UFPR divulga edital para seleção por meio do SiSU

A Universidade Federal do Paraná divulgou o edital de orientação aos candidatos interessados na seleção para as vagas do SiSU, o Sistema de Seleção Unificada, que é feita a partir das notas do Enem.

 

Na UFPR, o SiSU corresponde a 20% do total de vagas disponíveis na instituição: são 1.447 delas em 109 cursos da graduação.

 

O edital com todas as informações sobre a seleção já está disponível no site do Núcleo de Concursos da Federal do Paraná, o endereço é o https://portal.nc.ufpr.br/.

 

Na página, os interessados em ingressar na UFPR pelo SiSU encontram todas as orientações sobre como devem proceder para concorrer às vagas, e também o cronograma das bancas de validação de autodeclaração (no caso de quem escolheu concorrer às cotas), do registro acadêmico e da lista de espera para as chamadas complementares.

 

Para se inscrever, é necessário que, além de ter participado do Enem de 2017, o estudante não tenha zerado a redação nem tenha feito o exame como treineiro. A inscrição exige que o candidato informe o número de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio de 2017 e a senha.

 

As inscrições ainda serão abertas e terão prazo bem curto, anote aí: vão de 29 de janeiro até primeiro de fevereiro.

 

A consulta das vagas ofertadas no Brasil inteiro já está aberta desde o dia 12 de dezembro e pode ser acessada pelo site do Sistema de Seleção Unificada, https://www.sisu.mec.gov.br.

 

As vagas da UFPR reservadas para o SiSu estão distribuídas em 109 cursos, nos campi de Curitiba, Jandaia do Sul, Matinhos, Palotina e Pontal do Paraná. Das 1.447 vagas, 706 são para livre concorrência e 741 para estudantes que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas públicas, conforme o previsto em lei federal

 

Essas vagas do SiSU, reforço, representam 20% do total de postos oferecidos pela universidade. O restante será preenchido pelo Vestibular 2017/2018, cujo resultado será divulgado, agora, no dia 12 de janeiro. (Com CBN Curitiba)

 

 

 

Professor da Unioeste morre afogado em praia do Uruguai

O professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) Alexandre Blankl Batista, de 38 anos, morreu afogado na praia de Solanas, em Portezuelo, no Uruguai.

 

Ele e o jornalista gaúcho Robson Pandolfi, de 31 anos, haviam desaparecido na tarde de sábado dia 06, depois de irem à praia.

 

Os corpos dos dois foram encontrados por equipes de resgate no domingo dia 07, pela manhã.

 

O campus da Unioeste em Marechal Cândido Rondon, do qual o professor fazia parte desde 2007, decretou luto oficial de três dias. Batista era formado em história pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

 

A previsão é que o corpo chegue a Marechal Cândido Rondon na madrugada de terça dia 09.

 

A esposa, que o acompanhava na viagem, deve retornar ao Brasil ainda nesta segunda. (Com G1)

 

 

 

Rejeitado pela mãe, carneirinho se torna o melhor amigo da franga

Bito foi rejeitado pela mãe assim que nasceu.

 

Ela preferiu dar atenção integral ao outro filho gêmeo. Cocó foi retirada do galinheiro nos primeiros dias de vida, por causa de uma infecção que poderia contaminar as outras aves.

 

O que era para ser uma história de solidão teve um outro rumo porque o carneirinho e a franguinha escolheram um ao outro para uma amizade um tanto rara no mundo animal.

 

O fato de andarem de um lado para o outro, brincarem e até mesmo dormirem juntos, logo caiu no gosto das pessoas que iam ao Pesqueiro Sol Nascente, em Iporã, e presenciavam as cenas de companheirismo.

 

“Era muito lindo ver os dois naquela felicidade. Muita gente vinha aqui tirar fotos. Não acreditava no que via”, diz Maria Amélia Cabral Eguchi, responsável por unir os ‘destinos’ dos bichinhos e dona da propriedade.

 

Infelizmente a história não teve um final feliz. Bito não resistiu a uma infecção no umbigo e acabou morrendo com apenas três semanas de vida. Deixa saudade. “Nós dávamos mamadeira quatro vezes por dia. Estávamos nos acostumando e fazíamos com amor. Ele era muito brincalhão. As crianças gostavam muito dele”, conta Maria.

 

O carneirinho morreu em dezembro. “Fizemos de tudo para salvá-lo, inclusive chamando o veterinário. Mas não teve jeito”. Foi um baque também para os clientes do pesqueiro, que tinham nas peripécias dos animaizinhos uma atração diferenciada.

 

Recuperada de sua enfermidade, Cocó foi devolvida ao galinheiro e segue recebendo atenção especial dos donos. “A gente percebeu que ela ficou tristinha”, observa Maria. O destino da ave? “Ela vai ficar com a gente todo o tempo, não vamos matar não, porque foi uma história muito bonita”, emociona-se a simpática Maria. (Com O Bemdito)

 

 

 

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