Começa o ano letivo nas escolas estaduais do Paraná

Pátios, corredores e salas de aula lotados. Assim foi a manhã dessa quinta dia 14, nas 2,1 mil escolas da rede estadual de ensino no primeiro dia do ano letivo. Equipe pedagógica a postos, mais de um milhão de estudantes voltaram à rotina escolar em todo o Paraná. Após 40 dias de mobilização, capacitação e esforço coletivo, diretores, pedagogos, professores e funcionários garantiram um retorno tranquilo para todos os estudantes.

 

O secretário da Educação, Renato Feder, acompanhou o primeiro dia de aula no Colégio Estadual São Cristóvão, em São José dos Pinhais. “O trabalho para receber os alunos começou cedo. Tivemos o encontro com diretores. Os dias de Estudo e Planejamento com professores e pedagogos. A equipe da Educação trabalhou muito para chegar ao primeiro dia com aula em todas as escolas estaduais.”

 

Feder também destacou algumas ações da Secretaria da Educação antes do início do ano letivo. “Nós tivemos mais dias para os encontros pedagógicos dos professores e vamos ter esse planejamento também em julho, uma novidade proposta pela secretaria”. disse. “Também vamos implementar a Prova Paraná, uma ferramenta para ajudar os professores a avaliar a aprendizagem dos alunos durante o ano. São propostas que foram elaboradas com muito diálogo, porque queremos fazer uma gestão muito próxima das escolas”, completou.

 

 

A TODO VAPOR

 

Recursos previstos pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) asseguram a continuidade de serviços que contribuem para a melhoria do dia a dia nas escolas, como a alimentação e o transporte escolar, os repasses do Fundo Rotativo e obras. Só para 2019, estão previstos cerca de R$ 435 milhões em infraestrutura escolar.

 

“Nosso trabalho buscou garantir tranquilidade para as escolas estaduais com o retorno dos nossos estudantes”, disse o diretor-presidente do Instituto Fundepar, José Maria Ferreira.

 

MERENDA

 

O programa de alimentação escolar vai aplicar cerca de R$ 145 milhões para aquisição de alimentos processados e in natura de associações de agricultores familiares que garantem refeições diárias a milhares de alunos. A primeira remessa de alimentos não perecíveis e congelados desse ano já foi entregue às escolas. Alimentos da agricultura familiar e ovos começam a chegar às unidades na semana que vem.

 

Os alunos da rede estadual que necessitam de transporte escolar para chegar às escolas têm o serviço assegurado. O governo estadual destinará aos municípios, responsáveis pelos ônibus escolares, R$ 120 milhões pelo programa estadual de transporte escolar.

 

OBRAS

 

Para a execução de obras de reparos e melhorias nas escolas estaduais estão previstos cerca de R$ 43,7 milhões. O Instituto Fundepar já atua para ampliar esses valores e, assim, o atendimento às necessidades das escolas. Atualmente, são cerca de 300 intervenções em andamento em todo o Estado.

 

Pelo Fundo Rotativo – programa de repasse de recursos descentralizados para compra de materiais e contratação de serviços – está prevista a destinação de cerca de R$ 120 milhões às escolas estaduais. O repasse da primeira parcela deve ocorrer em fevereiro.

 

Novos conjuntos escolares (mesa e cadeira para os alunos) também estão sendo entregues conforme pedidos das escolas e disponibilidade de atendimento.

 

FOCO NO APRENDIZADO

 

Em Maringá, no Noroeste do Estado, aproximadamente 900 estudantes dos ensinos Fundamental, Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Colégio Estadual Vital Brasil voltaram às aulas. O diretor Marcos Antônio Tomadon disse que a expectativa é alta para o início do ano letivo.

 

“Estamos bastante otimistas, com novo comando e propostas para melhorar o Ideb e a qualidade de ensino. Esperamos receber os professores também motivados para oferecer um ensino público de qualidade. Com o apoio da secretaria, do núcleo e da comunidade, com certeza vamos atingir nossas metas”, destacou Tomadon.

 

A diretora Luciane Giongo Vargas, do Colégio Estadual Humberto de Campos, em Santo Antônio do Sudoeste, também têm como meta melhorar a qualidade do ensino. Segundo ela, as ações pedagógicas para esse ano foram definidas com esse objetivo.

 

“Será um ano com muitas expectativas, pois o nosso desafio é realizar uma gestão pedagógica, que é o pilar do processo de ensino e aprendizagem, com metas e ações que motivem nossos estudantes a melhorar o desempenho na educação”, disse Luciane, que responde pela direção de 1,2 mil estudantes do maior colégio do município. (Com AEN)

 

 

 

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Prefeitura de Londrina conserta buraco de rua alvo de protesto bem humorado

O buraco em uma rua do centro de Londrina, no norte do Paraná, que foi alvo de um protesto bem humorado na terça-feira (12), foi fechado pela prefeitura na manhã desta quarta (13). As equipes estiveram na Rua Professor João Cândido e taparam o buraco.

 

Cansado de aguardar que a prefeitura tapasse o buraco um comerciante pegou uma vara de pescar e sentou na calçada. O protesto chamou atenção de motoristas e pedestres que passavam pelo local.

 

O trecho da faixa da rua onde ficava o buraco foi bloqueado pela prefeitura durante a manhã.(Com G1PR)

 
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Operação investiga quadrilha suspeita de exigir dinheiro por telefone para devolver carros roubados

A Polícia Civil, através da Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (14), a Operação Boi na Linha, que investiga uma quadrilha especializada em extorsão via telefone. De acordo com a polícia, os investigados ligavam para a vítima, que teve seu veículo furtado ou roubado, e pediam uma quantia em dinheiro para devolvê-lo.

 

A segunda fase da ação deve cumprir oito mandados de busca e apreensão e oito de prisão temporária. Até as 9h30, seis mandados de prisão temporária foram cumpridos.

 

Segundo a Polícia Civil, as prisões são realizadas em Curitiba, Rolândia, Londrina, Alvorada e Jaguapitã.

 

Os presos serão conduzidos e apresentados na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos em Curitiba ainda nesta quinta-feira. Os suspeitos serão interrogados na capital paranaense.

 

Conforme o delegado Eric Tutia Guedes, os suspeitos se associavam criminosamente para extorquir vítimas que tiveram os veículos furtados ou roubados. Nesta segunda fase da operação, os alvos são pessoas que emprestavam contas bancárias que eram repassadas para as vítimas depositarem os valores exigidos pela quadrilha.

 

Informações privilegiadas

 

As investigações duraram quatro meses. Segundo a Polícia Civil, os criminosos não estavam com os veículos roubados ou furtados, no entanto utilizavam redes sociais e outras informações privilegiadas para entrar em contato com as vítimas.

 

De acordo com o investigador Luiz Schimidt, o responsável pelo golpe, que é de Rolândia e está preso por tráfico de drogas, via mensagens postadas em redes sociais pedindo informações para tentar encontrar os carros que acabaram de ser roubados, e então ligava para as vítimas.

 

Da prisão e sem o veículo da vítima, o autor do golpe exigia o dinheiro e ameaçava que, caso o valor não fosse depositado, o carro seria danificado. Conforme a Polícia Civil, o valor do golpe variava entre R$ 500 e R$ 5 mil.

 

"Dez vítimas procuraram a Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba, informando que depositaram o dinheiro exigido, mas não tiveram o carro de volta. Ao investigarmos o caso, chegamos a essas pessoas que estão sendo presas hoje", explicou o investigador.

 

A Polícia Civil orienta que a pessoa que receber esse tipo de ligação procure a polícia para denunciar o caso.

 

"Os criminosos se aproveitam do pânico para extorquir as vítimas. Para evitar ser vítima desse tipo de golpe, evite divulgar telefone em redes sociais. O veículo que é furtado ou roubado tem um destino, o ladrão não ficará de posse dele. Caso receba ligação como essa, de forma alguma deposite os valores exigidos, procure a delegacia denunciando essa prática", enfatizou o investigador.

 

 

 

 

 

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Governador diz que novas concessões de rodovias terão redução de 50% no pedágio

O governador Ratinho Junior (PSD) confirmou nesta quarta dia 13, que o governo federal licitará as concessões de rodovias que formam o Anel de Integração, inclusive os trechos estaduais, cujos contratos expiram em 2021. Ele afirmou que essa decisão é mais acertada e viável para agilizar o processo e que a União concordou com as exigências feitas pelo Estado.

 

Ratinho Junior explica que o governo federal deu anuência para três exigências feitas pelo Paraná para que o processo tenha sequência: redução de pelo menos 50% no valor atual das tarifas de pedágio; execução de obras de modernização das estradas, como as duplicações que não foram feitas; e implantação de contornos rodoviários, principalmente nas maiores cidades cortadas pelo Anel de Integração. (Com Blog Política em Debate)

 

 

 

Polícia desarticula quadrilha de roubos de carros no Paraná

Desde a madrugada desta quinta dia 14, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas desencadeando a Operação “Boi na Linha”. Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão, nas cidades Curitiba, Londrina, Rolândia e Jaguapitã, todas no Paraná. O objetivo é desarticular uma quadrilha especializada em extorquir proprietários de veículos.

 

Durante 4 meses foram investigadas pessoas que se associaram com intuito de cometer extorsão via telefone contra vítimas que tiveram seus veículos furtados ou roubados. Foram identificados 8 pessoas deste grupo de infratores, contra as quais foram expedidos mandados de prisão temporária e busca e apreensão nos respectivos endereços.

 

Os criminosos não estavam em posse dos veículos roubados, mas se utilizavam das redes sociais e outras informações privilegiadas para contactar as vítimas e assim pediam quantia monetária para “devolver” o veículo, tipificando assim a extorsão. (Com Bem Paraná)

 

 

 

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Justiça acata denúncia contra a família de Beto Richa e Fernanda Richa e o filho se tornam réus

O juiz Paulo Sergio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba, aceitou na noite desta quarta dia 13, a denúncia contra o ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), a ex-primeira-dama e ex-secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, o filho do casal, André Richa, e o contador da família, Dirceu Puppo Ferreira. Com isso, os quatro se tornaram réus por lavagem de dinheiro em um processo que investiga um esquema de propina em contratos de pedágio no âmbito da Operação Lava Jato.

 

Conforme a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), a família de Richa teria promovido a lavagem de dinheiro na compra de um terreno localizado dentro de um condomínio em Curitiba. A negociação do imóvel ocorreu no ano de 2012 e o MPF afirma que o valor total da compra foi de R$ 1,950 milhão, mas que na escritura aparece o valor de R$ 505 mil.

 

Segundo a denúncia, neste caso a compra de imóveis nada mais é do que uma forma dissimulada de incorporação do dinheiro da propina, paga por concessionárias de pedágio, ao patrimônio de familiares de Richa. As transações ocorreram em nome da Ocaporã Administradora de Bens. A empresa pertence formalmente à ex-primeira-dama Fernanda Richa. Dirceu Pupo atuava como administrador.

 

Ainda no último dia 29 de janeiro, a defesa da ex-primeira dama protocolou uma “petição de esclarecimento” em que diz que todas as transações de vendas de imóveis foram regulares e que Beto Richa não detinha a “palavra final” nas aquisições imobiliárias da família, como aponta o MPF.

 

Beto Richa é réu em outros três processos. (Com Bem Paraná)

 

 

 

 

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