Em comemoração de 7 de setembro, pela primeira vez a equipe do “Consamu” a poucos dias de completar 5 anos de operações no oeste do Paraná, participou do desfile na Av. Brasil em Cascavel.
Os colaboradores e equipe motorizada na companhia dos filhos participaram felizes e orgulhosos e com muito patriotismo. Viaturas e motolãncias estiveram disponíveis no entorno do evento para uma eventual necessidade de atendimento aos presentes.
Durante uma semana foi montado um planejamento, onde foi definido a logística para a participação no evento.
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O pai matou o próprio filho com disparos de arma de fogo no final da tarde desta quinta dia 06, em Prudentópolis, região central do Paraná.
O crime ocorreu por volta das 17 horas, na localidade de Coronel Borban, nas proximidades da Linha Piquiri.
Uma equipe da Polícia Militar e o Bombeiro Comunitário se deslocaram até o local, mas o rapaz, de 23 anos, já estava em óbito.
A ocorrência ainda está em andamento e como o local é distante do Centro da cidade, não há maiores informações sobre a circunstância do crime ou a identificação dos envolvidos.
O Instituto Médico Legal e a Criminalística de Guarapuava foram acionados para atender o caso.
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O Governo do Paraná (PR) publicou nesta quinta dia 06, no Diário Oficial, edital de abertura do concurso público para o preenchimento de 100 vagas para o cargo de escrivão da Polícia Civil, sendo 30 para Curitiba, 20 para a Região Metropolitana Curitiba (RMC) e 50 para o interior do Paraná.
A carga horária é de 40 horas semanais e a remuneração é de R$ 5.752,41.
O concurso público foi autorizado pela governadora Cida Borghetti após passar pela análise da Comissão de Política Salarial do Governo do Estado. “Todo esforço foi feito para que pudéssemos anunciar esta concurso para uma área importante da segurança pública”, afirma a governadora.
O secretário de Estado de Segurança Pública, Julio Reis, disse que o concurso vai proporcionar mais eficiência aos trabalhos de investigação realizados pela polícia judiciária. “Teremos mais escrivães na capital e no interior que darão mais agilidade aos inquéritos que tramitam na Polícia Civil do Paraná, sempre primando pelos serviços prestados à população paranaense. É um importante avanço na segurança pública do Estado”.
Qualquer pessoa com diploma de ensino superior reconhecido pelo Ministério da Educação pode participar do certame, que tem validade de dois anos, a contar da data de publicação do resultado final. As inscrições podem ser feitas a partir das 17h do dia 17 de setembro de 2018 até as 23h do dia 9 de outubro, apenas pela internet, no site www.cops.uel.br. A taxa é de R$ 120.
Pessoas registradas no Cadastro Único para programas sociais do governo federal ou que sejam membros de famílias de baixa renda podem pedir isenção de taxa de inscrição diretamente no site.
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ETAPAS
O concurso será dividido em cinco fases: prova de conhecimentos gerais (objetiva), prova de conhecimentos específicos (objetiva e redação), exame de higidez física, exame de aptidão física e exame de investigação de conduta. As provas de conhecimentos gerais e de conhecimentos específicos serão realizadas no dia 18 de novembro nos municípios de Cascavel, Curitiba e Londrina.
As demais fases poderão ser feitas apenas na capital paranaense. As datas serão divulgadas em edital específico publicado no site www.cops.uel.br.
VAGAS
Do total de vagas para Curitiba (30), 25 são para ampla concorrência, três para afrodescendentes e duas para pessoas com deficiência; das 20 para a RMC, 17 são para ampla concorrência, duas para afrodescendentes e uma para pessoa com deficiência; das 50 disponibilizadas no interior, 42 são para ampla concorrência, cinco destinadas para afrodescendentes e três para pessoas com alguma deficiência.
A delegada-chefe do Grupo Auxiliar de Recursos Humanos da Polícia Civil, Luciana de Novaes, lembrou que o último concurso para o cargo de escrivão foi realizado em 2009, sendo que as últimas nomeações aconteceram em 2013. “Agora, com esse novo certame, vamos incrementar os recursos humanos da polícia”, disse. (Com Banda B)
A implantação do botão do pânico no Paraná está em ritmo avançado.
Ao todo, quinze municípios receberão a tecnologia que ajudará na proteção das mulheres vítimas de violência que se sentirem ameaçadas com a proximidade de seus agressores, se eles descumprirem medida protetiva.
Em Irati, no Centro-Sul do Estado, o dispositivo já está disponível para proteger as mulheres inseridas no programa por decisão judicial.
“Fomos o primeiro governo estadual a cofinanciar a implantação do botão do pânico, dando exemplo para o país”, afirma Leandro Meller, superintendente de políticas de Garantia de Direitos da Secretaria. Segundo ele, é uma medida prática e efetiva, que vai salvar muitas vidas e ajudar a reduzir os índices de violência contra a mulher no Paraná.
Imagem de divulgação da campanha Mulher protegida – Divulgação
Com um investimento de R$ 2,6 milhões, a Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social financia a implantação do dispositivo, repassando recursos aos municípios selecionados.
Segundo Meller, cada município formalizará o contrato com a empresa especializada, utilizando o recurso recebido do Estado para a locação dos equipamentos e custeio das licenças.
“Os processos estão em andamento. Temos seis municípios que aguardam o término do período eleitoral para receberem o recurso, sete que estão regularizando a documentação, além de Curitiba, que já recebeu o recurso e está licitando a empresa que fornecerá o dispositivo”, diz.
Primeiro
Nesta semana, as equipes das áreas de segurança, jurídica e de assistência social que atuarão no atendimento das mulheres vítimas de violência em Irati participaram de uma capacitação sobre o sistema utilizado pelo dispositivo.
As mulheres que receberão o botão do pânico passarão por uma avaliação psicossocial e serão acompanhadas pela equipe do Centro de Referência de Assistência Social (Creas).
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Critérios
As demais cidades que implantarão o botão do pânico são Apucarana, Arapongas, Araucária, Campo Largo, Cascavel, Curitiba, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Matinhos, Paranaguá, Pinhais e Ponta Grossa.
Elas foram selecionadas de acordo com os seguintes critérios: registro de alto índice de violência contra a mulher, Guarda Municipal em funcionamento, equipes socioassistencial e do judiciário atuantes, e existência do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.
“A prefeitura também deve ter espaço físico para a Central de Monitoramento e manter a Guarda Municipal sempre disponível para eventuais chamados, entre outras obrigações”, afirma o superintendente.
Passo a passo
A mulher em situação de risco é inserida no projeto por decisão judicial. Depois de cadastrada no sistema de monitoramento da Guarda Municipal, que registrará suas informações pessoais e do agressor, ela recebe o dispositivo de segurança. O aparelho é pequeno e de fácil manuseio.
Ao sentir-se ameaçada com a presença do agressor em qualquer lugar, ela deve apertar o botão do pânico, que acionará imediatamente a Guarda Municipal. Na hora, ela perceberá uma vibração no dispositivo, confirmando o acionamento.
Na central de monitoramento, os policiais terão acesso à localização, aos dados da vítima e do agressor, encaminhando as viaturas o mais rápido possível. A plataforma permite visualizar em tempo real os dispositivos acionados de forma simultânea.
Também tem início a transmissão do áudio ambiente, que ajuda a identificar a gravidade da ocorrência e pode ser usada como prova. “Além de ajudar na proteção o dispositivo também ajudará a prevenir novos casos de violência, inibindo os agressores”, diz Meller.
Medidas protetivas
São medidas cautelares que o juiz concede à vítima, para proteger sua integridade física. Podem ser o afastamento do agressor do lar ou local de convivência com a vítima, a fixação de limite mínimo de distância de que o agressor fica proibido de ultrapassar em relação à vítima e a suspensão da posse ou restrição do porte de armas.
No Paraná, a lei que institui o uso do Dispositivo de Segurança Preventiva (DSP) foi sancionada em setembro do ano passado (Lei 18.868/2016). (Com Banda B)
O custo de produção da atividade leiteira, na média Brasil, registra alta de 7,3% no acumulado deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.
De acordo com o assessor técnico da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA Thiago Rodrigues, o que mais impacta os custos da atividade é o aumento do preço de produtos que compõem a alimentação animais, como o milho e a soja.
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Os núcleos de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Grupo Especial de Proteção ao Patrimônio Público (Gepatria), órgãos do Ministério Público do Paraná, cumpriram na manhã desta quarta dia 05, sete mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Milkman, que apura a prática de crimes de fraude a licitação, lavagem de dinheiro, falsificação ideológica e corrupção praticados por organização criminosa instalada no município de Palmital.
Os sete mandados foram cumpridos em Curitiba, Palmital e Laranjal, tendo como alvos residências, empresas e dois escritórios de advocacia. De acordo com as investigações, por meio de uma empresa criada em nome de um “laranja”, o grupo criminoso fraudou licitações do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro-Oeste, que tem sede em Guarapuava, e desviou recursos públicos para seus sócios de fato, que mantinham vínculos pessoais e/ou profissionais com as administrações públicas municipais de Laranjal e Palmital.
A investigação constatou, ainda, indícios do crime de corrupção praticado pelo ex-procurador e pelo ex-prefeito de Laranjal na gestão 2014-2016. O presidente na época era o ex-prefeito de Laranjal, João Eliton Dutra.
Além dos mandados de busca e apreensão, o MP-PR também obteve o bloqueio judicial do valor R$ 5.675.304,53 pertencentes à empresa e aos investigados suspeitos de participar da organização criminosa.
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