Concurso da Itaipu tem quase 17 mil candidatos para 23 vagas

O processo seletivo para preenchimento de vagas na margem brasileira de Itaipu Binacional tem 16.987 candidatos com as inscrições homologadas. Há concorrentes de todos os 26 Estados brasileiros e do Distrito Federal. A relação foi publicada no final da tarde desta segunda-feira (7) pelo Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC-UFPR), responsável pelo processo.

 

Os candidatos vão concorrer a 23 vagas de níveis universitário (19), técnico (3) e médio (1). Também haverá cadastro de reserva para todos os cargos. Os salários-base variam de R$ 3.190,33 até R$ 8.109,00, com adicional regional de 13% para as vagas de Foz do Iguaçu.

 

Do total de candidatos, 9.193 são do sexo masculino e 7.794 do sexo feminino. O teste seletivo terá ainda 1.803 candidatos para vagas destinadas a pessoas negras e 140 candidatos para vagas destinadas a pessoas com deficiência (PCD).

 

O Estado com maior número de candidatos é o Paraná, com 13.179 inscrições, seguido por São Paulo (892) e pelos Estados da Região Sul: Santa Catarina (683) e Rio Grande do Sul (514). O Estado com menor número de candidatos é Roraima (com 3).

 

A vaga mais concorrida é a de profissional de nível suporte (almoxarifado), que exige nível médio. São 4.762 candidatos para esta vaga. Entre os cargos de nível superior, o mais concorrido é para Engenheiro Civil, com 1.713 candidatos. O cargo menos concorrido é o de Técnico de Hidrologia, com 45 candidatos.

 

Próxima etapa

 

A próxima etapa do processo é a publicação do comprovante de ensalamento, prevista para o dia 31 de janeiro, também no site da NC-UFPR. Os candidatos deverão imprimir o comprovante e apresentá-lo ao ingressar na sala de provas. As provas serão no dia 3 de fevereiro, em Foz do Iguaçu e Curitiba. O resultado final do teste seletivo deverá ser divulgado no dia 20 de março. (Com Bem Paraná)

 

 

 

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Documentos perdidos podem estar disponíveis nas agências dos Correios

Com as festas de fim de ano, é muito comum a perda de documentos pessoais. Para ajudar o cidadão a encontrá-los, os Correios oferecem o serviço Achados e Perdidos, disponível em todas as agências centrais do país. A consulta à relação de documentos disponíveis para retirada pode ser feita em qualquer unidade ou no site dos Correios.

 

Instituído há mais de 30 anos, o serviço tem como objetivo encurtar o tempo e reduzir o custo da busca por documentos perdidos. Mensalmente, em todo o Brasil, mais de 20 mil documentos são disponibilizados para retirada, no entanto, apenas 3% deles são procurados e devolvidos aos proprietários. Os demais são remetidos ao órgão emissor.

 

Aqueles que encontrarem documentos de terceiros podem depositá-los no guichê de qualquer agência dos Correios ou em caixas de coleta. Uma vez recebidos, os documentos são acondicionados em envelopes e guardados, ficando disponíveis para retirada durante 60 dias.

 

Para retirar o documento perdido, o cidadão deve apresentar outro documento que comprove sua titularidade e pagar uma tarifa de R$ 5,70. Documentos sob a guarda dos Correios só poderão ser entregues aos proprietários ou seus representantes legais, devidamente reconhecidos. Caso seja constatado que o documento perdido esteja em uma cidade diferente da qual o proprietário se encontra, é possível fazer uma solicitação para que ele seja enviado à agência mais próxima. (Com Coordenação de Comunicação dos Correios no Paraná)

 

 

 

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PRF apreende 51 toneladas de drogas em 2018 no Paraná

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 51.049 quilos de drogas ao longo do ano passado no Paraná. Desse total, cerca de 45,7 toneladas são de maconha, que representou cerca de 89,7% das drogas apreendidas.

 

As equipes da PRF também tiraram de circulação 4.555 quilos de cocaína no estado, resultado mais de quatro vezes superior ao de 2017, quando 1.038 quilos do entorpecente foram apreendidos.

 

A PRF apreendeu ainda 629 quilos de crack no ano passado –13,8% mais do que em 2017.

 

A maior apreensão de 2018 foi registrada pela PRF em Alto Paraíso, na região noroeste do Paraná, no mês de janeiro, quando 7,2 toneladas de maconha foram apreendidas.

 

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu ainda 142 armas de fogo e 20,7 mil munições, além de 18,4 milhões de carteiras de cigarro.

 

Quase 2,9 mil pessoas foram presas, por diferentes crimes, e 624 veículos com alerta de roubo ou furto, recuperados.

 

Balanço de 2010 a 2018

 

Desde 2010, a PRF apreendeu no Paraná 397 toneladas de maconha, 9,8 toneladas de cocaína e 6,1 toneladas de crack [confira tabela].

 

Ao longo desses últimos nove anos, 1.321 armas e 135,8 mi munições foram apreendidas por policiais rodoviários federais no estado.

 

A PRF recuperou ainda, no mesmo período, mais de 6,5 mil veículos roubados e apreendeu 162,4 milhões de carteiras de cigarro contrabandeadas do Paraguai em território paranaense.

 

Apreensões em rodovias federais do Paraná em 2018:

 

– Maconha:
45,7 toneladas

– Cocaína:
4.555,7 quilos (mais de quatro vezes o total do ano anterior)

– Crack:
629,1 quilos

– Cigarro
18,4 milhões de carteiras

– Veículos com alerta de roubo recuperados:
624

– Armas de fogo:
142

– Munições:
20.723 unidades

– Total de pessoas presas:
2.896

 

 

 

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Caso raro! Gêmeas nascem com três dias de diferença

O nascimento de duas gêmeas chamou muita atenção de médicos e moradores do município de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. Elas vieram ao mundo com três dias de diferença. A primeira filha do casal Fernanda Raquel de Oliveira e Willian de Oliveira nasceu em 2018, já o segundo parto aconteceu em 2019. É a primeira vez que um caso desses acontece no Brasil.

 

As gêmeas só eram esperadas para segunda metade do mês de janeiro, mas antes do ano de 2018, Rebeca resolveu vir ao mundo, bem pequeninha, com pesando dois quilos e setenta gramas. Horas se passaram depois do primeiro nascimento, mas nada do segundo bebê querer aparecer.

 

A longa duração do parto fez com que a irmã de Rebeca, a pequena Martina se desenvolvesse mais. Ela veio ao mundo pesando quase dois quilos e duzentas gramas e um pouquinho maior que a irmã.

 

Segundo a médica, Fernanda Perotta Consentino, obstetra que conduziu os procedimentos, é normal o intervalo de tempo entre o nascimento de gêmeos. Mas um tão grande quanto esse, é algo muito raro.

 

A mãe, Fernanda Raquel de Oliveira, já recebeu alta, mas as gêmeas vão demorar um pouquinho mais para irem pra casa. Elas devem permanecer no hospital por mais duas semanas, apenas em observação.

 

Enquanto isso os pais vão decidindo qual a melhor maneira de explicar toda essa situação para os familiares e amigos. (Com Massa News)

 

 

 

 

 

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‘Se ele quiser morrer o problema é dele’, diz atendente do Samu de Curitiba em ligação;

 

Uma funcionária do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Curitiba foi afastada pela prefeitura por dificultar o atendimento a um homem ferido na cabeça, no sábado (5). "Se ele quiser morrer o problema é dele", diz ela.

 

Na ligação feita pelo empresário Valdecir Mikuska, que encontrou o homem caído em um canteiro central de uma via, ela afirma que era preciso autorização do ferido para que fosse enviada uma ambulância até a Avenida Santa Bernadete, entre os bairros Fanny e Lindóia.

 

O áudio, segundo ele, foi gravado por meio de um aplicativo de celular.

 

Atendente: Samu, bom dia!
Valdecir: Bom dia!
Atendente: Quem está falando?
Valdecir: É o Valdecir.
Atendente: O que está acontecendo?
Valdecir: Tem um rapaz caído aqui no canteiro da Avenida Santa Bernadete, com a cabeça sangrando.
Atendente: O senhor conhece ele?
Valdecir: Não
Atendente: O senhor perguntou se ele quer ajuda?
Valdecir: Não, não perguntei.
Atendente: Tá, mas tem que perguntar senhor, porque às vezes ele não quer.
Valdecir: Mas deixa morrer ali?
Atendente: Se ele quiser sim.
Valdecir: Mas que tipo né.
Atendente: Tem que perguntar para ele, porque a gente não pode pegar ele a força. Se chegar aí e ele não quiser, a ambulância faz o quê?
Valdecir: Mas e se morre o caboclo ali?
Atendente: Senhor, se ele não quiser e se quiser morrer aí o problema é dele. O senhor tem que perguntar se ele quer atendimento.
Valdecir: Mas se ele nem responde por ele. Vou ver se ele consegue, só um minuto.
Valdecir: oi, oi?


O empresário conta que no tempo em que foi tentar conversar com o homem caído, para perguntar se ele queria ajuda, a ligação caiu ou foi desligada.

 

“É um ser humano, como é que vou deixar ali caído, né? Eu estava com o meu sobrinho, pedi para ele ligar novamente e insistir no atendimento. Ficamos uns 20 minutos esperando o Samu, dei um bolinho que tinha no carro, água e lavamos um pouco do rosto”, explica.

 

Segundo ele, o homem era um venezuelano, que aparentava ter entre 35 e 40 anos, e contou ter sido alvo de agressões. Na segunda ligação, a atendente pegou as informações básicas e passou para um médico conversar com o empresário.

 

Conforme a assessoria da prefeitura, a vítima foi atendida na ambulância e liberada, pois não havia necessidade de encaminhamento para um hospital.

 

Em nota, a prefeitura disse que o atendimento não foi correto e que medidas administrativas serão tomadas para apurar o caso.

 

A secretária municipal de Saúde Márcia Cecília Huçulak afirma que a funcionária foi afastada do cargo e responderá a um processo interno.

 

"Determinei a instauração de um processo administrativo. Ela [atendente] vai poder se manifestar, vai se constituir uma comissão e essa comissão vai determinar se é o caso de dar uma advertência, ou uma suspensão, ou uma exoneração. É essa comissão que vai avaliar o caso e determinar a medida imposta contra essa funcionária", afirmou.

 

Leia o posicionamento da prefeitura na íntegra:


“O primeiro atendimento do Samu não foi o correto. A Secretaria Municipal da Saúde informa que retirou a atendente do plantão, por não atender os protocolos do Samu. Ela também irá responder a processo administrativo.

 


A Prefeitura lamenta o episódio e pede desculpas ao cidadão que fez a ligação para ajudar a pessoa que estava precisando de atendimento.

 

A atitude da funcionária foi incorreta porque cobrou escolhas de uma pessoa inconsciente.

 

O protocolo de atendimento do Samu prevê que se tenha o maior número de informações possíveis da pessoa que será atendida. Se está ferida, qual o tipo de ferimento, se está consciente, se consegue falar e explicar como está se sentindo.

 

Essas informações são decisivas para saber que tipo de ambulância será enviada ao local.” (Com G1)

 

 

 

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