Um adolescente chamado Caio dos Santos morreu na noite deste domingo dia 05, durante uma partida de futebol de salão em Ponta Grossa.
O garoto, de 17 anos, sofreu uma convulsão seguida de uma parada cardíaca enquanto participava de um jogo válido pela Copa Cidade de Ponta Grossa Sub-17. Ele defendia o time Inter Barça e, neste domingo, encarava o Sagrada Família.
Socorristas foram chamados até o ginásio Zukão, onde a partida acontecia, e encaminharam o menino até o Hospital Geral da Unimed, mas ele não resistiu e morreu pouco tempo depois. Ainda não há informações sobre o que teria provocado o mal súbito no garoto.
O Colégio Sesi, onde Caio estudava, divulgou nas redes sociais uma nota de pesar e informou que as atividades desta segunda-feira estão suspensas.
“Com grande pesar, nós, família Sesi, estamos em luto. Nosso aluno Caio dos Santos veio a falecer. Não temos maiores informações, mas, desejamos todo o consolo à família e à todos que, como nós, choram neste momento. Por respeito, cancelamos todas atividades escolares do Colégio Sesi Ponta Grossa para que a família sinta-se abraçada”. (Com A Rede)
J.M.deM.S., 37 anos, foi preso após agredir seu próprio irmão com golpes de martelo por volta das 16h deste sábado dia 04, na Rua Nestor Victor, em Pérola.
O homem que teve ferimentos na cabeça foi socorrido pela equipe médica do município e encaminhado ao hospital.
Após denúncias de que o agressor teria fugido em direção à Rua Felipe Camarão, ele acabou preso pela Polícia Militar, J.M. que estava com algumas escoriações e a roupa suja de sangue confessou a agressão e disse que seu irmão o agrediu primeiro com um chinelo, então ele acabou revidando desferindo dois golpes de martelo na cabeça do irmão.
O agressor, juntamente com o martelo foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Pérola. (Com UmuaramaNews)
Um veículo Golf com placas de Caxias do Sul foi encontrado abandonado com arma, munições e coletes balísticos, após fugir de uma abordagem da Receita Federal na rodovia BR 277.
Os agentes da Receita Federal, que atuam na Operação Muralha na rodovia BR 277, tentaram abordar o veículo que era ocupado por três pessoas. Eles acabaram se evadindo sentido a uma estrada Rural na Linha São Vicente, em São Miguel do Iguaçu.
Equipes da ROTAM da Polícia Militar de Medianeira e viaturas da Polícia Militar de São Miguel do Iguaçu auxiliaram nas buscas do veículo, que acabou sendo localizado abandonado em uma estrada rural.
Os três indivíduos fugiram e se embrenharam em uma área de mata, abandonando o veículo com um fuzil, vasta quantidade de munição de fuzil 7.62, 5.56mm e de calibre .50, munições de pistola .45, além de coletes balísticos, tocas balaclavas, carregadores de fuzil e estopim para dinamite.
As equipes policiais realizaram buscas na tentativa de localizar os suspeitos, porém ninguém foi encontrado.
O veículo com o material foi então apreendido e encaminhado até a base de operações da Operação Muralha, na rodovia BR 277. (Com Guia Medianeira)
Roque Brun, conhecido popularmente como Cabrito, foi encontrado morto em Coronel Vivida na tarde deste sábado dia 04.
O motorista morreu afogado depois de ter caído, com o caminhão que dirigia, dentro de um rio enquanto fazia a travessia de uma ponte.
O caminhão, utilizado para transportar leite, foi arrastado por cerca de 60 metros e o motorista levado pelas águas.
Equipes do Corpo de Bombeiros de Coronel Vivida e Pato Branco foram mobilizadas e depois de mais de 3 horas de buscas, por volta das 17h40, conseguiram localizar o corpo, que estava submerso e enroscado em alguns galhos.
O local fica distante cerca de 1.200 da ponte onde o caminhão caiu. O corpo foi removido até a margem do rio e posteriormente encaminhado ao IML de Pato Branco.
Por Maycon Corazza (CGN)
Um grave acidente foi registrado no final da madrugada de hoje na BR-116, em Curitiba.
A colisão envolveu um veículo Picasso e um Corcel II, onde estavam três pessoas.
Duas pessoas ocupantes do Picasso foram retiradas por motoristas que presenciaram o acidente.
Já outras cinco acabaram morrendo carbonizadas depois que os veículos pegaram fogo.
O passageiro do Picasso de 25 anos foi atendido no local com queimaduras e levado ao hospital por uma ambulância do Siate.
Por Cristiano Vaz
O Paraná é um dos estados com maior concentração de professores doutores no interior.
Ocupa o segundo lugar, atrás apenas de Minas Gerais. Hoje, 50% dos 10,1 mil docentes com esta titulação estão fora da capital.
Do total de professores com este grau de especialidade, 4,5 mil estão nas sete instituições de ensino superior do Estado.
O dado é do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, ligado ao desenvolvimento da pesquisa no Brasil.
Depois da capital e de seu entorno, a região com o maior número de professores com doutorado é o Norte (27%), seguido do Oeste (10%) e dos Campos Gerais (5,36%). Entre os docentes do Paraná, 90% têm doutorado ou mestrado, número superior ao exigido por lei.
Esta descentralização do ensino, afirma o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, faz parte da política do Governo do Estadual. “Diferente dos outros estados, onde a concentração de doutores está nas instituições federais localizadas nas capitais, aqui nós primamos por colocar universidades nas macrorregiões, que precisam de mais apoio”, diz ele.
O Paraná conta com sete instituições de ensino superior mantidas pelo Governo do Estado – as universidades estaduais de Londrina, Maringá, Ponta Grossa, do Oeste do Paraná (sede em Cascavel), do Centro-Oeste (sede em Guarapuava), do Norte do Paraná (sede em Jacarezinho) e Estadual do Paraná (sede em Paranavaí).
QUALIFICAÇÃO E INVESTIMENTOS - Para o secretário João Carlos Gomes, o motivo para a grande quantidade de doutores em todo o Estado é o incentivo à qualificação e os investimentos na área. “Hoje, o professor do ensino superior tem crescimento horizontal, por tempo de trabalho, e vertical pela qualificação. Essa possibilidade de ascensão na área motiva mais ainda a busca pelo conhecimento”, relata.
João Carlos Gomes lembra, também, que o governo estadual destina 35% de suas receitas correntes líquidas para o ensino público. Deste total, 29% vão para o ensino básico e os outros 6% para o ensino superior, o que coloca o Paraná como o segundo estado do Brasil que mais investe na área.
DESENVOLVIMENTO – A existência de grande número de professores doutores fortalece a universidade, a medida em que estimula pesquisa, projetos, inovação, ciência e tecnologia. Por consequência, reforça o papel da universidade no desenvolvimento regional. “As necessidades sociais, políticas e econômicas dos municípios longe da capital são maiores. Quando você coloca universidades nessas regiões, você consegue responder as demandas mais facilmente, porque as pesquisas têm impacto no entorno”, diz Jorge Sobral da Silva Maia, professor da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP).
O estudo “Universidades Estaduais e o Desenvolvimento Regional do Paraná”, publicado pela editora da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em 2015, mostra que as instituições promovem mais geração de conhecimento e constroem um ambiente de aprendizagem, além da ofertarem recursos, formação de lideranças e uma visão estratégica sobre a economia do município.
“O próprio pessoal que trabalha nas universidades estimula a economia local. Além disso, a instituição também forma mão de obra capacitada que é incorporada ao mercado de trabalho das empresas ali instaladas”, diz Alex Sander Souza do Carmo, professor do departamento de economia da UEPG e um dos autores do estudo.
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Estado disponibiliza 4 mil bolsas por ano
O Governo do Estado, por meio da Fundação Araucária, disponibiliza cerca de 4 mil bolsas por ano para doutorado e mestrado. Entre os anos de 2011 e 2016, a Fundação investiu mais de R$360 milhões (incluindo parcerias federais e privadas e recursos estaduais do Fundo Paraná); lançou 120 chamadas públicas e financiou aproximadamente 20 mil bolsas de estudo e quatro mil projetos.
Os recursos são originários do Fundo Paraná, de agências de fomento de órgãos federais e outros parceiros, que são aplicados em três grandes linhas de ação: Fomento à Produção Científica e Tecnológica; Verticalização do Ensino Superior e Formação de Pesquisadores e Disseminação Científica e Tecnológica.
“Temos investido muito na formação de recursos humanos porque, além de ser fundamental, é isso que toca a ciência no Brasil”, diz o presidente da Fundação Araucária, Paulo Brofman.
Jorge Sobral da Silva Maia, professor da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), recebeu uma bolsa para cursar seu doutorado. Ele acredita que o incentivo do Estado é essencial não só para a qualificação dos professores, mas também para o aprendizado dos alunos. “Quando você tem a possibilidade e os meios para fazer pesquisas, você consegue atuar com mais qualidade na realidade em que desenvolve sua ação, seja ela dentro de uma universidade ou fora dela”, disse Maia, que desenvolve projetos na área de educação ambiental.
Marco Antonio Batista Carvalho, professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), fez pesquisa na área de letras e educação com apoio da Fundação Araucária. Ele também acha que o incentivo que recebeu deu mais bagagem para o ensino.
“A pesquisa agrega outras leituras, saberes e uma visão diferenciada. Isso se reverte num melhor ensino e em uma melhor relação não só com conteúdos, mas também com os próprios alunos”, relatou. “Eu trabalho há 20 anos na educação e digo que é muito bom ver colegas recebendo incentivos públicos do Estado revertem isso para a sociedade”, complementou. (Com AEN)














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