A onça-parda continua entre os galhos de um pé de jaca, localizado na Rua Santos Dumont, Vila Rosa, em Dourados (MS).
O animal apareceu ontem dia 30, à tarde e pulou muros de residência até chegar na árvore. A Polícia Militar Ambiental do município está monitorando o animal até conseguir capturá-lo em segurança.
De acordo com informações do Dourados Agora, o bairro é rodeado por chácaras e a onça foi vista por moradores próximo a um tanque de lavar roupas, em uma residência. Assustado, o animal subiu nos muros até chegar ao pé de jaca de onde não saiu mais.
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Equipes da PMA que estavam no local, dispararam dardos com tranquilizante para sedar a onça-parda, mas não houve reação no animal.
Ainda conforme o subtenente Guera da PMA, os tranquilizantes que vieram de Naviraí não foram adequados para o porte da onça-parda. Novo equipamento foram solicitados de Campo Grande para captura do animal.
A área foi isolada enquanto militares do Corpo de Bombeiros e PMA permanecem no local até a chegada dos tranquilizantes. A presença do animal atraiu vários curiosos até a residência.
À reportagem, o subtenente explicou que está tudo preparado para a captura, porém é importante ficar alerta, uma vez que se trata de um animal silvestre. “ Não podemos prever os riscos, até porque estamos tratando de uma onça”, afirmou.
Depois de capturada, a onça-parda será encaminhada para um centro de recuperação de animais e em seguida solta na natureza. (Com Correio do Estado)
Em uma possível corrida presidencial sem Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quatro candidatos disputariam uma vaga no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSC), de acordo com a primeira pesquisa do Datafolha após a condenação do petista em segunda instância.
Levantamento realizado na segunda dia 29 e na terça dia 30, mostra que, caso o ex-presidente seja barrado pela Lei da Ficha Limpa, seus votos ficariam pulverizados entre diversos nomes e a briga pelo segundo lugar seria acirrada.
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Bolsonaro lidera o principal cenário sem a presença de Lula, com 18% das intenções de voto. Ele aparece à frente de Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Luciano Huck (sem partido).
Marina lidera o segundo pelotão, com 13%. Ciro (10%), Alckmin (8%) e Huck (8%) estão tecnicamente empatados.
O Datafolha fez 2.826 entrevistas em 174 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
Apesar de aparecer como primeiro colocado nessa situação, Bolsonaro parou de crescer. Ele oscilou negativamente em todos os quadros apresentados na pesquisa, em comparação com o levantamento de novembro.
No início de janeiro, reportagens da Folha de S.Paulo revelaram que o patrimônio de Bolsonaro e de sua família se multiplicou depois que ele entrou na política, e que o deputado recebe auxílio-moradia da Câmara apesar de ser dono de apartamento em Brasília.
No segundo turno, Bolsonaro seria derrotado tanto pelo ex-presidente Lula (49% a 32%) quanto pela ex-senadora Marina Silva (42% a 32%).
Lula conserva força eleitoral mesmo condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).
O petista lidera o primeiro turno em todos os cenários em que seu nome é apresentado, com apoio de 34% a 37% do eleitorado. No segundo turno, venceria Alckmin e Marina, além de Bolsonaro.
Com a condenação, Lula pode ser declarado inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, mas pode recorrer a tribunais superiores ou esperar uma decisão do TSE sobre sua candidatura, o que só deve ocorrer em setembro.
Caso o PT precise substituir Lula na urna eletrônica, o levantamento do Datafolha mostra que o potencial do petista de transferir votos para um apadrinhado pode ter ficado abalado.
O percentual de eleitores que dizem que não votariam em um candidato apoiado pelo ex-presidente subiu de 48%, em novembro, para 53%. Outros 27% dizem que o apoio de Lula influenciaria a escolha "com certeza", e 17% afirmam que "talvez" votassem no nome indicado por ele.
A saída de Lula da disputa impulsiona principalmente Marina Silva e Ciro Gomes. Ao comparar cenários com e sem a participação do ex-presidente, Marina passa de 8% para 13%, enquanto Ciro cresce de 6% para 10%.
PATINANDO
Outros candidatos também crescem quando Lula está fora do páreo, mas de forma mais tímida: tanto Geraldo Alckmin quanto Luciano Huck sobem de 6% para 8%.
No cenário sem Lula, um dos possíveis candidatos do PT, o ex-governador baiano Jaques Wagner, aparece com 2%. O percentual de eleitores que diz não saber em quem votar ou que votaria em branco ou nulo sobe de 16% para 28% quando o ex-presidente não é um dos candidatos.
O apresentador da Rede Globo reaparece na pesquisa numericamente empatado com o governador paulista. Huck afirmou, em artigo publicado em novembro na Folha de S.Paulo, que não será candidato, mas dirigentes partidários ainda acreditam que ele pode disputar a Presidência.
Favorito para se candidatar ao Planalto pelo PSDB, Alckmin patina em todos os cenários apresentados pelo Datafolha. O tucano tem de 6% a 11% das intenções de voto.
A dificuldade de Alckmin em subir nas pesquisas provocou questionamentos dentro de seu próprio partido sobre a viabilidade de sua candidatura.
Potencial adversário interno, o prefeito paulistano João Doria aparece com até 5%. (Com Folhapress)
Pegaram pena máxima, após júri realizado ontem dia 30, os acusados da morte de Surianny dos Santos Silveira, de 5 anos de idade.
O caso comoveu o Rio Grande do Sul.
Foram 13 horas de julgamento pelos crimes de homicídio qualificado, estupro de vulnerável e ocultação de cadáver. Charles Teixeira de Castro, padrasto da vítima, foi condenado a 61 anos de prisão. O amigo dele, Jeferson Machado da Silva teve a pena fixada em 61 anos e 9 meses.
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Os crimes ocorreram na madrugada de 9 de setembro de 2015, em casa no bairro Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre, onde viviam os envolvidos, a mãe - que estava fora da cidade no dia do fato - e um irmão da menina. Surianny foi morta por sufocamento. O corpo dela foi encontrado no interior de um sofá, no cômodo onde dormia.
Durante a instrução do processo, foram ouvidas 15 testemunhas. Quando depuseram, Charles negou participação nos crimes e Jeferson preferiu ficar em silêncio. A mãe da vítima acredita em premeditação. Disse em juízo que, no dia anterior ao fato, ligou para casa e ouviu de Charles que ela teria uma surpresa em relação à filha quando voltasse.
Por Assessoria
Os aprovados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) devem procurar, a partir desta terça dia 30, as instituições escolhidas para a efetivação da matrícula.
O período de matrícula vai até 7 de fevereiro. O Sisu é o sistema informatizado do MEC, utilizado por instituições públicas de educação superior na oferta de vagas a estudantes, com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Na segunda dia 29, o Ministério da Educação abriu a consulta para vagas do Programa Universidade para Todos (ProUni).
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Neste ano, serão oferecidas 242.987 bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em 2.976 instituições privadas de educação superior. As inscrições começam em 6 de fevereiro. (Com Agência Brasil)
Em meio às discussões sobre a reforma da Previdência, disparou o número de pedidos de aposentadoria por tempo de contribuição.
Esses pedidos cresceram 5,5% no ano passado, enquanto as aposentadorias por idade, que exigem no mínimo 65 anos para homens e 60 anos para mulheres, subiram 3,7%. Em 2014, o ritmo de crescimento das duas categorias era praticamente igual.
Para se aposentar por tempo de contribuição no Brasil não é necessário cumprir uma idade mínima, algo raro em todo o mundo. Acabar com esse tipo de aposentadoria é um dos pilares da reforma da Previdência que está em tramitação no Congresso, embora a votação esteja passando por sucessivos adiamentos.
Essa modalidade de benefício é considerada pelo governo um dos privilégios concedidos pelas regras atuais porque permite que pessoas mais novas e em geral com maiores salários solicitem a aposentadoria cedo e com valor médio de benefício mais elevado, onerando as contas previdenciárias, que tiveram o rombo recorde de R$ 268,8 bilhões no ano passado.
Quem se aposenta por tempo de contribuição (de 35 anos para homens e 30 para mulheres) tem, em média, 54,9 anos e recebe quase R$ 2 mil por mês. Já quem se aposenta por idade tem, na média, 60,9 anos e recebe R$ 950. Os dados da idade média são de 2016. Apesar de serem menos numerosos (6 milhões de pessoas), os aposentados por tempo de contribuição custam mais para a Previdência que os 10,5 milhões de aposentados por idade. Em dezembro, o primeiro grupo recebeu R$ 11,8 bilhões, enquanto o segundo custou R$ 9,95 bilhões.
A avaliação de especialistas é que o crescimento dos pedidos de aposentadoria por tempo de contribuição tem se dado porque, além da maior formalização do mercado de trabalho (um fator positivo, que eleva o número de pessoas que chegam aos 30 ou 35 anos de contribuição necessários), há o medo da aprovação da reforma, que eliminaria a possibilidade desse tipo de aposentadoria, e um avanço nos pedidos antes represados por conta do fator previdenciário - uma regra estabelecida no governo Fernando Henrique que punia com uma redução no benefício quem quisesse se aposentar muito cedo.
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No fim de 2015, o Congresso aprovou uma regra de cálculo mais benéfica, que é conhecida como 85/95. Ela permite que os segurados obtenham o direito a receber 100% do salário como aposentadoria (respeitado o teto do INSS, de R$ 5.645,80) desde que o tempo de contribuição mais a idade some 85 anos (mulheres) e 95 anos (homens), e respeitado o tempo mínimo de contribuição de 35 anos para homens e 30 para mulheres.
"Sem dúvida é um alerta para as contas da Previdência e também sobre o 85/95. Se não aprovar a reforma, teríamos de no mínimo mudar a regra de cálculo do benefício por tempo de contribuição", diz o ex-secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim, hoje consultor de Orçamento na Câmara dos Deputados.
O consultor do Senado Pedro Nery, especialista em Previdência, lembra que o 85/95 deixou a Previdência ainda mais desequilibrada. "O valor médio dos benefícios é maior e eles duram mais tempo, porque a idade mínima na concessão é menor e a sobrevida tende a ser maior", observa. Pelos dados do IBGE, quem tem 54,9 anos tende a viver mais 26,2 anos. Já para quem tem 60,9 anos, a sobrevida média é de 21,5 anos.
Exceção. Um dos principais argumentos do governo em defesa da reforma da Previdência é que o Brasil ainda é um dos poucos países a manter a possibilidade de aposentadoria por tempo de contribuição. Mesmo onde ela é possível, os técnicos dizem que a exigência costuma ser maior, como de 40 anos de contribuição no Equador.
A aprovação da reforma da Previdência ainda enfrenta resistências no Congresso Nacional. Diante das dificuldades para convencer os parlamentares a apoiar a proposta, o relator, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), acenou na semana passada com a possibilidade de novas flexibilizações no texto. Ele fez questão de ressaltar, porém, que não abre mão da fixação da idade mínima. "O que trouxer voto, e que não traga alterações nos pontos essenciais, fim dos privilégios e idade mínima, podemos sim absorver como mudanças", disse. (Com Jornal O Estado de S. Paulo)
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta, dia 26, a Instrução Normativa nº 05 que cria o Banco Central de Dados de Identificação Animal para todas as espécies.
Os dados (numerária) serão padronizados conforme as normas internacionais, da Organização Internacional para Padronização (ISO). Cada código de identificação de animais será formado pelo número 076 (código ISO Brasil), seguido por uma sequência exclusiva de doze dígitos numéricos.
Com isso, quando um bovino, por exemplo, for exportado e estiver no novo sistema, o código 076 será visualizado em elemento externo (brinco) ou pela leitura eletrônica de dispositivo implantado (chip).
O dispositivo de radiofrequência pode ser “lido” em qualquer país do mundo, não havendo necessidade de reidentificação em outros sistemas existentes.
O banco fará parte do módulo rastreabilidade da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA). Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel, a adesão ao banco de dados é opcional.
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O benefício para o produtor será a possibilidade de ter seus animais identificados conforme as exigências internacionais, em uma plataforma pública, aprovada pelo Mapa.
O ministério instituiu a Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), em 2015, como sistema público informatizado de rastreabilidade do rebanho do país, da movimentação dos animais e da produção agrícola, bem como de inspeção e fiscalização de produtos de origem animal. A plataforma disponibiliza relatórios e informações sobre o setor agropecuário, como a quantidade de animais por estados e municípios.
Os agropecuaristas podem pesquisar na plataforma dados sobre a área de suas propriedades, o saldo de animais, as guias de trânsito – entradas e saídas – e as vacinações aplicadas. (Com Canal Rural)









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