A primeira Prova Paraná, ação inédita desenvolvida pela Secretaria de Estado do Paraná, será aplicada nessa quarta feira (13), para mais de 600 mil alunos da rede pública de ensino. Vão fazer a prova os alunos do quinto ano do Ensino Fundamental das redes estadual e municipais de educação (dentro do acordo de cooperação com 397 municípios); do sexto e nono anos do Ensino Fundamental e do primeiro e terceiro anos do Ensino Médio da rede estadual.
Para o secretário da Educação, Renato Feder, a expectativa é grande.
Nosso grande objetivo é que a Prova Paraná ofereça subsídios para que os professores possam saber com mais precisão como seus alunos estão aprendendo e que as escolas utilizem os resultados obtidos para ajudar os educadores. A Prova Paraná é uma ferramenta para as escolas, para os educadores e para os alunos. Meu maior desejo é que a gente consiga ajudar os profissionais da Educação a conhecer e entender melhor o aprendizado de seus alunos.
Toda a estrutura necessária para a aplicação da Prova Paraná será fornecida pela Secretaria, desde os cadernos de prova até o aplicativo para a correção digital e instantânea. Com os resultados da Prova Paraná, os Núcleos Regionais de Educação terão um diagnóstico preciso das dificuldades de aprendizagem dos alunos. Com foco nos resultados, as equipes poderão elaborar Planos de Ação voltados à melhoria da aprendizagem em apoio a nossas Escolas.
TECNOLOGIA PARA EDUCAÇÃO
Um dos grandes diferenciais da Prova Paraná é a tecnologia de ponta agregada ao processo pedagógico: após a aplicação da prova, os gestores escolares poderão garantir a correção em tempo recorde por meio de um aplicativo de celular, o ‘Mira Aula’.
Para a correção, basta capturar a imagem do cartão resposta de cada aluno com o aplicativo, sem necessidade de acesso à internet, e pronto, os resultados das provas são registrados. Esse recurso possibilitará que a correção das provas de cada turma seja concluída em cerca de 10 minutos.
COMO VAI SER
Os cadernos de prova já foram impressos e distribuídos pela Secretaria para todas as escolas. A prova terá 40 questões, sendo 20 de Língua Portuguesa e 20 de Matemática.A Secretaria da Educação orienta que as escolas apliquem a prova no turno no qual os estudantes estão matriculados. A duração do teste é de duas horas, prazo que pode ser estendido em até uma hora para alunos com necessidades especiais. (Com RSN)
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Com o fim da temporada oficial de verão no Paraná, no domingo, as temperaturas também começam a ficar mais baixas. Nesta semana as máximas oscilam entre 23 e 27 graus, diferente dos mais de 30ºC que Curitiba viveu em janeiro e fevereiro, com recordes seguidos de temperatura altas. Claro que essa situação não é uma coincidência. A partir de agora vivemos a transição para o outono, que começa no dia 20 de março.
A principal característica da estação que se aproxima é a amplitude térmica de temperaturas ao longo de um mesmo dia. Normalmente as noites e madrugadas são frias e as tardes quentes, e isso deve começar a ser visto nas próximas semanas. Nos primeiros dias da estação as temperaturas devem variar entre mínimas de 14ºC e máximas de 26ºC.
Semana
Nesta semana continua com muita cobertura de nuvens e possibilidade de chuviscos localizados todos os dias. Hoje o sol pode aparecer entre muitas nuvens, mas amanhã e na quinta o céu fica nublado o dia todo.
Chuva e sol nos demais dias da semana. Uma nova frente fria deve chegar ao Estado na semana que vem, o que deixa o ambiente chuvoso em todo o Estado.
Hoje, o sol predomina em grande parte das regiões paranaenses, apenas na região leste, a uma maior cobertura de nuvens.
É possível a formação de áreas de instabilidade com pancadas de chuvas isoladas acompanhadas de descargas elétricas entre os períodos da tarde e da noite. (Com Bem Paraná)
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O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu a liminar que abria as cancelas e determinava a desinstalação da praça de pedágio em Jacarezinho (Norte Pioneiro). A decisão também invalida a ordem de redução de 26,75% nas tarifas cobradas nas demais praças administradas pela Econorte no Estado. A informação é do jornal O Estado de São Paulo.
A Econorte está sob investigação da operação Lava Jato sob suspeita de irregularidades em aditivos firmados com o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR). A investigação tem como base acordo de delação premiada do ex-diretor do DER, Nelson Leal Júnior e do ex-diretor da concessionária, Hélio Ogama, ambos presos na operação Integração, 48.ª fase da Lava Jato. No acordo, eles apontam que a Econorto teria integrado um esquema pelo qual ela e outras concessionárias do pedágio pagavam propina a agentes públicos e políticos do Estado em troca do cancelamento de obras previstas no contrato e aumento de tarifas.
Em relação à Econorte, Nelson Leal afirmou que foram celebrados um termo de ajuste e três aditivos, que aumentaram o degrau tarifário em 24,75% e 2,75%, e também suprimiu a obrigação da realização da obra do Contorno Norte de Londrina em troca da antecipação da duplicação da Procópio-Jataizinho. Em contrapartida, o Nelson Leal teria recebido propinas.
Em novembro, a 1.ª Vara Federal de Jacarezinho determinou a suspensão das atividades da concessionária, decisão ratificada 1.ª Vara Federal de Curitiba em dezembro. Além da abertura das cancelas e redução das tarifas, a liminar judicial agora suspensa proíbia a Econorte de firmar novos aditivos com o DER/PR, determinava o bloqueio de R$ 1 bilhão das contas do Grupo Triunfo, controlador da concessionária, e a retomada das obras do Contorno Norte de Londrina. (Com Bem Paraná)
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A Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento enviou documento ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que propõe aumento na concessão de crédito para o agronegócio, redução nas taxas de juros para as principais linhas de financiamento do agronegócio brasileiro e o cumprimento integral de todas as deliberações contidas no plano anual. O Plano Agrícola e Pecuário para a safra 2019-2020 inicia no mês de junho.
Segundo o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara, as propostas contidas no Plano Agrícola e Pecuário anterior (2018/19) não foram integralmente cumpridas, faltando recursos com juros controlados para financiar a compra de máquinas e equipamentos agrícolas.
Conforme determinação do governador Carlos Massa Ratinho Júnior, o documento contém sugestões para reduzir a burocracia na concessão de crédito rural, assim como solicita a disponibilidade integral do volume de recursos anunciado. Desde a safra 2017/18, uma série de resoluções do Conselho Monetário Nacional vem reduzindo significativamente a oferta de recursos controlados, via crédito rural.
O documento foi elaborado, em forma conjunta, pela Secretaria da Agricultura, Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), e Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep).
O envio das propostas dos Estados à Secretaria de Política Agrícola do Ministério acontece todo o ano e o Paraná tem como objetivo o fortalecimento do agronegócio como mola propulsora do desenvolvimento econômico em todo o País, como já vem acontecendo.
RECURSOS - O documento atual propõe uma oferta de R$ 220 bilhões para o crédito rural em todo o País, sendo R$ 170 bilhões para custeio e R$ 50 bilhões para investimentos.
Esse valor representa um aumento de 13,2% em relação ao ano passado, quando o governo disponibilizou R$ 194,37 bilhões para o agronegócio brasileiro. O documento propõe ainda a redução de meio ponto percentual nas taxas de juros, sendo de 6% para 5,5% aos médios produtores e de 7% para 6,5% para os demais produtores.
Segundo o secretário da Agricultura, o Paraná é um dos estados líderes no Agronegócio, sendo o principal produtor de trigo e carne de frango do País, o segundo maior produtor de milho e soja e terceiro maior produtor de suínos e leite, produtos que impulsionam a produção de alimentos para o abastecimento interno da população brasileira e também trazem divisas ao País com a exportação desses produtos.
Ortigara esclarece que com os recursos do crédito rural, o produtor evita captar recursos junto ao mercado financeiro, fornecedores de insumos e agentes de mercado em geral, onde irá pagar juros e encargos elevados.
São setores que cresceram graças ao apoio das linhas de financiamento do Crédito Rural e hoje estão gerando empregos no campo e renda aos agricultores e desenvolvimento aos municípios, diz o secretário da Agricultura.
De acordo com o Departamento de Economia Rural, que pesquisa o Valor Bruto da Produção (VBP) Agropecuária, que é o faturamento bruto no campo, nos últimos 10 anos o teve um crescimento médio de 2,5% ao ano, com crescimento real de 28% no período 2008 a 2017.
O VBP (da agropecuária) do Estado passou de R$ 66,4 bilhões, em 2008, para R$ 85,3 bilhões, em termos reais, em 2017, ou seja, descontada a inflação no período.
PROPOSTAS - Geralmente o Paraná capta entre 10% e 15% do crédito rural previsto para todo o País. O documento propõe a disponibilidade de R$ 162 bilhões para o crédito de custeio da safra, com taxa de juros de 5,5% ano para médios produtores e 6,5% para os demais produtores. E que o limite de contratação por produtor, junto ao agente financeiro, aumento dos atuais R$ 3 milhões para R$ 4 milhões por safra.
Para comercialização da safra, o documento propõe um crédito de R$ 3 bilhões nas operações de escoamento da produção, sendo R$ 2 bilhões em Aquisições do Governo Federal (AGF), que são as compras de alimentos pelo governo federal, e mais R$ 1 bilhão em linhas de crédito como Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), que facilitam o escoamento da produção.
Ainda nas compras do governo, o documento sugere a ampliação na política de garantia de preços mínimos, que é o que garante a rentabilidade ao produtor em caso de perda de safra por excesso de produção no mercado ou por problemas de clima.
O ajuste prevê a ampliação do preço mínimo do milho, café, feijão e trigo. A proposta sugere aumento de R$ 21,62 para R$ 24,09 para a saca de 60 quilos de milho: o aumento de R$ 341,21 para R$ 436,20 para a saca de 60 quilos de café arábica; o aumento de R$ 85,50 para R$ 95,76 a saca de 60 quilos de feijão carioca; o aumento de R$ 77,48 para R$ 95,30 a saca de feijão preto, e o aumento de R$ 36,17 para R$ 48,02 a saca de 60 quilos de trigo.
O documento sugere ainda ampliação das linhas de crédito, a juros controlados, para financiar investimentos como Moderagro (modernização da agricultura), Moderfrota (Modernização de Tratores e Colhedoras Agrícolas), Moderinfra (Incentivo à Irrigação e Ambiente Protegido), Inovagro (Inovação Tecnológica), Construção de Armazéns e outras.
AGRICULTURA FAMILIAR - O documento ainda contém propostas de políticas para a Agricultura Familiar, com aumento da disponibilidade de recursos de R$ 30 bilhões para R$ 32 bilhões. Sugere-se que no enquadramento do agricultor familiar para efeito de financiamento da lavoura aumente a exigência de renda anual dos atuais R$ 415 mil para R$ 500 mil.
O documento propõe também uma simplificação das linhas de Pronaf Investimentos para uma única linha de financiamento, abrangendo todos os itens financiados de todas as linhas existentes, contratada à taxa de 2,5% ao ano. Para o Pronaf Mais Alimento, sugere-se que se amplie o limite de crédito de investimento de R$ 330 mil para R$ 700 mil por tomador para projetos de avicultura, suinocultura, fruticultura, aquicultura, carcinicultura.
Porpõe ainda a possibilidade de concessão de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) para CNPJs de entrepostos de cooperativas, de forma a beneficiar regiões de atuação das cooperativas com foco predominante na agricultura familiar. E também conceder a DAP jurídica às cooperativas que tiverem seu quadro de associados composto por 50% mais 1 de agricultores atendiedos pelo Pronaf.
Com relação ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, propõe-se ajustar a legislação vigente, de forma a permitir que as cooperativas agrícolas comercializem a produção dos cooperados que possuam a DAP – pessoa física – diretamente às indústrias de biodiesel. Com isso, os produtores do Pronaf terão acesso aos benefícios previstos na legislação para quem participa do Programa Selo Combustível Social. (Com AEN)
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O vazamento de amônia foi registrado na manhã desta segunda dia 11, no frigorífico Frimesa localizado na rua Bahia em Medianeira, oeste do Paraná.
De acordo com o relato de funcionários, algumas pessoas passaram mal e o frigorífico foi evacuado. Os empregados relataram um cheiro forte já no início da manhã de hoje.
Trabalhadores registraram o momento da evacuação. O Corpo de Bombeiros não foi acionado para socorrer vítimas.
De acordo com a empresa, o vazamento ocorreu por volta de 10 horas da manhã no regulador de pressão no setor de expedição.
A Brigada de Incêndio e o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança fez a evacuação do local. Ainda segundo a empresa, ninguém se feriu.
O vazamento foi contido após uma hora o acidente, todo o ambiente é monitorado, controlado e foi liberado para o retorno dos trabalhos normais. (Com Catve)
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A Polícia Civil de Ponta Grossa já identificou o rapaz suspeito de ter matado a estudante Lidiane Oliveira, 24. Ela era aluna do 3º período (matutino) do curso de Direito da Faculdade Unopar. O feminicídio aconteceu na madrugada deste domingo dia 10, na Rua Monte Alverne, no Jardim Carvalho.
Investigações realizadas durante todo o dia reforçam os indícios da participam de Jhonatan Campos no crime. Numa conta em rede social, investigadores da 13ª SDP encontraram informações ligando ele e a vítima. Os policiais printaram uma página no Facebook com fotos individuais dele, imagens dele com a vítima e uma declaração feita por ele, à ela, na sexta-feira, quando foi comemorado o Dia Internacional da Mulher.
O suspeito residiria em Curitiba e considerava Lidiane a esposa dele. A polícia de Ponta Grossa pede que toda e qualquer informação sobre Jhonatan Campos seja encaminhada à 13ª SDP, ao 1º Batalhão da Polícia Militar e à Guarda Municipal. (Com A Rede)
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