Fiscalização está sendo realizada no posto da PRF em Cascavel, na BR 277.
Vários órgãos federais, estaduais e municipais estão realizando uma operação de fiscalização ao transporte de produtos perigosos.
A operação está sendo realizada na BR 277, no posto da PRF em Cascavel.
O objetivo da operação é verificar se o transporte de produtos perigosos, como combustíveis, produtos corrosivos, tóxicos, explosivos, entre outros estão sendo adequadamente transportados.
Estão presentes na Fiscalização representantes da Defesa Civil, IPEM, Crea, ANTT, Receita Estadual, IAP, Força Verde, Vigilância Sanitária do Estado do Paraná, Vigilância Sanitaria do Município de Cascavel e Concessionária Ecocataratas.
A operação tem previsão de encerramento as 16 horas.
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A segunda morte por gripe foi confirmada em Cascavel segundo boletim da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) divulgado nesta quarta dia 11.
Um jovem de 19 anos, que estava internado na Uopeccan, morreu no dia 2 de julho por Influenza A Sazonal/H3 e Adenovirus.
Ele começou a apresentar sintomas como febre, tosse, hipossaturação e dispneia no dia 25 de julho. No dia 27 começou tratamento com uso Tamiflu e realizou coleta de material naso e orofaringe, conforme determina o protocolo.
Em Cascavel há dez casos notificados de Influenza: seis são de H1N1 (desses um óbito registrado no dia 12 de junho, de um homem de 50 anos); três de AH3 sazonal (incluindo óbito confirmado hoje) e um de Influenza B.
No Paraná, o número de mortes por gripe subiu para 49, segundo o último boletim sobre a doença, divulgado nesta quarta dia 11, pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde).
O relatório registrou 10 mortes a mais que o anterior, divulgado em 04 de julho.
Ao todo, foram confirmados 365 casos da doença no Estado, no boletim anterior eram 314 casos. Os dados compreendem o período de 31 de dezembro de 2017 a 7 de julho deste ano. (Com Catve)
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O 4 º Grupamento de Bombeiros organizou uma competição técnica profissional em comemoração ao Dia Nacional do Bombeiro, comemorado no dia 02 de julho. Ao todo foram quatro equipes, sendo duas da cidade de Cascavel, uma de Toledo e outra de Marechal Cândido Rondon.
As provas eram compostas de subida na corda de sisal, empurrar um caminhão, empurrar anilhas, colocar o equipamento de combate a incêndio, carregar uma maca com um boneco simulando uma vítima, tombamento de um caminhão, carregar mangueiras até o caminhão, armar linha e derrubar com a água do caminhão um cone. Quem fizesse em menos tempo ganhava a competição.
Esse tipo de competição visa a integração do grupo entre os colegas de profissão, incentiva nossos profissionais para a prática da atividade física de forma contínua e aprimora o desenvolvimento pessoal para assim garantir um serviço de excelência prestado a comunidade.
FONTE: 1º Ten. QOBM Marcela Schwendler do Nascimento – Oficial de Comunicação Social
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O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) confirmou nesta terça dia 10, a ocorrência de uma nova doença em lavouras do estado. A estria bacteriana do milho, até agora desconhecida no Brasil, foi encontrada em lavouras das regiões norte, centro-oeste e oeste paranaense.
De acordo com o pesquisador Adriano de Paiva Custódio, a doença tem potencial para reduzir à metade o rendimento de grãos em híbridos de milho altamente suscetíveis e é causada pela bactéria Xanthomonas vasicola pv. vasculorum. A ocorrência foi constatada em áreas experimentais do Centro de Pesquisa Agrícola da Cooperativa Agropecuária Consolata (Copacol), no município de Cafelândia.
“Em 2016, percebemos plantas com lesões diferentes do que estávamos acostumados, mas não era um problema evidente e pensamos se tratar de uma doença secundária”, conta o engenheiro-agrônomo Tiago Madalosso.
Nesta safra o problema se apresentou com maior intensidade. “Verificamos áreas com grande pressão da doença, embora ainda sem registrar comprometimento significativo da produtividade”, acrescenta.
Após a análise de plantas doentes encaminhadas ao Iapar, a presença da nova doença em território paranaense foi confirmada e notificada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
“Em laboratório, fizemos análises fisiológicas, bioquímicas e moleculares, incluindo sequenciamento gênico, para não haver dúvidas sobre a identidade do patógeno”, explica o pesquisador Rui Pereira Leite Jr., acrescentando que a mera existência de sintomas em plantas não é suficiente para caracterizar um determinado patógeno.
A estria bacteriana do milho já foi registrada na região oeste (municípios de Cafelândia, Corbélia, Nova Aurora, Palotina, Santa Tereza do Oeste, Toledo e Ubiratã), centro-oeste (Campo Mourão e Floresta) e norte (Londrina, Rolândia, Sertanópolis e Mandaguari). (Com Canal Rural)
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A falta de chuvas no primeiro semestre deste ano, associada à baixa umidade do ar, provocou o aumento de focos de incêndio no Estado. De acordo com dados do Corpo de Bombeiros do Paraná, foram 3.793 casos nos seis primeiros meses deste ano, ante 2.516 registrados no mesmo período de 2017 aumento de 44%.
As cidades com maior incidência de focos no período foram Paranavaí, com 391 registros, e Maringá, com 298, ambas localizadas no Noroeste do Estado. Apucarana, no Vale do Ivaí, vem logo em seguida, com 232. Curitiba registrou 214 ocorrências.
De acordo com o Simepar, não há previsão de chuvas para o Noroeste nos próximos 15 dias, o que pode agravar ainda mais a situação. "As chuvas desta época do ano são provocadas basicamente por frentes frias, mas não há nenhuma sobre a região neste momento", disse o meteorologista Tarcísio Valentim da Costa.
A capitã do Corpo de Bombeiros do Paraná, Rafaela Diotalevi, explicou que quando chove menos o mato fica mais seco e, consequentemente, existe maior probabilidade de incêndios ambientais. Os focos, no entanto, não são provocados apenas por causas naturais.
Os seres humanos costumam jogar lixos com cacos de vidros em áreas urbanas, principalmente em terrenos baldios, e isso pode gerar novas queimadas?, disse ela. O vidro, em contato com o sol, é um dos principais causadores das queimadas dentro das cidades.
Precaução
O Corpo de Bombeiros tem algumas recomendações para evitar novos focos de incêndios, como não colocar lixos em terrenos baldios, não soltar balões e não jogar bitucas de cigarros perto de rodovias, principalmente nas regiões com mata.
Caso alguém presencie outra pessoa colocando fogo sem autorização, o órgão alerta que é preciso ligar imediatamente para o telefone 193 e fazer uma denúncia. Há equipes disponíveis 24 horas por dia para atender as demandas.
Provocar incêndios sem a devida autorização, seja em florestas ou em centros urbanos, é considerado crime ambiental, e pode gerar multa e detenção de até quatro anos, afirmou Rafaela.
História
A preocupação com incêndios florestais entrou na pauta da política local e nacional em 1963, ano em que o Paraná foi palco do pior incêndio já registrado na história do País. Ao todo, 128 municípios dos Campos Gerais e das regiões Central e Norte foram atingidos, cerca de 10% do território do Paraná foi consumido por chamas e 110 pessoas perderam a vida.
A causa das queimadas, segundo pesquisadores da época, foi a combinação de estiagem prolongada, baixas temperaturas e queimadas agrícolas para limpeza de terrenos.
Queimada Legal
A queimada agrícola para limpeza de áreas é um procedimento legal, mas deve ser usado com muita cautela, alerta o IAP (Instituto Ambiental do Paraná). Os agricultores, além de autorização, precisam seguir as regras estipuladas pela entidade, como fazer limpezas de faixas de dois a três metros de largura na área que vai ser queimada e respeitar os limites de áreas florestais e reservas de área permanente. (Com AEN)
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Na manhã desta terça dia 10, ao abrirem os portões do Parque Ecológico do Lago Municipal de Cascavel, guardas patrimoniais avistaram um felino de grande porte, semelhante a uma "onça parda".
Apesar de não terem sido feitos registros fotográficos, o relato dos servidores foi suficiente para a Secretaria Municipal do Meio Ambiente emitir alerta de precaução à população que frequenta o Lago Municipal.
De acordo com o secretário Romulo Quintino, a espécie de felino tem hábitos noturnos e "o alerta é para que até que seja descartada ou confirmada a presença deste animal, que a população evite frequentar o lago após as 18h".
De acordo com Quintino, a equipe do Meio Ambiente, sob a orientação do médico-veterinário Ilair Detoni, está empenhando esforços para localizar e, em caso de confirmação, capturar o animal. O secretário lembra ainda que Cascavel está localizada em um "corredor ambiental" e a presença de felinos oriundos do Parque Nacional do Iguaçu pode ser considerado um "fato natural".
Detoni explica ainda que o ataque de Orça Parda a humanos é "extremamente raro" e que o felino se alimenta de roedores de médio e pequeno porte. (Com Catve)
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