O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) começa a partir de segunda dia 17, a conversão das placas de automóveis adaptado pelo novo modelo adotado no Mercosul, atendendo a Resolução 729 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
"Por meio da portaria 074/2018 tornamos obrigatória a implantação da placa Mercosul no Paraná. O novo modelo terá itens de segurança que permitirão a rastreabilidade das placas e dos veículos por meio de QR code praticamente impedindo a clonagem. Numa segunda fase haverá ainda, como reforço de segurança, a implantação de um chip", compartilha o diretor-geral do Detran PR, Marcello Panizzi.
A medida vai permitir uma maior efetividade no chamado ‘canal verde’, que é um sistema que facilita o controle de pessoas e cargas através de postos com antenas de rádio frequência, além de melhorar a fiscalização evitando paradas dos caminhões, por exemplo.
A placa terá o mesmo desenho em todos os países do Mercosul com quatro letras e três números em fundo branco. O novo modelo terá código único e conterá todos os dados de confecção da placa, como a identificação do fornecedor e o número de série, data e ano da fabricação da peça. Inclui ainda o modelo do carro.
Informações
Os processos que foram finalizados até o dia 10/12 serão impressos na placa nacional (cinza), para isso o usuário deverá providenciar a confecção até o dia 15/12, junto com um estampador ou fabricante de placas, pois após essa data só serão autorizadas a produção das placas modelo Mercosul, caso contrário, o cidadão deverá dar entrada em um novo processo.
Os processos abertos entre os dias 11 e 14 de dezembro terão que aguardar a confecção das placas que ocorrerá a partir de 17/12, aonde o sistema estará autorizado a produzir as placas do novo modelo Mercosul. A partir dessa data, todos os processos, dentro de sua obrigatoriedade, serão alinhados ao novo modelo de placa.
SERVIÇOS: A obrigatoriedade do padrão de placas no modelo Mercosul será para as seguintes situações: Primeiro emplacamento; Aquisição de veículo; Aquisição de veículo com troca de município; Alteração de Dados com complementação de placa; Mudança de Município; Registro de Outro Estado; Troca de categorias; e outros processos que necessitem a substituição de placas. (Com Bonde)
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Uma criança, de dois anos, ficou gravemente ferida após se enforcar com a alça da mochila, em uma escola em Nova Esperança, na manhã desta sexta dia 14.
De acordo com testemunhas, a vítima brincava no escorregador quando sofreu o acidente. A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e encaminhou a criança até o Hospital Universitário de Maringá.
A vítima está internada na UTI, em estado grave, mas segue estável.
Ao Portal Massa News, os advogados informaram que só vão se manifestar após o boletim médico da criança, que deve sair às 15h. (Com Massa News)
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A redução média é de 63,3%. O maior desconto ficou para os ônibus, 79% a menos do que o valor pago em 2018. Para os carros, o valor passou de R$ 41,40 para R$ 12. Já as motos foram o tipo de veículo com menor percentual de redução, 56%.
Isso por que, mesmo representando apenas 27% da frota nacional, as motocicletas estão envolvidas na maioria dos acidentes. 74% das indenizações pagas pelo DPVAT são para motociclistas.
A redução foi possível por conta do acúmulo de valores recolhidos pelo DPVAT nos últimos anos. Uma economia gerada graças ao combate a fraudes, que reduziu a concessão de indenizações indevidas. Todos os anos, o seguro paga mais de R$ 2 bilhões em indenizações, por todo o país.
O Diogo e o Edwilson são primos. Os dois já sofreram acidente com moto e precisam acionar o seguro. Além da insatisfação com a demora no processo, eles também acharam o valor da indenização muito abaixo dos custos que tiveram com os danos causados pelos acidentes.
Essa advogada explica que o valor máximo pago por uma indenização de acidente, pode chegar até R$ 13,5 mil. Mas para alcançar esse teto, o seguro avalia a gravidade do acidente e as lesões sofridas pela vítima. (Com Catve)
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Luiz Felipe Manvailer permaneceu em silêncio durante a audiência de custódia realizada na quinta dia 13, na 2ª Vara Criminal de Curitiba, pela morte da advogada Tatiane Spitzner.
A sessão foi aberta para as oitivas de 16 testemunhas, e ao ser o último a falar, permaneceu em silêncio diante das autoridades.
A defesa do biólogo informou que ele não vai se pronunciar até a conclusão das diligências que envolvem o caso. Ontem, também, foram ouvidos o pai de Tatiane Spitner, Jorge Spitzner, e a irmã, Luana Spitzner, além dos vizinhos da vítima e também os policiais que atenderam a ocorrência.
Com a estratégia empregada, Manvailer e a defesa ganham mais tempo até uma nova convocação. Novas testemunhas devem ser ouvidas no dia 25 de janeiro, mas Luiz Felipe não deverá estar entre elas.
Ele retornou para a PIG (Penitenciária Industrial de Guarapuava), onde está recluso há quatro meses.
O CRIME
Luiz Felipe Manvailer foi acusado de feminicídio ao ter asfixiado e jogado a esposa advogada do quarto andar do prédio onde o casal morava.
Em seguida, o homem desceu, buscou o corpo já sem vida da mulher, e fugiu em seguida.
O crime foi registrado em 22 de julho de 2018, e Manvailer foi preso após bater com o carro da vítima no Oeste do Paraná. (Com RSN)
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O Paraná tem mais de 100 casos de dengue confirmados desde agosto deste ano. De acordo com o boletim da Secretaria de Estado da Saúde, até esta quarta dia 12, foram notificados 4.147 casos, destes 101 foram confirmados por exames laboratoriais. O número de casos confirmados é 38% maior do que o registrado no último boletim, divulgado na semana passada.
A cidade com maior número de casos confirmados é Foz do Iguaçu, no oeste do estado, com 25 confirmações. Em seguida estão Paranavaí, com 15 registros e Londrina com 11. Dos 101 casos confirmados, 89 foram contraídos na própria cidade e outros 12 importados.
O boletim também traz os dados da zika e de chikungunya. Desde agosto, foram notificados 125 casos de chikungunya e apenas um confirmado, na cidade de Curitiba, mas trata-se de um caso importado. Em relação à zika, foram notificados 47 casos e apenas um confirmado em Foz do Iguaçu, este contraído na própria cidade. (Com CBN)
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Pelo oitavo ano consecutivo as forças federais, estaduais e municipais vão atuar em conjunto para tentar evitar acidentes de trânsito. A Operação Integrada Rodovida iniciou na manhã de sexta dia 14.
"Todos que viajarem por rodovias federais vão observar aumento no policiamento rodoviário", disse o diretor-geral da PRF, Renato Dias, em coletiva. Além do habitual reforço do efetivo federal durante o período de férias, policiais rodoviários federais de folga que se voluntariem a trabalhar podem ser escalados conforme a necessidade.
O planejamento vai priorizar o reforço da fiscalização nos pontos críticos das rodovias. A operação será dividida em dois períodos, abrangendo as festas de Natal e Ano Novo, férias escolares e Carnaval - feriados marcados pelo aumento no fluxo de veículos e de passageiros. O primeiro período irá de 14 de dezembro a 31 de janeiro. Já a segunda etapa ocorrerá entre 22 de fevereiro até 9 de março de 2019.
Ao longo do período, a PRF e os demais órgãos públicos vão intensificar a fiscalização para coibir, principalmente, ultrapassagens irregulares; excesso de velocidade; consumo de álcool; atropelamentos de pedestres e o trânsito irregular de motocicletas. Simultaneamente, os ministérios da Justiça, das Cidades, dos Transportes e da Saúde promoverão companhas publicitárias de conscientização em todo o Brasil.
"O Brasil é signatário da Década Mundial de Segurança Viária 2011/2020 e tem que fazer um esforço operacional para reduzir e cumprir a meta de reduzir em 50% a letalidade. Somente nas rodovias federais, desde 2011, já conseguimos reduzir em 30% o número de mortos e em 32% a quantidade de acidentes graves", afirmou Dias.
Segundo o Ministério da Saúde, o percentual de redução de óbitos por acidentes, quando considerada a malha viária nacional, é de apenas 12,8%. A diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não Transmissível e Promoção da Saúde, do Ministério da Saúde, Fátima Marinho, informou que cerca de 35 mil pessoas morreram ou ficaram gravemente debilitados em função de acidentes de trânsito registrados em 2014.
"Isso impacta as famílias, a sociedade e os investimentos públicos. Ao reduzir o número de acidentes graves e a mortalidade, estamos conseguindo não só salvar vidas e evitar que muita gente fique com uma deficiência para o resto da vida, mas também economizando milhões que podem ser investidos em outras áreas prioritárias."
Segundo Fátima, o Sistema Único de Saúde (SUS) gasta cerca de R$ 500 milhões ao ano só com a hospitalização de pessoas acidentadas no trânsito."Economizando com os tratamentos, podemos investir mais em prevenção e no tratamento de doenças para as quais o orçamento também é limitado."
A PRF calcula que os cofres públicos economizaram bilhões com a redução no número de acidentes sem vítimas. Enquanto em 2012 os sinistros acarretaram um custo total de R$ 12,9 bi para os cofres públicos (mesma quantia gasta em 2013), em 2017, foram gastos R$ 8,9 bilhões.
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, durante a cerimônia de lançamento da Operação Integrada Rodovida, destacou que as medidas que vem sendo adotadas desde 2011 ajudaram a salvar 6.435 vidas nos dois últimos anos " resultado obtido a partir do cálculo feito pela PRF caso a quantidade de acidentes tivesse mantido o crescimento verificado há sete anos.
"Embora os números ainda nos preocupe, estou certo de que a PRF e os órgãos que compartilham deste trabalho acelerarão nesta tendência de queda para que, ao fim de 2020, quando se encerra a Década do Trânsito Seguro, possamos dizer que reduzimos os acidentes", disse Jungm. (Com Agência Brasil)
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