Sicredi Grandes Lagos realizará assembleias 2021 em formato presencial com limitação de público

O Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal, investe constantemente em ações que permitem a participação de seus mais de 4,8 milhões de associados no cotidiano da instituição. Uma delas são as assembleias, reuniões realizadas pelas cooperativas filiadas ao Sicredi, nas quais os associados - que, diferentemente das instituições financeiras tradicionais, são donos do negócio - podem votar e decidir os rumos da respectiva cooperativa de crédito.

 

Por conta do cenário de pandemia pelo novo coronavírus, a Cooperativa Sicredi Grandes Lagos PR/SP, que possui mais de 32 mil associados moradores das regiões do Paraná e litoral de São Paulo, realizará seu período de assembleias em formato presencial com limitação de público, entre os dias 1º de fevereiro e 18 de março (confira o calendário abaixo). No ano passado, as assembleias mobilizaram mais de 5.356 associados.

 

 

 

Segundo Orlando Muffato, presidente da Sicredi Grandes Lagos, as assembleias são um dos principais momentos do Sicredi e do segmento de Cooperativismo de Crédito. “Neste ano priorizamos a saúde e segurança dos nossos associados e colaboradores, garantindo simultaneamente a participação deles nos debates e votações referentes ao nosso planejamento para o ano e perspectivas futuras. Mesmo em um cenário desafiador, conseguimos estruturar o formato das assembleias de modo que elas aconteçam e cumpram seu papel, que é de serem uma oportunidade para o associado exercer a sua principal função no sistema, de dono do negócio. Nas reuniões em formato presencial haverá limitação de 13 representantes por núcleo para não exceder o número permitido conforme os decretos e recomendações de cada um dos municípios que atuamos”, explica o presidente.

 

Durante as assembleias, a Cooperativa Sicredi Grandes Lagos também irá divulgar os resultados financeiros e o valor da distribuição dos resultados, pois no Cooperativismo de Crédito quando a cooperativa tem resultado positivo o destino destes é definido em conjunto pelos associados.

  

Máquinas de cartões do Sicredi contam com Pix para receber pagamentos

O Sicredi ampliou o Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, para suas máquinas de cartões como mais uma opção de recebimentos para os seus associados. O serviço estará disponível a partir de 25 de janeiro. As máquinas de cartões do Sicredi já são utilizadas por mais de 180 mil associados microempreendedores individuais (MEI), pessoas jurídicas (PJ) e pessoas físicas (PF) e ajudam a desenvolver economicamente as regiões onde a instituição está presente.

 

O Pix permite pagar, receber e transferir valores a qualquer hora do dia, inclusive nos fins de semana. “A solução reforça nosso compromisso de oferecer mais facilidade, controle e organização financeira para o associado, que passa a contar com mais uma alternativa de recebimento, tornando nossa máquina de cartões ainda mais completa”, diz o diretor executivo de Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi, Cidmar Stoffel.

 

O Sicredi iniciou a operação com o Pix em novembro de 2020 e todos os associados podem cadastrar chaves Pix (CPF/CNPJ, e-mail, celular ou chave aleatória) pelo aplicativo da instituição para utilizarem a ferramenta. O Pix não é um aplicativo e sim uma solução e também está presente no Woop Sicredi, a conta 100% digital do Sicredi.

 

 

 

Contas externas têm saldo negativo de US$ 12,5 bi em 2020

As contas externas registraram saldo negativo de US$ 12,517 bilhões em 2020, ou 0,87% do Produto Interno Bruto (PIB - a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), o melhor resultado desde 2007, quando houve um pequeno superávit anual de US$ 408 milhões. Em 2019, o déficit havia sido de US$ 50,697 bilhões (2,70% do PIB) nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países.

 

“Este recuo deveu-se, principalmente, às reduções dos déficits em renda primária, US$ 19,1 bilhões, e em serviços, US$ 15,1 bilhões. Adicionalmente, o superávit comercial de bens cresceu US$ 2,8 bilhões, e o superávit em renda secundária aumentou US$ 1,2 bilhão”, informou o Banco Central (BC), em relatório divulgado hoje (27), em Brasília.

 

Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, os resultados do ano são bastante diretos e foram impactados pela pandemia de covid-19. “A pandemia global causou uma recessão no país, na demanda por bens e serviços importados, e gerou redução no déficit de transações correntes, principalmente em serviços e renda, com a redução em viagens internacionais e em lucros e dividendos, nesse último caso, por causa do impacto na atividade comercial”, disse.

 

Os dados foram apresentados junto com as estatísticas do setor externo de dezembro de 2020. De acordo com o BC, após oito meses consecutivos de superávit, as transações correntes foram deficitárias em US$ 5,393 bilhões no mês passado, ante déficit de US$ 4,653 bilhões em dezembro de 2019.

 

Balança comercial

 

As exportações de bens totalizaram US$ 210,669 bilhões em 2020, com recuo de 6,7% em relação a 2019. As importações somaram US$ 167,439 bilhões, queda de 9,7% na comparação com o ano passado. Com esses resultados, a balança comercial teve superávit de US$ 43,230 bilhões no ano passado.

 

O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) atingiu US$ 19,923 bilhões em 2020, redução de 43,2% em relação do déficit de US$ 35,066 bilhões em 2019.

 

No caso das viagens internacionais, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 3,044 bilhões, enquanto as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 5,394 bilhões. Com isso, a conta de viagens fechou o ano com déficit de US$ 2,350 bilhões, o menor déficit desde 2006, quando foi de US$ 1,4 bilhão.

 

“Desde abril do ano passado, a redução em viagens ficou na faixa de 80% a 90%. Os voos internacionais foram um dos setores mais afetados pela pandemia e até agora estamos tendo notícias de restrições”, disse Rocha. “Também contribui para isso [resultado da balança comercial] a desvalorização cambial. Isso torna os gastos de residentes no Brasil, os gastos que fazem no exterior, mais caros”, completou.

 

Rendas

 

Em 2020, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 38,181 bilhões, 33,3% inferior aos US$ 57,272 bilhões em 2019.

 

A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 2,358 bilhões contra US$ 1,168 bilhão em 2019.

 

Investimentos

 

Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 34,167 bilhões (2,38% do PIB) no ano passado, ante US$ 69,174 bilhões (3,68% do PIB) em 2019. De acordo com Rocha, da mesma forma que a pandemia impactou as transações correntes, com a melhora na balança comercial e redução do déficit de serviços, também a mesma causa reduziu os investimentos diretos.

 

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo.

 

Apesar de os investimentos estarem menores, no acumulado do ano, o IDP supera o déficit nas contas externas, que também se reduziu por conta da crise gerada pela pandemia.

 

Em 2020, houve saída líquida de investimento em carteira no mercado doméstico no total de US$ 8,499 bilhões contra US$ 6,693 bilhões de saída líquida em 2019. No caso das ações e fundos de investimento, houve saída de US$ 8,541 bilhões. Já os investimentos em títulos de dívida tiveram entrada líquida de US$ 41 milhões.

 

O estoque de reservas internacionais atingiu US$ 355,620 bilhões em dezembro de 2020, redução de US$ 1,6 bilhão em comparação a dezembro de 2019.

 

Para o mês de janeiro de 2021, a estimativa do Banco Central para o resultado em transações correntes é de déficit de US$ 8 bilhões, enquanto a de IDP é de ingressos líquidos de US$ 2,8 bilhões. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Governo retira limite para financiar projetos de telecomunicações

O Conselho Gestor do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) decidiu ampliar o financiamento e incluirá o apoio para projetos acima de R$ 30 milhões. Este valor era o limite por entidade ou empresa beneficiária a cada 24 meses.

 

As linhas de crédito do Funttel operadas pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) têm taxa de juros anual limitada à soma da Taxa Referencial (TR) mais 7% ao ano.

 

Segundo o Ministério das Comunicações, a alteração permite que recursos do Funttel, repassados em 2018, mas ainda disponíveis na Finep, possam ser aplicados em projetos com maior potencial de impacto na cadeia produtiva do setor de telecomunicações.

 

Linhas de crédito

 

Ao longo de 20 anos, o Funttel aplicou mais de R$ 3 bilhões em diversos projetos no setor de telecomunicações.

 

As linhas de crédito com recursos do Funttel apoiam a aquisição de equipamentos de telecomunicações com tecnologia nacional para expandir e modernizar redes de telecomunicações, a adoção de inovações tecnológicas em processos produtivos das empresas do setor e o desenvolvimento de produtos e soluções tecnológicas em telecomunicações.

 

Os projetos apoiados pelo Fundo, contribuem, também, para viabilizar outras inovações, como a soluções relacionadas redes 5G e a aplicações de “Internet das Coisas” em sistemas agrícolas, de transporte, saúde e segurança. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Governo institui política para modernizar a administração pública

O governo federal publicou hoje (27), no Diário Oficial da União (DOU), um decreto instituindo a Política Nacional de Modernização do Estado (Moderniza Brasil) e o Fórum Nacional de Modernização do Estado. Segundo o decreto, a política tem por objetivo direcionar os esforços governamentais para aumentar a eficiência e modernizar a administração pública, a prestação de serviços e o ambiente de negócios para melhor atender às necessidades dos cidadãos.

 

A atuação se dará por meio da integração de ações de modernização já existentes, com coordenação, articulação, adequação, monitoramento e avaliação das políticas, programas, ações e iniciativas do Poder Executivo Federal, em parcerias da União com estados, Distrito Federal e iniciativa privada.

 

Entre os princípios da política estão o foco nas necessidades dos cidadãos; a simplificação normativa e administrativa; a confiabilidade na relação Estado-cidadão e a competitividade dos setores público e privado.

 

Caberá ao Fórum Nacional de Modernização do Estado propor a adoção de modelos e estratégias nacionais ou internacionais que envolvam a temática de modernização do Estado, auxiliar na elaboração de um plano de modernização e traçar as diretrizes para a concessão de um selo de modernização do estado criado com a política.

 

O fórum será presidido pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República e contará com representantes dos ministérios da Economia; Comunicações; Ciência, Tecnologia e Inovações; da Controladoria-Geral da União; da Secretaria de Governo da Presidência da República, e da Advocacia-Geral da União. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Fomento Paraná reforça importância de parcerias com municípios

Responsáveis pelo atendimento presencial nos municípios, os agentes de crédito que atuam nas prefeituras municipais, por meio das agências do trabalhador, salas do empreendedor ou secretarias municipais de desenvolvimento, são fundamentais para a ampliação da oferta de crédito para apoiar o fortalecimento dos pequenos negócios no Interior do Estado.

 

“Contratamos mais de R$ 180 milhões em operações de microcrédito e da linha Fomento Recupera por meio das parcerias com os municípios e do trabalho dos agentes de crédito, somente no ano passado”, afirma o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Neves. “São recursos muito importantes que foram colocados na economia e ajudaram a manter a atividade econômica em muitas cidades em um período muito crítico

 

De acordo com o diretor-presidente, a instituição tem feito um grande esforço de convencimento dos prefeitos para ampliar essas parcerias que levam crédito em condições diferenciadas para os empreendedores e fortalecem a economia local e regional.

 

O objetivo é fechar este ano com parcerias formalizadas com 300 municípios. “Essa é a diretriz do governador Carlos Massa Ratinho Junior, que defende a presença da Fomento Paraná em todo o território paranaense”, destaca Heraldo Neves.

 

Atualmente a instituição mantém parcerias firmadas com mais de 220 municípios, que são responsáveis pela liberação de R$ 50 milhões a R$ 60 milhões por ano em média em recursos para implantação, manutenção ou ampliação de pequenos negócios.

 

“Estamos retomando o contato com as prefeituras, especialmente onde assumiram novos prefeitos e novos gestores, para reforçar a importância da parceria e capacitar novos agentes de crédito quando é o caso”, afirma Neves. “Nosso modelo de microcrédito em parceria com as prefeituras é importante porque não pressiona os custos com juros e ajuda a aproximar a prefeitura da base produtiva, o que impacta inclusive na melhoria da arrecadação”, diz ele.

 

Paralelamente, a Fomento Paraná vem incentivando especialmente os municípios de maior porte a criarem alternativas orçamentárias ou mesmo fundos destinados a subvencionar as taxas de juros para reduzir o custo do crédito para empreendedores locais.

 

CAPACITAÇÃO DE AGENTES - Nos próximos dias a Fomento Paraná vai retomar a oferta de cursos de capacitação de agentes de crédito em conjunto com o Sebrae-PR. “Nosso curso de capacitação foi remodelado, para ser realizado por meio de ensino à distância, mesclado com atividades práticas e oficinas, de modo a cumprir os protocolos de proteção sanitária contra a covid-19, sem interromper as atividades”, explica o novo diretor de Mercado da Fomento Paraná, Vinícius José Rocha.

 

O primeiro curso de capacitação de agentes de crédito da Fomento Paraná está programado para acontecer na segunda semana de fevereiro, com 30 vagas. As inscrições estão abertas no portal institucional: www.fomento.pr.gov.br. (Com AEN)

 

 

 

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