Rio bonito - Programa Saúde na Escola foi desenvolvido com sucesso em 2017

As secretarias de Educação e Saúde pactuaram desde o início deste ano, o Programa Saúde na Escola do Ministério da Saúde que nada mais é uma estratégia de integração à saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e qualificação das políticas públicas brasileiras.

 

O programa tem como objetivo principal contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde.

 

Assim, durante todo o ano letivo de 2017 foram desenvolvidas atividades provenientes desse programa em todas Escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIS) em vários temas como: realização da avaliação antropométrica (peso e altura) os alunos, atividades de educação nutricional, aplicação de flúor, avaliação ocular, conscientização sobre a dengue, entre vários outros acompanhamentos.

 

De acordo com o dentista da Secretaria Municipal de Saúde e coordenador do programa, Milton Saito, foi possível fazer em todas as nove escolas e os dois CMEIs as doze ações compactuadas junto ao Ministério da Saúde. “Achamos muito interessante o programa para o município ser viso pelo ministério e principalmente para os alunos desenvolverem essas ações”, explica o dentista.

 

 

Foram ações de conscientização de suma importância porque visam, a exemplo, se algum aluno possui problema ocular é detectado por meio do seu rendimento escolar através da leitura das letras e outros sintomas. São pecularidades que dificilmente uma professora não irá detectar, mas os profissionais de saúde sim.


Os alunos que apresentam algum tipo de dificuldade são encaminhados para algum especialista na área qual apresente algum problema de saúde. Seja de audição, ocular, prevenção à bulling (casos de sobrepeso) – principalmente incentivando a criança a se ocupar com atividades saudáveis com orientadora física.

 

 

 

“Estamos numa época onde é comum o tablet, smartfone, vídeo-game e as crianças não sabem brincar e ao mesmo tempo desenvolver uma atividade física”, aponta Saito.


De acordo com as coordenadoras da Educação, Márcia e Patrícia programa este ano foi bem desenvolvido nas escolas em parceria com a Saúde e foi feito o correto  preenchimento das planilhas que garantem recursos do ministério para manutenção das atividades em 2018. Para o próximo ano e 2019, os coordenadores das duas secretarias pretendem ampliar o PSE para as Escolas Estaduais que funcionam atualmente em Rio Bonito do Iguaçu.

 

 

 


Por assessoria

 

 

Rio Bonito - Encenação Musical “História à Brasileira” apresenta a popular tradicional para as crianças da rede municipal

Está sendo apresentado para as crianças da rede municipal de ensino de Rio Bonito do Iguaçu a peça “Histórias à Brasileira – Causos e Cantoria”, no Centro Cultural. É um projeto de parceria da Travessia Arte e Educação, Copel, Programa Estadual de Fomento Paraná e Incentivo à Cultura Governo (Profice) do Governo do Paraná.

 

É um espetáculo cênico-musical que apresenta uma trama de contos, causos e músicas populares, entrelaçados por conversas que os atores improvisam com a platéia. A dramaturgia é baseada na literatura oral brasileira e traz canções criadas com a referência nas duplas caipiras bem-humoradas da época de ouro do rádio.

 

“Histórias à Brasileira” está descendo o Rio Iguaçu, aportando em suas margens para fazer apresentações em Balsa Nova, Porto Amazonas, Cruz Machado, Mangueirinha, Rio Bonito do Iguaçu, Bituruna, Nova Prata do Iguaçu e Porto Vitória. De leste à oeste, cruzando o Paraná no balanço do Iguaçu.

 

 

Para o diretor da peça, Vinícius Mazzon, o intuito é que “os contos e outras manifestações populares tradicionais, em especial do Paraná, sejam um riquíssimo depósito de conhecimento humano, criado a partir de uma forma de pensar ao mesmo tempo pragmática, intuitiva, lúdica e corporal, sempre atual e em permanente estado de recriação.

 

“Somos três integrantes e é uma peça cênica-musical. Temos aqui viola caipira, violão, percussão e efeitos. Um espetáculo de contação de histórias acompanhado de música ao vivo. Essa é a característica principal dele. A gente conta histórias da cultura popular brasileira, da literatura oral, essas histórias que são contadas há séculos aqui no Brasil. Essa cultura se que formou da união de diferentes povos que vieram pra cá, tanto europeus, africanos, indígenas, que fazem parte da formação cultural da nossa literatura oral, e essa literatura que a gente pesquisa e apresenta para as crianças.

 

É uma herança nossa cultura, da nossa identidade brasileira, então é uma herança que cabe às crianças. “É delas, então é preciso que seja contada pra elas pra que não seja esquecida para que elas tenham um contato com isso”, explica Mazzon.

 

Apresentações

 

A peça está sendo apresentada durante dois dias em Rio Bonito do Iguaçu, com três encenações diárias. De acordo com o diretor Vinícius Mazzon, a turnê terminará em Nova Prata do Iguaçu, após ter passado por outras sete cidades.


“Foi a nossa temática para esse projeto – a gente descer, vindo lá da região de Curitiba, então viemos descendo o Iguaçu, entrando nessa região do interior do estado, se aproximando também da cultura paranaense, a cultura que vive e de floresta à beira do Iguaçu. Nosso objetivo era esse, ter essa troca cultural. A gente trazendo as histórias que a gente conhece, indo nessas cidades e entendendo a vida, como são os costumes, quais são as histórias que o povo conta por aqui”, disse Vinícius Mazzon.


“A gente escolheu se apresentar em Rio Bonito pela quantidade de habitantes e porque a gente decidiu atender as cidades menores, que tenham menos de 20 mil habitantes. O município está bem no trajeto do Rio Iguaçu e tem essa característica do tamanho da cidade, qual a princípio queríamos conhecer. Era um desejo então de conhecer a cultura popular que se vive por aqui e estamos sendo muito bem acolhidos pela Secretaria Municipal de Educação. Logo que apresentamos o projeto, ele já foi aceito pelas orientadoras e pela secretária Fernanda e também possibilitaram na liberação do uso do Centro Cultural, que é um espaço importante para a cidade onde se pode receber as crianças para assistir e terem contato com a cultura”, justifica o diretor.

 

 

 

 

 

Por Assessoria

 

 

 

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