Para fechar o ano de 2018, o UFC traz um dos eventos mais aguardados da história da organização.
Na madrugada deste sábado para domingo (no horário de Brasília), as campeãs brasileiras Cris Cyborg e Amanda Nunes estarão frente a frente no octógono do The Forum, em Los Angeles, na Califórnia, para protagonizar uma das maiores lutas de todos os tempos e marcar o auge do MMA feminino no Ultimate.
Em jogo estará o cinturão do peso pena, garantido por Cyborg em julho de 2017. A paranaense, que não sabe o que é uma derrota no MMA profissional há 13 anos, já fez três defesas de título e sua última vitória aconteceu em março deste ano, sobre a russa Yana Kunitskaya.
Apesar da longa invencibilidade, Cyborg afirma que não pensa nos resultados anteriores. O foco é buscar uma evolução no esporte a cada desafio que enfrenta. “A invencibilidade é uma consequência e eu não penso nisso quando vou lutar. Tento fazer o meu melhor e vou sempre em busca da vitória”, disse, em entrevista ao Estado.
Do outro lado, Amanda mantém o seu cinturão da categoria peso galo e tenta fazer história. Caso conquiste a vitória sobre a compatriota, ela se tornará a primeira mulher com dois cinturões dentro do UFC. Em seu cartel conta com 16 vitórias e apenas quatro derrotas.
“Estou preparada para encarar a Cyborg desde o dia em que pedi a luta e ansiosa na dose certa, nem muito ansiosa, nem muito tranquila. Bem focada no que tenho de fazer”, garante Amanda, ciente de que precisa encontrar o ponto vulnerável de sua adversária. “Todo atleta tem um ponto fraco. A gente trabalhou bastante para estar atenta para, na luta, conseguir ser rápida e aproveitar qualquer situação”, completa.
A luta entre as duas campeãs é considerada umas importantes para o MMA mundial, por se tratar dos melhores nomes da categoria feminina na atualidade. As brasileiras evidenciam a importância das mulheres dentro da organização e enaltecem o País, que carece de títulos masculinos.
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Depois de grandes lutadores como Anderson Silva, José Aldo, Minotauro e Vitor Belfort levarem o nome do Brasil pelo mundo, chegou a vez das únicas campeãs do País representarem uma valorização que buscam há anos. Para os fãs, o encontro entre Cyborg e Amanda é tão aguardado quanto o retorno de Jon Jones, que encara Alexander Gustafsson na luta principal do evento.
MASCULINO – Cercado de polêmicas, o UFC 232 marca o retorno de Jon Jones ao octógono. A edição registra um novo caso de doping envolvendo o astro que comanda a luta principal desta madrugada, contra Alexander Gustafsson, pelo cinturão vago dos meio pesados, e uma repentina transferência do evento de Las Vegas para Los Angeles.
Desta vez, o norte-americano foi o motivo da mudança no evento após um exame antidoping encontrar resíduo da substância proibida turinabol em seu corpo. Assim, a Comissão Atlética de Nevada vetou a participação do ex-campeão apenas em Nevada, mesmo com a liberação da Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA), o que causou a transferência do evento para Los Angeles com apenas menos de uma semana para sua realização.
A USADA, responsável pelo controle antidopagem no UFC, assegurou que a quantidade de turinabol encontrada é residual da ingestão pela qual Jon Jones foi punido por 15 meses 2017 e insignificante para seu rendimento. Sendo assim, a decisão do Ultimate foi manter o seu show principal neste sábado.
Considerado um dos grandes nomes no UFC, Jon Jones acumula problemas fora dos octógonos. Sua punição em julho de 2017, após ser flagrado no antidoping, fez com que o lutador perdesse o título meio pesado. Dois anos antes, ele também chegou a ficar sem o cinturão.
Apesar das novas confusões, o americano garante que vai voltar a trilhar a trajetória que resultou em vitórias dentro da organização. “Depois que vencer Gustafsson, voltarei ao caminho em que sempre estive: o de ser um dos melhores de todos os tempos”, afirma. (Com Estadão Conteúdo)
O doleiro pernambucano Bruno Farina, de 59 anos, foi entregue na manhã de hoje (29) às autoridades brasileiras. De acordo com o Ministério Público do Paraguai, a extradição ocorreu por volta das 6h45 em Foz do Iguaçu.
"O fiscal de Assuntos Internacionais Manual Doldán liderou a equipe de investigadores que esta manhã entregou Bruno Farina às autoridades brasileiras. Farina era buscado pelo caso Lava Jato e tinha ordem de captura internacionais com fins de extradição", informou o Ministério Público do Paraguai, no Twitter.
Segundo a imprensa local, Doldán afirmou que o processo transcorreu tranquilamente. A ordem foi emitida pela juíza Alicia Pedrozo.
Bruno Farina ainda será transferido para o Rio de Janeiro. Alvo de uma ordem internacional de captura a partir de investigações da Operação Câmbio Desligo, que desbaratou uma complexa rede de corrupção envolvendo doleiros em vários estados brasileiros, ele foi preso há dois dias pela Interpol na cidade de Hernandarías.
Segundo o Ministério do Interior do Paraguai, Farina é sócio de Dario Messer, chamado pelo Ministério Público Federal brasileiro de "doleiro dos doleiros". No Brasil, Bruno Farina é acusado de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa e evasão.
A unidade da Polícia Federal de Foz do Iguaçu informou que até o momento, não foi acionada para a recepção do preso e não tinha detalhes da transferência a serem repassados.
Pelo fato da escolta em território paraguaio ter sido realizada pela aeronave CAO/PF, a polícia acredita que possivelmente o voo seguirá direto ao destino final da operação sem passar por Foz do Iguaçu.
Os bebês que nascerem de parto normal nas primeiras duas horas de 2019 vão receber um plano de previdência com R$ 2.019 investidos.
A ação Bebês da Vidada é uma iniciativa da Icatu Seguros, e tem o objetivo de despertar a população para a importância do planejamento do futuro financeiro desde cedo.
“A ideia é conscientizar desde o nascimento e não conscientizar só os jovens, mas as pessoas que estão voltadas ao sustento de outras que não são diretas da linha sucessória, como avós e tios, e assim por diante”, explica o superintendente da Icatu em São Paulo, Alexandre Malho.
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Esse será o quinto ano consecutivo do projeto. Nos quatro primeiros anos, mais de 100 famílias foram beneficiadas. Para participar, basta a família entrar em contato com a Icatu Seguros e apresentar a certidão de nascimento do bebê.
Na virada de 2017 para 2018, 30 crianças de oito estados brasileiros foram contempladas com o plano de previdência privada gratuito com R$ 2.018 investidos. (Com Agência Brasil)
Faltando menos de três dias para o fim do prazo de apostas, já foram registrados mais de 90 milhões de jogos na 10ª edição da Mega da Virada. O volume representa uma arrecadação superior a R$ 548 milhões.
Para concorrer ao prêmio estimado em R$ 280 milhões, apostadores ainda podem tentar a sorte até as 16h da próxima segunda-feira (31) em qualquer lotérica do país ou no Portal Loterias Online.
Pela internet, o valor mínimo exigido para apostas por dia é de R$ 30,00 e o máximo de R$ 500,00. Titulares de conta corrente na Caixa podem fazer jogos pelo computador, tablet ou smartphone utilizando o Internet Banking.
A aposta simples custa R$ 3,50, mas há outras modalidades que podem ampliar as chances para quem sonha em receber o dinheiro. Uma das maneiras é reunir grupo de apostadores e escolher os números da aposta e marcar a quantidade de cotas. São gerados recibos de cota para cada participante e, em caso de premiação, cada apostador poderá resgatar a sua parte do prêmio individualmente.
Um bolão com dez pessoas para um jogo de 10 números, por exemplo, tem custo individual de R$ 73,50. Se o jogo for contemplado, cada apostador do grupo receberá R$ 28 milhões.
De acordo com a Caixa, responsável pela loteria, a probabilidade de acerto da aposta simples de seis números é de uma em 50 milhões. Já no caso da aposta de 10 números, aumenta para uma em 238 mil. O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas.
Uma mulher de 29 anos foi morta a tiros pelo ex-companheiro no município de Santana, a 17 quilômetros de Macapá, no Norte do Brasil.
O caso aconteceu dentro da Escola Estadual Alberto Santos Dumont, na manhã desta quinta dia 27, onde Ediane Oliveira Gomes trabalhava como pedagoga.
Ediane levou três tiros do ex-namorado, Jefferson Silva de Amorim, de 25 anos. Em seguida, ele atirou contra a própria cabeça e morreu. No momento do crime, não havia alunos na escola, apenas funcionários.
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“Com a autorização da ex-companheira, ele entrou na escola e foi até uma sala reservada para conversar. Foi então, que um funcionário viu que ele estava armado e acionou a polícia”, disse ao G1 o tenente coronel Aldinei Oliveira, do 4° Batalhão da PM.
Ainda de acordo com a polícia, o autor dos disparos havia tido um relacionamento com a pedagoga e não aceitava o término da relação. Ele já teria ameaçado ela outras vezes, mas, segundo a PM, Ediane nunca denunciou o ex-companheiro. (Com G1)
Um menino de apenas 3 anos morreu após se perder da família e ser atingido por um trem entre as estações Santa Cruz e Praça da Árvore da linha 1-Azul do Metrô.
O caso ocorreu na manhã do domingo, 23, quando Luan Silva Oliveira ia com a mãe, a dona de casa Lineia Oliveira Silva, de 25 anos, e os irmãos de 7 e 9 anos para Santos, no litoral paulista. O sogro de Lineia e o marido dela também estavam no trem. A polícia investiga o caso.
A dona de casa conta que a família, que mora em Guarulhos, na Grande São Paulo, tinha como destino a estação Jabaquara, onde pegaria um ônibus para o litoral. “Eu me sentei com o Luan no meu colo e o meu filho do meio, de 7 anos, estava do meu lado. Meu marido estava com a minha filha de 9 anos e o meu sogro. Quando o metrô esvaziou, eu me levantei para sentar perto deles, para ficar todo mundo junto. Fui pegar a minha bolsa e ele correu. A porta já estava apitando e fechou. Tentei correr, mas não consegui fazer mais nada”, disse a mãe.
A família desceu na estação seguinte e voltou para o ponto onde a criança tinha ficado. “Informamos para o segurança. Em todo momento, falei que meu filho não estava bem, mas falaram que iam olhar a câmera em vez de parar a via logo.” Ela diz que a criança foi encontrada caída no túnel perto de um trem e foi levada para o hospital, mas chegou ao local sem vida.
Lineia relembra que o filho não se desesperou ao ficar na plataforma. “Ele não chorou, ficou em pé me olhando. Eu que me desesperei. Até caí quando voltei lá.”
A dona de casa afirma que quer ver as imagens das câmeras para entender o que ocorreu. “O guarda está lá para ficar olhando as câmeras, tem câmera para isso. Eu quero ver o que aconteceu com ele.”
Em meio à tragédia, ela descobriu que vai ser mãe novamente. “Estou grávida de um mês, descobri na quarta-feira. Mas nunca vai substituir meu filho. Eu era muito apegada a ele.”
O pai da criança, o pedreiro Adeilton Bispo de Oliveira, de 32 anos, estava na Bahia quando o acidente aconteceu. “Eu vim para cá, mas nem deu tempo de pegar o sepultamento do meu filho. Foi uma coisa muito chocante. Não consigo entender.”
Em nota, a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) informou que as buscas pela criança foram iniciadas assim que os agentes de segurança foram informados sobre o desaparecimento e que a vítima foi encontrada desacordada, dentro do túnel, a 200 metros da estação Santa Cruz.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) informou que as imagens das câmeras de segurança estão sendo analisadas e que testemunhas já prestaram depoimento. A família da criança deve ser ouvida na próxima semana.
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Portas automáticas
A estação onde ocorreu o acidente. Que fica na linha mais antiga do sistema, não tem as portas automáticas que impedem a entrada de passageiros na via. Atualmente, na rede operada pela companhia, uma estação na linha 3-Vermelha (Vila Matilde), três estações na linha 2-Verde (Sacomã, Tamanduateí e Vila Prudente) e seis estações da linha 15-Prata (Vila Prudente, Oratório, São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União) contam com o dispositivo.
O Metrô informou que a licitação para instalação das 88 fachadas de portas de plataforma em estações das linhas 1- Azul, 2- Verde e 3- Vermelha está em andamento. “A previsão é de que o anúncio da empresa vencedora do certame seja feito em fevereiro. Os equipamentos serão implantados em 36 estações, incluindo Santa Cruz, em investimento projetado em torno de R$ 400 milhões.”
Segundo a companhia, foram contabilizados, neste ano (até o dia 27 deste mês), 1.025 episódios de entrada de pessoas nas vias metroviárias. Em 2017, foram 862 casos. Em 2016 e 2015, foram 706 e 611 ocorrências, respectivamente. (Com Banda B)

























