Acidente é registrado na PR 180

Um acidente foi registrado na tarde desta quinta dia 21, no trecho Rio do Salto na PR 180.

 

Chovia no momento do acidente, o motorista perdeu o controle de um caminhão guinho e colidiu em um barranco.

 

O motorista não se feriu.

 

 

Patrulheiros do Posto de Cascavel da 3ª Cia da PRE e Corpo de Bombeiros atenderam a ocorrência.

 

 

Em reunião com governo, APP exige correção de edital para PSS

Em reunião com a Casa Civil, secretários(as) de Estado, Ministério Público (MP) e deputados estaduais, comissão de negociação da APP-Sindicato exigiu a alteração do edital que reduz os salários dos(as) professores(as) PSS para 2018.

 

A APP demonstrou, com estudos financeiros já apresentados ao longo do ano, que o governo tem condições de manter os salários dos(as) PSS, como explica o presidente da APP, professor Hermes Silva Leão. “Nós insistimos que o governo autorize o anúncio da correção do edital de inscrição dos PSS já retirando a diminuição salarial. Argumentamos e apresentamos os dados que demonstram que o governo pode manter os salários como estão, sem afetar mais de 20 mil professores que já possuem a menor remuneração do funcionalismo público do Estado”, destaca.

 

Hermes conta que, a partir do debate da pauta financeira, foi proposta a criação de um grupo de trabalho, coordenado pela Secretaria de Administração e Previdência (Seap). “O grupo contará com representantes da APP, do Ministério Público, e demais secretarias do governo para definir esse impasse. Nós temos toda a disposição para debater a pauta financeira com o governo, inclusive nos dispusemos a isso durante o ano inteiro. No entanto, nós insistimos que o anúncio da correção do edital seja feito imediatamente”, disse o presidente.

 

 

A secretária de Finanças da APP, Walkiria Mazeto, explica que a justificativa financeira do governo foi desconstruída pelos números apresentados pelo Sindicato. “Não se sustenta a tese de insuficiência financeira. O grupo de trabalho vai discutir isso mais a fundo, mas já ficou mais do que evidente que o problema não é dinheiro. Estamos aguardando a convocação da primeira reunião do grupo de trabalho para encerrar o impasse que foi criado pelo governo. A categoria está em estado de greve e nós não vamos aceitar que o ano letivo se inicie com uma redução injusta e injustificável como a que está acontecendo”, explica Walkíria.

 

 

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Produtor rural toma decisão e se salva de choque elétrico que poderia ser fatal

Um produtor saiu ileso de um acidente de trabalho na área rural de Anahy na tarde desta quarta dia 20, por ter a consciência de procedimentos que deveriam ser seguidos na situação em que enfrentou.

 

Ele seguia em um pulverizador que tombou. Com isso as barras subiram e tocaram na linha de transmissão de energia de 69 mil volts.

 

Apesar do acidente, ele sabia que deveria permanecer na máquina e se manter afastado do solo e seguiu esse procedimento mesmo com a explosão de pneus.

 

 

O homem aguardou a chegada da equipe da Copel que isolou a área e aterrou a linha de alta tensão, deixando o local segurou para a retirada do pulverizador da rede e do produtor.

 

A Copel alerta em campanhas que essas são as orientações para serem seguidas em acidentes à exemplo do que aconteceu em Anahy. (Com Catve)

 

 

Associados da Sicredi Grandes Lagos recebem mais de R$ 2 milhões de juros ao capital social

A cooperativa Sicredi Grandes Lagos PR/SP pagou nesta segunda-feira dia 18 de dezembro aos seus associados os juros referentes ao capital social.

 

No total foram pagos R$ 2.010.559,70 milhões distribuídos diretamente na cota capital de cada sócio. A taxa aplicada foi de 7% que se refere a rentabilidade da poupança dos últimos 12 meses. O cálculo é realizado em cima da média do capital que o associado teve em 2017. Para saber o valor que recebeu, o associado deve solicitar o extrato da sua cota capital na sua agência de atendimento do Sicredi.



De acordo com o presidente da Sicredi Grandes Lagos, Orlando Muffato, a cooperativa através de uma decisão do Conselho de Administração decidiu remunerar os juros ao capital social, principalmente para valorizar ainda mais os associados que movimentam sua vida financeira com o Sicredi. “Nosso papel como gestor é sempre trabalhar para apresentar as melhores soluções que beneficiam diretamente os nossos associados. Assim como as sobras que são distribuídas no período de prestação de contas, diante do resultado líquido da cooperativa, essa medida é uma maneira de valorizar o associado que acredita e investe na cooperativa”, destacou o presidente.

 



Ele explica que o capital social é o valor que cada pessoa integraliza/deposita ao associar-se e que serve para o desenvolvimento da cooperativa. “Diferentemente do que se pratica no mercado financeiro tradicional, no Sicredi o capital não pertence a um grupo restrito de acionistas, mas sim a todos os associados, daí o termo “social”, afinal é o capital social que dá ao usuário da cooperativa a condição de dono do empreendimento cooperativo permitindo-lhe usufruir dos produtos e serviços oferecidos e também sujeitando-se a cumprir seus direitos e obrigações perante sua cooperativa”, enfatizou.



A importância do capital social

 

A Sicredi Grandes Lagos PR/SP é uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central do Brasil, destinada a captação e administração dos recursos dos seus associados, concessão de crédito e prestação de serviços bancários. Para realizar as suas operações, as cooperativas de crédito necessitam de um valor mínimo de patrimônio, que é formado pelo capital social e pelas reservas da cooperativa.



Capital Social


O Capital Social é o somatório de todas as cotas-partes dos associados da cooperativa. A cota-parte é uma quantia em dinheiro que os associados depositam no momento em que entram na cooperativa. Esse dinheiro contribui para o suporte das atividades financeiras da instituição para que ela beneficie o próprio associado com taxas justas, competitivas, agilidade e flexibilidade em todos os produtos ofertados, o que torna a cooperativa de crédito e investimento mais atraente para quem é associado.

 

 

 

 

Por Assessoria

 

 

Técnicos avaliam andamento das lavouras de soja na região

Os técnicos do Deral (Departamento de Economia Rural) e dos Núcleos Regionais da Seab (Secretária de Estado da Agricultura e Abastecimento) estão a campo fazendo um diagnóstico do andamento da safra verão 2017/2018.

 

Na região a preocupação é com a soja que já foi bastante castigada pelos efeitos climáticos. Primeiro os produtores tiveram que esperar para começar o plantio, tendo em vista que houve uma de quase dois meses, justamente no início do ciclo.

 

Muitos produtores se aventuraram e cultivaram no chamado pó e acabaram perdendo as sementes porque a chuva demorou para chegar,mas quando veio, foi em excesso. Somente no mês de outubro foram mais de 900 milímetros de precipitação na região, enquanto o esperado para o período era de até 200mm.

 

Assim muitas lavouras que estavam em desenvolvimento acabaram sendo varridas pelas enxurradas e muitos produtores não conseguiram colocar as máquinas no campo, porque por cerca de 1 mês não parou de chover.

 

 

Isso tudo resultou em um novo atraso no ciclo que se estendeu pelo início do mês passado atrasando o desenvolvimento em pelo menos um mês. Até a metade de novembro às precipitações interfiram em cheio no desenvolvimento da planta.

 

Segundo os técnicos, esse período de secura até contribuiu para para uma espécie de recuperação das lavouras danificadas, com um adendo que as temperaturas baixas no início da manhã e no fim da tarde estão atrasando o crescimento das plantas.

 

Em toda a região foram cultivadas mais de um milhão de hectares de soja e a expectativa de produção é de quase 4 milhões de toneladas, já considerando uma perda de quase 6%.

 

 

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