O presidente Jair Bolsonaro visitou pela primeira vez o Paraná após ser eleito.
Na posse do novo-diretor da Itaipu Binacional general Joaquim Luna e Silva, nesta terça dia 26, Bolsonaro enalteceu a construção da hidroelétrica na década de 60.
Durante discurso o presidente afirmou que a construção da segunda ponte para ligar o Brasil e Paraguai é de fundamental importância "conte como apoio do nosso governo para concretizar o objetivo", afirmou Bolsonaro ao se dirigir ao presidente do Paraguai, Mário Abdo Benítez.
Ele ainda agradeceu pela extradição de criminosos brasileiros presos no pais vizinho. (Com Catve)
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A Mega-Sena sorteia nesta terça dia 26, prêmio de R$ 43 milhões. O concurso 2.128 será realizado, a partir das 20 horas (horário de Brasília), no Caminhão da Sorte estacionado na cidade de Videira, em Santa Catarina.
De acordo com a Caixa, o valor do prêmio principal, caso aplicado na poupança, poderia render cerca de R$ 160 mil por mês.
A Mega Semana de Carnaval prevê três concursos. O primeiro será nesta terça-feira. Os próximos ocorrerão na quinta dia 28, e no sábado dia 02. Normalmente os sorteios são realizados às quartas e aos sábados.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50. (Com Catve)
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Estudantes pré-selecionados para a modalidade do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) juro zero devem complementar suas informações na página do FiesSeleção, na internet, a partir de hoje dia 26. O prazo vai até 7 de março. Essa etapa é necessária para a contratação do financiamento.
O resultado do Fies foi divulgado ontem (25). Os aprovados pelo P-Fies devem verificar os procedimentos com os agentes financeiros operadores de crédito e as instituições de ensino superior.
Na modalidade juro zero, aqueles que não forem selecionados serão incluídos automaticamente na lista de espera. Esses estudantes devem acompanhar sua eventual pré-seleção do dia 27 de fevereiro a 10 de abril, na página do Fies.
Na modalidade P-Fies não há lista de espera.
Ao todo, são ofertadas 100 mil vagas na modalidade juro zero e 450 mil na P-Fies. As duas modalidades têm apenas uma chamada.
Fies
O Fies oferece financiamento para cobrir os custos das mensalidades de instituições privadas de ensino superior.
A modalidade de financiamento com juro zero é voltada para os estudantes com renda per capita mensal familiar até três salários mínimos. Nessa modalidade, o aluno começará a pagar as prestações respeitando o limite de renda.
O P-Fies é destinado aos estudantes com renda per capita mensal familiar até cinco salários mínimos. A modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e de Desenvolvimento e com recursos dos bancos privados participantes.
Pode participar do programa quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010, e obteve nota média nas provas igual ou superior a 450. Além disso, não pode ter zerado a redação.
Os bolsista parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni), ou seja, aqueles que têm bolsa de 50% da mensalidade, podem participar do processo seletivo do Fies e financiar a parte da mensalidade não coberta. (Com Agência Brasil)
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O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, vai apresentar ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), nesta segunda dia 25, os resultados parciais da investigação da Polícia Federal sobre a facada desferida em setembro passado contra o então candidato durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG).
Moro e Bolsonaro reúnem-se no Planalto para tratar do assunto. Segundo o ministro, o inquérito da PF continua em andamento.
“O presidente é a vítima, ele é interessado na investigação, então vai ser apresentado a ele o resultado da investigação até o momento”, disse Moro a jornalistas após participar do seminário Políticas Judiciárias e Segurança Pública, promovido pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) em Brasília.
Responsável pela PF, o ministro da Justiça não revelou qual rumo a investigação tomou. O inquérito foi aberto no ano passado para investigar se houve participação de terceiros no crime cometido por Adélio Bispo de Oliveira, que está preso.
No último dia 10, internado em São Paulo após passar por uma cirurgia em decorrência da facada, Bolsonaro divulgou um vídeo em que pediu uma solução para a investigação. “Espero [que] a nossa querida Polícia Federal, a polícia que nos orgulha a todos, tenha uma solução para o nosso caso nas próximas semanas”, disse na ocasião. No vídeo, o presidente disse que o caso “não pode ficar impune”.
Um outro inquérito, concluído pela PF em Minas Gerais, chegou à conclusão de que Adélio agiu sozinho no dia do crime. Pessoas que estavam próximas fisicamente dele no momento da facada foram interrogadas e tiveram celulares e computadores apreendidos e periciados.
Em conjunto com imagens do momento do atentado, a Polícia Federal concluiu que essas pessoas não tinham relação com o atentado nem com Adélio.
No evento do CNJ desta segunda, Moro anunciou que o Ministério da Justiça planeja trazer para o Brasil um projeto, exitoso na Europa, que visa estabelecer “contratos locais de gestão de segurança pública” em municípios com altos índices de criminalidade.
Sem dar muitos detalhes, Moro afirmou que a ideia é firmar uma espécie de contrato entre União, Estados e municípios para definir responsabilidades e ações conjuntas para o combate à criminalidade nesses locais.
O ministro também aproveitou o evento, repleto de juízes, membros do Ministério Público e advogados, para defender seu pacote anticrime enviado ao Congresso com o objetivo de alterar 14 leis e endurecer as normas para criminosos perigosos e acusados de corrupção.
“Não há condições de um endurecimento geral, nossos presídios não comportam um aumento acentuado da população carcerária. Não obstante, é possível, sim, defender o endurecimento do sistema em relação à criminalidade mais grave”, disse Moro em sua palestra.
O ministro afirmou que seu pacote tem três alvos: a criminalidade organizada, os crimes contra a vida e os crimes contra a administração pública, como corrupção. “Corrupção, criminalidade violenta e criminalidade organizada estão vinculadas”, afirmou.
Moro anunciou ainda que o Ministério da Justiça vai criar dois novos bancos nacionais: um de Perfil Balístico e um Multibiométrico. O ministro não deu detalhes dessas iniciativas. (Com FolhaPress)
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No sábado dia 23, um casal de brasileiros viralizou no Twitter por uma atitude que tomou na primeira viagem de avião da filha de quatro meses. Um homem que estava presente no voo compartilhou na rede social que os pais da pequena distribuíram doces aos passageiros mais próximos a sua poltrona na intenção de amenizar um possível incomodo causado pelo bebê.
Além dos doces, havia um tampão de ouvido e um bilhete apresentando o bebê e explicando que aquela era a sua primeira viagem de avião . “Normalmente sou uma bebê feliz e tranquila, mas gostaria de me desculpar com antecedência se eu ficar inquieta, assustada ou chateada porque meus ouvidos doem”, diz o recado.
O texto continua dizendo que os pais farão o possível para acalmar o bebê . “Esperamos que esse doce e tampões de ouvido ajudem a tornar a sua viagem comigo um pouco mais fácil. Tenha um bom voo!”, finaliza o bilhete.
A foto compartilhada no Twitter por um usuário chamado Pedro (@pedrinunes), que estava em uma poltrona próxima à Clara, a pequena que estava viajando de avião pela primeira vez. O post logo viralizou.
Foram mais de 9,3 mil compartilhamentos e 46 mil curtidas. Junto da imagem, o passageiro escreveu “Atitude sensacional”. Foi aí que começou uma discussão sobre a atitude dos pais.
Após a publicação de Pedro, muitos usuários começaram a questionar essa necessidade dos pais de se justificar e pedir desculpa por Clara. Além disso, comentaram sobre os passageiros que são impacientes com bebês durante o voo . Para algumas pessoas, isso tira o direito da criança ser criança, afinal, é natural um bebê sentir incômodo durante uma viagem.
Por outro lado, alguns usuários acharam que a problematização foi longe demais e defenderam a atitude dos pais. (Com Delas - iG)
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Passado um mês da tragédia causada pelo rompimento da Barragem 1 da Vale em Brumadinho (MG), os trabalhos de buscas tentam localizar 134 desaparecidos. O número de mortos chega a 176.
De acordo com informações, a barragem, localizada a 57 quilômetros de Belo Horizonte, rompeu-se por volta das 12h20, de sexta-feira, 25 de janeiro. Sobreviventes relatam que um mar de lama tomou conta de estradas, do rio, do povoado e, sobretudo, da área da Vale, empresa responsável pela barragem. Como era hora do almoço, muitos funcionários ficaram retidos no restaurante.
O misto de perplexidade, tristeza e indignação se instalou no país. As dificuldades causadas pela lama e riscos de contaminação aliados à chuva intensa aumentaram ainda mais a tensão nas buscas por vítimas. Famílias inteiras desapareceram. Nem todos foram localizados.
No domingo dia 24, ocorreram manifestações em Brumadinho e em Belo Horizonte para homenagear os mortos.
Os rejeitos atingiram o Rio Paraopeba, e o governo de Minas proibiu o consumo da água, devido ao risco de contaminação. Não há estimativa de suspensão da medida.
Governo
O presidente Jair Bolsonaro determinou uma ação rápida após a tragédia. Ele sobrevoou a área que se transformou em um mar de lama e orientou uma força-tarefa a atuar na busca por soluções. Pelo Twitter, ele lamentou o rompimento da barragem.
"Nossa maior preocupação neste momento é atender eventuais vítimas desta grave tragédia", disse Bolsonaro na época.
No último dia 18, foi publicada resolução no Diário Oficial da União por recomendação da Agência Nacional de Mineração (ANM). O Ministério de Minas e Energia definiu uma série de medidas de precaução de acidentes nas cerca de mil barragens existentes no país, começando neste ano e prosseguindo até 2021. A medida prevê a extinção ou descaracterização das barragens chamadas "a montante", exatamente como a que se rompeu em Brumadinho, até 15 de agosto de 2021.
Um boi é visto na lama depois do rompimento de barragem de rejeitos de minério de ferro de propriedade da mineradora Vale, em Brumadinho (MG).Animais foram resgatados do mar de rejeitos, após o rompimento da barragem Adriano Machado/Reuters/Direitos reservados
Outro lado
Há três dias, a Vale informou ao Ministério Público do Trabalho (MPT) que vai manter o pagamento de dois terços dos salários de todos os empregados próprios e terceirizados que morreram na tragédia. Segundo a empresa, o pagamento será mantido por um ano ou até que seja fechado um acordo definitivo de indenização.
A empresa também se comprometeu a só transferir empregados após prévia consulta e concordância do trabalhador, além de consulta ao sindicato. Para a transferência, será priorizado o local de origem do empregado.
Anteriormente, a Vale se comprometeu a garantir emprego ou salário para os empregados de Brumadinho, inclusive os terceirizados, até 31/12/2019. Também prometeu pagar as despesas com funeral e verbas rescisórias das vítimas fatais, conforme certidão emitida pelo INSS.
A Vale informou que dará atendimento psicológico e fará pagamentos de auxílio-creche e de auxílio-educação, além de danos morais para cônjuges ou companheiras, filhos, pais e irmãos das vítimas. (Com Catve)
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