Pela primeira vez, Sicredi recebe Prêmio Top de Sustentabilidade da ADVB

Reconhecimento ao Programa A União Faz a Vida, principal iniciativa de responsabilidade social da instituição, foi entregue na última terça dia 14, em São Paulo.

 

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,6 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – acaba de receber, pela primeira vez, o Prêmio Top de Sustentabilidade 2017, concedido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB), seccional São Paulo.

 

O evento, realizado no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, reuniu vinte empresas com as melhores iniciativas socioambientais realizadas nos últimos meses.

 

O prêmio, recebido pela Central Sicredi PR/SP/RJ, é um reconhecimento ao case que retratou os 10 anos de atuação do Programa A União Faz a Vida (PUFV) no estado do Paraná. Mais que uma data, essa década de atuação nas escolas marca um ciclo que traz resultados concretos e marcantes para as comunidades. A mais concreta delas revela e mensura o desenvolvimento das escolas participantes: todas apresentaram melhoras significativas no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), com crescimento médio de 30% segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Legislação e Documentos).

 

O programa tem como objetivo promover valores de cooperação e cidadania entre crianças e adolescentes, por meio de práticas de educação cooperativa. As ações têm como protagonistas os alunos, educadores, a família e toda a comunidade envolvida nas atividades.

 

Fundamentada na pedagogia de projetos, a metodologia é apontada pelos educadores como o principal fator de sucesso do Programa. Funciona assim: todos os projetos nascem do currículo escolar; por meio de uma boa pergunta, formulada pelo educador em conjunto com os alunos.

 

A partir daí são estabelecidas expedições investigativas para explorar o ambiente em busca de respostas para as dúvidas e interesses destas crianças e adolescentes. De posse das informações e novos aprendizados, nascem os projetos, desenvolvidos de forma colaborativa.

 

Na opinião do presidente nacional do Sistema Sicredi e da Central PR/SP/RJ, Manfred Alfonso Dasenbrock, um dos objetivos do Sicredi é ajudar a construir um mundo melhor e isso está sendo feito por meio do PUFV, impactando de forma positiva centenas de comunidades. “Com base na tríade: cidadania, cooperação e solidariedade, procuramos incentivar a educação e a inclusão nas regiões onde atuamos. Formar cidadãos mais comprometidos com o desenvolvimento do Brasil é uma das grandes ações que queremos promover e temos conseguido isso de forma colaborativa. Os protagonistas são os alunos e educadores, que escolhem o tema que desejam trabalhar e conquistam, a cada dia, melhorias para sua comunidade”, afirma.

 


Somente nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, área de responsabilidade da Central Sicredi PR/SP/RJ, neste ano foram desenvolvidos 1.208 projetos nas escolas que atuam com o Programa A União Faz a Vida. O descritivo desses projetos estão reunidos na revista digital Vida Cooperativa, publicado no portal “transformando.com.vc”, uma rede de protagonismo educacional. Além dos projetos, o portal traz conteúdos exclusivos sobre educação – artigos, matérias, pesquisas, vídeos – produzidos por diversos parceiros, educadores, escritores de renome nacional.

 

Para o presidente da Cooperativa Sicredi Grandes Lagos PR/SP, Orlando Muffato, a premiação é um reconhecimento do esforço de cada projeto realizado em centenas de município. “Atuar nas comunidades onde estamos é fundamental e faz parte da essência do Sicredi, pois um dos nossos principais diferenciais é o relacionamento.

 

Onde atuamos com o Programa A União Faz a Vida temos bons exemplos que mudam o mundo com projetos desenvolvidos pelos professores e alunos dos municípios de Espigão Alto do Iguaçu, Porto Barreiro e mais recentemente em Campo Bonito. Há oito anos o Programa vem contribuindo com a educação cooperativa de crianças e adolescentes desses municípios”, afirma.

 

 

 

 

Por Assessoria

 

 

 

Paraná é o terceiro estado do Brasil em mortes no trânsito

Todos os dias, pessoas mortas e 130 feridas. O cenário parece de guerra, mas trata-se do trânsito paranaense.

 

Para recordar e homenagear as milhares de vítimas, o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) promove até o próximo domingo, em Curitiba, uma série de atividades educativas para homenagear e lembrar das vítimas de acidentes nas ruas e estradas do Estado.

 

Segundo um estudo realizado pela Ambev, com dados de 2015, o Paraná é o terceiro estado coim mais fatalidade no trânsito. Naquele ano, último com dados disponíveis em nível nacional pelo Ministério da Saúde, haviam sido 2.680 pessoas mortas (sete por dia). Apenas São Paulo (6.031) e Minas Gerais (4.053) tiveram mais registros.

 

Desde então, o Paraná conseguiu reduziu a média de mortes, segundo o Detran, de sete para cinco diárias. Ainda assim, o número assusta. “A ideia é ter quatro dias de atividades intensas para conscientizar motoristas, pedestres, ciclistas e motociclistas”, destaca o diretor-geral do Detran, Marcos Traad. O primeiro dia de ações voltadas para esta campanha começou ontem.

 

“Acreditamos que ações educativas podem fazer a diferença e mudar comportamentos de risco. Por isso, só neste ano abordamos mais de 22 mil pessoas em palestras, blitz educativas, abordagens de conscientização e mutirões”, acrescentou.

 

Mutirão e teatro para prevenir

 

Para atingir seu objetivo, equipes do Detran e parceiros permanecerão até o sábado, das 11h30 às 13h30, em quatro pontos da Capital que possuem maior índice de acidentes, desenvolvendo performances que representam as diferentes vítimas de trânsito e situações de risco.


Já no domingo, Dia Mundial em memória às Vítimas de Trânsito, haverá apresentação com o grupo de teatro Grutun!, da Unibrasil, e distribuição de mudas de árvore e materiais educativos, às 13h30, em três pontos do Parque Barigui.

 

Por fim, hoje e amanhã a equipe de Programas Educativos do Detran também vai prestar serviços de habilitação e veículo aos cidadãos e trabalhar a educação para o trânsito junto às crianças, através de ações lúdicas e recreativas, no mutirão da cidadania no bairro Tatuquara. Hoje a ação acontece das 13 às 17 horas. Amanhã, das 9 às 17 horas. (Com Bem Paraná)

 

 

 

Homem matou a esposa e escondeu o corpo dentro de casa

Um homem é acusado de matar a própria esposa e esconder o corpo em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

 

De acordo com a Polícia Civil, os investigadores suspeitaram da denúncia de desaparecimento de Nilfa Elizabeth Gonzalez Anacleto, 27 anos.

 

O suspeito Elias José Anacleto, 37 anos, relatou que não sabia do paradeiro da companheira e após ser interrogado disse que teve uma pequena briga com a esposa e desde então ela teria fugido para o Paraguai no dia 8 de novembro.

 

Em novo depoimento o marido confessou que teria esganado a esposa na noite de quarta-feira, escondeu dentro do quarto e no sábado abandonou em um matagal, somente então resolveu procurar a polícia para relatar o sumiço da mulher.

 

O casal tem três filhos, sendo um bebe de apenas 1 ano, outro de 7 anos e uma adolescente de 16 anos.

 

Ele permanece preso pelo crime de feminícidio e ocultação de cadáver. (Com EPC)

 

 

 

Governo lança campanha para erradicar o trabalho infantil no Paraná

Foi lançada nesta quinta dia 16, a campanha de esclarecimento para erradicar o trabalho infantil no Paraná, através da Secretaira de Estado da Família e Desenvolvimento Social.

 

A campanha vai usar o rádio e calendários de parede para sensibilizar principalmente a população do campo, por ainda apresentar situações de trabalho infantil agrícola no estado, segundo estudo da Secretaria.

 

O trabalho infantil em meio urbano é mais fácil de ser detectado e coibido, pela densidade populacional e pela facilidade de acesso dos Conselhos Tutelares. Porém, no ambiente rural, muitas vezes as obrigações laborais começam cedo demais, principalmente em atividades relacionadas à agricultura, pecuária e pesca.

 

CAMPANHA

A estratégia escolhida pela Secretaria da Família foi usar o rádio e calendários de parede para atingir a população rural. O aparelho de rádio é importante canal de comunicação, presente nas pequenas propriedades e pode acompanhar o agricultor na lavoura ou no cuidado das pequenas criações. Também o calendário foi elaborado com ilustrações sobre o tema e fica sempre à vista da família.

 

O anúncio "O Menino da Porteira", com música cantada por Sérgio Reis e locução de Rolando Boldrin, explica a importância da educação formal para a prosperidade da família, em contraposição ao trabalho na lavoura. É ressaltado o risco para a formação da criança que é privada de ir à escola para ajudar os pais com a terra.

 

A veiculação será feita durante um mês, em frequências FM e AM, além de rádios comunitárias.

 

CALENDÁRIO

 

A cartilha traz ilustrações de crianças e adolescentes em 12 situações de risco e vulnerabilidade, com a etiqueta Tire o trabalho infantil daqui. Ao ser dobrada, a etiqueta revela mudança para uma situação feliz da infância, com a inscrição Crianças e adolescentes precisam de outras aventuras. O material, confeccionado com recursos do FIA (Fundo Estadual da Infância), foi aprovado pelo Cedca (Conselho Estadual da Criança e do Adolescente).

 

REDUÇÃO

A Secretaria constatou que, de 2005 a 2015, houve redução de 80% no número de crianças e adolescentes, de 5 a 14 anos, em trabalho infantil. Desde 2011 até 2015, houve redução de 58% nas ocorrências dessa natureza.

 

DANOS

 

Nas atividades agrícolas, os prejuízos à saúde têm relação ao contato com o agrotóxico, inalação de produtos tóxicos e uso de ferramentas cortantes. Também o esforço incompatível com a estrutura física da criança ou do adolescente podem gerar sequelas graves.

 

O trabalho em lugar do estudo provoca consequências como exclusão social e falta de oportunidades profissionais, além de produzir problemas físicos e psicológicos.

 

CLASSIFICAÇÃO

 

Pela legislação, até 14 anos é proibido qualquer trabalho. Dessa idade até os 16 anos, o adolescente pode ser inserido como aprendiz no mundo do trabalho. A partir de então, até os 18 anos, o trabalho é permitido em turno diurno, desde que não seja realizado em ambientes insalubres, perigosos ou que prejudiquem o adolescente moralmente.

 

Respeitando as atividades estabelecidas para cada idade, as empresas podem contratar aprendizes dos 14 aos 24 anos. (Com Agência Estado)

 

 

 

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