Pegada de sangue no chão ajuda a identificar assassino

Éder da Silva, de 42 anos, foi condenado a 47 anos e 7 meses de prisão por esfaquear e matar Daniela Arduini, de 48 anos, namorada dele na época. O crime aconteceu em agosto de 2025 em Paiçandu, no Norte do Paraná.
Na condenação, definida na quinta-feira (03), o Tribunal do Júri o considerou culpado por feminicídio qualificado pelo meio cruel, segundo o Ministério Público do Paraná (MPPR). Além disso, o acusado terá que pagar uma indenização de R$ 50 mil à família da vítima. A defesa ainda pode recorrer da decisão.
Na época, Daniela foi encontrada morta e com ferimentos na cabeça pela filha, na residência em que morava. Horas antes, vizinhos relataram que ouviram a vítima brigando com um homem, que foi visto saindo da casa dela momentos depois.
Uma pegada com sangue, que foi encontrada no chão da cena do crime, ajudou a identificar Éder como o autor do crime, conforme a Polícia Científica do Paraná (PCIPR).
Ele foi encontrado e preso em um bar em Maringá no dia seguinte. Segundo a polícia, o acusado estava com uma bota da mesma marca da pegada, com manchas de sangue no solado. No tecido da calça que ele estava vestindo também havia vestígios de sangue.



















