Vigilante é preso por estuprar adolescente de 13 anos; menor acredita estar grávida

Um vigilante de 42, F. A. S., foi preso nesta terça dia 09, acusado de estuprar uma adolesceste de 13 anos em uma residência no Bairro Liberdade, em Porto Velho, em Rondônia.

 

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima estava desaparecida desde o último sábado dia 06, e a mãe da adolescente conseguiu saber o paradeiro da menina por meio de informações na rede social Facebook e acionou a Polícia Militar.

 

 

Segundo a polícia, o vigilante estava junto com a menor quando foi detido. Ele contou que conheceu a adolescente por meio de uma agenciadora de garotas de programa e, ainda, que pagava R$ 50,00 por cada relação. A vítima teria ficado quatro dias com o homem.

 

Aos policiais, a vítima contou que suspeita estar grávida e também que esteja com alguma doença sexualmente transmissível (DST). O vigilante também alegou que, possivelmente, adquiriu DST.

 

Diante dos fatos, o homem foi levado para a Central de Flagrantes. Segundo a polícia, uma mulher é apontada como agenciadora das garotas de programa, porém não foi localizada. (Com Rondônia Agora)

 

 

 

Marília Mendonça tem parte dos bens bloqueados pela Justiça

A justiça determinou o bloqueio de parte dos bens da cantora Marília Mendonça.

 

De acordo com sentença liminar enviada ao G1 pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) nesta segunda dia 08, o objetivo da decisão é garantir recursos para ressarcimento de consumidores que compraram ingressos de shows cancelados. As apresentações ocorreriam em fevereiro e março de 2017 em Araguari (MG).

 

Segundo a determinação do juiz Márcio José Tricote, da 3ª Vara Cível de Araguari, foram indisponibilizados judicialmente R$ 100 mil em bens da cantora, da contratante, Juliana de Lima Melo Alves, e da Workshow, produtora do evento. O valor foi dividido entre os três réus e, portanto, cada um teve cerca de R$ 33 mil bloqueados.

 

 

A assessoria de comunicação de Marília Dias Mendonça e da Workshow informou em nota à reportagem que a cobrança é indevida, pois os shows não foram realizados devido às chuvas.

 

A assessoria também disse que a responsabilidade de devolução dos valores referentes aos ingressos é da contratante e que Marília Mendonça e a Workshow não se responsabilizam por terceiros. O texto diz que, como as apresentações não ocorreram, a artista não recebeu cachê.

 

A reportagem não conseguiu contato com a contratante dos eventos.

 

Processo

 

O evento foi marcado, inicialmente, para o dia 3 de fevereiro de 2017 em Araguari. No entanto, devido à chuva, o show foi remarcado para 9 de março. Ainda de acordo com a decisão judicial, o evento também não foi realizado na segunda data também sob alegação de fortes chuvas.

 

Os consumidores que adquiriram ingressos antecipados reclamaram no Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-MG) que não foram ressarcidos do valor pago pelo show.

 

O processo ainda aponta que o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os produtores do evento para reembolso dos consumidores em 27 de março de 2017, mas o acordo não foi cumprido.


Ainda de acordo com o TJMG, o MPMG entrou com uma ação por danos morais em julho do ano passado e, no dia 12 de setembro, a Justiça determinou o bloqueio dos bens dos envolvidos, que segue até a publicação da matéria.

 

Audiência de conciliação


Uma audiência de conciliação do processo será realizada no próximo dia 18 de janeiro, no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania, Centro de Araguari. O TJMG explicou que, caso não seja feito acordo, o processo continua com o bloqueio dos valores.

 

A reportagem entrou em contato com o MPMG para falar sobre a questão. Contudo, a assessoria de comunicação do órgão informou que promotora responsável pela ação está em férias e não tem mais informações sobre o caso. (Com G1)

 

 

 

Aposentado pode ter morrido após encontro amoroso, diz polícia

A morte de Luiz Sales Moreno, 60, pode ter ligação a um infarto após noite de sexo.

 

Conforme o Campo Grande News, a hipótese é investigado pela Polícia Civil. O corpo do idoso não possuía sinais de violência.


Ele foi encontrado morto com as mãos e os pés amarrados por um tecido fino, na manhã desta terça dia 09, na Rua Casuarina, no Núcleo Habitacional Buriti, em Campo Grande.

 

 

O delegado Edemilson José Holler, da 6ª Delegacia de Polícia informou ao Campo Grande News que uma hipóteses da morte de Luiz é de que tenha sofrido um infarto após encontro amoroso. No entanto, apenas laudo necroscópico irá apontar as causas da morte.

 

Câmeras de segurança e as imagens da frente da casa do idoso devem ajudar a polícia nas investigações.

 

Dias antes, o idoso havia recebido a aposentadoria, porém a carteira dele com dinheiro não foi localizada. (Com Dourados News/ Campo Grande News)

 

 

 

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Reajuste do salário mínimo fica abaixo da inflação

O reajuste do salário mínimo ficou abaixo da inflação de 2017, divulgada nesta quarta dia 10, pelo IBGE. O cálculo é feito com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que encerrou o ano acumulado em 2,07%.

 

O governo, no entanto, utilizou o percentual de 1,81% para calcular o reajuste, que entrou em vigor em 1º de janeiro.

 

Caso fosse corrigido pela inflação observada, o salário mínimo teria subido de R$ 937 para R$ 956, em vez dos R$ 954 válidos atualmente.

 

 

Com a diferença, o governo prevê economizar R$ 3,4 bilhões.

 

Essa é a menor correção aplicada ao salário mínimo desde 1995, primeiro ano após a criação do Real.

 

Por lei, esse valor é corrigido levando em conta a inflação no ano anterior e o PIB de dois anos anteriores.

 

No caso de 2018, o PIB não é levado em conta, pois em 2016 a economia ficou no negativo, com uma retração de 3,5%. A legislação expira em 2019.

 

Além de definir o piso do mercado formal, o salário mínimo também é referência para benefícios, como aposentadorias e seguro-desemprego.

 

Para os beneficiários do INSS que recebem acima do piso, o reajuste foi de 1,88% (não houve desconto). (Com Folhapress)

 

 

 

Suínos: setor espera ano positivo com a retomada econômica

É esperado entendimento com o mercado russo e a realização da Copa do Mundo deverá influenciar positivamente a demanda por carne suína brasileira.


Os resultados para a suinocultura em 2017 foram positivos, mesmo após os abalos sofridos com as notícias da Operação Carne Fraca. Na média anual, os preços recebidos pelos produtores em São Paulo ficaram 8,6% maiores, em valores nominais, na comparação com o ano anterior.

 

Junto a isso, o custo de produção, grande vilão em 2016, deu trégua, com o preço do milho, principal insumo utilizado na alimentação, menor em 2017.

 

 

Com isso, o poder de compra melhorou. Na média do ano, o produtor adquiriu 3,06 quilos a mais de milho com um quilo de suíno, na comparação com o ano anterior. No atacado, o movimento de alta foi semelhante. A carcaça ficou cotada, em média, em R$6,19/kg, uma alta de 8,2% em
relação a 2016.


Esse cenário positivo refletiu na produção. Até o terceiro semestre de 2017 (janeiro a setembro), houve incremento de 2,0% nos abates, frente a igual período de 2016, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Para 2018, a retomada do crescimento da economia brasileira é favorável para o consumo interno. No mercado externo, a expectativa também é positiva. É esperado entendimento com o mercado russo e a realização da Copa do Mundo deverá influenciar positivamente a demanda por carne suína brasileira. (Canal Rural)

 

 

 

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