O Informe Epidemiológico semanal divulgado nesta quinta dia 10, pela secretaria de Estado da Saúde do Paraná, mostra o crescimento exponencial de casos confirmados: 103 pessoas moradoras do Paraná tiveram ou estão com sarampo. 80 casos são da Curitiba e outros 18 na região metropolitana. As cinco confirmações restantes estão em Jacarezinho (1), Ponta Grossa (1), Maringá (2) e Rolândia (1). (Os outros municípios estão detalhados no boletim nº 7). No boletim da semana passada eram confirmados 59 casos.
“Os casos de sarampo aumentam e demonstram a necessidade de vacinar a população preconizada contra a doença. Solicitamos que as mães, pais ou outro responsável, leve a criança até uma das salas de vacinação distribuídas em nosso Estado. É uma doença altamente transmissível e que pode ser acompanhada de complicações graves. E como o vírus não circulou no Paraná por mais de 20 anos, muitas pessoas não tiveram contato com o sarampo e não se sentem o risco de contaminação ou transmitir para alguém. Por isso nós e o Ministério da Saúde nos mobilizamos para alertar e chamar a população para a vacinação”, comenta a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesa, Acácia Nasr.
O Ministério da Saúde (MS) iniciou a campanha de vacinação contra sarampo na segunda-feira (7), prioridade do grupo de seis meses a cinco anos incompletos se deve ao fato desse grupo sofrer mais sequelas da doença. Primeira etapa da campanha segue até o dia 25 de outubro.
A baixa cobertura vacinal da população mais vulnerável ao sarampo é o foco da campanha de vacinação do Ministério da Saúde. Desde 2004 a indicação do Ministério é que sejam aplicadas duas doses, uma aos 12 meses e outra aos 15 meses de vida. Porém, segundo dados dos últimos anos, o Paraná não atingiu a meta de vacinação estabelecida pelo MS para as duas doses. Em 2016, a dose 1 chegou a 91% de cobertura, em 2017, manteve o mesmo percentual, em 2018 este número baixou para 88% e em 2019, de janeiro ao dia 9 de outubro de 2019 ampliamos a cobertura e atingimos 92,7%. Embora 2018 e 2019 sejam dados preliminares, é possível verificar que o índice aumentou em 5%.
“Sabemos que há uma janela, um grupo de pessoas que não estão vacinadas ou por falta de informação e consciência sobre o tema, ou por resistência à vacina. Seja qual for o motivo, nós precisamos fazer a busca ativa dessa população para que seja imunizada, dessa forma as pessoas não adoecem e não transmitirão sarampo para outras”, esclarece o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
CAMPANHA – Teve início na segunda-feira (7) a primeira etapa da Campanha de Vacinação contra o sarampo. O grupo preconizado pelo MS neste momento é de crianças entre seis meses e cinco anos. no sábado, dia 19 de outubro será realizado o dia D nesta fase que segue até o dia 25 de outubro, quando todas as Unidades Básicas de Saúde estarão abertas.
A segunda etapa tem como público alvo jovens com idade entre 20 e 29 anos. O período de intensificação para vacinação desta faixa de idade é entre 18 a 30 de novembro com o dia D ocorrendo no sábado, 30.
“Solicitamos mais 100 mil doses da vacina tríplice (que previne sarampo, caxumba e rubéola) para reforçar todo o Paraná, mas especialmente Curitiba, por ser o município com maior incidência do sarampo”, comenta o secretário Beto Preto. (Com Sesa-PR)
O Paraná receberá mais de R$ 1,2 bilhão dos recursos do leilão do pretróleo do pré-sal, de acordo com as regras de rateio aprovadas ontem pela Câmara Federal. Desse total, R$ 494,4 milhões ficarão com o governo do Estado, e outros R$ 714 milhões serão divididos entre os 399 municípios paranaenses, segundo cálculos da Confederação Nacional dos Municípios (CMN).
A matéria agora deve ser votada na semana que vem pelo Senado.
O governo federal estima arrecadar R$ 106,56 bilhões co o leilão, marcado para o próximo dia 6.
Do total do bônus, R$ 33,6 bilhões ficarão com a Petrobras em razão de acordo com a União para que as áreas sob seu direito de exploração possam ser licitadas. Do restante R$ 72,9 bilhões, 15% ficarão com estados, 15% com os municípios e 3% com os estados onde estão localizadas à plataforma continental onde ocorre a extração petrolífera. Os outros 67%, ou R$ 48,84 bilhões ficam com a União. (Com Bem Paraná)
Paraná começa a partir do dia 21 de outubro, segundo a Secretaria de Estado da Educação (Seed).
Desta vez, além da opção de fazer o cadastro presencial, os pais também poderão fazer as matrículas pela internet.
Aproximadamente um milhão de estudantes devem estudar na rede estadual do Paraná no ano que vem, conforme a Seed.
É preciso apresentar um número de celular e CPF do estudante para fazer a matrícula online. Na plataforma, depois de preencher os dados, os pais poderão optar por dar continuidade na mesma escola ou escolher outra instituição.
O prazo final para as matrículas termina no dia 1º de novembro. O resultado do processo para os pedidos será divulgado no dia 2 de dezembro.
O aplicativo 190 PR, plataforma da Polícia Militar pioneira no Brasil em possibilitar o acionamento de emergência sem ligação telefônica, já possui 17,3 mil usuários em todo o Paraná. A Polícia Militar recebeu 6.584 solicitações, todas atendidas com orientações ou com despacho de uma viatura para o local da ocorrência.
O balanço de um ano mostra ainda que o aplicativo já está presente em 117 municípios do Estado e, em breve, vai alcançar todas as regiões do Paraná. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Comando da PM.
Desde que o aplicativo começou a funcionar, em outubro de 2018, houve 3.930 acionamentos somente na Capital. A Região Metropolitana concentrou 1.838 demandas, principalmente em Colombo (359), Araucária (335), Almirante Tamandaré (252) e Pinhais (229).
Os casos de perturbação de sossego, que empenham grande parte da atenção da PM, foram os que mais demandaram atendimento pelo aplicativo, com 5.163 acionamentos.
Abordagem de pessoas suspeitas (255), infrações de trânsito (219) e lesão corporal - violência doméstica (186) também foram as naturezas criminais que mais solicitaram a PM pelo aplicativo.
O balanço confirma a eficiência e a confiança na população ao saber que receberá o atendimento de maneira célere. A média de ligações ao 190 caiu aproximadamente 13% em Curitiba e Londrina após a implantação do 190 PR. Segundo o capitão Claudio Prus, integrante do Centro de Operações Policiais Militares (Copom), as pessoas têm optado pelo aplicativo cada vez mais.
A praticidade de acionamento e a expectativa de que o atendimento será mais efetivo deram mais credibilidade à ferramenta. "O aplicativo fornece transparência e controle sobre as informações da ocorrência. O cidadão tem contato constante com o policial durante todo o atendimento por meio de um chat diretamente no aplicativo", explicou o capitão.
O diferencial, conforme explicou Prus, é que o gerenciamento do atendimento é totalmente transparente, desde o momento do acionamento até o tempo de chegada da viatura policial no local da ocorrência. ?A pessoa tem na palma da mão o histórico de tudo o que ela precisou da Polícia Militar, todas as informações e arquivos de mídia ficam armazenados e podem ser futuramente utilizados como materialidade para outras situações?, disse.
Criado por meio de uma parceria entre a PM e a Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná), o aplicativo foi pioneiro em acionamentos de emergência, sem a necessidade de ligação telefônica ao 190 para solicitar atendimento.
A ferramenta contou com contribuições de técnicos e especialistas, integrantes da Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico e Qualidade da PM, do Centro de Operações Policiais Militares (Copom) e da Diretoria de Pessoal da Corporação.
Preliminarmente, em outubro do ano passado, o aplicativo foi lançado para usuários do Android e, em fevereiro deste ano, foi disponibilizado para o sistema IOS, ambos gratuitamente.
A novidade arrastou milhares de pessoas que tinham curiosidade em conhecer o aplicativo. Em um ano, foram feitos 39.943 downloads nas duas plataformas, permanecendo 17.319 usuários ativos.
Dentre os desafios da implantação do sistema no interior do Estado, o maior foi a adaptação para o funcionamento em locais distantes. Foram feitos ajustes e melhorias que aperfeiçoaram a ferramenta para que pudesse funcionar com qualidade mesmo em regiões mais remotas.
INCLUSÃO
A ferramenta foi idealizada para facilitar o contato entre a Polícia Militar e a população, e, segundo o capitão Prus, incluindo pessoas com limitações físicas e não conseguem pedir atendimento por telefone. O aplicativo atende 289 pessoas com alguma limitação auditiva ou sonora. ?O aplicativo é acessível tanto para surdos quanto para mudos, e a interação é dinâmica e rápida, para que o usuário possa ser atendido de maneira eficiente?, disse o capitão.
Mesmo com o sucesso, por se tratar de um sistema em constante atualização, outras funcionalidades deverão ser acrescentadas em breve. Uma delas é a possibilidade do solicitante encaminhar áudios durante o cadastro da ocorrência.
TROTES
A eficiência do aplicativo é comprovada com a contabilização de que houve apenas dois trotes em um ano de existência do aplicativo. ?O mais importante é que em ambos os casos, os infratores foram identificados pelo Governo Digital, e encaminhados para a Polícia Civil por falsa comunicação de crime. Isso nos deu credibilidade ainda maior, pois sabemos quem é o solicitante, que é real e, assim, o atendimento se torna mais consistente, afirmou. (Com AEN-PR)
Na quarta dia 09, Matinhos recebeu uma visita inusitada de um animal que não costuma aparecer com muita frequência no Litoral do Paraná: um pinguim.
O pinguim fez a festa para moradores e turistas no Bairro Flórida, e ficou um bom tempo na areia, pegando um solzinho.
Pesquisadores do Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná foram acionados e resgataram o animal.
Ele foi encaminhado para receber cuidados dos veterinários e deve ser devolvido ao mar assim que estiver em condições de saúde. (Com Rede Massa)
Os paranaenses têm mais um canal para acessar a Ouvidora Geral da Saúde do Estado, a partir desta semana: o WhatsApp. O uso de aplicativo esteve em teste desde abril, em Curitiba, só para a área de medicamentos. Agora está disponível para todas as demandas, qualquer assunto, e em todo o Paraná. O número é (41) 3330-4414.
“A inovação permeia todo o Governo do Estado nesta gestão e na área da saúde inovar é uma busca diária para melhorar e desenvolver os nossos serviços”, diz o secretário Beto Preto. “A novidade que temos é o uso do WhatsApp como canal para registro na Ouvidoria Geral de Saúde. Como tenho a experiência na função de ouvidor, estou certo de que a pessoa com o celular, com o WhatsApp em funcionamento, tem a saúde do Paraná nas mãos também”, afirma ele.
Além do aplicativo, os registros podem ser realizados pessoalmente na Secretaria de Estado da Saúde, via carta, telefone ou, ainda, por meio do formulário disponível no site da Secretaria. Independente do canal de registro, todos os atendimentos da Ouvidoria passam pelo mesmo fluxo, o tratamento da informação é a mesma. A equipe da Ouvidoria registra a manifestação, categoriza, faz a triagem do assunto e, quando necessário, encaminha para a área específica.
MANIFESTAÇÕES
As manifestações podem ser de elogio, sugestão, solicitação, reclamação e denúncia. Cada um dos tipos de manifestações tem um fluxo e prazo de retorno ao cidadão. O retorno será realizado em até 30 dias, porque em algumas situações as demandas são encaminhadas às áreas específicas citadas na manifestação.
A notificação pode ser anônima, sem identificação alguma. Mas somente será aceita caso esteja escrita de forma bastante clara, explicando o fato, com endereço, nomes dos envolvidos e, de preferência, com envio de documentos comprobatórios. Caso contrário a manifestação será arquivada.
O ouvidor Geral da Saúde no Paraná, Yohhan Garcia de Souza, acredita que o setor é uma possibilidade de aproximar o cidadão da gestão da saúde. “Nós entendemos a ouvidoria como uma ponte que liga o cidadão à gestão. Ou seja, o objetivo maior da ouvidoria é a participação do cidadão na gerência dos serviços do SUS no Estado”, diz ele. “Por isso, a manifestação volta para o cidadão como forma de política pública, ou beneficio claro e direto para a população.”
BALANÇO
Em 2018 o total de manifestações ultrapassou 30 mil. Neste ano, até o mês de agosto, a Ouvidoria já teinha 25 mil registros. “Prevemos que em 2019 vamos aumentar em 20% o número de manifestações. E isso demonstra que as pessoas estão conhecendo o serviço da nossa área e buscando mais informações”, comenta Souza.
A maioria das manifestações da ouvidoria se refere a informações sobre medicamentos que estão fora da lista que o Estado disponibiliza, são os chamados medicamentos não padronizados. Em segundo lugar estão as reclamações, depois denúncias, elogios e sugestões.
RECONHECIMENTO
Uma enfermeira de um dos hospitais da rede estadual teve seu trabalho reconhecido por uma paciente, que manifestou à Ouvidoria o bom atendimento recebido por parte da servidora. A Ouvidoria Geral enviou à enfermeira um certificado de elogio. Esse reconhecimento, disse a servidora, teve impacto muito positivo na sua vida, foi uma motivação, contribuindo até mesmo para tirá-la de um estado de depressão. Esse é um exemplo das manifestações registradas pela Ouvidoria, que existe desde 2011 na Secretaria da Saúde.
“Além do reconhecimento de um serviço bem- feito, essa gratidão por meio do certificado ajuda muito quem o recebe”, frisa o secretário Beto Preto. Primeiro Ouvidor do Sistema Único da Saúde (SUS), Beto Preto tem a convicção de que a ouvidoria é uma ferramenta fundamental e importante para uma boa gestão em saúde. “Entendo que esse é um canal direto entre a população usuária de qualquer serviço de saúde e o governo executivo. É por meio da ouvidoria que temos a visão das necessidades e complexidades de pacientes.”
A Ouvidoria Geral da Saúde do Paraná tem registro de 113.062 mil manifestações nos oito anos de funcionamento. Inicialmente o serviço foi oferecido na sede da Secretaria da Saúde em Curitiba. Atualmente todos os 399 municípios possuem um setor de ouvidoria e outras 125 localizadas em outras instituições – regionais de saúde, hospitais estaduais, consórcios intermunicipais de saúde. (Com AEN)








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