Facebook vai apoiar projetos para combater fake news no Brasil

Com o objetivo de ajudar no combate à propagação de notícias falsas no Brasil, o Facebook anunciou o seu apoio a dois projetos. "Vaza, Falsiane!", o primeiro deles, consiste em um curs com aulas online, gratuitas, voltadas para o público jovem e para professores.

 

O segundo se chama "Fátima!, um bot para o Messenger que vai auxiliar os próprios usuários na checagem dos fatos, a fim de identificar fake news.



Conforme o site TechTudo, os dois projetos foram criados por brasileiros e pesados em parceria com a rede social de Mark Zuckerberg. "Vaza, Falsiane" e "Fátima" já estão em fase de desenvolvimento e devem ser disponibilizados para os internautas até o fim do primeiro semestre.

 

 

As iniciativas apoiadas pelo Facebook fazem parte de um conjunto de ações desenvolvidas pela rede para diminuir o impacto das falsas notícias dentro da plataforma. Apenas no ano passado foram anunciados diversos recursos para evitar a divulgação de conteúdos do gênero, a exemplo de um guia contra fake news, mudanças no algoritmo e um botão para contextualizar as publicações.

 

Os projetos escolhidos para ganhar o apoio da rede no Brasil resultam de uma seleção de oito propostas, apresentadas no ano passado por um público formado por professores, jornalistas e entidades preocupadas com o combate à fake news.

 

No caso do curso, ‘Vaza, Falsiane!’, as aulas serão adaptadas para a linguagem da Internet, com a utilização de vídeos, memes, listas e testes. Os professores Leonardo Sakamoto (PUC-SP), Ivan Paganotti (MidiAto ECA-USP) e e Rodrigo Ratier (Faculdade Cásper Líbero) assinam a criação do material.

 

O robô 'Fátima' será elaborado pela plataforma brasileira Aos Fatos, que integra a International Fact-Checking Network, rede de combate a fake news. O projeto ganhou esse nome como um diminutivo “FactMachine”, que em português pode ser traduzido como "máquina dos fatos".

 

 

 

Colisão entre navios deixa 32 desaparecidos

Um acidente envolvendo dois navios deixou 32 pessoas - 30 iranianos e dois bengalis - desaparecidas na costa leste da China, informou neste domingo dia 07, o Ministério dos Transportes do país asiático.

 

A colisão aconteceu neste sábado dia 06, às 20 horas (hora local, 10 horas em Brasília) e envolveu um petroleiro do Irã registrado no Panamá e um cargueiro de Hong Kong. Todos os desaparecidos são da embarcação iraniana, que pegou fogo após o acidente e derramou óleo no mar.

 

Imagens transmitidas pela televisão estatal chinesa CCTV mostram o navio em chamas e espessas colunas de fumaça negra.

 

Autoridades marítimas chinesas enviaram oito navios para as operações de busca e resgate, que também envolvem a Coreia do Sul, com um barco da guarda costeira e uma aeronave, de acordo com a agência oficial de notícias Xinhua.

 

O petroleiro Sanchi tinha 274 metros de comprimento e operava para a empresa iraniana Bright Shipping. A embarcação se dirigia para a Coreia do Sul, segundo o ministério chinês. Já o cargueiro de Hong Kong transportava 64 mil toneladas de sementes e não sofreu danos "que colocam a sua segurança em perigo" - sua tripulação, composta por 21 pessoas, todas de nacionalidade chinesa, já foi resgatada, segundo as autoridades.

 

A batida ocorreu a cerca de 160 milhas náuticas (300 km) a leste da foz do rio Yangtze, perto da cidade de Xangai, no leste da China.

 

"Não podemos dizer que todos morreram, porque as equipes de resgate estão trabalhando", disse um funcionário do Ministério do Petróleo à agência de notícias Associated Press.

 

Ainda não é possível saber a extensão da área contaminada pelo óleo derramado no mar. (Com Folhapress)

 

 

 

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Mulher briga com assaltante porque percebe que ele não estava armado

Uma mulher de 37 anos tentou evitar assalto hoje de manhã, ao ser atacada na Rua Javali, no bairro Residencial Mário Covas, em Campo Grande.

 

Ela percebeu que os bandidos não estavam armados e se negou a entregar a bolsa, que era exigida por eles.

 

Os dois ladrões a abordaram quando ela caminhava pela rua, por volta das 6h30. Eles chegaram em uma moto preta, com detalhes em vermelho. Os suspeitos exigiram que ela entregasse seus pertences, mas a mulher segurou firme a bolsa.

 

 

Como houve resistência, um dos homens desceu da moto e empurrou a vítima contra um muro. Também a ameaçou, dizendo que iria agredi-la mais. A mulher só desistiu de contestar os bandidos quando percebeu que o condutor da moto também iria descer do veículo e partir para cima dela.

 

Depois que pegaram a bolsa, eles fugiram e tomaram rumo ignorado. A Polícia Civil obteve a informação que um dos suspeitos era margo, branco, estatura mediana, tinha "boa aparência" e durante o assalto não aparentava estar sob efeito de drogas. Ele ainda trajava calça em tecido, camiseta de cor escura e não usou capacete durante a ação.

 

Os policiais também receberam detalhes sobre a moto, que pode auxiliar na investigação. (Com Correio do Estado)

 

 

 

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