O acidente foi registrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) às 16h30, no quilômetro 357,8 da rodovia. No local, o condutor de um Renault/Logan, com placas de Guarapuava, perdeu o controle do carro, saiu da pista e capotou.
Conforme a PRF, o veículo seguia no sentido Guarapuava a Cascavel, quando o condutor perdeu controle da direção, desviando sua trajetória para a direita, saiu da pista e capotou em uma área verde.
As quatro vítimas foram socorridas pela ambulância da concessionária e encaminhadas para a UPA do Batel, em Guarapuava.
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Já está acontecendo a sessão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), que julga a apelação da sentença que estabeleceu pena de prisão de 9 anos e 4 meses por homicídio com dolo eventual ao ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho, de Guarapuava.
De acordo com a Assessoria de Imprensa do TJ-PR, os desembargadores começaram o julgamento às 13h30 desta quinta dia 13, e não há previsão do horário de término.
Carli Filho foi condenado por um júri popular. (Com RSN)
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A Polícia Civil segue em diligência atrás dos criminosos que executaram o pioneiro de Assis Chateaubriand, Jaime Haraki, 69 anos, durante um assalto a empresa de hortifrutigranjeiros, de propriedade da família.
O crime foi praticado na manhã de quarta dia 12, na Avenida Tupãssi, região Central da Cidade. Homens invadiram a empresa e renderam a vítima, que foi baleada.
Desde o momento da tentativa de assalto e execução da vítima, o delegado responsável pelas investigações, Dr. Henrique Lacerda está com equipes na rua em diligências para prender os envolvidos.
As investigações seguem em segredo para não atrapalhar o andamento. Até o momento ninguém foi preso. (Com Catve)
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O número de homicídios dolosos (com intenção de matar) reduziu 13,4% em todo o Paraná no período de janeiro a setembro de 2018, comparado com o mesmo período do ano anterior.
Foram 227 homicídios a menos em todo o Estado nos três primeiros trimestres do ano. Em 2017 foram 1.691 registros, contra 1.464 em 2018. Dos 399 municípios do Paraná, 43% (172) não registraram homicídios de janeiro a setembro deste ano, e 29,5% (118) registraram apenas um ou dois homicídios no período.
Os números foram divulgados pela Coordenadoria de Análise e Planejamento Estratégico (Cape) da Secretaria de Estado da Segurança Pública. A região de Londrina foi a que registrou maior redução, 55,6% (foram 115 homicídios de janeiro a setembro de 2017, contra 51 casos durante o mesmo período neste ano).
Somente no município de Londrina a redução foi ainda maior, de 60%: em 2018 foram 34 homicídios, e em 2017 foram 86, resultando em 52 casos a menos no período. Em Curitiba a queda foi de 15%, que em números absolutos mostram 42 ocorrências a menos que em 2017 (de janeiro a setembro de 2017 foram 280, e em 2018 foram 238). (Com CBN)
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A Ecocataratas informa que, em cumprimento ao contrato de Concessão nº 073/97, os valores das tarifas das cinco praças de pedágio no seu trecho de concessão - entre Foz do Iguaçu e Guarapuava - foram reajustadas, à zero hora desta quinta dia 13, conforme tabela:

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A juíza Paola Mancini, da 2ª Vara Criminal de Guarapuava, ouvirá nesta quinta feira (13) o biólogo Luís Felipe Manvailer, acusado do feminicídio de sua então esposa, a advogada guarapuavana Tatiane Spitzner.
A fala de Manvailer, que está preso há quatro meses na Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG), ocorre dois dias após 13 testemunhas terem sido ouvidas sobre o caso.
A audiência de instrução está marcada para às 9h da manhã e o horário específico em que Luís Felipe será ouvido não foi divulgado. Além dele, o pai de Tatiane e a irmã também serão ouvidos pela juíza. Eles não autorizaram que Manvailer permaneça na sala enquanto seus depoimentos forem colhidos. Outras testemunhas também serão ouvidas ainda hoje, até o final do dia.
A maior expectativa em torno do depoimento de Manvailer é se ele mudará ou não a versão que deu ainda na audiência de custódia, logo após ser preso, de que Tatiane teria pulado da sacada e cometido suicídio. Na audiência de instrução da última terça (11), a defesa de Manvailer insinuou o suicídio de Tatiane diversas vezes enquanto fazia perguntas às testemunhas, mesmo um laudo do Instituto Médico Legal (IML) que aponta a causa da morte como asfixia mecânica. Durante as últimas audições, Luís Felipe pôde participar e ouviu parte dos depoimentos – apenas quando as testemunhas a serem ouvidas autorizavam a sua presença. Durante todo o dia, ele se manteve calado e fez anotações.
DECISÃO
Após a audiência desta quinta dia 13, a juíza Paola Mancini poderá tomar três decisões. Uma é enviar o réu a júri popular; outra, é entender que Luís Felipe não é culpado e, por consequência, libertá-lo; uma terceira opção, ainda, é enviá-lo ao júri popular, porém, por outros crimes que não os que foi acusado na denúncia do Ministério Público. Sob ele, pesam denúncias pelos crimes de homicídio qualificado, fraude processual, cárcere privado e por causar intenso sofrimento físico e psíquico na vítima.
Paola não tem data para divulgar seu veredito.
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