Uma mulher, de 28 anos, foi presa na última sexta dia 30, em Guaratuba, Litoral do Estado, suspeita do latrocínio que vitimou Antônio Delani, de 72 anos. A prisão foi realizada pela Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), através da 2º Delegacia de Homicídios.
O crime aconteceu na tarde do dia 23 de novembro, desta ano, e o corpo da vítima foi encontrado na noite do mesmo dia por um funcionário da empresa que fica na rua Engenheiro Benedito Mário da Silva, no Jardim Mercúrio, na região do Cajuru em Curitiba. Após o crime a mulher levou o celular e uma pistola da vítima.
Segundo a polícia, a vítima morreu com uma estocada nas costas e depois foi asfixiada. Um dos golpes atingiu o coração da vítima que ficou caído dentro de seu estabelecimento comercial. A suspeita pelo crime, ex-funcionária da vítima, não tinha passagem pela polícia.
"No momento da abordagem a mulher estava dentro de um comércio no litoral no estado. Ela foi encaminhada à delegacia onde alegou que a arma levada era de brinquedo", afirmou o delegado responsável pelas investigações, Cássio Conceição.
Ela será autuada pelo pelo crime de latrocínio - roubo seguido de morte -, se condenada poderá apegar até 30 anos de reclusão. Ela aguarda à disposição da Justiça.
A ação da Policia Civil contou com o apoio das polícias Civil e Militar de Garuva (SC) e Itapoá (SC), além dos policiais civis e militares de Guaratuba (PR). As investigações seguem.
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Um acidente entre dois carros e um caminhão deixou uma mulher morta e quatro pessoas feridas em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, na madrugada deste domingo dia 02, de acordo com a Polícia Militar (PM).
Os dois carros seguiam pela Avenida das Torres, sentido São José dos Pinhais, e bateram. Então, um deles acabou acertando o caminhão que, segundo a PM, estava estacionado irregularmente no local. O automóvel ficou embaixo do caminhão.
Entre os feridos, estão três homens e uma mulher. Eles foram levados a hospitais, mas a PM não soube dizer a gravidade dos ferimentos.
As quatro vítimas e a mulher que morreu estavam no carro que atingiu o caminhão. Conforme o tenente Espanhol, que atendeu a ocorrência, a mulher estava no banco de trás.
No outro veículo, havia três pessoas. De acordo com a PM, elas não precisaram ser encaminhadas a hospitais. O acidente aconteceu por volta das 3h15. (Com G1)
O Governo do Paraná promoveu um pregão eletrônico para a contratação de até 12 mil tornozeleiras, na forma de locação, para o monitoramento de presos no Estado. O processo foi feito pela Secretaria de Estado da Administração e da Previdência, a pedido do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen).
De acordo com o secretário especial da Administração Penitenciária, responsável pelo Depen, Élio de Oliveira Manoel, o preço máximo oferecido foi de R$ 252 para cada tornozeleira, mas devido à ampla concorrência o Estado conseguiu arrematar por R$ 140. O equipamento será fornecido pela empresa Show.
“A forma como o processo foi montado, com grande número de empresas participantes, possibilitou uma economia anual aos cofres públicos de mais de R$ 17 milhões”, disse o secretário.
Assim que os equipamentos forem aprovados pelo Depen, a empresa vencedora tem 60 dias para fazer a entrega das tornozeleiras. A atual empresa fornecedora, Spacecon, de Curitiba, que hoje tem contrato com o Estado e cobra R$ 241 por equipamento, ficou em segundo lugar no pregão.
De acordo com o secretário Élio de Oliveira, hoje o Paraná tem 7 mil e 100 presos que utilizam tornozeleiras eletrônicas. No entanto, a previsão é que o número de presos com tornozeleira aumente devido ao trabalho feito pelo Depen em conjunto com o Ministério Público e Poder Judiciário para retirada de presos do regime semiaberto. “Com isso, estamos tornando esses locais unidades de progressão em regime fechado”, afirmou o secretário. (Com AEN)
A Superintendência Policia Rodoviária Federal no Paraná informa a sociedade, principalmente proprietários de veículos que recebem Notificações de Penalidade – NP impressas com a informação: “Atenção: Esta multa encontra-se paga em nossos sistemas. Caso deseje interpor recurso, siga as instruções acima” que este é um procedimento obrigatório.
Esclarecemos que tais notificações são encaminhadas nos casos de pagamento voluntário registrado previamente à imposição da penalidade propriamente dita e as respectivas expedições visam atender o disposto no § único do art. 30 da Resolução 619/16/Contran:
Art. 30. É facultado antecipar o pagamento do valor correspondente à multa, junto ao órgão ou entidade de trânsito responsável pela aplicação dessa penalidade, em qualquer fase do processo administrativo, sem prejuízo da continuidade dos procedimentos previstos nesta Resolução para expedição das notificações, apresentação da defesa da autuação e dos respectivos recursos.
Parágrafo único. Caso o pagamento tenha sido efetuado antecipadamente, conforme previsto no caput, a Notificação da Penalidade deverá ser expedida com a informação de que a multa encontra-se paga, com a indicação do prazo para interposição do recurso e sem código de barras para pagamento.
Nesse sentido, o pagamento realizado em qualquer fase do processo administrativo anterior à imposição da penalidade não importa em prejuízo aos direitos à ampla defesa e contraditório dos interessados, posto que devem ser resguardados regularmente os prazos recursais de 1ª e 2ª Instâncias.
Portanto, os requerimentos apresentados mediante o recebimento de “NP Paga” devem ser recebidos e tratados normalmente, tal como são tratados aqueles recursos decorrentes de NPs “convencionais”. (Com Bem Paraná)
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Uma mulher de 33 anos foi presa pela Polícia Militar na noite de quinta dia 30, após abandonar o filho de 10 anos.
A mulher, segundo a Polícia Militar, expulsou de casa o filho de apenas 10 anos que foi encontrado chorando no Bairro Santa Felicidade.
O morador que encontrou a criança acionou a PM e o conselho tutelar foi acionado.
A mulher foi encaminhado até à 15ª SDP (Subdivisão Policial) e pode responder por abandono de incapaz. (Com Catve)
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A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou, nesta quarta-feira (28), parecer favorável ao projeto de lei que censura a atuação dos(as) professores(as) em sala de aula. A APP-Sindicato, que tem acompanhado a tramitação da matéria e denunciado sua inconstitucionalidade, vai continuar o trabalho de resistência e pedirá voto para que a proposição seja rejeitada no plenário.
“Ao invés dos deputados debaterem problemas como evasão escolar, adoecimento dos professores e funcionários de escola, os casos de desvio de dinheiro da educação no governo Richa (PSDB), o congelamento dos salários dos educadores, há três sem reposição, e alternativas para melhorar as condições de trabalho nas escolas, dão guarida para este movimento que é uma violência, uma agressão ao professores”, lamentou o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão.
O projeto de lei nº 606/2016, que institui no Paraná o programa Escola sem Partido, tem autoria dos deputados Ricardo Arruda (PSL) e Felipe Francischini (PSL). O deputado Professor Lemos (PT) apresentou parecer contrário, rejeitado pela Comissão de Educação. O relatório aprovado, favorável ao projeto, foi apresentado pelo deputado Tiago Amaral (PSB), que foi acompanhado pelos deputados Marcio Pacheco (PPL), Cantora Mara Lima (PSC) e Maria Victoria (PP).
Alertando sobre a inconstitucionalidade do projeto, devido a falta de competência dos parlamentos estaduais para legislar sobre as diretrizes e bases da educação, o deputado Anibelli Neto (PMDB) votou contra. “Compete à União, conforme liminar defendida pelo ministro do STF, Roberto Barroso, em ADIN que será julgada no STF”, avisou.
Para o dirigente do Sindicato, a discussão de um projeto inconstitucional que tem o objetivo de censurar e criminalizar a atuação dos educadores em sala de aula, só agrava o cenário de desvalorização da escola pública. A tramitação desse projeto é um ato irresponsável, mas faremos resistência para defender o direito à liberdade de aprender e ensinar, garantido pela Constituição”, afirmou.
Além da decisão liminar do Supremo Tribunal Federal que suspendeu a “Lei da Mordaça” em Alagoas, os deputados do Paraná têm conhecimento dos pareceres da Secretaria de Estado da Educação (Seed) e dos Conselhos Estadual e Nacional da Educação, todos contrários à proposta.
Não há previsão para que o projeto seja votado, mas nos bastidores a expectativa é de que ocorra ainda este ano. A APP-Sindicato vai continuar o monitoramento e convocar a categoria para acompanhar as sessões da Alep em que o projeto entrar na pauta. (Com APP)
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