Saudades do carnaval? Veja os feriados prolongados que você ainda pode curtir em 2019

Os brasileiros que se divertiram e pularam em vários bloquinhos pelo País mal se despediram do carnaval e já estão de olho nos próximos feriados. É melhor não se animar muito: quatro deles vão cair no fim de semana e o número de emendas neste ano é menor do que em 2018.

 

Veja abaixo a lista de dias de descanso que ainda estão por vir (feriados estaduais e municipais não estão mencionados).

 

Feriados nacionais


• 19 de abril: Sexta-feira Santa (sexta-feira)

• 21 de abril: Páscoa / Tiradentes (domingo)

• 1.º de maio: Dia do Trabalho (quarta-feira)

• 7 de setembro: Independência do Brasil (sábado)

• 12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida (sábado)

• 2 de novembro: Finados (sábado)

• 15 de novembro: Proclamação da República (sexta-feira)

• 25 de dezembro: Natal (quarta-feira)

 

Pontos facultativos


• 20 de junho: Corpus Christi (quinta-feira)

• 28 de outubro: Dia do Servidor Público (segunda-feira)

• 24 de dezembro: Véspera de natal (terça-feira) - após 14h

• 31 de dezembro: Véspera de ano-novo (terça-feira) - após 14h (Com MSN)

 

 

 

 

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Bolsonaro defende o fim das lombadas eletrônicas

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta dia 07,, durante uma transmissão ao vivo via rede social, que discute com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o fim das lombadas eletrônicas.

 

Ele afirma que novos equipamentos não serão instalados e defende que as lombadas eletrônicas já existentes não terão suas validades renovadas.


“Há uma quantidade enorme de lombadas eletrônicas no Brasil, é quase impossível viajar sem receber uma multa. A gente sabe, ou desconfia, que o objetivo não é reduzir os acidentes", analisou Bolsonaro.

 

De acordo com ele, as empresas de estadas pedagiadas "descobriram que o monitoramento pode fazer parte do tipo de serviço que aumenta a arrecadação". (Com R7)

 

 

 

 

MP apura se Vale trocou auditor para liberar barragem

A força-tarefa que apura o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), com 193 mortes confirmadas e 115 desaparecidos, põe em primeiro plano agora a investigação sobre o departamento da empresa criado justamente para impedir essas tragédias. Surgido após o rompimento da estrutura de Mariana em 2015, maior desastre ambiental do País, o setor de geotecnia da Vale não só teria deixado de agir para reduzir riscos nessas estruturas, como teria trocado empresas e pressionado auditores para obter laudos de segurança, segundo os investigadores.

 

 

Essa suspeita motivou um pedido oficial dos Ministérios Públicos Federal e Estadual e das Polícias Civil e Federal para afastar todos os responsáveis por essa área, além dos principais executivos da Vale, até a próxima segunda-feira. Na lista estão cinco engenheiros e diretores de Geotecnia, além de Alexandre Campanha, gerente executivo de Governança de Geotecnia Corporativa e Marilene Christina de Assis Araujo, gerente de Gestão de Estruturas Geotécnicas. Nenhum deles, até agora, deixou suas funções e a Vale pode ser responsabilizada criminalmente.

 

No dia 2, o diretor-presidente Fábio Schvartsman pediu afastamento temporário de suas funções. Na mesma linha agiram Gerd Peter Poppinga, diretor executivo de ferrosos e carvão; Lúcio Flavio Cavalli, diretor de Planejamento e Desenvolvimento de Ferrosos e Carvão; e Silmar Magalhães Silva, diretor de Operações do Corredor Sudeste da Vale. O MP solicitou que os quatro, Campanha, Marilene e mais três integrantes de postos-chave deixem todas as atividades na Vale.

 

O principal ponto da análise da força-tarefa é a troca de empresas contratadas pela mineradora para dar laudos de segurança em Brumadinho. A mudança ocorreu em 2018, e pode ser um indício de que a multinacional sabia dos problemas na estrutura e buscou formas de continuar operando. Em setembro, a Tractebel, que prestava serviço para a Vale, informou que os dados analisados não permitiam declarar estabilidade da estrutura naquele mês. "Já ouvimos várias pessoas dentro desta linha de investigação", afirma um integrante da força-tarefa.

 

Em seguida ao comunicado da Tractebel , a Vale informou à empresa de auditoria externa que, por essa "divergência", não mais usaria seus serviços. Foi quando o trabalho acabou assumido pela empresa Tüv Süd, "que se encarregou de emitir a declaração de estabilidade em setembro de 2018 (com fator de segurança inferior às recomendações técnicas)", cita a força-tarefa. Um dos engenheiros da Tüv Süd que chegaram a ser presos nas investigações, Makoto Namba, disse em depoimento ter sidoi pressionado pela Vale a emitir o laudo. A questão sobre a "divergência" e os problemas levantados pela Tüv Süd são os mesmos: água em excesso na barragem, o que é apontado pelos técnicos até agora como a principal hipótese para o desastre.

 

A promotora Andressa Lanchotti, que coordena a força-tarefa, não comentou a troca das empresas pela Vale, e se limitou a dizer que "as investigações vão muito bem". Na recomendação enviada à mineradora por ela, promotores, procuradores e delegados, cita-se textualmente que "a área de geotecnia corporativa da Vale atuou de forma sistemática para alcançar declarações de estabilidade de barragens de estruturas que não atendiam aos parâmetros legais e estipulados pela própria empresa".

 

A Vale informou ao Estado nesta quinta que ainda não tem posicionamento a respeito do afastamento dos dez executivos e funcionários - e tem prazo até segunda-feira. Caso não haja o afastamento, a força-tarefa pode pleitear à Justiça até a suspensão parcial de atividades. O documento oficial da força-tarefa revela a intenção também de responsabilizar individualmente os citados pela tragédia.

 

O documento alerta também que o Conselho de Administração e a presidente do Comitê Consultivo Independente Extraordinário para Investigação, a ex-ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Ellen Gracie, já haviam sido notificados dos riscos em outras barragens no início de fevereiro. Mesmo assim, afirma, as medidas de segurança, como a retirada de moradores de áreas de risco, só foram tomadas depois que a Agência Nacional de Mineração (ANM) se posicionou.

 

O Estado apurou que a Vale enfrenta questões jurídicas e financeiras para a saída dos funcionários. Para o afastamento definitivo do presidente e dos ttrês diretores foi calculado gasto de cerca de R$ 80 milhões.

 

Os promotores ainda investigam porque as recomendações de segurança em painéis internacionais sobre barragens, outra das medidas práticas de segurança adotadas pela Vale pós-Mariana, também foram ignoradas. Um dos alertas, de outubro de 2018, referia-se justamente à barragem que rompeu.

 

Procurada, a Tractebel informa que "continua contribuindo com as autoridades". Ela já teria sido ouvida pelos promotores sobre o caso. Também por nota, a Tüv Süd disse que "está investigando minuciosamente seus processos internos, bem como possíveis causas para o trágico colapso".

 

Famílias

 

Promotores que acompanham o caso também se queixam da dificuldade em negociar com a Vale. Nesta quinta-feira, após a quinta audiência de conciliação com a mineradora para discutir o pagamento de auxílio emergencial aos afetados pela tragédia, os representantes do MPF, Edmundo Dias, e do MP-MG, André Sperling, reclamaram da morosidade da Vale.

 

"Sempre que é possível um adiamento, eles estão tentando fazer. O que estamos falando aqui é de pagamentos emergenciais. Só para conseguir o necessário para que as pessoas sobrevivam tem havido dificuldade", disse Sperling, frisando que as discussões ainda não envolvem as indenizações definitivas.

 

Mas o representante do MPF destacou que a audiência trouxe avanços, já que a empresa concordou com o pagamento de uma cesta básica por núcleo familiar durante 12 meses. Procurada, a Vale não se pronunciou a respeito. (Com Estadão Conteúdo/Terra)

 

 

 

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Mulher descobre que DIU ficou perdido no abdômen por 11 anos

Na busca por métodos de contracepção após a gravidez, muitas mulheres acabam optando por colocar o DIU (Dispositivo Intrauterino). No fim de 2007, a americana Melinda Nichols, de Ohio, decidiu realizar o procedimento após o nascimento do seu terceiro filho.


Algumas semanas depois de colocar o DIU, a mulher voltou ao médico para ver se estava tudo bem, mas o exame de raio x mostrou que o objeto tinha sumido do seu corpo. O médico disse que provavelmente seu organismo havia expelido o DIU, explicando que isso era comum e pediu para que ela escolhesse outro método contraceptivo. Então, ela decidiu fazer uma ligadura de trompas.

 

Por 11 anos, Melinda deixou de dar importância para esse acontecimento até que em novembro de 2018 ela começou a sentir dores nas costas e fez um raio x abdominal para analisar. Quando os resultados chegaram, os médicos informaram a mulher que ela deveria procurar seu ginecologista porque o DIU estava "em um lugar estranho". A radiografia mostrou que o implante aparentemente perfurou o colo do útero e migrou para a cavidade abdominal.

 

"Eu fiquei chocada. Não tinha a menor ideia de que ele ficou dentro de mim por 11 anos! Às vezes eu sentia uma dor esquisita na lateral da barriga. Mas quem vai ao médico só porque sente uma dor estranha de vez em quando?", disse ao The New York Post.


Segundo o ginecologista e obstetra Stephen Chasen, do hospital Weill Cornell Medicine, de Nova York, esse é um caso raro e é causado, principalmente, pela inexperiência do médico que realizou a colocação.


Além disso, outra possibilidade é que o DIU tenha desgastado parte do útero e ido para outro lugar do abdômen. "Nestes casos de desgaste, não está claro por que isso acontece ou se pode ou não ser evitado", disse Chasen.

 

Em janeiro deste ano, Melinda teve o DIU removido através de uma laparoscopia. "Se você tem um DIU, tenha certeza que ele está no lugar correto. Se te disserem que ele foi expelido, garanta que eles SABEM que foi isso que aconteceu", revelou a mulher ao site.

 

O que é o DIU?

 

A sigla DIU significa dispositivo intrauterino e se refere ao método contraceptivo em que uma pequena haste em forma de Y é colocada dentro do útero.

 

Esta pequena haste fica por um tempo dentro do útero (que varia de 5 a 10 anos) e libera substâncias que tornam o útero um local hostil para o espermatozoide, impedindo que ele fecunde o óvulo. (Com Minha Vida)

 

 

 

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Espero que reforma não seja "desidratada" no Congresso, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta dia 07, esperar que a proposta de reforma da Previdência “não seja muito desidratada” pelo Congresso Nacional. O texto, proposto pelo governo, já está na Câmara dos Deputados, que ainda formará as comissões para o início da tramitação. Sugestões de alterações no texto já foram feitas por líderes de partidos em uma reunião com o presidente, na semana passada.

 

“Nós precisamos fazer uma reforma da Previdência. Afinal de contas, ela está mais do que deficitária. […] Nós pretendemos aprovar a reforma que está lá. Se bem que o Parlamento é soberano para fazer qualquer possível alteração. Só esperamos que ela não seja muito desidratada, para que atinja seu objetivo e sobre recursos para investirmos em emprego, saúde, segurança e educação”, disse Bolsonaro.

 

O presidente falou sobre o tema em uma live (transmissão ao vivo) no Facebook. Bolsonaro estava acompanhado do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno; e do porta-voz, Otávio do Rêgo Barros. O presidente disse que a sua intenção é fazer uma transmissão ao vivo todas as quintas-feiras, às 18h30, e ouvir as demandas dos internautas que o acompanham na rede social.

 

Declaração sobre Forças Armadas

 

Bolsonaro também se manifestou sobre uma declaração dada por ele mais cedo, em evento no Rio de Janeiro. No evento, ele agradeceu às Forças Armadas e afirmou que “democracia e liberdade só existem quando as suas Forças Armadas assim as querem”. O pronunciamento de Bolsonaro provocou reação no meio político.

 

Na live, ele disse que fez uso da palavra e que "para variar" criou-se a polêmica. "No Brasil, nós devemos às Forças Armadas a nossa democracia e a nossa liberdade. Assim é em todo lugar do mundo [...] Essa fala já levaram para as mais variadas interpretações possíveis", afirmou. Depois, questionou o ministro Augusto Heleno: "O senhor achou o meu pronunciamento no Rio de Janeiro polêmico? Algo que deixa uma dúvida de que eu estaria no caminho errado naquilo que falei no tocante que as Forças Armadas no Brasil sempre estiveram ao lado da democracia e da liberdade?"

 

O ministro respondeu: “Isso não tem nada de polêmico, foi dito de improviso para uma tropa qualificada [...], exortando para que continuem a fazer o papel que vêm fazendo, de serem os guardiões da democracia. Tentaram distorcer isso, como se isso fosse um presente dos militares para os civis. Não é nada disso."

 

Horas antes, o vice-presidente, Hamilton Mourão, disse que a fala do presidente foi mal interpretada.

 

Fim das barreiras eletrônicas nas estradas

 

Bolsonaro também citou a intenção do governo em aumentar a validade da carteira de motorista, de cinco para dez anos. Além disso, o presidente anunciou a decisão de acabar com as barreiras (ou lombadas) eletrônicas nas estradas do país. “Há uma quantidade enorme de lombadas eletrônicas no Brasil. É quase impossível você viajar sem levar uma multa. E sabe, ou desconfia, que, no fundo, o objetivo não é diminuir acidentes”.

 

Para Bolsonaro, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estava agindo por interesse de políticos antes do início de seu mandato e que o grande número de barreiras eletrônicas está ligada à arrecadação, e não à redução de acidentes.

 

“Decisão nossa: não teremos mais nenhuma nova lombada eletrônica no Brasil. As que existem, quando forem perdendo a validade, não serão renovadas. […] Vale lembrar que o DNIT estava, até pouco tempo, na mão de partidos políticos. Isso acabou e esse departamento está, agora, voltado para trabalhar 100% em benefício dos condutores”. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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