O incêndio destruiu uma loja de materiais de construção em Cantagalo, na região Centro-Sul do Paraná, na noite de terça-feira (24), por volta das 21h25. Ninguém ficou ferido.
As imagens mostram o fogo intenso consumindo o imóvel. O incêndio chamou a atenção dos moradores da cidade, que foram até lá ver de perto. Segundo o Corpo de Bombeiros, a edificação contava com aproximadamente 1000 m².
O complexo abrangia o térreo e o 1° andar, sendo que a parte superior era ocupada por um depósito da loja e apartamento. O foco do incêndio, concentrado no depósito, se alastrou e atingiu o apartamento ao lado. As chamas não danificam as casas dos vizinhos nem o pavimento inferior.
Foram feitos relatos de que algumas pessoas civis se propuseram a ajudar no combate e chegaram a ficar com dificuldade para respirar. Para dar conta do combate das chamas, cinco caminhões tanque se deslocaram ao endereço.
Por - Catve
No dia 23 de setembro de 2024, equipe da 10ª CIPM foi acionada para atender um caso de violência doméstica na localidade de Anta Gorda, município de Marquinho.
A vítima relatou ter sido agredida fisicamente e ameaçada de morte por seu convivente, que estava armado com um revólver. A vítima conseguiu fugir com sua filha e procurou ajuda policial.
Ao chegar na residência, a equipe encontrou munições de revólver e um carregador de espingarda, mas o agressor não foi localizado. A vítima foi encaminhada para a delegacia de Laranjeiras do Sul para os procedimentos necessários e confecção de laudo de lesões.
Por - Campo Aberto
Inicialmente, cumpre destacar que esta é a primeira oportunidade em que a 2ª S.D.P. de Laranjeiras do Sul emite qualquer nota e/ou se pronuncia a respeito do caso envolvendo a indígena de 22 anos de idade, que foi vítima de crime em Nova Laranjeiras, fato este que ganhou repercussão em todo o Estado.
Desta forma, as informações que anteriormente foram publicadas a respeito do que teria ocorrido são de inteira responsabilidade de seus divulgadores.
A respeito dos fatos, é imperioso destacar que, até o momento, não há nenhuma evidência que indique ocorreu um estupro coletivo, embora não haja dúvidas de que houve um crime sexual.
Tampouco há qualquer indício de que a vítima fora “abandonada” por um carro no local onde, posteriormente, recebeu atendimento pelo SAMU.
Também, não nenhum indicativo de que as cerca de 15 a 20 pessoas que estavam ao lado da vítima no momento em que a ambulância chegou no local tenham praticado conjuntamente o crime investigado, tradando-se, a priori, de pessoas que solicitaram os socorristas, amigos da vítima, frequentadores do local e/ou curiosos.
O que se pode divulgar, preliminarmente, sem atrapalhar as investigações é o seguinte:
No local onde a vítima recebeu o primeiro atendimento médico, é comum que pequenos grupos de indígenas ali se reúnam, normalmente aos fins de semana. Algumas pessoas passam mais de um dia ali, sem retornar para suas casas, dormindo neste mesmo local ou nas proximidades.
A vítima encontrava-se neste ponto pelo menos desde a noite de sábado, acompanhada de seu marido, de um casal, e de outros cinco homens, pessoas estas de seu círculo de convivência, tendo eles passado a noite e a madrugada confraternizando e ingerindo bebida alcoólica em grande quantidades.
Durante a manhã, ela reclamou de dores na barriga, começando a apresentar um sangramento. Após isto, uma das pessoas que a acompanhava procurou um terceiro, que, por sua vez, acionou o socorro.
No hospital em Laranjeiras do Sul, verificou-se que haviam lesões que indicavam que a vítima havia sofrido abuso sexual, bem como que esse quadro clínico era bastante sensível, sendo ela transferida para Guarapuava, onde, mais tarde, veio a falecer.
A Polícia Civil ainda não recebeu a cópia dos prontuários médicos de seu atendimento, tampouco recebeu do IML o laudo de exame de necropsia, não sendo possível, por enquanto, informar a causa da morte e a sua relação com o evento.
Não há, até o momento, nenhuma informação de que a vítima tenha revelado o que ocorreu com ela aos profissionais da saúde que realizaram o seu atendimento, embora as diligências ainda estejam em andamento, podendo alterar esse panorama.
Os detalhes do que ocorreu durante essa noite e madrugada ainda são objeto de investigação. A divulgação daquilo que já foi possível apurar atrapalharia o trabalho policial.
Pode-se dizer, tão somente, que até o momento as evidências apontam no sentido de que o crime foi cometido por uma pessoa, que já foi interrogada e que negou a autoria.
De toda forma, até a conclusão das investigações, a Polícia Civil não descarta a possibilidade do envolvimento de mais de uma pessoa no caso.
O trabalho, contudo, dada a complexidade dos fatos, ainda não está finalizado e novas diligências/informações poderão alterar o panorama durante o curso do inquérito policial.
Por fim, esclarece-se que todos os esforços por parte da 2ª S.D.P. estão sendo empregados e que as investigações desse complexo caso seguirão até o completo esclarecimento dos fatos.
Nota divulgada pela PCPR de Laranjeiras do Sul
Por volta das 20h de ontem, uma equipe do Destacamento da Policia Militar de Porto Barreiro foi deslocada até uma comunidade na área rural do municipio, sendo que no local, foi possível visualizar 3 homens em luta corporal em via pública.
Em contato com a dona de um estabelecimento próximo, a mesma relatou que dois deles chegaram por volta das 19:30 começaram a perturbar as pessoas que estavam no local.
Em dado momento ela pediu para que se retirarem mas eles se negaram, então um, terceiro interveio e começaram uma discussão, e após isto entraram em luta corporal em via pública, momento em que as equipes chegaram. Diante da intenção de representação da dona do estabelecimento, as partes foram encaminhadas para delegacia de polícia para procedimentos cabíveis.
Por - Campo Aberto
Neste domingo (22), a equipe de Polícia Militar de Catanduvas foi acionada para atender a uma ocorrência na rua Jovelina Rodrigues do Carmo (Antiga Rua 5), no bairro Alto Alegre.
Chegando ao local, os policiais encontraram a equipe SAMU prestando atendimento a um homem que estava inconsciente. Segundo relato de seus familiares, o homem estava em um bar quando teve uma discussão com dois outros indivíduos. Em determinado momento, a discussão acabou culminando em agressões físicas, momento em que a vítima acabou sendo golpeada com uma barra de ferro na região da cabeça. Após ser agredido, o homem correu até a sua residência para pedir ajuda e acabou desmaiando em frente ao imóvel.
Os policiais conversaram com algumas pessoas, mas ninguém soube identificar quem desferiu o golpe contra a vítima e nem o paradeiro dos agressores.
Durante a elaboração do Boletim de Ocorrência, a equipe policial se deparou com um fato atípico, sendo que a identificação da vítima não pode ser realizada nos autos, pois o homem agredido consta como desaparecido no sistema.
Por - Catanduvas em Foco
Na noite de domingo (22), uma grave ocorrência de violência doméstica foi registrada no bairro Mazurechen, em Pinhão. Segundo o boletim da 2ª Companhia de Polícia Militar, por volta das 20h30, a equipe foi acionada após receber informações de que uma mulher e uma criança estavam sendo espancadas. Ao chegar ao local, os policiais constataram que a vítima, uma mulher de 24 anos, havia sido brutalmente agredida pelo marido, de 32 anos.
De acordo com o relato da mulher, o agressor chegou em casa embriagado e, de forma violenta, começou a agredi-la com chutes e socos, além de ameaçá-la de morte. O homem também atacou a filha do casal, uma menina de apenas 6 anos, puxando seu cabelo e chegando a arrastá-la pela rua, o que gerou grande consternação entre os vizinhos.
No momento em que a equipe policial chegou ao local, o agressor já havia fugido. Após iniciar um patrulhamento nas imediações, os policiais conseguiram localizar o suspeito nas proximidades. Durante a abordagem, não foram encontrados itens ilícitos com o homem, mas ele apresentava várias lesões no corpo e se queixava de fortes dores na região do tórax. O agressor contou que, após um desentendimento com a esposa, saiu para beber com um amigo, que supostamente o agrediu na cabeça. Ele alegou ainda ter sido atacado por outros quatro homens, que o golpearam com socos e chutes.
Diante do estado do suspeito, a equipe o encaminhou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para cuidados médicos. Em seguida, como a esposa manifestou interesse em registrar a queixa formal contra ele, o homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais.
O caso foi encaminhado à Polícia Judiciária, e o agressor poderá responder por violência doméstica.
Por - Jornal Fatos do Iguaçu










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