Um jovem de 22 anos morreu em um acidente de trânsito na BR 476, na manhã desta terça dia 13.
Segundo informações, o carro em que ele estava colidiu de frente com um caminhão que transportava trigo. A carreta caiu em um barranco às margens da rodovia.
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Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o veículo foi arremessado para fora da pista na batida. (Com Catve)
A lista pública da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), que reúne foragidos da Justiça dos 192 países membros, traz 10 paranaenses entre os procurados por autoridades brasileiras e estrangeiras.
Com isso, o estado desponta como o terceiro do país com maior número de procurados internacionalmente, atrás apenas de Rio Grande do Sul (18) e Minas Gerais (13).
Os crimes mais comuns são os relacionados ao tráfico de drogas (6), seguido pelas ocorrências de homicídio (2), roubo seguido de morte (1) e estupro de vulnerável (1). Já com relação às origens, dois dos foragidos nasceram em Campo Mourão e outros dois em Foz do Iguaçu, enquanto os demais são dos municípios de Capitão Leônidas Marques, Cornélio Procópio, Jesuítas, Umuarama, Apucarana e Marechal Cândido Rondon.
A situação do estado, contudo, já foi pior. Até o começo do ano passado o Paraná era o segundo do Brasil em número de foragidos, com 19, atrás apenas de São Paulo (21). Na época, a lista da Interpol trazia 160 brasileiros. Hoje são 98, o que aponta para uma queda de 38,75% - no caso paranaense, essa variação foi ainda mais significativa, com queda de 47,4%.
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Não é possível afirmar, contudo, que essa redução no número de foragidos seja reflexo de uma queda real no número de procurados no país ou mesmo no estado. É que no ano passado a Polícia Federal (PF) tomou a decisão de incluir apenas foragidos considerados de alta periculosidade na lista pública, enquanto aqueles considerados de baixa periculosidade constam em uma lista privada, cujo acesso é restrito aos membros da Polícia Internacional – o político Paulo Maluf e o empresário Eike Batista, por exemplo, apareciam nessa lista privada até pouco tempo.
Para que um nome seja incluído na lista de procurados da polícia internacional é preciso que os órgãos de segurança acionem o escritório central da Interpol no país, informando que o suspeito, criminoso ou condenado está foragido. A partir daí os dados são incluídos na listagem, que fica disponível a todos os países membros da Interpol.
Ao ter o nome incluído na lista de difusão vermelha, a pessoa pode ser presa por qualquer força policial do país em que esteja a partir de um pedido de prisão preventiva do escritório do país de origem do criminoso. Se aceito, mais informações são repassadas ao país da prisão e também é solicitada a extradição do indivíduo, com a Interpol entregando o procurado para a polícia local ou cuidando ela mesma da operação de transporte e entrega do fugitivo para a Polícia Federal.
Brasileiros procurados pela Interpol
Total 98
Rio Grande do Sul 18
Minas Gerais 13
Paraná 10
Goiás 9
Rio de Janeiro 9
São Paulo 8
Mato Grosso do Sul 6
PR possui 27,3 mil mandados de prisão em aberto
Divulgado no final do ano passado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) apontou um cenário preocupante para o sistema carcerário paranaense. O estado contaria com uma população prisional de 51,7 mil pessoas, a terceira maior do país, ao passo que existem apenas 18.365 vagas no sistema prisional (taxa de ocupação de 281,5%).
O cenário, contudo, poderia ser bem pior. Segundo informações do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), sítio mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), existem hoje 27.305 mandados de prisão em aberto no Paraná, a maioria (26.351) expedidos pelo Tribunal de Justiça (TJ-PR).
Para se ter noção do que isso representa, somente 69 dos 399 municípios do Paraná possui uma população maior do que o número de procurados pela Justiça, segundo estimativa do IBGE. Além disso, se tais mandados fossem cumpridos, fariam aumentar em 52,8% a população prisional do estado, que saltaria para 79 mil. (Com Bem Paraná)
A batida envolvendo uma carreta e um Fiat Uno na PR 585, entre São Pedro e Vera Cruz do Oeste, deixou dois adolescentes mortos e um jovem gravemente ferido na tarde deste domingo dia 11.
Equipes do Samu de Vera Cruz do Oeste e do Corpo de Bombeiros de Toledo foram mobilizadas para prestar atendimentos às vítimas. Com o impacto da batida um dos ocupantes do carro, ficou preso às ferragens e não resistiu aos ferimentos e morreu no local. As outras duas pessoas gravemente feridas foram levadas ao hospital de Vera Cruz. Durante a noite, ela não resistiu aos ferimentos e morreu.
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Segundo informações do condutor da carreta, com placas do Paraguai, o motorista do Uno, placas de Vera Cruz do Oeste, ultrapassou três veículos e ao perder o controle da direção rodou na pista e bateu transversalmente contra o caminhão.
A equipe da PRE (Polícia Rodoviária Estadual) foi acionada. Os corpos das vítimas foram levados ao IML (Instituto Médico Legal) de Cascavel. As vítimas foram identificadas como Leonardo Miguel Setti Miotto, 14 anos e João Campos Felicio, 16. Os familiares estiveram em Cascavel e fizeram a liberação dos corpos. (Com Catve)
O corpo do empresário Moacyr Lima Pinheiro, 49, foi localizado no final da tarde deste domingo dia 11, em Cianorte.
Ele estava coberto por uma lona, na carroceria de seu veículo, uma caminhonete S-10, atolada em uma contenção de água na estrada dos Amores, entre os jardins Atlântico e Cassidori.
Pinheiro, que residia em Tapejara, foi morto com sete facadas, cinco no peito e duas nas costas.
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Dois rapazes foram posteriormente presos e são suspeitos de latrocínio (roubo seguido de homicídio).
Um dos rapazes, de 19 anos, estava com um pen-drive que pertencia à vítima.
A dupla foi encaminhada para a 21ª SDP e o corpo do empresário para o IML de Campo Mourão. (Com Noti-cia)
A economia do Paraná fechou 2017 com crescimento de 2,5%, de acordo com dados do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social, o Ipardes.
Os números apontam que o desempenho do Produto Interno Bruto, o PIB, foi mais que o dobro da média brasileira. Segundo o IBGE, que divulgou o resultado nacional há nove dias, a economia do Brasil cresceu 1% em 2017. O Estado encerrou o último ano com um PIB de 415 bilhões de reais, o equivalente a mais de 6% da economia nacional.
Em 2010, o Paraná era responsável por 5,8% de participação. O diretor-presidente do Ipardes, Julio Suzuki Junior, ressalta que o desempenho do ano passado configura a recuperação da economia do Estado, após dois anos de retração e diz que a agropecuário puxou o crescimento.
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Outro fator positivo veio da indústria, que depois de encolher na crise econômica, voltou a crescer. Em 2017, a atividade industrial teve expansão de 1,8%, graças aos bons desempenhos dos ramos de máquinas e equipamentos, material de transporte e autopeças.
O setor de serviços registrou alta de 1,5%, influenciado pelo resultado do comércio e do ramo de alojamento e alimentação. Os setores que não foram tão bem em 2017 foram a construção civil, influenciada pela redução do programa Minha Casa, Minha Vida, e a produção de energia elétrica, afetada por questões climáticas. Ao analisar os números, o presidente do Ipardes, Julio Suzuki Junior, afirma que definitivamente, o estado do Paraná saiu da recessão.
Na avaliação do Ipardes, o comportamento de crescimento da atividade econômica deve se repetir ao longo de 2018, com uma retomada mais forte da indústria e dos serviços. Por outro lado, com a previsão de safra menor, a contribuição da agropecuária deve se reduzir, portanto, o crescimento deve ser similar ao de 2017. (Com CBN)
O número de mulheres no mercado de trabalho formal do Paraná mais que triplicou nos últimos 30 anos. Em 1986, de acordo com dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho, 384.223 mulheres trabalhavam com carteira assinada no Estado. Em 2016, esse número estava em 1.364.106 - 255% maior.
Há 30 anos, o sexo feminino detinha 31,7% das vagas no mercado de trabalho no Estado. Em 2016, essa participação chegou a 45,3%.
Os dados da RAIS foram compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes) e mostram que as mulheres do Paraná trabalham, em sua maioria, no setor de serviços, em que respondem por 60% da mão de obra. O segundo setor que mais emprega mulheres é o comércio, com 21,7%, seguido pela indústria (15,6%) e pela agropecuária (1,4%). A construção civil tem apenas 0,7% da força de trabalho formada por mulheres.
Municípios
Apesar da preponderância masculina no mercado de trabalho no Estado, há municípios paranaenses em que a mão de obra feminina é destaque. Entre as 399 cidades do Estado, 79 registram maioria de mulheres no mercado de trabalho.
Em Guaporema, na região Noroeste, eram 249 mulheres para 142 homens no mercado de trabalho em 2016. Em Salgado Filho, no Sudoeste, eram 408 mulheres para 247 homens. Em Matinhos, no Litoral, 6.002 mulheres para 3.759.
“O aumento das mulheres no mercado de trabalho não deriva da questão demográfica, já que elas são a maioria da população. Trata-se de uma mudança estrutural, com um número maior de mulheres se tornando chefes de família e com maior nível de instrução”, diz Julio Suzuki, diretor-presidente do Ipardes.
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Em 2016, 28% das mulheres no mercado de trabalho no Paraná tinham ensino superior, contra uma média de 14% dos homens. Em média, as mulheres brasileiras com 25 anos ou mais têm 8,2 anos de estudo, contra 7,8 anos dos homens.
Salários
O aumento da presença da mulher no mercado de trabalho também reduziu a diferença salarial em relação aos homens no Paraná. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que em 2016 as mulheres ganhavam, em média, 26,5% menos do que os homens. Em 2012, essa diferença era de 32,1%.
Pelo menos três fatores ajudam a explicar essa diferença, de acordo com Suzuki Júnior. “O primeiro é a incidência maior da jornada parcial entre as mulheres, o segundo é que há a preponderância feminina no emprego doméstico, que infelizmente tem baixa remuneração, e em terceiro a existência, ainda, da discriminação, que faz com que em alguns cargos de igual posição e carga horária, os homens ainda ganhem mais”, diz.
Suzuki Júnior lembra também que, por outro lado, os homens têm presença maior em setores como construção civil e indústria, que pagam melhores remunerações. A tendência, de acordo com ele, é que essa diferença diminua cada vez mais nos próximos anos. (Com AEN)








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