O Comitê Intersetorial de Controle da Dengue realizou nesta quinta dia 09, a primeira reunião de trabalho com a participação de representantes de 13 secretarias, autarquias e órgãos do Governo do Estado.
O encontro foi no auditório da Secretaria da Saúde do Paraná, que é a instituição coordenadora do comitê instituído pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, no dia 18 de dezembro de 2019, com o objetivo de implementar ações de mobilização para a intensificação do combate à dengue no Estado.
“Cidadania é a palavra que define este momento e mais esta ação do Governo do Estado que busca alcançar e sensibilizar diferentes instâncias para o combate ao mosquito transmissor da dengue”, afirmou o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.“O Paraná vive uma situação de epidemia e alerta para a dengue; os números atuais estão acima de todos os anteriores no mesmo período, por isso a participação de toda a comunidade é fundamental”, complementou.
Comparando os números, o boletim emitido pela Sesa no final de 2018 e início de 2019 apresentava 132 casos confirmados de dengue. Já o boletim publicado nesta semana, consolidando números do final de dezembro e primeiros dias de janeiro de 2020, totaliza 5.343 casos de dengue no Paraná.
Outra comparação: eram 33 municípios com casos confirmados; hoje são 160; 15 estão em epidemia e 23 em situação de alerta para epidemia; 274 têm notificações para dengue, indicando casos em investigação.
Levantamento apresentado pela Coordenação de Vigilância Ambiental da Sesa sobre a sobre a situação da dengue confirma que o principal foco de criadouros do mosquito continua sendo o lixo a céu aberto, que acumula água e se transforma em local propício para a proliferação. Na sequência, estão recipientes domésticos que também acumulam água, como as bandejas de geladeira e de ar condicionado, e depois, os vasos de plantas e garrafas armazenadas destampadas.
Participação – A primeira deliberação da reunião de hoje foi sobre o convite às entidades e instituições parceiras nos âmbitos regionais e municipais para que também participem do Comitê Intersetorial, ampliando e fortalecendo as ações em todo o Estado. O objetivo é que principalmente as regionais das diversas áreas do Governo possam atuar de forma ainda mais contundente na mobilização e orientação sobre a importância de combater a doença e acabar com os criadouros.
“Na saúde pública falamos sobre a prevenção da dengue há 25 anos, mas neste momento crítico, diante de uma epidemia que pode se agravar, é preciso intensificar e amplificar as orientações e informações e por isso a importância da participação de todos os parceiros e, principalmente, da população para que fique atenta e vigilante em seu domicílio, eliminando os criadouros. A dengue mata e pode atingir a todos nós e às nossas famílias”, frisou Beto Preto.
Balanço de ações – Durante a reunião do Comitê Intersetorial foi apresentado um balanço das ações do Dia D de combate à dengue no Paraná, que contou com a participação de todas as secretarias e órgãos ligados ao governo estadual. Foram dezenas de ações de mobilização se replicaram por todo o Paraná e que devem se repetir, como mutirões de limpeza e distribuição de material informativo, abrangendo por exemplo, trabalhadores e caminhoneiros no Porto de Paranaguá e viajantes e turistas que usaram o sistema Ferry Boat entre Caiobá e Guaratuba.
Presenças – Participaram desta primeira reunião do Comitê Intersetorial de Controle da Dengue no Estado do Paraná representantes da Casa Civil, Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, Casa Militar, Conselho Estadual de Saúde, e das secretarias de Estado da Educação e do Esporte, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Comunicação Social e da Cultura, Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, Justiça, Família e Trabalho, Infraestrutura e Logística e Segurança Pública. (Com Sesa-PR)
O ano de 2020 será mais repleto de feriados do que foi 2019. Motivo de alegria para alguns, mas também de preocupação para outros. É que nisso de paralisar as atividades para o ganho de um descanso extra alguns dos setores da economia acabam perdendo em produtividade. A estimativa, apenas para este ano, é de um prejuízo de aproximadamente R$ 5,85 bilhões, apenas no Paraná.
De longe, o setor mais impactado deverá ser a indústria. Conforme estimativa divulgada ontem pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), o valor que deixará de ser faturado por conta dos dias parados é estimado em R$ 4,57 bilhões ao longo do ano, num cálculo que considera a previsão do PIB industrial total do estado, o número de folgas que cairão em dias de semana e também as possibilidades de emendas com fins de semana.
“Um único dia corresponde a praticamente 5% da produção mensal de uma indústria”, explica o presidente da Fiep, Carlos Valter Martins Pedro. “Portanto, quando essa empresa tem um dia a menos de atividade, está deixando de produzir e, consequentemente, de faturar e até de gerar impostos”, complementa.
Já com relação ao varejo, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) divulgou em novembro último uma previsão de prejuízo de R$ 11,8 bilhões por causa dos dias parados. O estudo não trouxe dados por estado, mas uma estimativa da própria Fecomercio do Paraná é que cada dia não trabalhado representa algo em torno de 2% a menos de venda no comércio de bens.
Já a Associação Comercial do Paraná (ACP), num estudo de 2017, apontava perdas de até R$ 160 milhões em todo o varejo paranaense a cada data com feriado prolongado. Com isso, chegar-se-ia à soma de R$ 1,28 bilhão a menos em vendas neste ano no Paraná.
Conforme o estudo da Fecomercio-SP, os estabelecimentos mais impactados pelos feriados são os farmácias, vestuário, tecidos, calçados, móveis e decoração.
Por outro lado as empresas que trabalham com turismo, entretenimento e gastronomia costumam registrar bom faturamento nessas datas comemorativas, o que acaba equilibrando um pouco mais a balança. O turismo movimenta os setores rodoviário, aéreo, de hospedagem, restaurantes, bares, entre outros, fazendo circular a economia, beneficiando, inclusive, o comércio tradicional.
Presidente da Fiep defende compensação
Para este ano, tomando como base o Valor da Transformação Industrial medido pelo IBGE, a Fiep estima que o PIB Industrial paranaense seja próximo de R$ 88,7 bilhões, resultando em aproximadamente R$ 352 milhões por dia útil. Como serão dez feriados nacionais em dias de semana – sem contar feriados estaduais e municipais –, as perdas alcançariam R$ 3,52 bilhões no ano. No entanto, três dos feriados caem em terças ou quintas-feiras, possibilitando que muitas atividades sejam paralisadas por mais um dia. E aí se chega ao montante de R$ 4,57 bilhões de prejuízos à indústira com o comércio.
Para o presidente da Fiep, Carlos Valter, umna solução para amenizar o impacto dos feriados ao setor é negociar a adoção de planos de compensação dos dias parados, possibilidade que surgiu com a Reforma Trabalhista. “A indústria brasileira já sofre com custos excessivos que impactam no preço final dos produtos e comprometem sua competitividade. Especialmente neste momento em que o país ainda busca uma retomada mais intensa de sua economia, é preciso pensar em medidas que reduzam esses custos e aumentem a produtividade das empresas”, afirma o presidente da Fiep. (Com Bem Paraná)
Receita Federal abriu ontem a consulta ao lote residual de restituição multiexercício do IRPF do mês de Janeiro/2020.
O lote contempla as restituições residuais referentes aos exercícios de 2008 a 2019, e beneficiam 11.656 contribuintes do Paraná. O pagamento será feito no dia 15 de janeiro, e vai liberar R$ 44,9 milhões no Estado. No País todo o crédito bancário vai para 185.891 contribuintes, totalizando R$ 725 milhões.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet (http://idg.receita.fazenda.gov.br), ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. (Com Bem Paraná)
Segundo o levantamento da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná, teve 52 notificações para a febre amarela em humanos no Estado, de julho de 2019 até agora, todas sem confirmações. Seguem em investigação doze casos em humanos notificados em Curitiba (4), São José dos Pinhais (3), Paranaguá (1), São João (1), Santa Tereza do Oeste (1), Umuarama (1), e Assis Chateaubriand (1).
A secretaria também confirma 33 mortes de macacos contaminados pelo vírus da febre amarela no Paraná, de julho de 2019 até a data de ontem.
São 17 mortes a mais do que no último informe divulgado pela secretaria em 19 de dezembro de 2019. (Com Bem Paraná)
Policiais da Penitenciária Estadual de Cascavel (PEC), no oeste do Paraná, encontraram cinco celulares e carregadores dentro de pães de forma após parte da massa ser removida, nesta quarta dia 08.
De acordo com o Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen-PR), os aparelhos foram enviados por correio, junto com alimentos para um preso da unidade.
Os celulares e os carregadores foram encontrados durante um procedimento de revista e inspeção.
Segundo o Depen, o preso que receberia a encomenda foi identificado. Os aparelhos foram encaminhados ao setor de inteligência do Depen. (Com G1)
Um tombamento de um caminhão na pista sentido Santa Catarina na BR-376, na altura do KM 666, terminou com o motorista morto. O acidente aconteceu na tarde desta quarta dia 08, mas o corpo só foi liberado no início da madrugada, já que o veículo estava carregado com uma carga perigosa (ácido fosfórico).
Segundo o agente Freitas, da Polícia Rodoviária Federal, havia uma retenção na pista e isso pode ter sido a causa do acidente. “Pode ser que ele vinha em alta velocidade e, somado a chuva, jogou contra a mureta e desceu em um barranco, para não atingir outros veículos”, afirmou em entrevista à Banda B.
De acordo com o agente, no tombamento o veículo bateu contra várias árvores e o motorista, de 37 anos, morreu dentro da cabine. O corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal de Curitiba (IML). (Com Banda B).








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