Desde a manhã desta quarta dia 29, em Rio Bonito do Iguaçu no Centro de Formação, acontece a 2ª Conferência Municipal de Segurança de Alimentar, evento que ocorre a cada quatro anos no município.
Participam do evento representantes da COPARBI, Copaia, APMFs de Escola municipais, Associação das Mulheres Agricultoras, secretários e servidores municipais. A primeira-dama Nemora Pelissari Lopes também participou da abertura do evento acompanhada da secretária municipal de Assistência Social, Suzana Brasil.
Um dos palestrantes foi o extensionista da Emater-PR, Lucas Travassos Deda, que falou sobre a evolução dos alimentos produzidos em diferentes aspectos.
Segundo a senhora Lizabete Teles, presidente do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, serão discutidas novas propostas para a manutenção da política de alimentação vinculada à agricultura familiar.
Na parte da tarde, haverá a escolha dos novos conselheiros para os próximos quatro anos do Conselho Municipal.
A economista doméstica da Assistência Social do município, Márcia Ghisi, disse que o evento conta com a participação de vários segmentos da sociedade civil envolvidos na produção e distribuição de alimentos orgânicos entre outros, onde envolve pequenos agricultores, comércio local e escolas municipais.
Extinção do Consea
Foi também discutido sobre a provável extinção do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), que é um órgão de assessoramento imediato à Presidência da República, que integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).
O Consea é composto por dois terços de representantes da sociedade civil e um terço de representantes governamentais. A presidência é exercida por um(uma) representante da sociedade civil, indicado(a) entre os seus membros e designado(a) pela Presidência da República.
A preocupação dos conselhos municipais é a extinção de alguns programas sociais de alimentação que vinham sendo destinados aos municípios. Por enquanto, segundo a economista doméstica Márcia Ghisi, os recursos para a gestão alguns programas estão chegando normalmente.
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A Parati furtada na cidade de Rio Bonito do Iguaçu foi recuperada pela Polícia Militar, em Toledo, nesta terça dia 28.
De acordo com as informações, o veículo foi furtado na segunda-feira (27), e foi recuperado na Rua Ari Barroso, no Jardim América, após denúncia anônima.
O veículo estaria abandonado na rua. A Parati foi guinchada e levada para a Delegacia de Toledo. (Com Catve)
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Nesta segunda dia 27, compareceu ao Destacamento da Polícia Militar, a senhora J. da R., informando que por volta das 14:30 horas, chegou na casa de sua mãe com o seu veículo, um VW/Parati 1.8, placas NCM-3344, de cor prata.
Segundo a senhora, ao sair, por volta das 15 horas, não encontrou o veículo.
A solicitante informa que o veículo estava com a chave na ignição, e com o combustível na reserva. Para facilitar a identificação informou também que estava com rodas de liga leve preta, aro 17. filtro dos sonhos no para-brisa e lanterna traseira esquerdo quebrada;
A equipe da PM informou a vítima sobre os procedimentos cabíveis, repassou as informações aos órgãos competentes e realizou patrulhamento para buscar o veículo.
Informações sobre o paradeiro deste veículo favor entrar em contato com a PM via 190.
O carro foi visto seguindo sentido Saudade do Iguaçu.
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O Copom foi informado na noite deste domingo dia 26, por uma investigadora da Polícia Civil, que no Assentamento Ireno Alves, comunidade Barraguinha, teria acontecido uma situação de latrocínio.
A equipe RPA de Rio Bonito do Iguaçu e Choque deslocaram até o local onde foi constatado ser uma pessoa do sexo masculino que teria sido atingido por três disparos de arma de fogo na cabeça.
A vítima era conhecida como João Caolho e acabou morrendo logo após ter levado os tiros, no próprio local do crime. O criminoso levou no possível latrocínio, uma televisão e uma makita.
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Equipes do Governo Municipal, por determinação do prefeito Ademir Fagundes (Gaúcho) espalhadas em todo o município está readequando estradas.
Nesta última terça-feira, as equipes estiveram trabalhando na estrada que liga as comunidades de Pinhalzinho à Linha Rosa. Estão sendo feitas aberturas de bueiros, colocação de manilhas e outras readequações. Devido ao bom tempo, o trabalho está sendo feito.
Já nas proximidades da comunidade Arapongas, no assentamento Ireno Alves dos Santos, devido a melhora do tempo está trabalhando na recuperação de estradas próximas à comunidade Arapongas.
Com as máquinas, estão sendo feitos o alargamento e readequação dos caminhos.
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Os presidentes das duas associações que representam os assentamentos Marcos Freire (Acampf) e Ireno Alves dos Santos (Cacia) em Rio Bonito do Iguaçu, estiveram no último dia 15 de maio no Incra em Curitiba protocolando um ofício solicitando informações.
Neste documento expedido pela Associação Comunitária do Assentamento Marcos Freire (Acampf) sob o número 002/2019, solicita informações sobre a situação cadastral e número de lotes das famílias do Marcos Freire que aguardam pela regularização de suas propriedades, além da situação de georreferenciamento dessas áreas.
O documento foi recebido e protocolado pelo Incra através do número 54000.69351/2019-82, onde se aguarda para os próximos dias a manifestação por parte do órgão federal.
Odair José França, presidente da Central das Associações Comunitárias do Assentamento Ireno Alves dos Santos (Cacia) e Ivair Juncoski, o “Bota” (presidente da Acampf) tiveram um encontro com o atual superintendente substituto do Incra SR-9 no Paraná, Sandro Márcio Fecchio.
O superintendente definitivo no Paraná ainda não foi escolhido pelo presidente nacional do Incra, o general Jesus Corrêa.
Durante a reunião foi solicitado esclarecimentos sobre os serviços de georreferenciamento que outra associação menor no município está oferecendo aos assentados do Marcos Freire, considerando que o Incra já realizou anteriormente os mesmos serviços nos projetos de assentamentos em Rio Bonito do Iguaçu.
Há informações apresentadas com a cópia do contrato, que uma empresa particular estaria solicitando o pagamento de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para cada assentado que desejasse o gerreferenciamento da sua área, através da tal associação.
De acordo com o presidente da Acampf, Ivair Juncoski, durante a reunião em Curitiba com o superintendente substituto Sandro, foi esclarecido que a responsabilidade do georreferenciamento é totalmente do Incra.
“A gente não é contra a titulação, torcemos para que saiam esses documentos, mas dentro da legalidade. Já sabemos que teve regiões que fizeram esse tipo de serviço (georreferenciamento) através de empresas há 3, 4 anos atrás e até agora não saíram os títulos. O superintendente disse que foi uma associação que solicitou para medir os lotes e regularizar. Mesmo assim ninguém é obrigado a medir e pegar os títulos. Quem está irregular, primeiro tem que pegar o contrato de assentamento. Sabendo que no Marcos Freire temos alguns problemas com lotes, por enquanto não vai ser tão fácil regularizar. Vamos esperar o Incra responder o nosso ofício e com isso fazer reuniões nas comunidades para esclarecermos melhor esta situação”, disse o presidente da Acampf, Ivair Juncoski.
Para o presidente da Cacia, Odair José França, a responsabilidade pelo georreferenciamento e outros serviços é de atribuição do Incra.
“A responsabilidade é do Incra e não de nós assentados. Quem deve ceder a titularização é o órgão federal. Nós protocolamos o ofício solicitando a regulamentação de todas as situações de várias famílias; nós como assentados nunca solicitamos um centavo sequer para fazer a regulamentação ou serviço qualquer em cima de um lote. A gente solicitou ao Incra a lista das pessoas que já estão regulares nos lotes para verificarmos as situações de cada um”, disse Odair José França.
“Nos assentamentos, temos vários problemas como reserva legal, com falta de estradas adequadas e outros. Mas quero esclarecer que a responsabilidade é total do Incra. Ninguém é obrigado a pagar alguma coisa, mesmo que o faça, não terá a certeza da regularização do seu lote no futuro. Após chegar a resposta do Incra, a idéia é que a gente discuta nas comunidades para reavaliarmos “, finaliza Odair José França, da Cacia.
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