prefeitura de Santa Cruz de Monte Castelo. De acordo com o prefeito Francisco Antônio Boni, o motorista estava sozinho e estava voltando de Loanda. O veículo não tem seguro.
O motorista foi levado ao hospital de Loanda em estado estável, passa por avaliação.(Com G1PR)
O avanço dos casos de dengue preocupa o Ministério da Saúde. No Paraná o aumento foi de 648, 6%, saindo de 214 casos para 1.602, em 2018 e 2019, considerado o período de janeiro a 2 de fevereiro de cada ano. Os números do Ministério da Saúde, divulgados nesta terça-feira, 26, colocam o estado como o terceiro a registrar o maior avanço da doença, atrás de Tocantins (com crescimento de 1.369%, saindo de 210 para 3.085 caos) e São Paulo (aumento de 1.072%, passando de 1.450 para 17.004 casos).
Os números do Paraná, no mesmo período da análise, para chikungnia passaram de 26, em 2018, para 34, em 2019, e zika, 3, para 5, respectivamente. Não houve óbitos no Paraná em função da dengue, chikungnia e zika.
Na incidência da dengue entre as unidades da federação, destacam-se Tocantins com 198,4 casos por 100 mil habitantes; Acre, com 163,7/100 mil habitantes; Goiás, com 108,7/100 mil habitantes; Mato Grosso do Sul, com 79,7/100 mil habitantes; Espírito Santo, com 61,9/100 mil habitantes; e Minas Gerais com 58,9/100 mil habitantes.
O Ministério da Saúde informa que o número de casos prováveis de dengue no Brasil, apenas em janeiro deste ano, mais que dobrou em comparação ao mesmo período de 2018. Até o dia 2 de fevereiro, registrou-se aumento de 149%, passando de 21.992 para 54.777 casos prováveis da doença.
Incidência da doença
Quando verificado a incidência, em 2019, os casos chegam a 26,3 por 100 mil habitantes. Em relação ao número de óbitos, o país registrou, até o momento, cinco mortes, sendo: Tocantins (1), São Paulo (1), Goiás (2) e Distrito Federal (1). Em 2018 foram notificados 23 óbitos.
Os dados epidemiológicos alertam para a necessidade de intensificação das ações de eliminação dos focos do Aedes aegypti em todas as regiões. São ações que envolvem gestores estaduais, municipais e Governo Federal, e a população. É essencial fazer do combate ao mosquito uma rotina de toda a sociedade em qualquer época do ano, embora, o verão seja a estação mais propícia para a proliferação do vetor.
São medidas simples a serem adotadas, porém, eficientes, como manter bem tampado tonéis, caixas e barris de água; trocar água dos vasos de planta uma vez por semana; manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo; e acondicionar pneus em locais cobertos.
Regiões
A Região Sudeste concentrou 60% (32.821) do total de casos registrados no país em 2019 (54.777). Em sequência estão as regiões Centro-Oeste, com 10.827 casos de dengue; Norte, 5.224 casos, Nordeste, 4.105 casos; e Sul com 1.800 casos. Em relação ao dado de incidência, que considera a proporção de casos com o número de habitantes, às regiões Centro-Oeste e o Sudeste apresentam os maiores dados: 67,3 casos por 100 mil habitantes e 37,4 casos por 100 mil habitantes, respectivamente.
Quando comparado os dados entre as regiões no mesmo período (2018/2019), a Região Sul apresenta o maior índice de crescimento de casos de dengue, 597,7%, passando de 258 para 1.800 casos prováveis. Já a Região Sudeste teve aumento de 472,6%, saindo de 5.732 para 32.821 casos.
A Região Norte com 233%, saindo de 1.569 para 5.224 casos; a Região Nordeste com 37,6% de crescimento, de 2.983 para 4.105 casos. Sendo a Região Centro-Oeste a única que apresentou dados de redução, 5,4%, saindo de 11.450 para 10.827 casos prováveis.
Sintomas
A infecção por dengue pode ser assintomática (sem sintomas), leve ou grave. Neste último caso pode levar até a morte. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Em alguns casos também apresenta manchas vermelhas na pele.
Na fase febril inicial da dengue, pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados, todos oferecidos de forma integral e gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
DADOS EPIDEMIOLÓGICOS 2019
ZIKA - Até 02 de fevereiro, foram notificados 630 casos de zika em todo o país, com uma redução de 18% em relação ao mesmo período de 2018, 776 casos. A taxa de incidência é de 0,3 casos/100 mil habitantes. Nesse período não foram registrados óbitos. A Região Norte apresentou o maior número de notificações, 410 casos. Em seguida, aparecem as regiões Sudeste com 119 casos; Nordeste, 49 casos; Centro-Oeste, 43 casos; e o Sul, com 9 casos.
CHIKUNGUNYA – Em relação aos dados de chikungunya, o Brasil apontou redução de 51% quando comparado ao mesmo período de 2018. Até 02 de fevereiro de 2019, foram registrados 4.149 casos prováveis de chikungunya. Em 2018, foram notificados 8.508 casos da doença. A incidência de casos em 2019, ficou em 2,0 casos por 100 mil habitantes. Entre as regiões, o Norte do país apresentou o maior número de casos, 2.730. Em seguida, aparecem as regiões Centro-Oeste, 789 casos; Nordeste, 446 casos; Sul com 94 casos; e o Centro-Oeste, com 90 casos.
Ações permanentes
As ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. Todas as ações são gerenciadas e monitoradas pela Sala Nacional de coordenação e Controle para enfrentamento do Aedes que atua em conjunto com outros órgãos, como o Ministério da Educação; da Integração, do Desenvolvimento Social; do Meio Ambiente; Defesa; Casa Civil e Presidência da República. A Sala Nacional articula com as Salas Estaduais e Municipais (2.166) as ações de mobilização e também monitora os ciclos de visita a imóveis urbanos no Brasil, que são vistoriados pelos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.
O Ministério da Saúde também oferece, continuamente, aos estados e municípios apoio técnico e fornecimento de insumos, como larvicidas para o combate ao vetor, além de veículos para realizar os fumacês, e testes diagnósticos, sempre que solicitado pelos gestores locais. Também são investidos recursos em ações de comunicação, como campanhas publicitárias e divulgação nas redes sociais, junto à população.
Para estas ações, a pasta tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,73 bilhão em 2018. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya e é repassado mensalmente a estados e municípios. (Com Bem Parana)
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Um rapaz de 18 anos morreu vítima de um acidente de trânsito nesta segunda-feira (25) em Honório Serpa, no Sudoeste do Estado. Alisson de Oliveira estava de moto e bateu de frente em um caminhão.
O acidente aconteceu numa estrada rural, na comunidade de Pinho Fleck. De acordo com a Polícia Militar, o caminhão seguia sentido a cidade e a moto fazia o inverso. Com a batida, o condutor da moto teve morte instantânea.
A perícia foi acionada e deverá apontar, por meio de laudo, as causas do acidente. O corpo de Alisson foi recolhido ao IML de Pato Branco. Segundo a PM, a vítima fatal não era habilitada.(Com RBJ)








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