Depois de uma frente fria que derrubou as temperaturas no sul do país em meados e maio e no início de junho, os termômetros voltarão a registrar quedas próximas a zero grau a partir de amanhã (28).
A frente fria na região vai deve provocar chuva forte e rajadas de vento. Há risco de queda de granizo. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

A partir de amanhã, logo nas primeiras horas do dia, a previsão é de pancadas de chuva forte com rajadas de vento na metade sul do Rio Grande do Sul, com risco de queda de granizo. No fim da tarde, nas demais áreas do centro-norte do estado e em Santa Catarina, a previsão é de pancadas de chuva e eventuais rajadas de vento. As temperaturas mínimas previstas para a região nesse dia são de 7°C e 8°C.
Já na sexta-feira (29), a frente fria avançará rapidamente pelo norte de Santa Catarina e pelo Paraná, provocando pancadas de chuva e queda acentuada nas temperaturas, se aproximando de zero grau nas áreas mais altas. O frio continuará até o fim de semana. Está prevista ainda formação de geada em parte da Região Sul, de forma mais ampla e abrangente no sábado (30), exceto no litoral.
Por - Agência Brasil
Ainda sem o vice da chapa definido, com 262 votos favoráveis e 9 contrários, o MDB confirmou, nesta quarta-feira (27), o nome da senadora Simone Tebet (MS) para a corrida ao Palácio do Planalto em convenção virtual da sigla realizada nesta quarta-feira (27).
O evento teve transmissão pela internet e a votação ocorreu por meio de uma plataforma virtual. Apoiada pela federação partidária PSDB-Cidadania, que marcou presença na convenção emedebista com seus presidentes, respectivamente, Bruno Araújo e Roberto Freire, em seu discurso aos convencionais da legenda, Simone Tebet pregou confiança.

"Só nós, o centro democrático, tem a legitimidade para dizer que tem a capacidade de pacificar o Brasil, de unir o Brasil, para que o Brasil volte a ter segurança, estabilidade e com isso volte a crescer, gerar emprego e renda pra nossa população. Eu estou pronta para poder estar ao lado de vocês, trabalhando por vocês, para com a experiência de cada um de vocês, poder ser a voz do MDB, do PSDB e do Cidadania”, disse Tebet.
Após a convenção, em entrevista coletiva, ela reforçou que recebeu hoje a mais árdua, a mais importante missão da sua vida. "Eu sou candidata a presidente da República e como candidata eu coloco a minha vida a favor do Brasil, da democracia e do povo brasileiro", disse Simone Tebet. "Nós vamos transformar o Brasil com amor e coragem."
Vice
Mesmo com a declaração de apoio do PSDB à Simone Tebet, o nome do candidato a vice na chapa ainda não foi definido pelo partido. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) é um dos cotados. “A definição da vice depende de uma série de conversas e entendimentos internos de sentido político e eleitoral, em que o propósito final será encontrar aquilo que seja o melhor para a candidatura. Qualquer que seja a decisão, estarei do lado dela [ Simone]”, disse o senador na convenção da federação PSDB-Cidadania em Brasília hoje. Na ocasião, os dois partidos oficializaram o apoio à emedebista e disseram que o nome para vice será definido até o limite do calendário eleitoral, no dia 5 de agosto.
Perfil
Simone Tebet tem 52 anos. Nascida em Três Lagoas (MS), ela é formada em direito e começou sua carreira política em 2003 como deputada estadual. De 2005 a 2010 foi prefeita de sua cidade natal por dois mandatos. Deixou o cargo para ser vice-governadora de Mato Grosso do Sul. Ela é filha do ex-presidente do Senado Ramez Tebet, falecido em 2006. De 2013 a 2014, foi secretária de Governo até que, em 2015, foi empossada como senadora. Tebet ganhou projeção nacional especialmente depois da forte atuação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, no ano passado.
Por - Agência Brasil
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em reunião realizada nesta quarta-feira (27), a Diretriz de Formação de Preços no Mercado Interno a ser aplicada aos derivados de petróleo e gás natural, comercializados no mercado interno, incluindo o próprio Conselho de Administração e o Conselho Fiscal na supervisão da execução das políticas de preço da petroleira.

A diretriz incorpora uma camada adicional de supervisão da execução das políticas de preço pelo Conselho de Administração e Conselho Fiscal, a partir do reporte trimestral da Diretoria Executiva, "formalizando prática já existente".
A diretriz, no entanto, não vai alterar a política de equilíbrio de preços da empresa com os mercados nacionais e internacionais. “Vale destacar que a referida aprovação não implica em mudança das atuais políticas de preço no mercado interno, alinhadas aos preços internacionais, e tampouco no Estatuto Social da companhia”, informou a estatal.
“Na execução das Políticas de Preços, buscando maximizar a geração de valor para Companhia, a Diretoria Executiva, ou alçada por ela delegada, deverá acompanhar a evolução do mercado brasileiro de derivados de petróleo [considerando, por exemplo, o efeito da venda de ativos de refino], dos produtos substitutos e a atuação dos importadores, tendo como principal balizador de preço competitivo o equilíbrio dos preços da Petrobras com os mercados nacional e internacional e observando também a participação de mercado necessária para a otimização de seus ativos, bem como a preservação de um ambiente competitivo salutar, nos termos da Legislação em vigor”, explicou a Petrobras.
Embora acrescente os conselhos de Administração e Fiscal, a diretriz reiterou a competência da Diretoria Executiva na execução das políticas de preço, para “preservar e priorizar o resultado econômico da companhia, na direção de maximizar a sua geração de valor”.
“Os procedimentos relacionados à execução da política de preço, tais como, a periodicidade dos ajustes dos preços dos produtos, os percentuais e valores de tais ajustes, a conveniência e oportunidade em relação à decisão dos ajustes dos preços permanecem sob a competência da Diretoria Executiva”, observou.
Ainda de acordo com a diretriz, “a Diretoria Executiva deverá reportar trimestralmente ao Conselho de Administração e ao Conselho Fiscal a evolução dos preços praticados no mercado nacional para diesel, gasolina e GLP, bem como da participação da Petrobras nestes mercados”.
Por - Agência Brasil
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Danilo Dupas, pediu para deixar o comando do órgão.
A saída de Dupas foi anunciada nas redes sociais pelo ministro da Educação, Victor Godoy, que também afirmou que o servidor Carlos Moreno, atual diretor de Estatísticas Educacionais, ocupará o cargo. Ao GLOBO, o ministro confirmou que pretende manter Moreno à frente da autarquia até o final do mandato.
"Anuncio ainda que a saída do atual presidente Danilo Dupas ocorreu por motivos pessoais e a pedido. Agradeço por todo o trabalho realizado nesse período, que trouxe avanços importantes para a Autarquia", escreveu Godoy no Twitter.
O GLOBO apurou que Dupas justificou o pedido de demissão alegando que voltaria para o Mackenzie, onde atuava antes de integrar o governo. Dupas assumiu presidência do órgão em fevereiro de 2021, indicado pelo ex-ministro Milton Ribeiro. Dupas era próximo do ex-ministro e foi mantido no cargo por Ribeiro após estar no centro da maior crise da história do Inep.
Em novembro do ano passado, às vésperas do Enem, 37 servidores da autarquia entregaram seus cargos de coordenação e denunciaram publicamente a conduta de Dupas à frente do órgão. Os servidores relataram casos de assédio moral, censura e conduta indevida de Dupas na condução de suas funções no Inep.
Blindado por Milton Ribeiro, Dupas negou as acusações em audiência na Câmara dos Deputados e argumentou que os servidores estavam descontentes devido a mudanças promovidas por ele no órgão. A saída de Dupas foi comemorada por funcionários da autarquia, que consideraram um sinal de deferência o fato de um servidor da autarquia assumir o cargo máximo no Inep.
O novo presidente do órgão, que ocupará o cargo interinamente a partir de agosto, é servidor de carreira do Inep e ocupava há 12 anos o cargo de Diretor de Estatística da autarquia, área responsável pelos Censos feitos pelo órgão, entre outros. Carlos Moreno é mestre em estatística pela Universidade de Brasília e doutorando em Educação pela Universidade Católica de Brasília.
"Anuncio que a partir de 1° de agosto o diretor Carlos Moreno será o novo presidente do Inep, respondendo interinamente e garantindo a continuidade dos exames e avaliações fundamentais para toda a sociedade brasileira. Já ocupou diversas funções no INEP e conhece profundamente os processos, avaliações e exames da Autarquia", escreveu o ministro da Educação.
Ao GLOBO, o novo presidente do Inep buscou tranquilizar os candidatos de avaliações do órgão, como o Enem.
— Faço parte desse corpo de servidores que tem o compromisso de garantir essas entregas nesse momento difícil, faltando 5 meses para a conclusão desse governo, tendo eleições. Assumo para dar essa tranquilidade sobretudo para aqueles que estão inscritos no Enem, no Enade, e no Revalida, que são exames que ainda serão aplicados pelo Inep neste ano. Essa é minha missão aqui nesse momento — afirmou Moreno.
Questionado se ficará no cargo até o final do mandato do presidente Jair Bolsonaro, o novo presidente do Inep afirmou que avaliará a possibilidade caso ela apareça.
— A gente tem que que cumprir as missões quando elas vão acontecendo e acho que a missão agora é dar essa estabilidade na transição com a saída do presidente Danilo. Essa é minha missão agora. Como servidor do Inep, eu me sinto muito confortável em cumpri-la, embora saiba que é muito difícil dada a complexidade das ações que o Inep desenvolve — disse.
Além das avaliações feitas pelo órgão, Moreno destacou que a implementação do novo Fundeb é mais um desafio para o corpo técnico do Inep:
— O novo Fundeb será implementado agora com novos indicadores e são ações que estão regularmente sendo desenvolvidas pelo corpo técnico do Inep. Tudo isso precisa de atenção, muito profissionalismo e dedicação dos servidores. A gente não pode deixar que a saída do presidente Danilo tenha qualquer impacto em relação às atividades que estão em andamento— explicou.
Crise histórica
A gestão do ex-presidente Danilo Dupas à frente do Inep foi marcada pela maior crise vivenciada pela instituição em mais de 80 anos de história. Em novembro de 2021, servidores da autarquia divulgaram um manifesto contra o então presidente.
"Nos últimos meses, o clima organizacional é de desconfiança intimidação, assédio, perseguição e insegurança psicológica", afirmaram os servidores na carta.
Além da conduta de Dupas com os funcionários, o corpo técnico do Inep também denunciou tentativas de interferência na prova do Enem. Os servidores reuniram as acusações em um documento encaminhado à Câmara dos Deputados, ao Tribunal de Contas da União, à Controladoria-geral da União e o Ministério Público.
Por - O Globo
Unidos em uma federação partidária, PSDB e Cidadania aprovaram nesta quarta-feira (27), por unanimidade, o apoio à candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS) à Presidência da República.
Em formato híbrido - virtual e presencial - a convenção foi realizada na sede do PSDB, em Brasília. Tebet, que está hoje na convenção do MDB, fez uma breve participação de forma virtual no encontro de seus apoiadores.

A convenção nacional do MDB deve confirmar Tebet como candidata do partido à Presidência da República. Representantes do chamado centro democrático, MDB, PSDB e Cidadania, se uniram nas eleições deste ano para lançar uma candidatura alternativa às do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Mesmo com a declaração de apoio do PSDB à Tebet, o nome do candidato a vice na chapa ainda não foi definido pelo partido. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) é um dos cotados. “A definição da vice depende de uma série de conversas e entendimentos internos de sentido político e eleitoral, em que o propósito final será encontrar aquilo que seja o melhor para a candidatura", disse Jereissati. "Qualquer que seja a decisão, estarei do lado dela [Simone Tebet]”, acrescentou o senador, na convenção da federação hoje.
Com a indefinição sobre o lançamento de Jereissati como vice, nomes de duas senadoras passaram a ser cogitados: Eliziane Gama (Cidadania-MA) e Mara Gabrilli (PSDB-SP). Segundo o presidente do PSDB, Bruno Araújo, nome de vice será definido até a data limite, 5 de agosto. Nesse dia, termina o prazo da Justiça Eleitoral para escolha de candidatos pelos partidos.
Aliança
A federação formada por PSDB e Cidadania foi lançada em maio deste ano. Por meio desse formato inédito nas eleições brasileiras, as legendas são obrigadas a manterem-se unidas, como uma só sigla, por pelo menos quatro anos.
Por - Agência Brasil
O resultado preliminar das negociações salariais coletivas em julho mostra que 70,3% dos reajustes estão abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado, indicou o boletim mensal Salariômetro - Mercado de Trabalho e Negociações Coletivas da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Segundo os dados preliminares, a proporção de reajustes iguais ao INPC foi de 4,4% e a de reajustes acima do INCP foi de 25,3%. O piso salarial mediano foi de R$ 1.441 e o piso médio foi de R$ 1.476. De acordo com o boletim, em julho houve 70 acordos e 21 convenções.
O informativo diz ainda que em junho 41,3% dos reajustes ficaram acima do INPC, sendo a maior proporção dos últimos 12 meses, e o reajuste mediano ficou igual ao INPC acumulado.
Por - Agência Brasil





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