O prefeito Adelar Arrosi (PSDB), além de colocar as finanças em dia e recuperar gradualmente a imagem do município, desde janeiro se dedica a outro projeto importante para o presente mas principalmente para o futuro de Ibema.
Adelar Arrosi tem conversado longamente com moradores, líderes dos mais diversos setores organizados e com agricultores. A finalidade é colocar em prática um novo processo de relação da comunidade com candidatos a deputado estadual e federal.
“Vamos adotar uma postura que, aos poucos, poderá contribuir para moralizar a política de baixo para cima”.
A proposta do prefeito, e que encontra repercussão e apoio nos mais variados estratos da população local, é de criar uma espécie de avaliação de desempenho e de envolvimento dos deputados com o município.
“Não podemos permitir que pessoas que, sem contribuir com um único centavo ou com uma única emenda, repasse, convenio para o desenvolvimento local, apareça somente em época de campanha com promessas vazias”.
Em Ibema, conforme Adelar Arrosi, a proposta é abolir o velho e ultrapassado jeito de fazer política, que procura se sustentar em cabos eleitorais e no discurso agradável, elogioso e vazio.
"Precisamos adotar a valorização do político pelo resultado apresentado" diz. O prefeito afirma: “Meu partido é Ibema. É trabalhar pelo crescimento e por mais qualidade de vida e oportunidades a todos que aqui moram”.
Não é mais possível tolerar a ação de aventureiros, de pessoas sem qualquer ligação com o município e que, do nada, aparecem ou contratam emissários unicamente com o compromisso de obter votos para alcançar a realização de um projeto sem compromisso, meramente pessoal.
ESTRATÉGIA
A estratégia elaborada pelo prefeito em sintonia com a comunidade é de monitorar a performance dos parlamentares segundo seu envolvimento com o município.
“Vamos produzir material de campanha com os nomes dos deputados e colocar ao lado de cada o valor, a emenda ou o bem repassado ao município. E então, vamos apoiar aqueles que efetivamente cooperam com a liberação de recursos que se transformam em avanços para toda a nossa população”, diz Adelar Arrosi. O prefeito afirma também que vale apenas a liberação de recursos concretizados ou de obras em andamento até o dia 30 de maio de 2018.
Há expectativa, segundo anúncios feitos recentemente, de que vários deputados intermediários, liberem recursos ao município. Porém, isso precisa ser confirmado.
“Não podemos aceitar promessas vazias, ou a liberação de obras fracionadas que, devido a problemas diversos, demorem muito mais para sair do papel, quando isso verdadeiramente ocorre, do que deveria”.
Do governo estadual, desde o início de 2017 até agora, Ibema recebeu apenas uma viatura para a Polícia Militar. E do governo federal, no mesmo período, nem um único centavo em transferências indiretas foi enviado aos cofres da Prefeitura de Ibema.
“Recebemos apenas recursos de transferências obrigatórias para áreas essenciais”, conforme Adelar Arrosi.
A parceria do prefeito, além de toda a comunidade, abrange os partidos da base do governo (PSDB, PSB, PSC, PDT e PSL) "e também os de oposição ao meu governo, mas que por certo não são oposição a Ibema, diz" e segue:
“considero que dinheiro público não tem sigla partidária, porque ele é fundamental para promover avanços que melhorem a vida de todos. Sou prefeito de todos que moram em Ibema, sem nenhuma distinção. Por isso, meu compromisso é com eles”.
Conforme ele, esse é um novo jeito de fazer política, já que os partidos viraram um mero formalizador de registros de candidatura. “As pessoas, muito mais que partidos, votam na história, na idoneidade e principalmente nos feitos práticos do representante político com o município. E é justamente isso que vamos privilegiar e valorizar”, garante Adelar Arrosi.
Por Assessoria
A Polícia Civil de Três Barras do Paraná tem 10 dias para concluir o inquérito sobre a morte de Luana Boeger, de 18 anos, brutalmente assassinada no domingo dia 03.
A jovem, que era cadeirante, foi morta com golpes de tijolo na cabeça. O corpo foi encontrado em uma plantação de soja às margens da Rua dos Pioneiros, no Jardim Floresta, ao lado da cadeira de rodas motorizada.
O suspeito do homicídio foi preso ainda no domingo, em uma ação conjunta que contou com apoio de equipes das polícias Civil e Militar de Três Barras, Cascavel e Catanduvas.
O homem prestou depoimento, mas negou envolvimento no crime. No entanto, para a polícia há fortes indícios de que ele seja o autor do homicídio e que teria agido sozinho.
De acordo com o delegado Luiz Rogério Sodré, testemunhas relataram que viram o suspeito com Luana na noite do crime. Além disso, câmeras de segurança de estabelecimentos da cidade flagraram os dois nas proximidades do local do homicídio.
Outra pista importante foi o fato de as vestes dele estarem manchadas de sangue. Um exame de DNA irá comprovar se o sangue pertence a Luana.
Uma perícia inicial apontou que a jovem foi estuprada, o que também deverá ser comprovado por um laudo.
A polícia ainda apurou que o suspeito era amigo da vítima.
O homem foi preso em flagrante e segue detido na Delegacia de Polícia Civil de Catanduvas.
A polícia aguarda o resultado de exames do Instituto de Criminalística para poder concluir o inquérito sobre o caso. (Com Catve)
Está sendo apresentado para as crianças da rede municipal de ensino de Rio Bonito do Iguaçu a peça “Histórias à Brasileira – Causos e Cantoria”, no Centro Cultural. É um projeto de parceria da Travessia Arte e Educação, Copel, Programa Estadual de Fomento Paraná e Incentivo à Cultura Governo (Profice) do Governo do Paraná.
É um espetáculo cênico-musical que apresenta uma trama de contos, causos e músicas populares, entrelaçados por conversas que os atores improvisam com a platéia. A dramaturgia é baseada na literatura oral brasileira e traz canções criadas com a referência nas duplas caipiras bem-humoradas da época de ouro do rádio.
“Histórias à Brasileira” está descendo o Rio Iguaçu, aportando em suas margens para fazer apresentações em Balsa Nova, Porto Amazonas, Cruz Machado, Mangueirinha, Rio Bonito do Iguaçu, Bituruna, Nova Prata do Iguaçu e Porto Vitória. De leste à oeste, cruzando o Paraná no balanço do Iguaçu.
Para o diretor da peça, Vinícius Mazzon, o intuito é que “os contos e outras manifestações populares tradicionais, em especial do Paraná, sejam um riquíssimo depósito de conhecimento humano, criado a partir de uma forma de pensar ao mesmo tempo pragmática, intuitiva, lúdica e corporal, sempre atual e em permanente estado de recriação.
“Somos três integrantes e é uma peça cênica-musical. Temos aqui viola caipira, violão, percussão e efeitos. Um espetáculo de contação de histórias acompanhado de música ao vivo. Essa é a característica principal dele. A gente conta histórias da cultura popular brasileira, da literatura oral, essas histórias que são contadas há séculos aqui no Brasil. Essa cultura se que formou da união de diferentes povos que vieram pra cá, tanto europeus, africanos, indígenas, que fazem parte da formação cultural da nossa literatura oral, e essa literatura que a gente pesquisa e apresenta para as crianças.
É uma herança nossa cultura, da nossa identidade brasileira, então é uma herança que cabe às crianças. “É delas, então é preciso que seja contada pra elas pra que não seja esquecida para que elas tenham um contato com isso”, explica Mazzon.
Apresentações
A peça está sendo apresentada durante dois dias em Rio Bonito do Iguaçu, com três encenações diárias. De acordo com o diretor Vinícius Mazzon, a turnê terminará em Nova Prata do Iguaçu, após ter passado por outras sete cidades.
“Foi a nossa temática para esse projeto – a gente descer, vindo lá da região de Curitiba, então viemos descendo o Iguaçu, entrando nessa região do interior do estado, se aproximando também da cultura paranaense, a cultura que vive e de floresta à beira do Iguaçu. Nosso objetivo era esse, ter essa troca cultural. A gente trazendo as histórias que a gente conhece, indo nessas cidades e entendendo a vida, como são os costumes, quais são as histórias que o povo conta por aqui”, disse Vinícius Mazzon.
“A gente escolheu se apresentar em Rio Bonito pela quantidade de habitantes e porque a gente decidiu atender as cidades menores, que tenham menos de 20 mil habitantes. O município está bem no trajeto do Rio Iguaçu e tem essa característica do tamanho da cidade, qual a princípio queríamos conhecer. Era um desejo então de conhecer a cultura popular que se vive por aqui e estamos sendo muito bem acolhidos pela Secretaria Municipal de Educação. Logo que apresentamos o projeto, ele já foi aceito pelas orientadoras e pela secretária Fernanda e também possibilitaram na liberação do uso do Centro Cultural, que é um espaço importante para a cidade onde se pode receber as crianças para assistir e terem contato com a cultura”, justifica o diretor.
Por Assessoria
A Administração Municipal de Catanduvas, entregou o certificado de conclusão do curso básico de costura industrial para mais uma turma de 30 pessoas.
A solenidade aconteceu na noite de quinta dia 30, no Centro Cultural e contou com a costureira presença do Prefeito Moises de Souza, acompanhado da Primeira Dama Sueli de Souza, O Vice Prefeito Tio carlos, Presidente da Câmara Alcidino Soares, os Vereadores Ricardo Barreto, Marli Freitas, Leocir Reck e Zé Adilson, Junto dos secretários.
Quem esteve presente também foram os Proprietários da Indústria Alfabele Lucia e Antonio.
O curso de costura foi oferecido pela Administração Municipal, e ministrado pela costureira Ines Oberton.
Vale ressaltar que os capacitados da primeira turma todos estão empregados no mercado de trabalho, atuando na área.
Ao fazer a entrega do certificado, o Prefeito parabenizou os alunos pela iniciativa em buscar o aprendizado e por procurar estar capacitado para exercer a função.
Por Assessoria
O PCC (Primeiro Comando da Capital) usou pelo menos dois criminosos que estavam "em dívida" com a facção paulista na trama de assassinato da psicóloga do presídio federal de Catanduvas (PR), Melissa de Almeida de Araújo.
Essa é uma das conclusões do inquérito da PF (Polícia Federal), entregue no mês passado, que resultou no indiciamento de seis pessoas, apurou o UOL junto às fontes que participaram da investigação.
Os suspeitos foram indiciados pelos crimes de homicídio e organização criminosa. Um deles está foragido.
"Pelo menos dois dos investigados estavam 'suspensos' da facção porque não teriam cumprido suas obrigações, ou seja, possuíam uma espécie de dívida que deveria ser paga, caso contrário, eles sofreriam punições. Participar do assassinato da psicóloga foi a forma encontrada para ficarem quites com a chefia do PCC", afirmou, sob a condição de sigilo, um dos investigadores da PF que atuaram no caso. Ele não entrou em detalhes sobre as razões da "suspensão" dos membros do PCC.
O inquérito sobre a morte da psicóloga foi enviado ao MPF (Ministério Público Federal), que decidirá se haverá denúncia contra os investigados. O processo criminal corre em uma das varas federais de Cascavel (PR), cidade onde Melissa foi assassinada com dois tiros no rosto, no último dia 25 de maio.
Melissa trabalhava no sistema penitenciário federal desde o ano de 2009. Ela era responsável por fazer o acompanhamento psicológico dos presos de Catanduvas e voltara da licença-maternidade havia poucos meses.
Antes do homicídio da psicóloga, dois servidores do sistema prisional foram mortos a tiros em ações do PCC, de acordo com a PF:
A maior facção criminosa do país cometeu os homicídios com o objetivo de "intimidar e desestabilizar" os servidores que trabalham nas quatro unidades federais do país: Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Mossoró (RN) e Porto Velho (RO).
De acordo com parecer do MPF, o regime aplicado nestas penitenciárias é considerado "opressor" pelo PCC, pois os agentes costumam barrar o acesso dos presos dessas unidades a "regalias ilícitas", como a posse de telefones celulares dentro das celas.
Assassinato planejado
O planejamento e execução do homicídio seguiram uma rígida divisão de tarefas. Três meses antes do assassinato, uma "equipe de levantamento de informações" chegou à região de Cascavel (PR).
Melissa morava com o marido, o policial civil Rogério Ferrarezzi, em um condomínio de classe média da cidade --distante 55 km de Catanduvas. (Com UOL)
Durante patrulhamento na noite de segunda dia 04, a equipe da policia militar de Cantagalo avistou um indivíduo que já era de conhecimento da equipe que o mesmo estava com um mandado de prisão em aberto.
Após abordagem, foi cumprido o mandado de prisão e levado o indivíduo até a 2ª SDP de Laranjeiras do Sul para os procedimentos cabíveis.






















